Voluntários, sem eles esta  obra não existiria.
A partir de março de 2002 todas as aquisições do acervo passaram a ser realizadas pelos nossos colaboradores/voluntários.


Coordenação Geral: Marco Machado.
Coordenação do corpo voluntário: Gabriela de Mello e Rafael de Mello.

Mais 2 colaboradores fazem parte das edições e das pesquisas com imagens de campo, são eles:  Srs. André Leandro e Dr. Eduardo Luz. Grato pela iniciativa.

Atualmente estou terminando um Bacharelado em Arqueologia
pela Universidade Metropolitana de Santos. UNIMES.

Contato direto: marco.machadosp57@gmail.com

_________________  &  _________________

Iniciativa cadastrada na CNM.GOV.

Certificado do MVTA pela CNM.GOV./Brasília.








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ATENÇÃO. 

Esta obra está passando por atualizações. Os tijolos antigos registrados no acervo que estão sendo pesquisados terão, com o devido tempo,  seus resultados históricos aqui publicados. Trata-se de uma tarefa composta por 8 voluntários diretos. 



Esta iniciativa de cunho cultural e voluntária preza pelos direitos autorais, razão pela qual todas as citações aqui publicadas tem suas fontes anotadas de acordo com as normas estabelecidas. É comum que alguns links não sejam abertos quando acessados, isto acontece porque  os sites mudam seus endereços eletrônicos sem aviso prévio, sugiro neste caso que tente pesquisar parte da fonte.

Caso algum autor das matérias aqui publicadas não concorde com nossos argumentos, por favor, entre em contato pelo e-mail: marco.machadosp57@gmail.com que teremos o prazer em atendê-lo.
Grato. MVTA e seus colaboradores.

Link  para a página onde consta a regulamentação dos direitos autorais:



Uma das propostas aqui é criar um núcleo de pesquisas onde vários assuntos sobre tijolos antigos estão sendo catalogados e publicados. Aqui os pesquisadores encontrarão uma infinidade de pesquisas científicas relacionadas aos assuntos tijolos, fabricantes e construções antigas, que tenham alguma relação com esse material construtivo. Essa iniciativa facilita em muito, pois apresenta em um só local centenas de publicações que estão dentro do contexto arqueológico e histórico dos tijolos antigos.


Previsão de término, indeterminado.

Grato pela Atenção.

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O Imagem mais Antiga do Brasil de uma Olaria.

O imagem mais antiga do Brasil de uma Olaria, aparece na planta abaixo no ano de 1579.
O desenho está abaixo da palavra La briqueterie, que significa olaria em francês.



Na cidade o Rio de Janeiro, logo após a lagoa do Boqueirão, “prosseguindo ao redor do sopé do morro do Catete, onde havia uma olaria de Martim de Sá que fabricava telhas e tijolos”. Situava-se “no Flamengo [...] uma olaria La briqueterie” (FERREZ, 1965, p. 15) conforme registrado por Jaquez de Vau de Claye em 1579 (Figura 21). Constituindose na mais antiga imagem, até o momento, do local de produção cerâmica, em terras brasileiras.
Página 88.
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Publicação Especial 00A: O TRIPÉ HISTÓRICO.
Publicação Especial 00B: IPHAN. Sistema de Proteção de Sítio Arqueológico.
Publicação Especial 00C: Os Símbolos Gravados em Tijolos Antigos.
Publicação Especial 00D: O Museu de Viena. www.ziegel.at/wiener-ziegelmuseum.

Publicação 001: Matéria. Origens Históricas.
Publicação 002: Matéria. O Maior Museu do Tijolo Antigo do Mundo.
Publicação 003: Arqueologia do Tijolo Antigo. 
Publicação 004: Matéria. A primeira alvenaria de tijolos. Cidade de São Paulo data de 1610.
Publicação 005: Matéria. O Acervo.
Publicação 006: Tijolos. Palacete de Joaquim Franco de Mello. Avenida Paulista. São Paulo.
Publicação 007: Matéria. Esclarecimentos importantes. 
Publicação 008: Matéria. Obrigações Legais.
Publicação 009: As Descrições Técnicas dos Tijolos do Acervo.
Publicação 010: Coleções & Colecionadores de Tijolos Antigos pelo Mundo.
Publicação 011: Matéria. História da Reutilização de Tijolos Antigos.
Publicação 012: Matéria. Arqueologia: Análise e Datação por Geomagnetismo.
Publicação 013: Matéria. Em fase de criação.
Publicação 014: Tijolos. Estação da Luz.
Publicação 014A: Fotografias da Estação da Luz.
Publicação 015: Matéria. O Tijolo Romano. Em breve.
Publicação 016: Matéria. Citações de Várias Fontes sobre Tijolos Antigos.
Publicação 017: Matéria. O Tijolo.
Publicação 032: Em fase de catalogação. Matéria
Publicação 033: Tijolos. São Luiz do Paraitinga. Estado de São Paulo.
Publicação 034: Em fase de catalogação. Arqueologia. O DATUM-POIT.
Publicação 035: Tijolos. Gravados com o Símbolo do Sagrado Coração de Jesus.
Publicação 036: Tijolos. Vila Maria Zélia. Bairro do Belenzinho. São Paulo. 
Publicação 037: Matéria. O Alto Custo dos Tijolos nas Décadas de 1860, 1970 e 1880.

Publicação 038: Arqueologia. Estudos das Argamassas.
Publicação 039: Tijolos. Chácara do Rosário. Cidade de  Itu. Estado de São Paulo.
Publicação 040: Tijolos. Tijolo Gravado com uma Suástica.
Publicação 041:  Matéria. O Tijolo de Waterloo. 1815.
Publicação 042:  Arqueologia no Museu das Monções. Cidade de Porto Feliz. Estado de São Paulo.
Publicação 043: Tijolos.  Antigos Casarios do Parque Ibirapuera. São Paulo.
Publicação 044: Matéria. As Armadilhas das Datações.
Publicação 045: A Importância da Arqueologia nas Pesquisas com Tijolos Antigos. Em fase de estudos.
Publicação 046: Tijolos. Museu Ipiranga da USP. Bairro do Ipiranga. São Paulo.

Publicação 047: Em fase de catalogação. Arqueologia.
Publicação 048: Tijolos. Vila Elvio. Cidade de Piedade. Estado de São Paulo. 
Publicação 049: Matéria. Fluxograma da Indústria Cerâmica.
Publicação 050: Tijolo. Imperial Olaria. Sampaio Peixoto. Cidade de Campinas, Estado de São Paulo. Em fase de catalogação.
Publicação 051: Tijolos. Colégio Des Oiseaux. Bairro da Consolação. São Paulo.
Publicação 052: Tijolos. Colégio Olinda Schule. São Paulo.
Publicação 053: Tijolos. Estação Ferroviária Campo Grande. Município de Santo André.
Publicação 054: Matéria: História das Máquinas para Fabricação de Tijolos.
Publicação 055: Tijolos. Complexo do Gasômetro e Casa das Retortas. Em fase de montagem.
Publicação 056: Tijolos. Complexo Ferroviário de Paranapiacaba. Santo André.
Publicação 057: Tijolos. Casa Antiga na Rua Viena. Bairro do Ipiranga. São Paulo.
Publicação 058: Tijolos. A História das Olairas do Tijucusú. Em breve.
Publicação 059: Tijolos. Uma Cidade Chamada Brazil. Estado de Indiana. USA. Em breve.
Publicação 060: Tijolos. Fábrica Votorantim. Olaria. Em breve.
Publicação 061: Matéria. Os Tijolos como Lastros de Navios. Em fase de montagem.
Publicação 062: Matéria. O Tijolo e a Estrela de Belém. Em fase de montagem.
Publicação 063: Matéria. Pesquisas sobre Moldes para Fabricação de Tijolos. Em breve.
Publicação 064: Tijolos. Casa das Caldeiras. Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo. 
Publicação 065: Tijolos. Torre Meteorológica do Jardim da Luz. São Paulo.
Publicação 066: Tijolos. Tijolo. Igreja Luterana de São Paulo. Em fase de montagem.
Publicação 067: Matéria. Cava do Caulim do Sacoman. São Paulo.
Publicação 068: Tijolos. Fábrica de Louças Claudia. Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo.
Publicação 069: Tijolos. Fazenda Vassoural. Cidade de Itu. Estado de São Paulo.
Publicação 070: Tijolo. Palacete do Barão de Bocaína. São Paulo. Em fase de montagem.
Publicação 071: Tijolos. Estudo sobre Tijolos Encontrados na Internet.
Publicação 072: Matéria. Os Tijolos Antigos e a História Magnética do Brasil.
Publicação 073: Tijolo. Município de Sorocaba. Tijolo Gravado com a data de 1902.
Publicação 074: Matéria. Haverstraw Brick Museum, 12 Main Street, Haverstraw, NY. 
Publicação 075: Matéria. Estudos sobre Moldes para Fabricação de Tijolos.
Publicação 076: Tijolo. Cia. Fiação e Tecidos São Martinho. Município de Tatuí.
Publicação 077: Tijolo. Antigo Sobrado na Avenida Dom Pedro II. Ipiranga. São Paulo.
Publicação 078: Matéria. História da Máquina CLAYTON PATENT. Fabricante de Tijolos.
Publicação 079: Tijolo. Antiquário Monções. Cidade de Porto Feliz. Estado de São Paulo.
Publicação 080: Matéria. A História dos Tijolos Gravados com Datas.
Publicação 081: Matéria. Calçadas Cobertas com Tijolos.
Publicação 082. Matéria. A História da Fabricação de Tijolos nos Estados Unidos.
Publicação 083. Matéria. A Importância dos Documentos Fiscais nas Pesquisas.
Publicação 084. Matéria. Sistema de Secagem dos Tijolos Cerâmicos.
Publicação 085. Matéria. Antigos Moldes para Fabricação de Tijolos como Fonte de Pesquisas. Em breve. 
Publicação 086. Matéria. A História dos Moldes para Fabricação de Tijolos.
Publicação 087. Matéria. Vídeos Oleiros Fabricando Tijolos.
Publicação 088. Matéria. O Adobe e os Rios Eufrates e Tigres. O Início.
Publicação 089. Matéria. O Sistema Mecanizado e suas Implicações Técnicas de Fabricação.
Publicação 090. Matéria. Convict Brcks. Tijolos dos Condenados. Austrália.
Publicação 091. Matéria. Imagens que Retratam as Olarias do Século XIX.
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IMPORTANTE...

...Gostaria primeiro de fazer uma observação quanto a essa iniciativa cultural. Construir uma atividade cultural neste país não é e nunca foi uma tarefa fácil... Então, desde já muito obrigado a todos pela força que tenho recebido, sem vocês isto não passaria de uma coleção de objetos antigos sem identidade histórica/cultural...


Entre, participe, critique, dê sua opinião, poste seus trabalhos, ideias,,,
Você é o fator principal e construtivo desta difícil obra.
Seja bem vindo e por favor volte sempre.
marco.machadosp57@gmail.com




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Publicação Especial 00A:

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Considerações.

O tijolo antigo é um documento que quando estudado dentro de um contexto bem mais amplo, e com base nas técnicas arqueológicas bibliográficas específicas, depois de terem sido resgatados, vão, sem dúvida nenhuma, trazer resultados surpreendentes, quanto a história dos tijolos, seus fabricantes e das construções a qual o tijolo antigo, pertence.

Depois de demoradas pesquisas tendo como bases várias publicações, é perceptível que as abordagens descritas nesses trabalhos deixam a desejar se considerar que a trajetória histórica de um tijolo é muito, muito mais profunda e muito mais rica em detalhes, sejam eles, físicos ou históricos. Recentemente ao analisar 5 relatórios arqueológicos realizados em áreas urbanas, onde o tijolo foi encontrado em todas elas, percebi um fato em comum, nesses relatórios, todas citavam tijolos em suas listas, porém o único objeto que não tinha uma imagem era exatamente o tijolo, todos os outros materiais arqueológicos tinham. Penso que deveria haver, se é que existe, um procedimento ético na arqueologia onde todo material de cunho arqueológico resgatado em um sítio deveriam ter a mesma atenção quanto as descrições técnicas dos outros materiais que fazem parte de um relatório.

Reforçando assim o tema proposto neste site que é a Publicação Especial 00A: O TRIPÉ HISTÓRICO. Neste, podemos ter uma dimensão razoável do que pode ser feito ao criar uma pesquisa sobre tijolos antigos, onde os assuntos catalogados vão muito aquém do que se propõe em outras pesquisas arqueológicas. A história do tijolo não acaba quando este é entregue ao pedreiro para que seja assentado em uma parede, seu legado histórico vai muito, muito mais além desse ponto.

O TRIPÉ.



25 Itens Pesquisados.

1. Gravações: O que os fabricantes gravavam nos tijolos.
2. Gravações com letras: E R, C D, K L M.
3. Gravações com números: 1890, 1, 25, A 2 K.
4. Gravações com desenhos, símbolos: Que podem ser de fontes variadas, exemplos:
    a- Natureza. Formas humanas, animais e plantas.
    b- Astronômica:. Estrelas, lua, sol.
    c- Religiosa: Cruzes, estrelas, brasões.
    d- Militar: Armas. estrelas, brasões.
5. Gravações, formato do relevo: Alto ou baixo. 
6. Sistema de gravação: Direto do molde ou por carimbo.
7. Medida de comprimento: 50cm, 30cm, 14cm.
8. Medida de largura: 14cm, 12cm. 10cm,
9. Medida de altura: 8cm, 7cm, 6cm.
10. Medida de volume: 2.500, 1.500, 1.300cm³.
9. Medida de peso: 5.200, 3.500. 2400g.
11. Tijolo gravado com moldura: Sim ou não.
12. Formato geométrico da moldura. Que pode ser um retângulo, retângulo arqueado, entre outros formatos.
13. Composição química. Sistema ainda não realizado por falta de recursos para análises em laboratório especializado.
14. Datação via laboratório (C14). Sistema não realizado por falta de recursos. Neste caso o sistema aplicado é o da Datação Relativa.
15. Cor da massa com base na Carta de Munsell: 7 5YR 12/6, 5YR 8/4, 5YR 6/4.
16. Sistema de fabricação manual: Tijolos fabricados totalmente de forma manual.
17. Sistema de fabricação mecanizada: Tijolos fabricados totalmente de forma mecanizada, através de força motriz não humana e não animal.
18. Indícios de marcas deixadas durante a fabricação, exemplo: marcas humanas e de animais.
19. Indícios de materiais que não fazem parte da composição da massa. Madeira, fragmento de rochas, entre outros materiais comumente encontrados dentro dos tijolos.
20. Presença de argamassa: A argamassa usada no assentamento dos tijolos.
21. Estudos visuais quanto a presença de riscos na parte de trás dos tijolos que indicam fabricação manual.
22. Integridade da peça: Íntegra, parcial, incompleta.
23. Finalidade específica quanto a sua empregabilidade na obra. exemplos: Um ornamento, um refratário para uso em fornos e lareiras, tijolos para cobertura de piso das tulhas de café, entre outras dezenas de funções. Uso em paredes/sustentação.
24. Fabricado no Brasil: Sim ou não.
25. País de origem: Itália, Portugal, Reino Unido.

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51 Itens Pesquisados sobre as Olarias.


Pesquisar as origens de antigas Olarias no Brasil, não é uma tarefa fácil, devido a poucos registros históricos que atendam as necessidades das propostas de pesquisas do MVTA. O “problema” reside no fato de que os trabalhos acadêmicos limitam-se a poucas informações sobre fabricantes de tijolos, em muitos casos são apenas citações de nomes e algumas datas, mas que deixam lacunas muito extensas nas pesquisas históricas.  

As fontes que vem sendo usadas em nossas pesquisas limitam- se a citar o nome do proprietário da Olaria, o bairro que ela pertencia e uma data referente a algum documento da época, o que está muito, muito longe das nossas propostas de informações históricas. Ao citar apenas o nome do proprietário, um bairro, e uma data, dependendo do caso, para determinados trabalhos é o suficiente e correto, mas para nossas pesquisas, não, pois nossa proposta é estudar os fabricantes com todas as suas informações históricas que elas geraram durante sua existência. Nosso objetivo segue um padrão muito mais elaborado com mais itens relacionados ao assunto que servirão de fontes para outras  pesquisas.

Lista de Perguntas para  uma Pesquisa mais Abrangente.

 1. Quem era o proprietário da Olaria: Nome do proprietário, temos que considerar que muitas olarias eram arrendadas, por isso o dono pode ser uma outra pessoa e que pode ou não, constar em documentos comercias ou públicos.
2. O nome oficial da Olaria: Olaria São João, Olaria da Serra, Olaria Santa Rita.
3. O nome fantasia da Olaria: Olaria São João, Olaria da Serra, Olaria Zecão.
4. Sua data de fundação: 1860, 1895, 1930.
5. O tempo de atividade: 10, 20, 30 anos.
6. A data de encerramento das atividades: 1850, 1895, 1957.
As datas de fundação, tempo de atividade e de encerramento são importantes porque situa o tijolo dentro de um período de tempo, onde fica claro em que época ele foi fabricado.

7. Endereço: País.
8. Endereço: Estado.
9. Endereço: Cidade.
10. Endereço: Logradouro e número.
11. O que era gravado nesses tijolos, sua identificação. Um desenho, uma nome, uma sigla, Dos 360 tijolos cadastrados nos inventários do acervo do MVTA, 30% não se encontra qualquer identificação do fabricante.
12. Que tipo de produtos essa empresa fabricava:
13. Fabricava somente tijolos.
14. Fabricava somente telhas.
15. Fabricava tijolos e telhas.
16. Fabricava tijolos, telhas e outros materiais construtivos:
17. Fabricava somente louças brancas:
18. Fabricava todo tipo de material cerâmico:
19. Qual o sistema de fabricação: Sistema de fabricação mecanizada: Tijolos fabricados totalmente de forma mecanizada, através de força motriz não humana e não animal.
20. Qual era o sistema de armazenamento: Barracões fechados, dispostos em pátios externos sem proteção. Muitas olarias depositavam seus tijolos depois de retirados dos fornos em fileiras cobertos por telhas.
21. Como era seu sistema de vendas:
22. Venda direto na Olaria:
23. Venda em um ponto comercial próprio:
24. Venda através de um representante comercial:
25. Sistema de pagamento de impostos: Se possui ou não.
26. Pagava imposto sobre produção:
27. Pagava imposto por cada chaminé:
28. Pagavam imposto por cada forno:
29. Pagavam imposto pela retirada da argila:
30. Pagavam imposto pela retirada das madeiras para os fornos:
31. Pagavam imposto pelo transporte desses materiais até a olaria:
32. O proprietário era o único oleiro: Em algumas olarias além do proprietário como oleiro, ele tinha também outros profissionais contratados por tempo fixo ou por empreitadas.
33. A olaria possuía mais de um oleiro: 2, 3 ou 4.
34. Como os oleiros eram identificados nos tijolos: Muita olarias identificavam os oleiros por números, exemplos: Olaria Antonini Domenico, A 1 D, A 2 D, A 3 .Oleiro 1, 2 e 3.
35. Havia algum sistema de controle ambiental: Sim ou não. Algumas olarias controlavam a retirada de madeira para os fornos e a argila das cavas.
36. Era uma olaria arrendada: Sim ou não. O fabricante dos produtos era ou não proprietário do local.
37. Era uma Olaria com sistema de produção somente familiar: Sim ou não. Muitas olarias tinham sua mão de obra totalmente familiar, isto é, não contratavam empregados de fora.
38. Era uma empresa de sociedade aberta ou fechada: S/A, Ltda.
39. A Olaria era uma empresa oficialmente legalizada: Isto é, tinha registro da empresa nos órgãos públicos , Federal, Estadual e Municipal. Muitas olarias não possuíam qualquer registro público.
40. Tinha uma cava própria de onde retirava a argila: Sim ou não.
41. Os fornos tinham chaminés elevados: Alguns chaminés eram de até 3m de altura, alguns passavam dos 20m. Muitos fornos não tinham um sistema de saída da fumaça via chaminés.
42. A mão de obra era livre ou escrava: Sim ou não.
43. Era uma Olaria de fazenda: Muitas fazendas tinham sua própria olaria.
44. Era uma Olaria dentro de uma fábrica: Muitas fábricas tinham sua própria olaria.
45. Era uma Olaria de uma ordem religiosa: Os Beneditinos e os Jesuítas tinham sua própria olaria.
46. Produção somente para consumo próprio: Sim ou não. Muitas alegavam que a produção era apenas para uso próprio, assim fugiam dos cadastramentos oficiais e do pagamento de impostos, por não comercializarem suas produções, porém muitas vendiam sim, tijolos e telhas. 
47. Produção para consumo próprio por um pequeno período: Sim ou não.
48. Produção somente para consumo comercial: Sim ou não
49. Produção para consumo próprio e comercial: Sim ou não.
50. Planta oficial da Olaria: Sim ou não.
51. Registros Federias, Estaduais e Municipais: Sim ou não.



1. Durante as pesquisas com trabalhos sobre tijolos antigos, disponíveis em várias fontes, podemos perceber uma pobreza significativa quanto a quantidade de itens em uma lista de perguntas que devemos fazer sobre esses documentos históricos importantes. Indicar apenas 4 ou 5 aspectos físicos dos tijolos, não me parece um trabalho que seja uma fonte de pesquisas aceitável, dependendo é claro da sua proposta inicial, se comparar com as mais de 100 perguntas que são feitas quando o MVTA pesquisa os tijolos do acervo. Sendo assim, acredito que os pesquisadores poderiam ampliar suas listas de perguntas referente a esse material arqueológico. A história do tijolo antigo está inserido num contexto muito, muito maior do que se propõem a atual literatura.

2. Muitas outras indagações podem surgir durante as pesquisas, e neste caso, procuramos criar um panorama histórico muito mais específico e muito mais amplo e detalhado historicamente, onde as informações são atualizadas conforme vão surgindo novas informações.

3. Com certeza respeitamos todos os trabalhos relacionados aos tijolos antigos, o que não concordamos, é que uma matéria que analisa 4 ou 5 elementos históricos ou físicos de um tijolo antigo seja considerado uma proposta científica de qualidade, com um conteúdo muito, muito reduzido, por isso nosso sistema  tem por volta de 120 elementos para serem pesquisados relacionados aos tijolos antigos, sem dúvida nos pautamos em apresentar um leque muito mais amplo ao assunto. Não é viável que se faça apenas 4 ou 5 perguntas para um documento histórico que tem por volta de 12 mil anos de existência. 

4. A história do tijolo antigo não termina na carroça de uma olaria, quando este está sendo entregue ao cliente final,  ela vai muito, muito mais além...
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45 Itens Pesquisados.

1. Proprietário da construção: Quem era o proprietário da construção.
2. Localização: País.
3. Localização: Estado.
4. Localização: Cidade,
5. Localização: Bairro.
6. Localização: Logradouro.
7. Quem foi o Construtor:
8. Quem foi o Engenheiro:
9. A Quem foi o Arquiteto:
10. Tipo de arquitetura:
11. É uma construção de domínio civil: Sim ou não.
12. Atualmente é uma construção pública: Sim ou não.
13. Ano de início da construção:
14. Período da construção:
15. Ano de finalização das obras/inauguração:
16. Sistema construtivo original ou primário:
17. Construção somente de taipa:
18. Construção somente em alvenaria de tijolos:
19. Construção somente em alvenaria de rochas: .
20. Construção somente em alvenaria de madeira:
21. Construção de taipa e tijolos:
22. Construção de taipa, tijolos e rochas:
23. Construção de taipa, tijolos, rochas e madeira:
24. Composição da argamassa somente de barro:
25. Composição da argamassa somente cal e areia:
26. Composição da argamassa somente cal, areia e cimento:
27. Construção térrea ou com mais andares:
28. Há uma planta oficial da construção:
29. Fotografias antigas do local:
30. Passou por reformas:
31. Passou por restaurações:
32. Condições estruturais atuais:
33. Durante sua existência teve outros proprietários:
34. Durante sua existência mudou sua finalidade original, exemplo: de residencial para comercial:
35 Existem documentos que registram compras de materiais de construção, tal como tijolos:
36. Tombado por Órgãos: Federal, Estadual ou Municipal:
37. A construção ainda pertence a mesma família:
38. Condições atuais: Demolida, ainda existe, mas está em ruínas.
39. Os tijolos foram importados:
40. Composição do reboco somente de barro:
41. Composição do somente de barro com areia:
42. Composição do somente de barro com areia e cal:
43. Composição do somente de barro, areia, cal com a presença de conchas. (Sambaqui):
44. Composição do somente de cal, areia e cimento:
45. Plantas antigas do bairro:

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Também faz parte deste estudo trifásico a argamassa que fica grudada nos tijolos quando estes são regatados, assim como as que estão espalhadas pela área. Tanto a massa para assentamento dos tijolos, quanto a argamassa usada para rebocar as paredes são matérias importantes para a pesquisa histórica junto com os tijolos.

Quando resgatadas as amostras passam por processos de análises in vitru. Com o uso do sistema de decantação, deixadas em potes com uma certa quantidade de água, assim podemos estudar e medir as camadas que ficam depositadas uma em cima das outras, assim podemos saber, de modo visual, se a amostra da argamassa é classificada como: solo argilo/arenoso ou arenso/argiloso, entre outras observações técnicas. As camadas geralmente se apresentam da seguinte forma: 1. Areia grossa, areia média, areia fina, silte e argila. Com a direção da leitura solo de baixo para cima. Obs.: O que fica na parte de flotação é  material orgânico.

É importante que as pesquisas sobre tijolos antigos não fique restrita somente aos tijolos, pois os fabricantes e a construção a qual ele pertence também estão dentro de um contexto arqueológico muito mais amplo. Quando são analisados relatórios arqueológicos sobre tijolos, podemos perceber que os itens explorados nas pesquisas são muito restritos, onde sempre prevalece nas anotações as característica físicas, faltando assim elementos históricos, tais como as informações sobre seus fabricantes e sobre  a construção a que ele pertencia quando resgatado. Na matéria: Publicação Especial 00A: O TRIPÉ HISTÓRICO, podemos ver a quantidade de informações que devem ser catalogadas para que o objeto estudado tenha sido totalmente explorado dentro dos contextos arqueológicos/histórico. propostos nesta seção.


Atualizações.

Atualizado em 23/06/2026.
38 itens foram atualizados hoje.

Este Blog é um laboratório para construção de um futuro site.

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O MVTA criou uma lista com informações de olarias e cerâmicas catalogadas em várias fontes. Esse trabalho tem como finalidade agrupar em um só local as informações pesquisadas sobre fabricantes de tijolos de todo o país, facilitando assim os trabalhos de levantamentos de dados históricos sobre a indústria ceramista brasileira, desde de seu início por volta de 1530, até os dias de hoje. O blog está em fase de atualizações. 
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Publicação 001:


As Origens da Palavra Tijolo:

1. A palavra tijolo vem do Latim "LATER".
2. A palavra "tijolo" que vem do castelhano "tejuelo" diminutivo de "tejo", que significa caco de telha.

    Pesquisar origens históricas de qualquer produto antigo não é uma tarefa fácil e os tijolos antigos não seriam uma exceção. No início do século XX havia centenas de olarias somente na cidade de São Paulo. A cada 20 olarias nessa época por volta de duas ou três eram oficialmente reconhecidas com empresa. A falta de documentos oficias provocaram um gigantesco rombo no sistema de identificação dessas empresas que na maioria eram olarias de propriedades particulares onde em grande parte não eram registradas nos órgãos públicos. Uma das conclusões que chegamos é que  durante um estudo com tijolos fabricados nos Estados Unidos pude concluir que a cada 100 tijolos fabricados por lá apenas 5 não tinham qualquer tipo de identificação, mas quando se compara com os fabricados no Brasil a diferença é bem acentuada, a cada 100 tijolos catalogados que foram fabricados aqui a quantidade é de 30 sem identificações para cada 100 com alguma anotação.

   Uma observação é importante, é comum encontrar tijolos com desenhos de objetos ou símbolos que representam organizações sociais, sejam elas, religiosas, militares ou de qualquer outra natureza. E esse sistema de gravação depende de muita pesquisa para identificação da origem de seu fabricante. Já encontrei uma variedade enorme de desenhos e símbolos gravados em tijolos, onde alguns são impossíveis de descobrir a verdadeira finalidade representativa, um tijolo gravado somente com uma estrela, por exemplo, pode sugerir muitas fontes, e somente um trabalho minucioso é que poderá descobrir sua origem, seu significado.
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Publicação 002:


Old Red Brick Museum. Maizuru. Japão.  
O acervo do Museu Japonês além de tijolos  tem outros materiais e outros tipos de produtos cerâmicos.

No Japão os tijolos de barro modernos para construção surgiram pela primeira vez em no século XIX, por volta de 1870. Sem dúvida que o maior centro de pesquisas do mundo quando o assunto são tijolos antigos.


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Publicação 003:

Matéria.
Introdução.


...Um Objeto que tem mais de 12 mil anos de existência sem dúvida tem muitas histórias para nos contar...

Nosso Acervo é composto por tijolos
fabricados até a década de 1940, mas as pesquisas abrangem também os tijolos fabricados até hoje.

     Tenho como tijolo antigo para o nosso acervo os que foram fabricados até a década de 1940. As razões para a escolha dessa data são: 
    1-   A criação da Associação de Normas técnicas que só aconteceu em 1940. 
   2-  O Congresso de  julho de 1931 o Boletim do Instituto de Engenharia, de São Paulo publicou o artigo intitulado “A simplificação do tijolo entre nós – Nova sugestão para a unificação das dimensões dos nossos tijolos comuns” , assinado pelo engenheiro Armando Arruda Pereira , à época diretor industrial da Cerâmica São Caetano S/A, uma das maiores empresas paulistas produtoras de telhas e tijolos empregados na indústria da construção no estado durante ao menos seis décadas do século XX. A proposta do artigo de Pereira era complementar o trabalho por ele apresentado no I Congresso de Habitação, realizado na cidade de São Paulo no início do mesmo ano de 1931. O artigo divulgava a proposta para padronização do “Tijolo Paulista”, elaborada por engenheiros e profissionais da indústria cerâmica. 
    3-   O reconhecimento de muitas olarias clandestinas que ocorreu somente em 1920.
  4- A definição de tijolo quanto as suas medidas num congresso onde participou o engenheiro industrial Roberto Simonsen em 1937.
    Baseando-se nesses e outros fatos, resolvi estabelecer o final régua histórica dos tijolos antigos até a década de 1940 já que seu início pode ter cido em 1575 com o surgimento da olaria de Christovam Gonçalves, mas o documento se refere a fabricação de telhas e não de tijolos. A primeira citação do emprego de tijolos só aparece descrito em um documento de 1610 na cidade de São Paulo.

   I have as old brick for the collection those that were manufactured before 1940. The reasons for choosing this date are several: the creation of the Technical Standards Association that only happened in 1940. The July 1931 Congress the Bulletin of the Institute of Engineering , from São Paulo published the article entitled “The simplification of the brick between us - New suggestion for the unification of the dimensions of our common bricks”, signed by engineer Armando Arruda Pereira, at the time industrial director of Cerâmica São Caetano S / A, one of largest São Paulo companies producing tiles and bricks employed in the construction industry in the state for at least six decades of the 20th century. Pereira's article proposal was to complement the work he presented at the 1st Housing Congress, held in the city of São Paulo at the beginning of the same year, 1931. The article disclosed the proposal for standardization of “Tijolo Paulista”, developed by engineers and ceramic industry professionals. The recognition of many clandestine potteries only in 1920, among others. Based on these and other facts, I decided to establish the final historical rule of the old bricks in the year 1940 since its beginning may have started in 1575 with the appearance of the pottery of Christovam Gonçalves, but the document refers to the manufacture of tiles and not of bricks that only appears to be described in 1610 in the city of São Paulo.
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Publicação 004:




Matéria.
A primeira construção realizada em alvenaria de tijolos 
na cidade de São Paulo data de 1610.

    "A produção oleira da cidade de São Paulo remonta aos tempos coloniais. Em 1575 a Câmara aprovou a constituição da olaria de Christovam Gonçalves para que fossem produzidas telhas de barro a serem utilizadas nas construções de taipa da vila (BRUNO, 1954, pág. 474). 

O registro da primeira edificação realizada em alvenaria de tijolos da cidade data de 1610. Fernando Alvares, primeiro juiz de oficio dos oleiros de São Paulo, produziu quantidade suficiente de tijolos para a construção do Pelourinho da Câmara. 

Apesar de pouco empregada até meados do século XIX, a alvenaria de tijolos permaneceu como uma técnica quase exclusiva dos edifícios e equipamentos públicos. Ainda assim, poucas construções eram completamente erguidas com essa técnica. A maior parte da produção oleira era empregada no calçamento das ruas e no ladrilhamento das igrejas, além das telhas, prática recomendada pela Câmara desde 1599".

    Obs.: Apesar do documento citar a olaria de Christovam Gonçalves em 1575, ele não faz referência a fabricação de tijolos.
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Publicação 005:

Matéria.
O Acervo.

    Nosso acervo tem hoje 368 tijolos que serão, com o devido tempo, publicados  neste trabalho. A maioria dos tijolos antigos são frutos de doações, mesmo os encontradas em caçambas para descarte. Esses tijolos são de propriedade legal de seus doadores e serão devolvidos, caso haja uma solicitação. dos 368 tijolos 210 estão no sistema de comodato sob a responsabilidade do Dr. Eduardo Luz, pesquisador da cidade de Guarulhos. Estado de São Paulo. Com um forte objetivo de dar continuidade as pesquisas.
O MVTA agradece pela iniciativa voluntária.

Somos guardiões da história e não donos dela, pois, todo esse material é um patrimônio histórico de todos os brasileiros.
 
Grato pela atenção. Seja sempre bem-vindo a participar deste trabalho, sua presença aqui é um dos nossos principais objetivos.

Important clarification.
All the bricks in the collection are the result of donations and belong to their places of origin and will be returned as soon as requested. We are just guardians of history and not the owner of it. 

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Arqueologia do Lixo. 


Uma matéria sobre o tema "Arqueologia do Lixo" está em processo de pesquisas e catalogação, assim que estiver pronta será publicada.
Grato pela atenção.


A ideia de criar uma matéria sobre o polêmico assunto, arqueologia do lixo,  foi discutida durante a demolição do antigo Palacete do Barão do Rio Pardo, onde milhares de objetos histórico foram para aterros sanitário de São Paulo, infelizmente, essa atividade criminosa acontece todos dias, é possível que milhares de tijolos antigos são descartados todos os dias.

...considerando que muitos dos nossos tijolos foram resgatados de caçambas e de montes entulhos, a ideia de um tema nesse sentido é importante para que possamos abrir debates com a sociedade sobre esse terrível problema que afeta nossa história, além de outros fatos, esclarecer que muito do nosso patrimônio é relegado ao descarte e que tem como fim, os aterros sanitário em todo o país, como exemplo vide: Publicação 014 Tijolos. Estação da Luz. Museu da Língua Portuguesa.
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Publicação 006:

Tijolos.




Observação Importante.

A única citação onde consta o término da construção foi feita em um documento Word pelo próprio Renato Franco de Mello, vide um trecho do texto.
"A construção se iniciou em 1910 e foi finalizada em 1912. No registro da prefeitura consta um erro gráfico onde a residência está constando como de 1921"...


    "O terreno comprado por Joaquim do Banco de São Paulo era próximo à Vila Fortunata, onde Alexandre Honoré Marie Thiollier e sua família mantinham uma casa de campo. Também eram vizinhos seus os sucessores de Regina Angélica Ferreira de Moraes. O lote de 118 m de comprimento por 40 m de largura foi dividido por Joaquim em duas partes de 20 x 118 m, deixando o lote mais próximo da residência de Thiollier vazio, provavelmente para a realização de negócio que não se concretizou, e o outro para a implantação de sua residência. Isso explica porque, hoje, a casa parece descentrada em relação ao lote original, de 40 m de largura. A residência de 1905 foi empreendida sob encomenda de Joaquim a Antonio Fernandes Pinto. Sem diploma de engenheiro ou arquiteto, o empreiteiro português, após a obra, largou rapidamente sua profissão de construtor para viver de juros, à semelhança de seu antigo contratante, tornando-se proprietário de prédios de aluguel. O estilo eclético com características de chalé, ideal arquitetônico que teve bastante profusão na São Paulo da época (CAMPOS, 2008), de acordo com relato concedido por Renato Franco de Mello, foi escolhido para a residência 2. Seu tom pitoresco correspondia à característica suburbana da Avenida Paulista de então.
    É possível que a escolha de uma estética campestre correspondesse à apreciação de Joaquim pela simplicidade e a objetividade como virtudes. Tais características podem ser vistas em seu retrato: o despojo da barba e dos óculos, tão comum nos retratos masculinos da época, signos de uma mente iluminada pelo trabalho intelectual, revela a sua preferência por mostrar a si mesmo como um empreendedor. Esse aspecto pragmático da personalidade de Joaquim também se faz presente nas proporções da casa, que possuía aproximadamente 230 m2, não tendo dimensões de nenhum casarão ou palacete. 
    A geometria retangular da construção foi fortemente influenciada pelas limitações do estreito lote. Consequentemente, a planta da casa possuía apenas um corredor que estruturava toda a circulação no sentido frente-fundos, reminiscência da “casa-corredor”, presente no solo urbano de São Paulo desde o período colonial (LEMOS, 1999). Havia três pequenas salas que operavam como “filtros” desse trânsito, que tem início na porta de entrada e termina na cozinha. Serviçais e donos realizavam os mesmos caminhos e a presença de uma única latrina, localizada aos fundos da residência, provavelmente levava os visitantes também a frequentarem as áreas íntimas e próximas aos serviços. 
    Esquematicamente, a casa podia ser dividida em três áreas: a frontal, onde estavam os cômodos relacionados à recepção (sala de visitas) e ao trabalho (escritório); intermediária, onde se concentrava a vida familiar (sala de jantar e quartos); e fundos, com as peças de serviço (cozinha, copa e despensa) e higiene (latrina e banheiro). A tentativa de setorização e hierarquização dos usos contrastavam com a circulação única, que necessariamente aproximava ruídos, cheiros e corpos pouco desejados, idealmente, para o desenvolvimento pleno das atividades conforme os padrões ditos franceses de morar (LEMOS, 1986; HOMEM, 1996)".
Revista CPC, São Paulo, n.20, p.36–77, dez. 2015. 45

Tombamento.

"Em 1992, o imóvel foi tombado pelos patrimônios municipal e estadual, por meio da Resolução nº 45/CONPRESP/92 [2] e da Resolução SC 36, de 16-11-92 [3], como “bem cultural de interesse histórico-arquitetônico e cultural” [4]. O tombamento foi colocado sob a responsabilidade do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (CONDEPHAAT)".

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Os Tijolos.

25 Itens Pesquisados.


1. Gravações: SACOMAN. Trata-se do sobre nome da família de origem francesa.
2. Gravações com letras: Sim.
3. Gravações com números: Não
4. Gravações com desenhos, símbolos: Não.
5. Gravações, formato do relevo: Baixo.
6. Sistema de gravação: Mecanizado.
7. Medida de comprimento: 26,0cm.
8. Medida de largura: 12,0cm.
9. Medida de altura: 6,0cm.
10. Medida de volume: 1.812cm³.
9. Medida de peso: 2.490g.
11. Tijolo gravado com moldura: Sim.
12. Formato geométrico da moldura: Retangular arqueado.
13. Composição química. Sistema ainda não realizado por falta de recursos para análises em laboratório especializado.
14. Datação via laboratório (C14). Sistema não realizado por falta de recursos. Neste caso o sistema aplicado é o da Datação Relativa.
15. Cor da massa com base na Carta de Munsell: 10R 4/14.
16. Sistema de fabricação manual: Não
17. Sistema de fabricação mecanizada: Sim.
19. Indícios de materiais que não fazem parte da composição da massa: Não.
20. Presença de argamassa: Não.
21. Estudos visuais quanto a presença de riscos na parte de trás dos tijolos que indicam fabricação manual: Não.
22. Integridade da peça: Íntegra.
23. Finalidade específica quanto a sua empregabilidade na obra: Divisória em forma de mureta nas áreas dos jardins.
24. Fabricado no Brasil: Sim.
25. País de origem: Brasil.

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51 Itens Pesquisados sobre as Olarias.

Pesquisar as origens de antigas Olarias no Brasil, não é uma tarefa fácil, devido a poucos registros históricos que possam atender as necessidades das pesquisas do MVTA. O “problema” reside no fato de que os trabalhos acadêmicos limitam-se a poucas informações sobre fabricantes de tijolos. As fontes que vem sendo usadas em nossas pesquisas limitam- se a citar o nome do proprietário da Olaria, o bairro que ela pertencia e uma data referente a algum documento da época, o que está muito, muito longe das nossas propostas de informações históricas. Ao citar apenas o nome do proprietário, um bairro, e uma data, dependendo do caso, para determinados trabalhos é o suficiente e correto, mas para nossas pesquisas, não, pois nossa proposta é estudar as Olarias com todas as suas informações históricas que elas geraram durante sua existência. Nosso objetivo segue um padrão muito mais elaborado com mais itens relacionados ao assunto que servirão de fontes para nossas pesquisas.

1. Quem era o proprietário da Olaria: Ernest Sacoman e Irmãos.
2. O nome oficial da Olaria: Cerâmica Saccoman Frères (Irmãos Sacoman). Cerâmica Sacoman S/A.
3. O nome fantasia da Olaria: Cerâmica Sacoman.
4. Sua data de fundação: 1890.Cerâmica Saccoman Frères (Irmãos Sacoman). Fundada pela família francesa Saccoman Fréres (Irmãos Sacoman) no Bairro da Água Branca em 1890 depois foi transferida para Osasco e depois para o Bairro do Ipiranga (Estrada das Lágrimas nº 71). Bairro do Sacoman. São Paulo.), onde construiu sua sede em 1895. (SALLA 2014), Encerrou sua atividades em 1956, segundo a Revista do Historiador n 145.
Fonte: https://even3.blob.core.windows.net/processos/5db1f035ac3f4d6d9ed3.pdf
5. O tempo de atividade: 66 anos.
6. A data de encerramento das atividades: 1956.
7. Endereço: Brasil.
8. Endereço: Estado de São Paulo.
9. Endereço: Osasco de depois a cidade de São Paulo.10.Último endereço: Bairro do Sacoman. São Paulo.
11. O que era gravado nesses tijolos, sua identificação. O sistema de gravação era mecanizada.
12. Que tipo de produtos essa empresa fabricava: Além de tijolos fabricava também telhas e outros materiais construtivos.
13. Fabricava somente tijolos. Não.
14. Fabricava somente telhas. Não.
15. Fabricava tijolos e telhas. Sim.
16. Fabricava tijolos, telhas e outros materiais construtivos: Sim.
17. Fabricava somente louças brancas: Não.
18. Fabricava todo tipo de material cerâmico: Não.
19. Qual o sistema de fabricação: Sistema de fabricação mecanizada.
20. Qual era o sistema de armazenamento: Depósitos cobertos protegidos das chuvas e do sol.
21. Como era seu sistema de vendas: Sistema próprio, mas também comercializava de outras formas.
22. Venda direto na Olaria: Sim.
23. Venda em um ponto comercial próprio: Sim.
24. Venda através de um representante comercial: Sim.
25. Sistema de pagamento de impostos: Sim.
26. Pagava imposto sobre produção: Sim.
27. Pagava imposto por cada chaminé: Sob pesquisas, mas na época esse sistema de cobrança estava em atividade.
28. Pagavam imposto por cada forno: Sob pesquisas, mas na época esse sistema de cobrança estava em atividade
29. Pagavam imposto pela retirada da argila: Sob pesquisas, mas na época esse sistema de cobrança estava em atividade
30. Pagavam imposto pela retirada das madeiras para os fornos: Sob pesquisas, mas na época esse sistema de cobrança estava em atividade
31. Pagavam imposto pelo transporte desses materiais até a olaria: Sob pesquisas, mas na época esse sistema de cobrança estava em atividade
32. O proprietário era o único oleiro: Sob pesquisas, mas é possível que os 3 irmãos não atuavam na fabricação direta dos tijolos, isto é, em serviço braçal.
33. A Cerâmica possuía mais de um oleiro: Com certeza, afinal era grande a produção.
34. Como os oleiros eram identificados nos tijolos: Sob pesquisas.
35. Havia algum sistema de controle ambiental: Sob pesquisas.
36. Era uma Cerâmica arrendada: Não.
37. Era uma Cerâmica com sistema de produção somente familiar: Em termos administrativos, sim, quanto a produção na fábrica com certeza, não.
38. Era uma empresa de sociedade aberta ou fechada: S/A.
39. A Cerâmica era uma empresa oficialmente legalizada: Sim existem registros qualquer registros públicos.
40. Tinha uma cava própria de onde retirava a argila: Sim. Uma observação Quanto a cava.
“SOUZA SANTOS (1989) relata que uma das grandes dificuldades no estudo de caulins para cerâmica branca é a falta de especificações para o emprego em usos tais como louça
doméstica, porcelana elétrica, azulejos, material sanitário etc. O caulim rosa Sacomã do Estado de São Paulo, proveniente de mina já esgotada, foi muito usado como material de referência para estudos comparativos com outros caulins de uso cerâmico. Estudos mineralógicos mostraram tratar-se de um caulim constituido essencialmente de caulinita bem cristalizada, perfil hexagonal, baixos teores de haloisita, hidróxido de ferro e montmorillonita. CLARK (1957, 1960) citado por SOUZA SANTOS (1989) chegou a propor uma padronização dos caulins ingleses para usos diversos, no entanto essa proposição não foi aceita nos outros países”.[4].
41. Os fornos tinham chaminés elevados: Sim.
42. A mão de obra era livre ou escrava: Livre.
43. Era uma Cerâmica de fazenda: Não.
44. Era uma Cerâmica dentro de uma fábrica: A Cerâmica era a própria fábrica. Muitas fábricas e fazendas tinham sua própria olaria, tanto para consumo próprio quanto para comercializar. 
45. Era uma Cerâmica de uma ordem religiosa: Não.
46. Produção somente para consumo próprio: Certamente muitos dos produtos que fabricavam eram usados nas construções da Cerâmica, assim como nas residências dos proprietários.
47. Produção para consumo próprio por um pequeno período: Sim.
48. Produção somente para consumo comercial: Fabricação voltada apenas para comercialização.
49. Produção para consumo próprio e comercial: Sim.
50. Planta oficial da Cerâmica: Sim.
51. Registros Federias, Estaduais e Municipais: Sim.
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45 Itens Pesquisados sobre a Construção.

1. Proprietário da construção: Joaquim Franco de Mello.
2. Localização: País. Brasil.
3. Localização: Estado. São Paulo.
4. Localização: Cidade, São Paulo.
5. Localização: Bairro: Bela Vista.
6. Localização: Logradouro.
Avenida Paulista, nº 1919. cep.: 01311-300
7. Quem foi o Construtor:
O casarão foi construído pelo construtor licenciado Antônio Fernandes Pinto, cidadão português.
8. Quem foi o Engenheiro:
9. A Quem foi o Arquiteto: Carlos Milanese. [1].
10. Tipo de arquitetura: Neoclássico italiano. [2].
11. É uma construção de domínio civil/pública: Foi tomado pela estado
12. Atualmente é uma construção pública:
"Em 1992, o imóvel foi tombado pelos patrimônios municipal e estadual, por meio da Resolução nº 45/CONPRESP/92 [2] e da Resolução SC 36, de 16-11-92 [3], como “bem cultural de interesse histórico-arquitetônico e cultural” [4]. O tombamento foi colocado sob a responsabilidade do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (CONDEPHAAT)".13. Ano de início da construção: 1910. Data confirmada pelo último herdeiro Renato franco de Mello.
14. Período da construção: 2 anos.
15. Ano de finalização das obras/inauguração: 1912.
Data confirmada pelo último herdeiro Renato franco de Mello.
16. Sistema construtivo original ou primário: Alvenaria de tijolos.
17. Construção somente de taipa: Não.
18. Construção somente em alvenaria de tijolos: Sim.
29. Construção somente em alvenaria de rochas: Não
20. Construção somente em alvenaria de madeira: Não.
21. Construção de taipa e tijolos: Não.
22. Construção de taipa, tijolos e rochas: Não.
23. Construção de taipa, tijolos, rochas e madeira: Não.
24. Composição da argamassa somente de barro: Não.
25. Composição da argamassa somente cal e areia: Sim.
26. Composição da argamassa somente cal, areia e cimento: Sim.
27. Construção térrea ou com mais andares: Mais de um andar.
28. Há uma planta oficial da construção: Sim.
29. Fotografias antigas do local: Sim.
30. Passou por reformas: Sim.
31. Passou por restaurações: Sim.
32. Condições estruturais atuais: Em ótimo estado de conservação. ( 2010).
33. Durante sua existência teve outros proprietários: Sob pesquisas.
34. Durante sua existência mudou sua finalidade original, exemplo: de residencial para comercial: Não, sempre foi um edifício público.
35 Existem documentos que registram compras de materiais de construção, tal como tijolos: Sob pesquisas, mas provavelmente sim.
36. Tombado por Órgãos: Federal, Estadual ou Municipal: Sim.
37. A construção ainda pertence a mesma família: Não.
38. Condições atuais: Íntegra.
39. Os tijolos foram importados: Sob pesquisas.
40. Composição do reboco somente de barro: Sob pesquisas. Pela época da construção  com certeza na composição haviam cal, cimento e areia.
41. Composição do somente de barro com areia: Não.
42. Composição do somente de barro com areia e cal: Não
43. Composição do somente de barro, areia, cal com a presença de conchas. (Sambaqui): Não
44. Composição do somente de cal, areia e cimento: Sim.
45. Existem plantas antigas do bairro: Sim.


Fontes e Referências:
[1], [2] e [3].
https://spcity.com.br/serie-avenida-paulista-historia-do-instituto-pasteur/#google_vignette
[4]. https://mineralis.cetem.gov.br/bitstream/cetem/589/1/srmi-01.pdf
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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TPJFM-00749.
Número de Controle: 0002.
Construção: Palacete Joaquim Franco de Mello.
Designação arquitetônica: Palacete.
Origem do nome da construção: Coronel Joaquim Franco de Mello, que dá o nome ao casarão.
Construtor: Antonio Fernandes Pinto.
Arquiteto: Sob pesquisas.
Local da construção: Avenida Paulista n 1919. Bairro de Cerqueira Cesar. São Paulo.
Início da construção: 1905.
Tempo decorrido: Sob pesquisas.
Término/Inauguração: Sob pesquisas.
Sistema de construção primária: Alvenaria de tijolos cerâmico.
Condições atuais da construção: Aguardando por restauração.
Local da construção:  Avenida Paulista n 1919. Bairro de Cerqueira Cesar. São Paulo.
Local do resgate: Avenida Paulista nº 1919. 
Ano da construção: 1905. 115 anos em 2010. 
Doado pelo Sr. Renato Franco de Mello. 
Data do resgate: Por volta de 2010. 
Data provável da fabricação: A partir de 1910, foi o ano em que esses tijolos foram produzidos com essa marca.
Datação do tijolo: Aproximadamente 95 anos em 2010.
Considerando o ano da construção 1905, os tijolos com essa marca só fizeram parte da construção 5 anos depois.
Fabricante: Companhia Cerâmica Villa Prudente. 
Quanto a sua fundação: 
1- A Companhia Cerâmica Villa Prudente que foi fundada pelo Dr. Dr. Luiz Anhaia Mello. 
Fonte: (Marcos Vinícios Gomes de Medeiros). 
o_crescimento_urbano_industrial_do_bairro_da_vila_prudente_atraves_dos_clubes_desportivos_locais.pdf 
2- A Companhia Cerâmica Villa Prudente, localizada na capital e fundada em 1910 por um grupo de industriais e engenheiros paulistas, tendo como seu presidente Francisco de Paula Ramos de Azevedo. Tratava-se de uma das mais importantes cerâmicas do Estado, durante as primeiras décadas do século XX, e estava dividida em três seções, produzindo uma linha bastante Annals of Museu Paulista. v. 12. Jan.-Dec. 2004. 173 diversificada de produtos, como telhas, tijolos, ladrilhos, azulejos, pratos e tigelas de louça vidrada. 
3- A Cerâmica Villa Prudente foi adquirida, em 1922, pelo imigrante italiano Giuseppe Zappi. 
Fonte da Fotografia: 
Local do fabricante: Rua Capitão Pacheco Chaves 313. Hoje está a Estação de Ipiranga da CPTM. 

Outra fonte:
Uma das primeiras empresas fabricantes de filtros que, seguramente, eram feitos de argila, foi a Companhia Cerâmica Villa Prudente, localizada na capital e fundada em 1910 por um grupo de industriais e engenheiros paulistas, tendo como seu presidente Francisco de Paula Ramos de Azevedo.
Página 173.

Marca do fabricante:  Cerâmica Villa Prudente. (Palavras: Cerâmica, Villa, Prudente).
Data provável da fabricação: Entre 1910 e 1915.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: 1910. 
Período de atividade da olaria: 47 anos.
Data de encerramento das atividades: 1957
Data de atividade documentada: 1910.
Detalhes: O nome "Villa" escrito da forma antiga com duas letras "L". 
Formato da moldura: Sextavado simples largo. (Formato sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas.
Medidas: 
Comprimento: 25,0cm. 
Largura: 12,3cm. 
Altura: 6,0cm. 
Volume: 1.845cm³.
Peso: 3.292g. 
Código Munsell: 10R 4/8.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo da forma: Sob pesquisas.
Integridade da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Observações complementares: Em estudos.
Autoria da imagem: Gabriela de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.  
Código da imagem: PM-002. 

Obs.:
Apesar de estar na lista dos tijolos encontrados na construção do Museu Ipiranga, deixando parecer que ele fez parte da construção inicial, tijolos com essa marca só começaram a ser produzidos em 1910. A construção terminou em 1890. Fica aqui em aberto um espaço para uma abordagem mais esclarecedora.

"Obra iniciada em em março de 1885".

"As obras encerraram-se em 15 de novembro de 1890, no primeiro aniversário da República".
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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TPJFM-00748.
Número de Controle: 0003.
Construção: Palacete Joaquim Franco de Mello. 
Designação arquitetônica: Palacete.
Local da construção: Avenida Paulista n 1919. Bairro de Cerqueira Cesar. São Paulo.
Origem do nome da construção: Coronel Joaquim Franco de Mello, que dá o nome ao casarão.
Construtor: Antonio Fernandes Pinto.
Arquiteto: Sob pesquisas.
Local da construção: Avenida Paulista n 1919. Bairro de Cerqueira Cesar. São Paulo.
Início da construção: 1905.
Tempo decorrido: Sob pesquisas.
Término/Inauguração: Sob pesquisas.
Sistema de construção primária: Alvenaria de tijolos cerâmico.
Condições atuais da construção: Aguardando por restauração.
Doado pelo Sr. Renato Franco de Mello. 
Data do resgate: Por volta de 2010.
Designação: Material construtivo.
Sistema de aquisição: Por doação. 
Fabricante: Sob pesquisas. 
Local do fabricante: Sob pesquisas. 
Marca/Sigla do fabricante: Não consta. (Apenas três pequenos buracos ligados). 
Data provável da fabricação: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Obs.: Essa data está baseada no fato de que os tijolos foram comprados direto das olarias e não vindo de demolições de construções mais antigas, caso esse tenha sido o sistema de compra dos tijolos, então sua datação poderá ser bem mais antiga.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Detalhes: Este exemplar como se pode notar é um tijolo bem rústico, talvez este tijolo seja muito mais antigo que a construção. Talvez tenha sido adquirido como um item já usado em outras construções. Fato muito comum até hoje.
Formato da moldura: Não consta.
Descrições físicas.
Medidas: 
Comprimento: 27,0 cm. 
Largura: 12,0 cm. 
Altura: 7,0 cm. 
Volume: 2.268cm³.
Peso: 3.050g. 
Código Munsell: 7.5YR 6/8.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Integridade da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Autoria da imagem: Gabriela de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: PM-003..



Código da imagem: IM-00P47. 
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Publicação 007:

Matéria.
Esclarecimentos importantes. 

Meu agradecimento a todos os visitantes e colaboradores desta difícil obra e quero afirmar com grande admiração que sem vocês com certeza eu não teria chegado até este ponto...
Obrigado...

Tenho limitações físicas por isso conto com meu pessoal de apoio que estão sempre prontos para me ajudar e esta é a razão pela qual dedico totalmente este trabalho a esses incansáveis amigos da história. 
Meu respeito e um Forte Abraço a Todos Vocês... 
 

"Esta obra em um centro de pesquisas aberto a todos".
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Publicação 008:

Matéria.
Obrigações Legais.

    Todas as imagens e narrativas de minha autoria  postadas nesta obra são de uso público, livre para publicações em outras matéria com finalidades de estudos. Peço apenas que citem a fonte. Quanto as imagens e trabalhos aqui citados que não são de minha autoria devem ter seus direitos autorais respeitados e devem sempre ter suas fontes citadas. O uso indevido desses objetos de estudos é de total responsabilidade daqueles que venham a reutilizar tais citações postadas neste trabalho. Grato.
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Publicação 009:

As Descrições Técnicas dos Tijolos do Acervo.

Uma lista com as descrições técnicas sobre os tijolos segue uma proposta padrão para todos os 360 exemplares do acervo. Em alguns casos as listas podem ter mais, ou menos, itens pesquisados, isso ocorre de acordo com a natureza física e histórica de cada tijolo. Temos que considerar que a lista abaixo conta apenas com 31 itens, sendo um resumo da proposta das 3 listas do Tripé Histórico, citado na publicação Publicação Especial 00A, onde foram selecionados 120 itens de pesquisas.

A Lista.

1. Coleção: Marco Machado. Cita a autor e proprietário da coleção. 
2. Código do Patrimônio: TVMZ-00683. Esse código é a identificação oficial nos documentos, incluindo os inventários e as pesquisas de forma geral.
Número de Controle: 0057.  O número serve de rastreabilidade, cada tijolo tem um gravado em uma face do tijolo, ele tem várias funções, porém todas com a finalidade de localizar as peças nos locais de armazenamento, assim como ajuda a encontrar os tijolos nas listas e inventários e locais físicos, como prateleiras.
3. Designação: Material construtivo. Indica sua finalidade na construção.
4. Tipo: O tipo indica a forma física do tijolo.
5. Construção: Local a qual o tijolo pertencia.
6. Local de construção: Indica o endereço da construção
7. Local do resgate: Indica o local onde os tijolos foram resgatados
8. Ano da construção: Esse item geralmente causa muitos problemas na hora de pesquisar o início da construção, raramente documentos analisados historicamente são presicisos nesse item. 
9. Sistema de aquisição: Qual a forma que esse tijolo foi adquirido.
10. Resgate: De que forma o tijolos foi resgatados. 
11. Contato para liberação do item: Quem foi o responsável pela doação.
12. Fabricante: Indica a olaria ou a cerâmica que fabricou o tijolo.
13. Local: indica o local do fabricante.
14. Data de fundação da Olaria: A data de inauguração, o início das atividades.
15. Período de atividade da olaria: Indica o tempo de existência da olaria.
16. Data de encerramento das atividades: Indica quando a olaria parou suas atividades.
17. Marca do fabricante: O que o fabricante gravava nos seus produtos, sua marca.
18. Formato da moldura: A moldura é o baixo relevo nos tijolos onde os fabricantes gravam suas informações, ela também servem para aumentar a aderência os tijolos.
19. Detalhes: Qualquer observação importante das pesquisas.
20. Datação do tijolo: Um dos itens mais polêmicos nas pesquisas, pois exige que vários tipos de abordagens sejam realizadas para determinar uma data.
21. Medidas: 
Comprimento:   
Largura:  
Altura:   
Volume:  
Peso:   
22. Código Munsell:  Indica o código da carta ou catálogo de Munsell
23. Integridade da peça: Indica as condições físicas dos tijolos que podem ser: Ótimo, bom ou regular.
24. Matéria prima: Tipo da matéria da massa do tijolos.
25. Sistema de fabricação: O sistema pode ser mecanizado ou manual.
26. Tipo do molde: Os moldes são pequenas caixas onde os tijolos são formados, podem ser de madeira ou ferro, ou com os dois materiais
27. Matéria prima principal: Indica a matéria prima de maior composição da massa.
28. Observações complementares: Indica se existem algum outro elemento que possa ser acrescentado nas pesquisas.
29. Autoria da imagem: Indica quem foi o autor da imagem.
30. Câmera: Tipo de máquina fotográfica usada nos trabalhos.
31. Código da imagem: Indica um código para identificação da imagem.

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Publicação 010:
Matéria.

Coleções & Colecionadores  de Tijolos Antigos pelo Mundo.

Coleções de Museus.

O tijolo antigo tem 12 mil anos de existência, sendo assim, 12 mil anos de história. Certamente é um forte motivo para que esse Documento Histórico seja pesquisado de forma abrangente, afinal sua trajetória no contexto da arquitetura mundial é de fundamental importância para estudos relacionado ao assunto. Para esta  publicação foram catalogados coleções de tijolos antigos pelo mundo, que vem reforçar de forma significativa  o peso histórico que tem esses objetos do nosso dia a dia. O berço da olaria na América é sem dúvida em grande parte europeia, estudar a história da fabricação de tijolos em outros países é essencial para podemos entender como a indústria cerâmica de desenvolveu no novo mundo.

Nas redes sociais podemos encontrar milhares de colecionadores de tijolos pelo mundo. No Facebook podemos acessar:
1.   Crazy About Bricks - A Group For Brick Collectors, 23 mil membros. Estados Unidos.

2. Brick Collectors. 3.500 membros.

3. International Brick Collectors Association -- I.B.C.A. 1.333 membros.
 https://www.facebook.com/groups/59049587498/members


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Fonte: https://generalshale.com/wp-content/uploads/2022/04/GS-Musuem-of-Ancient-Brick-Brochure.pdf

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Fonte: https://www.britishmuseum.org/collection/search?object=brick


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CHALESTON MUSEUM.




Fonte: https://www.charlestonmuseum.org/news-events/burning-brick-a-lowcountry-industry/



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CHALESTON MUSEUM.





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Colaboradores & Colecionadores pelo Mundo.

Os Colecionadores aqui citados, também são Colaboradores que participam das pesquisas dos tijolos antigos de seus países. São milhares de colecionadores de tijolos antigos pelo mundo, com forte presença nos Estados Unidos, Europa e com destaque no Reino Unido.
O mais influente colecionadores tijolos na Europa é o Sr.  Mark Cranston, que reside na Escócia é sem dúvida um dos maiores especialistas do mundo sobre tijolos antigos. Centros de pesquisas e Universidades de arqueologia e de Arquitetura tem os  trabalhos dele como base para todos os projetos relacionados ao assunto, suas fontes podem ser encontradas em muitos trabalhos, tais como:  Os de  doutorado, mestrado entre outros mais.



Colecionador e Colaborador: Mark Cranston. País: Escócia. UK. 



Colecionador e Colaborador: David A Ward. País: USA. 



Colecionador e Colaborador: Boris Talpa. País: Rússia. 



Colaborador: Leslie White. País: Austrália.
Fonte: https://www.facebook.com/groups/445932502244810/user/100072226217277


Colaborador e Colecionador: Александр Лушников. (Alexander Lushnikov). País: Kiev. Ucrânia. 
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Publicação 011:
Matéria.

História da Reutilização de Tijolos Antigos.

Milhões de tijolos antigos são descartados em aterros sanitários todos os meses pelo Brasil e certamente pelo mundo. 

Estados Unidos.


Tijolos esses que certamente poderiam ser reutilizados de muitas formas, como na construção e reformas de espaços públicos em geral, sem falar do uso em construções privadas. As empresas de demolição geralmente aproveitam parte dos matérias para revenda, mas nem sempre isso acontece, tanto que existem locais exclusivos para descarte de matérias construtivos, entre eles os tijolos, que podem ser encontrados nesses aterros sanitários, aos milhares, e muitos em ótimas condições, além do fator histórico, pois foram encontrados em caçambas de entulhos tijolos antigos com mais de 130 anos.

"O Brasil produziu cerca de 48 milhões de toneladas de resíduos de construção e demolição (RCD) em 2021, o que equivale a 227 quilos de materiais de entulho por habitante, segundo o Panorama de Resíduos Sólidos no Brasil, publicado em 2022 pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe). A quantidade é 2,9% maior que no ano anterior. De acordo com o Panorama dos Resíduos Sólidos de 2020, cerca de 30% dos resíduos produzidos no país vêm da construção civil. O relatório também aponta que parte desse material é abandonada em áreas públicas".

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Publicação 012:

Matéria.
Arqueologia:
 Análise e Datação por Geomagnetismo.

Em muitos casos determinar a data de fabricação de um tijolo não é uma tarefa fácil, e quando o sistema de datação relativa não mostra bons resultados, passa-se então, ao uso de técnicas científicas criadas em laboratórios, tais como o C14, o sistema de termoluminescência, entre outros. Nem todos os pesquisadores tem recursos para que seus objetos de pesquisas possam passa por análises laboratoriais, assim retam duas alternativas, tenta o sistema relativo, ou guarda a peça para quando houver uma oportunidade de ter acesso  a um desses caros trabalhos em laboratório.

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Publicação 013:
Matéria.

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Publicação 014:

Tijolos.


Mapa com a cronologia construtiva está em fase de pesquisas, já que no local havia mais 2 estações.


Detalhes: A estação da Luz é considerada uma das mais belas estações do mundo.
Autoria da imagem: Gabriela de Mello. 
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: EL-01.
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Excelente Obra em Aquarela do Professor/Artista Ricardo Montenegro.
A Bela Estação em 1911.
Matéria sobre o trabalho de Ricardo Montenegro:
Imagem autorizada. 07/06/2020.
Código da imagem: EL-02.
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A História.

    A atual Estação da Luz foi a terceira a ser erigida pela São Paulo Railway Company.
Fonte: https://www.cptm.sp.gov.br/cptm/noticias/estacao-da-luz-da-cptm-completa-159-anos-como-simbolo-de-historia-e-cultura-de-sao-paulo(SPR)
No bairro. O edifício inicial datava da época do estabelecimento da linha, a primeira a ser construída no Estado de São Paulo, ligando o porto de Santos a Jundiaí, inaugurada em 1867. Essa construção foi ampliada nos anos 1870, mas, por sua vez, também se tornou insuficiente para atender ao crescente movimento. Uma edificação maior, mais portentosa e completamente nova foi iniciada no local em 1895 e inaugurada oficialmente em 1 de março de 1901, quando já estava em funcionamento.
    A Estação da Luz é referencial da maior relevância na cidade de São Paulo, caracterizando a área em que está inserida, o bairro da Luz. O edifício foi vítima, no último dia 21 de dezembro, de um segundo incêndio de grande porte – o primeiro foi em 1946 – que, afetou significativa do prédio. Dados da época da construção do edifício – na revista The Building news algo corroborado pelo obituário do arquiteto, publicado em The Builder, que mostra sua expressiva atuação em obras de caráter público e ligadas à arquitetura ferroviária.
      A Estação da Luz era a estação principal da antiga São Paulo Railway Company. (posteriormente, E. F. Santos Jundiaí, Jundiahy.), ou "inglesa", como era mais conhecida. 
Erguida com material integralmente importado da Inglaterra sobre parte do terreno do antigo Jardim Público (da Luz) e monumental em todos os sentidos ela foi construída entre 1895 e 1901. Ocupa uma área de 7.520 m 2 e possui um vão livre de 39 m na gare. É uma espécie de templo à magnitude do poder do café . Por ela circulavam não só o "ouro verde" e os produtos procedentes ou com destino a Santos, mas as autoridades nacionais e estrangeiras que vinham à capital. Sua torre dominava a paisagem paulistana e o tempo que seu relógio marcava confundia-se com o tempo público da cidade. 
    Em 1946 foi vítima de um incêndio que consumiu parte de sua nobreza e lhe rendeu um pavimento a mais. É a obra arquitetônica mais emblemática das transformações urbanas que a excêntrica rubiácea provocou na Paulicéia e o tributo mais contundente à presença britânica na cidade. 
Fonte: Lugares da Memória Banco de Dados Histórico/Arquitetônico 
  
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Como os 7 tijolos foram adquiridos.

Em breve um histórico sobre a aquisição dos tijolos do acervo do MVTA.

1- Se os tijolos vieram todos da Inglaterra como afirmam vários pesquisadores. 
2- Se a The Southern San Paulo Railway Company Limited tinha uma olaria. 
3- Se os tijolos foram fabricados em São Paulo e região metropolitana.
4- As formas de madeira e de ferro dos tijolos foram fabricadas aqui, ou vieram da Inglaterra. 
    O acesso as antigas notas fiscais certamente poderiam responder a essas perguntas, mas localizar esses documento não é uma tarefa fácil, porém continuo a busca desses documentos que logicamente estão armazenados em algum arquivo em algum prédio antigo de São Paulo. 
Obviamente muitas olarias forneceram tijolos durante a construção da Estação. 
Entre elas:
Olaria de Silvério Perrella & Cia, com a marca SPC; Título dessa Olaria 1880. Cidade de São Caetano do Sul. Estado de São Paulo.
Olaria de João Domin, com a marca de JDC. Cidade de São Caetano do Sul. Estado de São Paulo.
Olaria de T. De Nardi, com a marca TD. Cidade de São Caetano do Sul. Estado de São Paulo.
Fonte 1: http://www.fpm.org.br/Publicacoes/PDF/42 

    Uma citação da matéria abaixo afirma que todo o material para construção da Estação da Luz vieram da Inglaterra o que não se alinha com o anúncio do Jornal Correio Paulistano de 1896 onde o superintendente Willian Speers pede as olarias de São Paulo que forneçam hum milhão de tijolos.

..."Todo o material utilizado na construção foi exportado exclusivamente da Inglaterra, desde os pregos até a estrutura de aço usada na cobertura"...


De onde vieram os tijolos para construção da Estação da Luz.... 

Código da imagem: EL-03.
   
Anotações complementares:
    1- Jornal Commércio de São Paulo de 15 de outubro de 1896. 
Neste anúncio Wlliam Speers da superintendência da São Paulo Railway Company pede para as olarias de São Paulo que forneçam um milhão de tijolos

    2- Nas narrativa, 2 e 3, citam-se que os tijolos vieram da Inglaterra. 
Os materiais da construção foram todos importados. "A Estação da Luz veio pelo Oceano Atlântico desmontada. Peça por peça viajou de navio: pregos, tijolos, madeira (pinho-de-riga irlandês), telhas cerâmicas de Marselha, França, e a estrutura de aço de Glasgow, Escócia. Material suficiente para cobrir uma área de 7.520 metros quadrados, ao custo de 150 mil libras esterlinas." A estrutura metálica tinha 150 metros de comprimento. O edifício tinha 150 metros de comprimento de fachada com uma torre de 50 metros de altura. 

    3- A estação foi inaugurada em 1º março de 1901. Sua construção deve-sea empresas inglesas, tendo vindo da Inglaterra praticamente todo o seu material, tijolos — com a inscrição SPR —, vidros, vitrais, madeira — pinho-de-riga. As peças de metal (ferro fundido), que constituem sobre tudo sua estrutura, vieram da Escócia. O arquiteto responsável pelo projeto foi Charles Henry Driver. 
Fonte: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16134/tde-24112010-144111/publico/M_Teresa_Tese.pdf
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Observações Complementares:

1. Os tijolos gravados com a sigla (S P R), ainda estão em fase de pesquisas para descobrir quem fabricava os fabricava.

2. Alguns trabalhos divergem quanto a origem dos fabricantes, sendo;
   a. Tem publicações que citam que todo material construtivo veio da Inglaterra.
   b. Outras citam que os tijolos foram fabricados pelas olarias da cidade de São Paulo, vide anúncio mais abaixo, e regiões próximas, com destaque ao grande ABC.
c. Levantou-se a possibilidade de que os moldes vieram da Inglaterra e aqui foram usados para a fabricação dos tijolos.

3. As características físicas da parte de trás dos tijolos (SPR), que são riscos paralelos na mesma direção, indicam fabricação manual.

Fatos históricos Importantes.

Foram 3 estações construídas desde 1867. Esse fato causa alguma confusão quanto a idade citada de cada uma delas, exemplo:
1. A primeira Estação foi inaugurada em 16 de fevereiro de 1867, inicialmente chamada de Estação São Paulo,
2. A segunda Estação construída em 1880.
3. A terceira Estação, início da construção 18895, término em 1901,
(prédio atual).
4. "Preservada e tombada pelos Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico Arqueológico, Artístico e Turístico (CONDEPHAAT), Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp)".
5. HISTÓRICO DA LINHA: A São Paulo Railway Company. - SPR ou popularmente "Ingleza" - foi a primeira estrada de ferro construção da em solo paulista. Construída em 1862...

Com base na data de 1862, citada acima, e com o início das construções da Estrada de Ferro, Santos Jundiaí, pela São Paulo Railway Company, poderíamos dizer que os tijolos gravados com a sigla (S P R ), considerando também que foram fabricados nessa época, são 33 anos mais antigos que os da atual Estação da Luz. É possível encontrar, em várias estações dentro da linha Santos Jundiaí, tijolos gravados com a sigla (S P R).

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Os Tijolos e a Caçamba.



Foi nesta caçamba que os tijolos estavam, muitos impregnados de argamassa, e que só foram identificados depois de passar por vários processos de higienização. Segundo informações de funcionário da obra, esses foram os únicos materiais originais que foram retirados do prédio devido ao cuidado que a empresa responsável pela restauração  teve em minimizar ao máximo a interferência nas estruturas originais da Estação.
Nota-se a restauração sem dúvida foi muito bem planejada. 
Autoria da imagem: Gabriela de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: EL-04.


Os outros tijolos estão por debaixo dos escombros, por essa razão não aparecem na foto. 
Autoria da imagem: Rafael de Mello. 
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm, 
Código da imagem: EL-05.
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Os Tijolos.


Coleção: Marco Machado.
Número de Controle: 0005.
Código do Patrimônio: TEL-00890.
Construção: Estação da Luz.
Designação arquitetônica: Estação Ferroviária.
Origem do nome da construção: Nome do bairro onde está localizada a Estação.
Construtora: São Paulo Railway
Company.
Arquiteto: Autor do projeto o britânico Charles Henry Driver
Local da construção: Praça da Luz, Bairro da Luz. Município de São Paulo. Estado de São Paulo.
Início da construção: 1895.
Tempo decorrido: Entre 6/7 anos.
Témino/Inauguração: 1901.
Sistema de construção primária: Alvenaria de tijolos cerâmico.
Condições atuais da construção: Restaurada após o incêndio em 22 de dezembro de 2015.
Sistema de aquisição: Por doação. Resgate autorizado. Os tijolos estavam numa caçamba na calçada pelo lado de fora em frente a um portão e foram coletados pelos colaboradores. 
Fabricante: Sob pesquisas. 
Local do fabricante: Sob pesquisas. 
Sigla oficial do fabricante: S P R 1 (Letras S, P, R com o número 1 na lateral). 
Quanto ao número ainda não foi identificado sua finalidade. Hipóteses: Pode ser um sistema de rastreabilidade ou uma orientação técnica quanto ao sua posição na construção, ou o número atribuído ao Oleiro que fabricou esse lote. 
Data provável da fabricação: Entre 1895 e 1899. 
Datação do tijolo: Entre 125 e 128 anos em 2019. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Obs: 
"O superintendente William Speers da São Paulo Railway Company solicitou que as olarias de São Paulo fornecem 1 milhão de tijolos com as seguintes medidas 
Comprimento: 29,0 cm. 
Largura: 14,0 cm. 
Altura: 7,0 cm. 

Formato da moldura: Não consta. 
Medidas do tijolo acima: 
Comprimento: 27,0cm. 
Largura: 12,5cm. 
Altura: 7,0cm. 
Volume: 2.362cm³. 
Peso: 3.900g. 
Código Munsell; 5YR 9/8.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Integridade da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Autoria da imagem: Gabriela de Mello.
Câmera: Canon Rebel EOS T6i. 18:55 mm.
Código da imagem: EL-06.
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O Tijolo. 


Coleção: Marco Machado.
Número de Controle: 0010.
Código do Patrimônio: TEL-00895. 
Construção: Estação da Luz.
Designação arquitetônica: Estação Ferroviária.
Origem do nome da construção: Nome do bairro onde está localizada a Estação.
Construtora: São Paulo Railway Company.
Arquiteto: Autor do projeto o britânico Charles Henry Driver
Local da construção: Praça da Luz, Bairro da Luz. Município de São Paulo. Estado de São Paulo.
Início da construção: 1895.
Tempo decorrido: Entre 6/7 anos.
Témino/Inauguração: 1901.
Sistema de construção primária: Alvenaria de tijolos cerâmico.
Condições atuais da construção: Restaurada após o incêndio em 22 de dezembro de 2015.
Sistema de aquisição: Por doação. Resgate autorizado. Os tijolos estavam numa caçamba na calçada pelo lado de fora em frente a um portão e foram coletados pelos colaboradores.
Fabricante: Sob pesquisas. 
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Marca do fabricante: Representação da Estrela de Belém.
Data provável da fabricação: Entre 1895 e 1899. 
Datação do tijolo: Entre 125 e 128 anos em 2019. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Não consta. 
Descrições físicas.
Medidas: 
Comprimento: 27,0cm. 
Largura: 12,0cm. 
Altura: 7,0cm. 
Volume: 2.268cm³. 
Peso: 3.200g. 
Código Munsell: 7.5YR 5/14. 
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Integridade da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon Rebel EOS T6i. 18:55 mm.
Código da imagem: EL-07.
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Abaixo estão publicadas 2 mensagens que reforçam a ideia de que o formato do desenho encontrados em tijolos fabricados no Estado de São Paulo não está relacionado ao Cometa de Halley.

Resposta de um fabricante que grava seus tijolos com a Estrela de Belém.

"Abaixo a resposta sobre o seu questionamento de “o qual significado da gravação da estrela nos tijolos SPINA" ...”Essa “ESTRELA”, traz toda simbologia Cristã-Católica. É uma HOMENAGEM a Fé Católica. A nossa família como a empresa é Católica e contemplamos a mesma Fé. Então é isso, tem origem Católica da Família Spina. A Estrela Dalva simboliza a Estrela de Belém e os três Reis Magos que se guiaram por meio dela, até Jesus no seu nascimento “NATAL”. A ESTRELA SIMBOLIZA: LUZ, ESPERA E GUIA, para nos ajudar a alcançar os valores necessários para vida. LUZ: para nos conduzir no caminho pessoal e do trabalho, para que nosso trabalho seja reconhecido e visto. GUIA: de como nos orienta pelo trabalho justo, honesto e perfeito. ESPERANÇA: de conquistar sonhos através do trabalho e ter um futuro melhor, inclusive familiar”...

Família Spina.

Tijolo fabricado pela empresa da família Spina.
Código da imagem: EL-08.

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Resposta de Jim Graves da Universidade Marsh Rice. USA.

A William Marsh Rice University by Jim Graves. Uma nova informação sobre o desenho do “Cometa de Halley! só que desta vez gravado num tijolo que foi encontrado numa Universidade no Texas, Estados Unidos. A William Marsh Rice University. 

O colaborador Jim Graves enviou uma imagem de um cometa gravado no tijolo que ele numa matéria da Universidade, mas deixa claro que é o desenho de um cometa, mas não diz se é o Cometa de Halley. Outros tijolos foram gravados com temas de várias ciências. 

Mensagem enviada pelo colaborador Jim Graves. 

..."Great to hear from you. I have seen many 5 pointed stars but no 6 pointed ones. I attached a photo of the only comet brick that I know of. It was produced for one of the buildings in Rice University ( there were about 20 different subjects). I found an article about them which I attached. Unfortunately, I havn't seen any loose ones"... 

..."Bom ouvir isso de você. Já vi muitas estrelas de 5 pontas, mas nenhuma de 6 pontas. Anexei uma foto do único tijolo cometa que eu conheço. Foi produzido para um dos prédios da Rice University (havia cerca de 20 assuntos diferentes). Encontrei um artigo sobre eles que anexei. Infelizmente não vi nenhum tijolo solto"... A William Marsh Rice University, comumente conhecida como Rice University, é uma renomada universidade particular de pesquisa em Houston, Texas. A universidade está situada em um campus de 121 hectares próximo ao Houston Museum District e fica ao lado do Texas Medical Center. Wikipédia Endereço: 6100 Main St, Ho.

Abaixo a imagem do tijolo com o desenho de um cometa.


Com base nesse desenho gravado no tijolo podemos ter uma excelente ideia de como ficariam os tijolos aqui encontrados com o desenho de um cometa. 
Código da imagem: EL-09.

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O Tijolo. 


Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TEL-00892. 
Número de Controle: 0007.
Construção: Estação da Luz.
Designação arquitetônica: Estação Ferroviária.
Origem do nome da construção: Nome do bairro onde está localizada a Estação.
Construtora: São Paulo Railway Company..
Arquiteto: Autor do projeto o britânico Charles Henry Driver
Local da construção: Praça da Luz, Bairro da Luz. Município de São Paulo. Estado de São Paulo.
Início da construção: 1895.
Tempo decorrido: Entre 6/7 anos.
Témino/Inauguração: 1901.
Sistema de construção primária: Alvenaria de tijolos cerâmico.
Condições atuais da construção: Restaurada após o incêndio em 22 de dezembro de 2015.
Sistema de aquisição: Por doação. Resgate autorizado. Os tijolos estavam numa caçamba na calçada pelo lado de fora em frente a um portão e foram coletados pelos colaboradores.
Fabricante: Sob pesquisas. 
Local do fabricante: Sob pesquisas. 
Sigla oficial do fabricante: S P R 1 (Letras S, P, R com o número 1 na lateral). 
Quanto ao número ainda não foi identificado sua finalidade. Hipóteses: Pode ser um sistema de rastreabilidade ou uma orientação técnica quanto ao sua posição na construção, ou o número atribuído ao Oleiro que fabricou esse lote. 
Data provável da fabricação: Década de 1890. 
Datação do tijolo: Aproximadamente 126 anos em 2019. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Não consta. 
Descrições físicas.
Medidas: 
Comprimento: 28,0cm. 
Largura: 13,0cm. 
Altura: 7,0cm. 
Volume: 2.548cm³. 
Peso: 3.790g.
Código Munsell: 5YR 6/6.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Integridade da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon Rebel EOS T6i. 18:55 mm.
Código da imagem: EL-10.
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O Tijolo. 



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TEL-00893.
Número de Controle: 0008.
Construção: Estação da Luz.
Designação arquitetônica: Estação Ferroviária.
Origem do nome da construção: Nome do bairro onde está localizada a Estação.
Construtora: São Paulo Railway Company.
Arquiteto: Autor do projeto o britânico Charles Henry Driver
Local da construção: Praça da Luz, Bairro da Luz. Município de São Paulo. Estado de São Paulo.
Início da construção: 1895.
Tempo decorrido: Entre 6/7 anos.
Témino/Inauguração: 1901.
Sistema de construção primária: Alvenaria de tijolos cerâmico.
Condições atuais da construção: Restaurada após o incêndio em 22 de dezembro de 2015.
Sistema de aquisição: Por doação. Resgate autorizado. Os tijolos estavam numa caçamba na calçada pelo lado de fora em frente a um portão e foram coletados pelos colaboradores. 
Fabricante:  Sob pesquisas. 
Local do fabricante:  Sob pesquisas. 
Sigla oficial do fabricante: S P R 10 ( (Letras S, P, R com o número 10 na lateral). 
Data provável da fabricação: Década de 1890. 
Datação do tijolo: Aproximadamente 126 anos em 2019. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Formato  da moldura: Não consta. 
Descrições físicas.
Medidas: 
Comprimento: 27,0cm. 
Largura: 12,5cm. 
Altura: 7,0cm. 
Volume: 2.362cm³. 
Peso: 3.790g. 
Código Munsell: 7.5YR 5/6. 
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Integridade da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon Rebel EOS T6i. 18:55 mm.
Código da imagem: EL-11.



   Este exemplar tem o mesmo número que aparece no tijolo acima da Estação da Luz. A ideia de que os números estavam relacionados a construção a que ele pertencia, neste caso não confere, se os tijolos com o número "10" por exemplo seria apenas empregados na construção da Estação da Luz, como esse tijolo com o mesmo número foi encontrado nas construções da Vila de Paranapiacaba,assim podemos deduzir que esse sistema de rastreabilidade tem outra função. Existem vários tijolos gravados com letras e números, como no exemplo de um molde abaixo. Durante uma entrevista com um ex-oleiro, com mais de 30 anso de profissão, foi dito que esse número indica qual oleiro fabricou determinado lote.



Neste caso o Oleiro é indicado pelo número 5.
Código da imagem: EL-12A.
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O Tijolo. 


Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TEL-00893.
Número de Controle: 0008.
Tijolo doado para o acervo do Museu Histórico e Militar de Bauru. Estado de São Paulo.
Construção: Estação da Luz.
Designação arquitetônica: Estação Ferroviária.
Origem do nome da construção: Nome do bairro onde está localizada a Estação.
Construtora: São Paulo Railway Company.
Arquiteto: Autor do projeto o britânico Charles Henry Driver
Local da construção: Praça da Luz, Bairro da Luz. Município de São Paulo. Estado de São Paulo.
Início da construção: 1895.
Tempo decorrido: Entre 6/7 anos.
Inauguração: 1901.
Sistema de construção primária: Alvenaria de tijolos cerâmico.
Condições atuais da construção: Restaurada após o incêndio em 22 de dezembro de 2015.
Sistema de aquisição: Por doação. Resgate autorizado. Os tijolos estavam numa caçamba na calçada pelo lado de fora em frente a um portão e foram coletados pelos colaboradores.  
Fabricante: Sob pesquisas. 
Local do fabricante: Sob pesquisas. 
Sigla oficial do fabricante: S P R  9x  (Letras S, P, R com o número 9 e o que pode ser a letra "X"  na lateral). 
Quanto ao número ainda não foi identificado sua finalidade. Hipóteses: Pode ser um sistema de rastreabilidade ou uma orientação técnica quanto ao sua posição na construção, ou o número atribuído ao Oleiro que fabricou esse lote. 
Data provável da fabricação: Década de 1890. 
Datação do tijolo: Aproximadamente 126 anos em 2019. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Não consta. 
Descrições físicas.
Medidas: 
Comprimento: 28,0cm. 
Largura: 13,5 cm. 
Altura: 7,0cm. 
Volume: 2.246cm³. 
Peso: 3.850g.
Código Munsell: 7.5YR 5/2.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Integridade da peça: Completa.
Designação: Material construtivo. 
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon Rebel EOS T6i. 18:55 mm.
Código da imagem: EL-13.
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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TEL-00895.
Número de Controle: 0010.
Construção: Estação da Luz.
Designação arquitetônica: Estação Ferroviária.
Origem do nome da construção: Nome do bairro onde está localizada a Estação.
Construtora: São Paulo Railway Company.
Arquiteto: Autor do projeto o britânico Charles Henry Driver
Local da construção: Praça da Luz, Bairro da Luz. Município de São Paulo. Estado de São Paulo.
Início da construção: 1895.
Tempo decorrido: Entre 6/7 anos.
Término/Inauguração: 1901.
Sistema de construção primária:  Alvenaria de tijolos cerâmico.
Condições atuais da construção: Restaurada após o incêndio em 22 de dezembro de 2015.
Sistema de aquisição: Por doação. Resgate autorizado. Os tijolos estavam numa caçamba na calçada pelo lado de fora em frente a um portão e foram coletados pelos colaboradores.
Fabricante: Sob pesquisas. 
Local do fabricante: Sob pesquisas. 
Sigla oficial do fabricante: . B .  (Letra B com um ponto antes da letra e outro depois). 
Data provável da fabricação: Década de 1890. 
Datação do tijolo: Aproximadamente 126 anos em 2019. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Abaloado composto. (Formato sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas.
Medidas: 
Comprimento: 27,0cm. 
Largura: 13,0cm. 
Altura: 7,0cm. 
Volume: 2.457cm³. 
Peso: 3.560g. 
Código Munsell: 7.5YR 5/6.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Integridade da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon Rebel EOS T6i. 18:55 mm.
Código da imagem: EL-14.

Obs.:
A olaria citada abaixo poderia ser o fabricante do tijolo acima:

Bernardo (Dr.).
Local: Bairro Jardim Oriental. Cidade de Santo André - São Paulo.
Local do antigo Frigorífico Central.
Fonte: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8139/tde-19112009-161937/publico/IBERE_LUIZ_DI_TIZIO.pdf
Página nº 110.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1920.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Documento faz referência a uma outra olaria no mesmo local na década de 1920.  
Marca sugerida: B
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Publicação 014A: 

Fotografias da Estação da Luz.










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Publicação 015: 
Matéria. 

O Tijolo Romano. 
Em breve.
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Publicação 016: 
Matéria. 
Citações de Várias Fontes sobre Tijolos Antigos.

A finalidade desta publicação é anotar citações sobre tijolos, olarias, cerâmicas e construções de várias fontes, onde o pesquisador poderá fazer comparativos com as matérias publicadas, tanto aqui no Brasil quanto de outros países. Infelizmente os itens como datas. nomes e locais não são informações que se alinham bem quanto as sua narrativas históricas, existem muitas divergências que devem ser analisadas, a principio, separadamente e depois passar por um sistema comparativo e escolher assim a melhor alternativa. 

Obs.: Sugiro que os itens sublinhados devem ser analisados com muita atenção.

As Citações:

1. Segundo Brancante (1981 ), o primeiro uso do tijolo queimado foi na Mesopotilmia, no Ur, hi 23.000 anos a. C. A Torre de Babel e as Muralhas da Babilonia foram construidas de tijolos, sendo ainda reaproveitados quando da destrui9iio da cidade pelos persas. A pirfunide de Sakara no Egito, com forma de degraus, tipico da Mesopotilmia, foi tambem construida com tijolos e com revestimento de pedra; a China ja na era modema, usou muitos tijolos e pedras para fazer sua grande muralha.

2. Os romanos tiveram grande importiincia na difusao do tijolo. Levaram para a Europa boa tecnica com o trato da argila. Contudo, muito de seus conhecimentos se perderam no obscurantismo da !dade Media. 0 famoso incendio de Londres ocorrido em 1665, fez com que mudasse o aspecto da cidade, da madeira para o barro. Na passagem do mundo agrario para o industrial, o tijolo passa ter maior importancia ainda, pois o mundo fabril exigia muito mais moradias e conseqi.ientemente infra-estrutura. 

Fonte: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP INSTITUTO DE GEOCrENCIAS UNICAMP P6S-GRADUA<;:AO EM GEOCrENCIAS ADMINISTRA<;:AO E POLITICA DE RECURSOS MINERAlS MARCELO A PEDROSA DE RESENDE
Página 38.


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Publicação 017: 
Matéria. 
O Tijolo.

Em breve.
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Publicação 018: 
Matéria.
Como o meu Acervo Começou.

Em breve.
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Publicação 019: 

O Primeiro Tijolo.

Em breve.

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Publicação 020: 

Observações Importantes.

Espaço reservado para informações e esclarecimentos importantes relacionados a esta obra.

1. As descrições textuais das fontes pesquisadas não foram alteradas, desta forma,  mantemos o sistema original, mesmo aquelas que apresentam deformações ortográficas.

2. Muitas narrativas aqui publicadas tiveram suas características ortográficas  
da época mantidas, exemplo: Commércio com 2 letras m.

3. Muitas fontes citam, além dos tijolos, outros materiais construtivos, mas uma observação importante deve ser analisada com atenção que é as narrativas onde afirmam que determinadas construções foram cobertas com telhas "francesas", e é aqui que está o problema, muitas dessas telhas, milhares delas, foram fabricadas no Brasil, porém, muitos trabalhos, entre eles: Relatórios arqueológicos, doutorados, mestrados TCC, e matérias de natureza variada, citam o achado como telhas francesas, o que da a entender que essas vieram da França, o que é possível, mas temos alguns fatores que precisam ser discutidos. Exemplos:
1. Quando se afirma que uma construção foi coberta com telhas francesas, passa-se a entender que esses produtos vieram da França. O correto neste caso é dizer que as telhas são do tipo ou modelo francês.
Vide exemplos abaixo:
a. M
b. M
c. Vejamos o caso do queijo vendido como mineiro. O leite vem de Santa Catarina o fermento vem de Goiás e o sal vem de Pernambuco e o queijo é fabricado em São Paulo, nas prateleiras pelo Brasil,  lemos nas etiquetas, queijo mineiro, deveria estar escrito, queijo tipo mineiro.

Esta matéria ainda esta  em fase de pesquisas e montagem.

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Matéria.

O Tijolo e a "Estrela" Magen de Davi.




Muitos fabricantes de tijolos antigos gravavam estrelas nos em seus produtos cerâmicos, porém com significados bem variados de pendendo da natureza ou da fontes que está sendo representada.


Citações sobre as Origens e uso da Estrela:

"Sob o regime nazista, os judeus eram obrigados a usar identificadores como braçadeiras ou distintivos em forma de Estrela de Davi. A intenção era reforçar a ideologia nazista de que os judeus eram diferentes de todos os outros, marcando-os e distinguindo-os do resto da população. Ao isolar os judeus, esses identificadores também eram usados para perseguir, assediar e humilhar as pessoas. Origens A Estrela de Davi, também conhecida como Magen David , que significa Escudo de Davi em hebraico, possui seis pontas que partem de um centro hexagonal. Embora existam múltiplas interpretações para o significado da Estrela, ela tem grande importância e, desde o final da Idade Média, tornouse um dos símbolos mais importantes do judaísmo. Após a ascensão do nazismo A partir de 1938, todos os judeus mantidos prisioneiros no sistema de campos nazistas foram obrigados a costurar em seus uniformes uma representação equivocada da Estrela de Davi. Esses identificadores foram criados para deixar clara a categoria do prisioneiro, distinguindo os judeus de outras categorias, como os prisioneiros políticos. Os identificadores deveriam ser amarelos e usados de forma visível".
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"Escudo de Davi de seis pontas, agora inscrito na bandeira de Israel, é universalmente aceito como o símbolo judaico por excelência; e presume-se geralmente que o significado especial do Magen David remonta à antiguidade remota, consagrando algum significado religioso ou histórico profundo e tradicionalmente venerado. Gershom Scholem, um dos grandes estudiosos judeus de nosso tempo, traça aqui a obscura história do Magen David ao longo de sua longa e curiosa trajetória, e revela que a verdadeira história do símbolo é bem diferente daquela afirmada pela maioria das “autoridades” aceitas"...

"O Escudo de Davi é, de fato, um símbolo maravilhoso, que estimula o intelecto e desperta a paixão pela reflexão. E qual coração não se comove a ponto de iluminar as profundezas obscuras, cada um segundo a mais recente enciclopédia à sua disposição? Bendito seja Aquele que socorre os pobres. Aquele que nos mostrou maravilhas por Sua graça e não trancou as portas da piedosa homilética",

Fonte: https://www.commentary.org/articles/gershom-scholem/the-curious-history-of-the-six-pointed-starhow-the-magen-david-became-the-jewish-symbol/
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"A estrela de seis pontas é um dos símbolos modernos mais reconhecíveis e é amplamente conhecida como a “Estrela de Davi”. No entanto, nenhum texto bíblico ou talmúdico menciona seu uso por Davi".

"A Estrela de Davi não tem nada a ver com Davi! | por Nour Alhakk | Mediumou talmúdico menciona seu uso por Davi".

Em "A Curiosa História da Estrela de Seis Pontas: Como a 'Magen David' se Tornou o
Símbolo Judaico" , o acadêmico israelense Gershom Scholem explica:

"Na verdade, a estrela de seis pontas não é um símbolo judaico; com mais razão ainda, não poderia ser “o símbolo do judaísmo”. Ela não possui nenhum dos critérios que marcam a natureza e o desenvolvimento do verdadeiro símbolo. Não expressa nenhuma “ideia”, não evoca associações antigas enraizadas em nossas experiências e não é uma representação abreviada de toda uma realidade espiritual, compreendida imediatamente pelo observador. Não nos lembra nada do judaísmo bíblico ou rabínico. Segundo o jornal israelense Haaretz , a estrela nem sempre esteve ligada ao judaísmo, tendo sido adotada posteriormente. A associação mais antiga conhecida com os judeus remonta a 1354"

Fonte: https://medium.com/@nour_alhakk/the-star-of-david-has-nothing-to-do-with-david-e3d1edc74056 1/10
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O hexagrama, isto é, a “Estrela de Seis Pontas”, é um símbolo um tanto quanto controverso: apesar dessa figura geométrica simples ter sido usada em vários contextos ao longo da história humana, não restritos acunho religioso, ela vem sido, desde o século passado, gradativamente se tornando a algo essencialmente associado ao povo judeu e ao Estado de Israel. Essa associação, todavia, é tão recente quanto a própria ideologia que fundou Israel: o Sionismo, e aqui veremos como esse símbolo – apesar de latente nas tradições abraâmicas, detentor de diversos nomes – não pode ser reclamado como propriedade exclusiva de um povo (especialmente o judeu), acompanhando sua trajetória desde obscuros manuscritos ocultistas até o terror do Holocausto e a fundação do primeiro estado judaico em mais de 1000 anos.

Da Babilônia Antiga à Índia, o hexagrama tem tido uma ampla variedade de usos: desde mera decoração, passando por amuletos, até a representação de ideias e conceitos metafísicos. No subcontinente indiano, por exemplo, era o símbolo do Anahata Chakra, ou o “Chakra do Coração”, além de outras propriedades e associações que variavam conforme o contexto cultural e religioso, principalmente no que diz respeito à tradição Tântrica.
Fonte: https://historiaislamica.com.br

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Tijolos com a Marca do Escudo de Davi.

Tijolo recolhido durante a restauração da casa. Conclusões:
Tijolos gravados com esse símbolo foram possivelmente fabricados na região.
Na Inglaterra gravavam tijolos com a Magen de Davi.
O proprietário da Olaria era um Judeu.


Sezincote House é o centro de uma propriedade rural em Gloucestershire, Inglaterra. A casa foi projetada por Samuel Pepys Cockerell, construída em 1805, e é um exemplo notável da arquitetura Neo-Mughal, uma reinterpretação do século 19 da arquitetura dos séculos 16 e 17 do Império Mughal.

Fonte: https://isthisthewaytoamaryllis.blogspot.com/2013/05/chelsea-flower-show-brick-frogs.html


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Fonte: https://www.flickr.com/photos/reptilerescueden/9456621207/


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Photo by Martyn Fretwell. Michael Hammett has added some information on this brick: Identification was provided in the form of an advertisement found in the London Suburbs Post Office Directory for 1884. It is for "Best Staffordshire Blue Bricks" by P & S Wood of West Bromwich and shows the Star of David symbol, with the W in the centre, as their trade mark. Being advertised in London, it is reasonable to assume that the products could have been supplied by rail to most parts of the country.

Fonte: www.brocross.com/Bricks/Penmorfa/Pages/england22b.htm

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Found at a reclamation site near Towcester by Nigel Furniss. 
Fonte: www.brocross.com/Bricks/Penmorfa/Pages/england22b.htm

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Fonte: www.brocross.com/Bricks/Penmorfa/Pages/england22b.htm

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Publicação 022:

Matéria.

The Weinerberger. A Maior Olaria do Mundo. Viena. Áustria.

Early History in Austria.

1819 - 29 year old Alois Miesbach acquired kilns in Miedling as he was convinced that demand for bricks in Vienna will rise during the coming years. He bought several plots of land with rich clay reserves on Wienerberg.

1829 – 18 year old Heinrich Drasche, nephew of Alois Miesbach, started working for the company.

1845 - Wienerberger’s product range now included water-supply and drainage pipes. The company now had 37 kilns and was producing 50 million bricks a year, making them the biggest brick producer in Europe with an annual revenue equivalent to 11 million pounds.

1846 Miesbach leased the Wiener Neustädter Canal, his own waterway to transport finished bricks and coal needed for production. 1850s – Wienerberger expanded into ceramic art and establishes a terracotta factory in Inzersdorf.

1857 Alois Miesbach died, Heinrich Drasche took over as owner of Wienerberger as is known as the “brick baron“.

1860 – Drasche bought the patent for the continous kiln, invented by Friedrich Hoffman, making continous brick production possible for the first time.

1867 – Emperor Franz Josef took down Vienna’s fortress like walls so the city can expand. Drasche hired more and more brick workers and introduced a piecework scheme to keep up with brick demand.

1869 Wienerberger was listed on the Vienna Stock Exchange and Heinrich Drasche sold his brickworks to a consortium of banks.

1882 Brick consumption peaked with 330 million units used that year, most of them manufactured by Wienerberger. Drasche established Wienerberger headquarters in the grand “Heinrichshof“, in central Vienna.

1910 - A period of heavy investment began, the ceramics factory was enlarged to increase tile production and modern machinery was purchased for the brick works to introduce state-of-the-art production methods.

1914 - The outbreak of the war in 1914 sent the construction industry into a slump. Numerous construction projects were suspended and two thirds of the workers were drafted into the army.

1921 Wienerberger’s first football team, the Worker’s Sports Association (ASV) was founded. The club is still active today as SV Wienerberger. 1945 - Plants on the Wienerberg were destroyed in World War II aerial attacks.

1955 – Wienerberger produced a record amount of bricks to help reconstruct Vienna after World War II. For the first time in their history, the brick works produced more than 199 million bricks per year.

1957 - Brick production was still a seasonal business and strongly dependent on weather conditions. Long cold and wet periods had the potential to bring production to a standstill. The situation began to change toward the end of the 1950s with the introduction of artificial drying facilities, which permitted a transition to year- round production, independent of weather conditions. The factory in Vösendorf was the first to be converted in 1957.

1960 - Faced with unprecedented demand for its products, Wienerberger built new brick plants and subsequently converted its existing plants step by step to full- year operation. The plants were upgraded and production processes were automated through the use of modern machinery. This meant that no more than three workers were needed to produce one million bricks (compared to 10 in the 1950s). In 1964 the modernization of the plants was completed.

1966 - The company acquired Wiener Ziegelwerke AG, a move which enabled Wienerberger to increase its share in Austrian brick production to almost 25%.

1969 - Wienerberger Leichtbeton Baustoffgesellschaft was founded, as Wienerberger strived to gain a foothold in the new field of prefabricated houses. Moreover, Wienerberger acquired a 50% stake in Bramac Dachstein GesmbH. These acquisitions were part of the company's strategy of diversification.

1971 - The last circular kiln operating in Vienna was closed down. The City of Vienna bought large plots of land on Wienerberg, which were first used as a landfill site and later converted into a residential and recreational area. As the brick works on Wienerberger were closed, new plants were built and existing ones enlarged, for instance in Baden near Vienna.

1986 - The internationalisation and expansion of Wienerberger began through acquisition of the Oltmann Group in Germany, a major manufacturer of building materials, producing mainly bricks and pipes in Germany and France.

Our History in the UK.

2001 Wienerberger enters UK market trading as Terca UK through the acquisition of Opitroc brick division in Northern Europe.

2004 – Wienerberger acquires Thebrickbusiness, with nine UK plants. Thebrickbusiness was founded in 2002 through the merger of Ambion Brick and Chelwood Brick

2005 Wienerberger enters the UK roof tile market.

2007 – Wienerberger acquires Baggeridge Brick, strengthening their prescence in the UK market with five production sites and extensive raw material reserves. 2008 – Wienerberger invests in roof tile manufacturing with the acquistion of majority stake in Sandtoft UK. It is the largest independent roof tile producer in the UK with an established and growing brand in clay, concrete and slate roofing systems and four roof tile plants in Northern England.

2008 Wienerberger launches the Porotherm clay block walling system in the UK.

2014 – Wienerberger acquires the Keymer brand of premium handmade clay roof tiles. Keymer is one of the oldest operational roofing manufacturers in the world, with a heritage dating back to 1588.

2019 - Wienerberger acquires BPD Holdings Ltd to enhance the company's roof offering and deliver specialist building products.

Fonte: https://www.wienerberger.com/en/about/history.html

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Publicação 023:  

Tijolos. 
Fazenda Paraizo. Cidade de Itu. Estado de São Paulo.




Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Código da imagem: FPZ-01.



Antiga Fazenda Paraizo. Itu -SP. Fundada em 1610. Agradecimento Especial. Quero agradecer ao Sr. Joaquim Emidio Nogueira Bicudo e suas filhas Luciana e Fernanda que foram fontes riquíssimas de informações para a realização deste trabalho... Informações importantes: Atual proprietário: Joaquim Emidio Nogueira Bicudo. A Fazenda Paraizo Itu foi construída no séc. XVII. Alguns dos proprietários ilustres: Padre João Leite Ferraz (final séc. XVIII) Barão de Itu (Bento Pais de Barros – início séc. XIX) Barão do Itaim (Capitão Bento de Almeida Prado – meados séc. XIX) Estrutura histórica com: paredes de taipa de pilão pé direito de 7m de altura Maquinário de café antigo preservado Roda D`agua importada da Inglaterra em 1749. Fonte e Link: Fazenda Paraizo. Itu.

Al. Joaquim Emidio Nogueira Bicudo – Itu, São Paulo  📞Telefone/WhatsApp: (11) 9.9289-0882 📩 E-mail: contato@fazendaparaizoitu.com.br
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A História da Fazenda.


A História da Fazenda por Joaquim Emidio Nogueira Bicudo. A história da Cerâmica tem início nos anos 40 quando da crise do café em 1930. Meu avô percebendo a necessidades de mudanças na atividade rural e percebendo que havia na Fazenda Paraizo uma boa quantidade de barro que é a base para se produzir telhas e tijolos criou a primeira cerâmica de Itu pois o café deixou de ser a atividade principal . Com a necessidade de ter lenha para usar nos fornos da Cerâmica para queimar as telhas iniciou-se na fazenda a troca do café pelo plantio de eucalipto e também a criação de gado de corte.Os tijolos produzidos inicialmente na Cerâmica tinham a marca J F B (Joaquim da Fonseca Bicudo – meu avô). Depois de alguns anos a Cerâmica passou a ser administrada pelo meu pai – Joaquim da Fonseca Bicudo Filho). Neste altura já havia várias cerâmicas instalada no município.Nos anos 60/70 o barro necessário para produzir as telhas já tinha se esgotado na fazenda e tornou-se necessário comprar de quem tinha o material. Os custos tornaram bastante elevados e com a quantidade de concorrentes na região a atividade ceramista deixou de ser interessante. Meu pai resolveu encerrar as atividades por volta dos anos 70, e desde então o que sobrou fica como recordação do que um dia foi uma atividade altamente lucrativa. Com a morte de meu pai a Fazenda foi dividida entre os herdeiros. Eu e minhas irmãs Maria Adelaide e Vera Regina. A parte que coube a minhas irmãs foi vendida porém a parte que me coube eu preservo integralmente e hoje em dia quem cuida praticamente são minhas filhas Luciana Bicudo e Fernanda Bicudo além de mim. Da antiga cerâmica pouca coisa restou, apenas alguns fornos já bastante danificados e as chaminés outrora bastante usadas e que hoje em dia servem de recordação e que minas filhas pretendem preservar com bastante amor e carinho.

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Galeria de imagens da fazenda em fase de edição.
As fotografias são de autoria de Rafael de Mello.
Câmera. EOS REBEL T6i. 18:00mm.




Código da imagem: FPZ-02.

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Código da imagem: FPZ-03.
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Parte da entrada de um dos fornos.
Código da imagem: FPZ-04.
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Base de uma das chaminés.
Código da imagem: FPZ-05.
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Código da imagem: FPZ-06.
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Um dos 4 chaminés.
Código da imagem: FPZ-07.
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Lateral dos fornos.
Código da imagem: FPZ-08.
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Os Tijolos Antigos da Fazenda Paraizo:

Imagem será atualizada em breve.




Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TFP-0085. 
Número de Controle: 0113
Construção: Fazenda Paraízo. 
Designação arquitetônica: Fazenda.
Local da construção: Fazenda Paraízo. Alameda Joaquim Emídio Nogueira Bicudo - Chácaras Primavera, Itu - SP, 13304-350. 
Local do resgate: Fazenda Paraízo. 
Ano da fundação: 1610. 
Sistema de aquisição: Via doação. Suas doadoras. Sra. Luciana e Sra. Fernanda. 
Data de fundação da Olaria: Entre 1940 e 1945. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: C F (Uma letra C e uma letra F).
Os tijolos produzidos inicialmente na Cerâmica tinham a marca J F B (Joaquim da Fonseca Bicudo Avô de Joaquim Emidio Nogueira Bicudo. Depois de alguns anos a Cerâmica passou a ser administrada pelo pai de Joaquim Emidio Nogueira Bicudo. – Joaquim da Fonseca Bicudo Filho). Neste altura já havia várias cerâmicas instaladas no município. 

Neste caso o tijolo acima é proveniente de uma outra olaria. 
Fabricante: Cleto Fanchini. Informação enviada por Carlos Fanchini. 
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas. 
Datação do tijolo: Sob pesquisas. 
Data de fundação da Olaria: Início do século XX.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas. 
Formato da moldura: Arredondada fechada. (Formato sugerido pelo MVTA).  
Detalhe: Tijolo de chaminé. 
Numa exposição no Mercado Municipal de Itu tem um tijolo com a mesma marca.
 
Imagem em breve. 
Descrições físicas.
Medidas: 
Comprimento: 26,7cm. 
Largura: 8,7 na parte mais estreita e 11,8 na parte mais larga. 
Altura: 6,0cm. 
Volume: 1.521cm³. 
Peso: 2.868g. 
Código Munsell: 5YR 5/10.
Integridade da peça: Completa. 
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas. 
Designação: Material construtivo. 
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O. T
emos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Autoria da imagem: Rafael de Mello. 
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: FPZ-09.

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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TFP-00786. 
Número de Controle: 0114.
Construção: Fazenda Paraízo. 
Designação arquitetônica: Fazenda.
Local da construção: Fazenda Paraízo. Alameda Joaquim Emídio Nogueira Bicudo - Chácaras Primavera, Itu - SP, 13304-350. 
Local do resgate: Fazenda Paraízo. 
Ano da fundação: 1610. Sistema de aquisição: Via doação. Suas doadoras. Sra. Luciana e Sra. Fernanda. 
Data de fundação da Olaria: Entre 1940 e 1945.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas. 
Sob pesquisas.
Sigla/Marca: Não consta. 
Fabricante: Sob pesquisas. 
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas. 
Datação do tijolo: Sob pesquisas.  
Formato da moldura: Não consta 
Detalhes: Tijolo com 18 furos. 
Tijolo tipo refratário para uso em fornos. 
O uso de furos em tijolos é uma prática antiga onde suas funções são: facilitar o manuseio, diminuir a quantidade de matéria prima, controlar a temperatura e hoje em dia usa se para passar vergalhões de ferro. 
O tijolo acima provavelmente não foi fabricado na olaria da fazenda. 
Descrições físicas.
Medidas: 
Comprimento: 23,0cm. 
Largura: 10,8cm. 
Altura: 9,5cm. 
Volume: 2.359cm³. 
Peso: 2.740g. 
Código Munsell: 5RY 8/14.
Integridade da peça: Completa. 
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo. 
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos. 
Autoria da imagem: Rafael de Mello. 
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: FPZ-10.
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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TFPZ-00298. 
Número de Controle: 0298.
Construção: Fazenda Paraízo.
Designação arquitetônica: Fazenda. 
Local da construção: Fazenda Paraízo. Alameda Joaquim Emídio Nogueira Bicudo - Chácaras Primavera, Itu - SP, 13304-350. 
Local do resgate: Fazenda Paraízo.
Sistema de aquisição: Via doação. Suas doadoras. Sra. Luciana e Sra. Fernanda. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante:  J  F  B (Uma letra J, uma letra F  e uma letra B).
Fabricante: Olaria de Joaquim francisco Bicudo 
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas. 
Datação do tijolo: Sob pesquisas.  
Formato da moldura: Retangular arqueado. (Formato sugerido pelo MVTA).  
Descrições físicas.
Medidas: 
Comprimento: 26,0cm. 
Largura: 12,0cm. 
Altura: 6,0cm. 
Volume: 1.872cm³. 
Peso: 3.428g. 
Código Munsell: 5YR 5/8.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Autoria da imagem: Rafael de Mello. 
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: FPZ-11.

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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TFPZ-00299.  
Número de Controle: 0299.
Construção: Fazenda Paraízo.
Designação arquitetônica: Fazenda.
Local da construção: Fazenda Paraízo. Alameda Joaquim Emídio Nogueira Bicudo - Chácaras Primavera, Itu - SP, 13304-350. 
Local do resgate: Fazenda Paraízo. 
Sistema de aquisição: Via doação. Suas doadoras. Sra. Luciana e Sra. Fernanda. 
Sigla oficial do fabricante: C F (Uma letra C e uma letra F).
Os tijolos produzidos inicialmente na Cerâmica tinham a marca J F B (Joaquim da Fonseca Bicudo Avô de Joaquim Emidio Nogueira Bicudo. Depois de alguns anos a Cerâmica passou a ser administrada pelo pai de Joaquim Emidio Nogueira Bicudo. – Joaquim da Fonseca Bicudo Filho). Neste altura já havia várias cerâmicas instaladas no município. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Retangular arqueado. (Formato sugerido pelo MVTA).   
Descrições físicas.
Detalhes: Retangular arqueado.
Medidas: 
Comprimento: 26,0cm.
Largura: 12,5cm.
Altur: 4,0cm.
Volume: 1.300cm³. 
Peso: 2.399g.

Código Munsell: 5YR 5/10.
Integridade da peça: Completa. 
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo. 
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O. 
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos. 
Autoria da imagem: Rafael de Mello. 
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: FPZ-12.



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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TFPZ-00300. 
Número de Controle: 0300.
Construção: Fazenda Paraízo.
Designação arquitetônica: Fazenda.
Local da construção: Fazenda Paraízo. Alameda Joaquim Emídio Nogueira Bicudo - Chácaras Primavera, Itu - SP, 13304-350. 
Local do resgate: Fazenda Paraízo.. 
Sistema de aquisição: Via doação. Suas doadoras. Sra. Luciana e Sra. Fernanda.  
Marca/Sigla: Não consta. 
Fabricante: Sob pesquisas. 
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas. 
Datação do tijolo: Sob pesquisas. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Não consta.
Descrições físicas.
Medidas: 
Comprimento: 25,0cm.
Largura: 13,3cm.
Altura: 5,5cm.
Volume: 1.828cm³. 
Peso: 3.134g.
Código Munsell: 5YR 5/8.
Integridade da peça: Completa. 
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas. 
Designação: Material construtivo. 
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O. 
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos. 
Autoria da imagem: Rafael de Mello. 
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: FPZ-13.
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Publicação 024:
Matéria. 

Museu Metropolitano de New York.



O Museu Metropolitano de New York tem uma galeria somente de tijolos antigos, que é sem dúvida uma excelente fonte de pesuisas.
Código da imagem: MN-01.


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GALERIA:


Detalhes da obra de arte:

Informações do objeto
Visão geral:
Proveniência
Histórico da exposição
Referências
Título: Tijolo vidrado
Período: Parto.
Data: aproximadamente século I-II d.C.
Geografia: Da Mesopotâmia, Ctesifonte
Cultura: Part
Material: Cerâmica, esmalte
Dimensões: 5 1/2 × 12 1/2 × 3 1/16 pol. (14 × 31,8 × 7,8 cm)
Crédito da imagem: Rogers Fund, 1932
Número do objeto: 32.150.17
Departamento de Curadoria: Arte Antiga da Ásia Ocidental

Fonte: https://www.metmuseum.org/art/collection/search/322644

Código da imagem: MN-02.

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Título: Tijolo de Osíris em Germinação.
Período: Terceiro Período Intermediário ou Tardio.
Datas: aproximadamente 1100–300 a.C.
Geografia: Originário do Egito; diz-se que é do Alto Egito, Tebas.
Meio: Cerâmica.
Dimensões: C. 24,3 × L. 10,6 × A. 6 cm (9 9/16 × 4 3/16 × 2 3/8 pol.).
Crédito da imagem: Fundo Rogers, 1920.
Número do objeto: 20.2.30.
Departamento de Curadoria: Arte Egípcia.
Código da imagem: MN-03.

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Publicação 025:
Arqueologia.

A Importância do Desenho na Arqueologia.

Este estudo tem como finalidade pesquisar a importância dos desenhos que são aplicados nas atividade arqueológicas. Durante os processo de catalogação das infromações referentes a um sítio arqueológico, o desenho é uma ferramenta fundamental para uma abordagem visual ampla sobre o assunto que está sendo analisado.

"O desenho arqueológico, ou o registro gráfico em Arqueologia é uma prática essencial na documentação de achados em escavações. Hurtuna (2013) aborda as técnicas utilizadas para a criação de desenhos arqueológicos, destacando a importância de métodos consistentes e informativos. No entanto, o referido pesquisador aponta para uma importante questão: muitas das práticas de desenho de achados arqueológicos pouco mudaram ao longo das décadas, e algumas delas, pelo menos há algumas décadas, apresentavam certas deficiências. Essas práticas tradicionais muitas das vezes não conseguiam transmitir de maneira eficiente todas as informações relevantes sobre os artefatos escavados (Smith, 1970)".

"No entanto, o referido pesquisador aponta para uma importante questão: muitas das práticas de desenho de achados arqueológicos pouco mudaram ao longo das décadas, e algumas delas, pelo menos há algumas décadas, apresentavam certas deficiências. Essas práticas tradicionais muitas das vezes não conseguiam transmitir de maneira eficiente todas as informações relevantes sobre os artefatos escavados (Smith, 1970). Nesse contexto, Hurtuna propôs um sistema de desenho arqueológico que visou aumentar a consistência e a quantidade de informações apresentadas nos desenhos dos artefatos. Este sistema foi desenvolvido para um relatório de escavações em Pella, na Jordânia, e buscou transferir para os desenhos muitas das informações que tradicionalmente são apresentadas em listas descritivas, escritas nos relatórios de escavação (Smith, 1970). O método proposto por Hurtuna utiliza símbolos e outras convenções para enriquecer os desenhos com informações detalhadas. Um resumo dessas convenções é apresentado em uma tabela de seis páginas, facilitando a compreensão e a aplicação do sistema (Hurtuna, 2013; Smith, 1970). O referido pesquisador também explica a preparação dos desenhos e o layout das pranchas, destacando como esses elementos influenciam a eficácia do sistema proposto. A organização cuidadosa dos desenhos e das pranchas é crucial para garantir que UNIVERSIDADE METROPOLITANA DE SANTOS Núcleo de Ensino a Distância 5 todas as informações relevantes sejam claramente comunicadas. Lembrem-se que estamos falando de uma representação gráfica de um objeto arqueológico a partir das perspectivas de um observador ou observadora. Essa perspectiva está imbuída das perguntas que norteiam a pesquisa realizada, e os problemas a serem resolvidos".

Fonte: 


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Código da imagem: DA-01.
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Desenho de uma construção onde um dos materiais contrutivos é o tijolo ceramico. 


Autor: Marco Machado/2002.
Código da imagem: DA-02.


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Código da imagem: DA-03.
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São vários os tipos de materiais que podem ser usados na elaboração de um desenho, as configurações dos papéis e dos grafites vai depender do desenhista e também da natureza da obra.



Código da imagem: DA-04.

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Código da imagem: DA-05.



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Exemplos de um desenhos para pesquisas arqueológicas:



Código da imagem: DA-06.


Código da imagem: DA-07.
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Publicação 026:

Arqueologia.
Em fase de catalogação. 
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Publicação 027:

Tijolos.
Mosteiro de São Bento da Cidade de Sorocaba. 


Em fase de atualizações.



Fotografia do início do século XX. 
Autor desconhecido. 
Código da imagem: MSB-01.

    O Mosteiro Baltazar Fernandes, Bandeirantes natural de São Paulo, filho de Fernandes, nobre e ex governador dessa cidade, cansado das andanças pelos sertões, resolve assentar com toda sua família, a vida na vila por ele fundada, que viria chamar-se Sorocaba. Constrói casa de residência e a Capela de Nossa Senhora da Ponte, colocando nela a imagem que trouxe consigo. Querendo um progresso rápido para a nascente Vila, segue o exemplo do seu irmão em Parnaíba, trazendo os Monges Beneditinos. Os Monges seriam os professores de seus filhos, ensinando-lhes Canto e Latim, formando-os “Homens Bons”, como eram os que não exerciam profissões manuais, com exceção apenas da lavoura. Os Monges Beneditinos dariam à população assistência religiosa, realizando batizados, casamentos e assistindo aos moribundos. 
    Dariam aos falecidos sufrágios por suas almas, para que pudessem gozar de um descanso eterno, sem serem esquecidos pelas orações dos vivos. Interessante notar que cidade de Sorocaba é única das Américas a ser fundada a partir de um Mosteiro, o que na Europa não é exceção. A igreja de Sant’Ana do Mosteiro de São Bento, foi a primeira igreja de Sorocaba, em torno da qual nasceu a bela cidade de hoje. O conjunto arquitetônico atual é composto pela igreja de Sant´Ana, Capela de São Judas Tadeu, Mosteiro de São Bento e a Gruta de Nossa Senhora de Lourdes. O Mosteiro passou por numerosas reformas que na opinião de importantes historiadores não desfiguraram o arcabouço colonial. Atualmente, os Monges estão empenhados em um projeto de restauro do Mosteiro, envolvendo a sociedade de Sorocaba. Esta restauração faz parte da revitalização do centro histórico da cidade.
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O Tijolo.



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TMSB-0088.
Número de Controle: 0158.
Construção:  Mosteiro de São Bento de Sorocaba. 
Designação arquitetônica: Mosteiro.
Local da construção: Largo de São Bento, nº 62. Centro de  Sorocaba. Estado de São Paulo 18035-240 Telefone: (15) 3232-8206.
Local do resgate:  Largo de São Bento, n° 62.
Ano da construção: 1660. 360 anos em 2020.
O tijolo acima pertenceu a uma antiga capela construída no pátio do Mosteiro por volta de 1880.  
Sistema de construção primária: Taipa de pilão e de mão com grade. Com o passar do tempo foram acrescentados tijolos a construção.
Sistema de aquisição: Por doação. 
Doado pela administração do Mosteiro ao nosso colaborador o Sr, Ubiracy.

A Olaria 
Fabricante: Sob pesquisas. 
Local do fabricante: Sob pesquisas. 
Sigla do fabricante: E R  (Uma letra E, uma letra R). 
A olaria citada abaixo pode ter sido o fabricante do tijolo acima, independente da olaria ser de outra cidade.
Data provável da fabricação: 1880/1885. 
Datação do tijolo: Entre 130 e 135 anos em 2020. 
Data de fundação da Olaria: Entre 1870 e 1880.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas. 
Detalhes: Geralmente datamos os tijolos considerando em primeiro lugar o início da construção do edifício, mas neste caso temos que considerar que o Mosteiro foi totalmente construído em taipa de pilão, isto é, de barro em 1660. Segundo o responsável pela doação do tijolo ele pertenceu a uma antiga capela dentro do Mosteiro que foi erguido por volta das décadas de 1880 e 1885. Aqui neste caso consideramos a datação do tijolo com base na data da construção da antiga Capela.
Formato da moldura: Sextavado reto duplo.  (Formato sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas.
Medidas: 
Comprimento: 28,0cm. 
Largura: 14,0cm. 
Altura: 8,0cm. 
Volume: 3.136cm³. 
Peso: 3.750g. 
Código Munsell: 5YR 9/8.
Integridade da peça: Completa. 
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Designação: Material construtivo.
Autoria da imagem: Gabriela de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: MSB-02.
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Duas Construções, duas Épocas.

Os tijolos a seguir foram resgatados do alicerce de uma antiga casa que ficava na Rua Cesário Motta, porém, um funcionário da administração do Mosteiro disse que o terreno ao lado onde os tijolos estavam pertenciam ao Mosteiro. Neste caso vou considerara que os exemplares pertenciam as duas construções, primeiro o Mosteiro e segundo a residência que aparece na imagem abaixo.



Código da imagem: MSB-03.



Fonte: Secretaria de Obras e Serviços Público de Sorocaba.
Código da imagem: MSB-04.


Código da imagem: MSB-05.


Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TRCM3-S00329.
Número de Controle: 0138. (D).
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Residência.
Designação arquitetônica: Residência.
Local da construção: Rua Cesário Mota por volta do nº 20/22. Centro. Cidade de Sorocaba. Estado de São Paulo.
Origem do nome da construção: Nomenclatura técnica da arquitetura.
Construtor: Sob pesquisas..
Arquiteto: Sob pesquisas.
Início da construção: Sob pesquisas.
Tempo decorrido: Sob pesquisas.
Témino/Inaguração: Sob pesquisas.
Sistema de construção primária: Sob pesquisas.

Local do resgate: Rua Cesário Mota por volta do nº 45. Centro de Sorocaba. Estado de São Paulo.
Casa ao lado do Mosteiro de São Bento.
Ano da construção: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Sigla oficial: . ★ . ( Um ponto, uma Estrela de seis pontas e outro ponto).
Detalhes: Tijolo apresenta uma rachadura do lado esquerdo.
Descrições físicas:
Formato da moldura: Sextavado ponta de lança composto.
(Formato sugerido pelo MVTA). 
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 28,0cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.548cm³.
Peso: 3.351g.
Código Munsell: 5YR 4/12.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Estado de conservação: Bom.
Detalhes: Apresenta uma rachadura do lado direito
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: MSB-06.





Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TRCM3-S00328.
Número de Controle: 0230. (E).
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Residência.
Designação arquitetônica: Residência.
Local da construção: Rua Cesário Mota por volta do nº 20/22. Centro. Cidade de Sorocaba. Estado de São Paulo.
Origem do nome da construção: Nomenclatura técnica da arquitetura.
Construtor: Sob pesquisas..
Arquiteto: Sob pesquisas.
Início da construção: Sob pesquisas.
Tempo decorrido: Sob pesquisas.
Témino/Inaguração: Sob pesquisas.
Sistema de construção primária: Sob pesquisas.

Local do resgate: Rua Cesário Mota por volta do nº 45. Centro de Sorocaba. Estado de São Paulo.
Casa ao lado do Mosteiro de São Bento
Ano da construção: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Sigla oficial: . ★ . ( Um ponto, uma Estrela de seis pontas e outro ponto).
Detalhes: Tijolo apresenta uma rachadura do lado esquerdo.
Descrições físicas:
Formato da moldura: Sextavado ponta de lança composto. (Formato sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 28,0cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.548cm³.
Peso: 3.350g.
Código Munsell: 5YR 4/12.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Estado de conservação: Bom.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: MSB-07.
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Publicação 028:

Tijolos.
Palacete do Barão do Rio Pardo. Bairro Campos Elíseos.
Cidade de São Paulo. Estado de São Paulo.


Código da imagem: PBR-01.
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História.

Local Alameda Ribeiro da Silva esquina com a Alameda Barão de Piracicaba. Bairro Campos Elísios. Município de São Paulo.


Obs.: O Condephaat retirou o Palacete da lista dos prédios tombados alegando que o edifício era irrecuperável. (Matéria publicada na Folha). Resumindo, tudo que resta do antigo palacete vai para alguma pena... Um dos imóveis mais antigos do outrora elegante bairro de Campos Elíseos, é este mal cuidado casarão que hoje se apresenta completamente em ruínas, como na foto abaixo:



Construído em 1880 para servir de residência a Antônio José Correia, mais conhecido como o 3º Barão do Rio Pardo, a casa fica localizado na Alameda Ribeiro da Silva esquina com a Alameda Barão Até então o barão residia na cidade paulista de Casa Branca, onde possuía grande fazenda de café e atuava como benfeitor e político local, chegando a ser prefeito desta cidade. Leal ao Império do Brasil e membro do Partido Conservador, Antônio José Correia recebeu a comanda imperial Ordem da Rosa e em 1887 foi alçado a barão. 

Em 1918 o casarão muda de proprietário mais uma vez. O Conde de Serra Negra vende a propriedade para Dario Sebastião de Oliveira Ribeiro. O Doutor Dario Ribeiro, como era mais conhecido, mudou-se entre 1918 e 1920 para o casarão juntamente com sua esposa e seus quatro filhos, três mulheres e um homem. Era advogado e presidente da Faculdade de Direito de São Paulo e também teve carreira política atuando como deputado estadual. Viúvo de Edith Reis de Oliveira Ribeiro, ele viveria com os filhos no casarão até vir a falecer em 7 de fevereiro de 1946.

Como quase a totalidade dos casarões e palacetes do bairro de Campos Elíseos, a antiga residência do Barão do Rio Pardo e de Dário Ribeiro e família era uma construção magnífica. Tombada como patrimônio histórico pelo Condephaat na década de 1980, o imóvel é localizado no número 180 da alameda Ribeiro da Silva, mas também possui entrada pela alameda Barão de Piracicaba. Construída no canto do terreno, deixando o restante livre para as cocheiras (depois garagens) e área verde, possuía um belo jardim com árvores frutíferas, como abacateiro, jabuticabeira e ameixeira, a araucárias. Algumas destas árvores estão por ali até hoje, dividindo o espaço com um estacionamento. Na arquitetura, o casarão é repleto de detalhes e adornos por toda a sua fachada e frontão, possui desenhos florais nos ladrilhos da varanda e muitos elementos decorativos em ferro e madeira. Os portões são importados da França, e no seu interior o assoalho é feito em madeira de lei, enquanto portas, escadas e janelas eram em pinho de riga. Mas, com toda certeza, um dos principais detalhes do casarão são dois bustos que existiam na lateral do imóvel e que há muito tempo foram roubados. Algumas pessoas que moram na região costumam chamar o imóvel de Palacete Princesa Isabel. Este costume começou desde que os dois bustos desapareceram. Alguém lançou o boato que os bu lenda pegou. Na verdade os bustos eram de Adelina Correia e Ana Cândida Correia, respectivamente esposa e filha do Barão do Rio Pardo. Levados a mais ou menos 15 anos atrás, restaram apenas as marcas. Do passado glorioso deste casarão, que teve tantos proprietários importantes e nobres o que resta são ruínas. Depois do falecimento de Pedro Oliveira Ribeiro Neto o casarão sem seu dono ficou lar invadido e transformado em cortiço, assim permanecendo até 2008.

O período em que foi invadido contribuiu demais para acelerar a deterioração do imóvel. Louças de banheiro, espelhos, madeiras nobres e ferro foram retirados e vendidos.
Não sabemos quem são os donos atuais e se os mesmos são herdeiros da Família Ribeiro (a pesquisa está em andamento), entretanto desde 2010 um estacionamento de veículos funciona na área do residência.
Como é possível dar licença para um estabelecimento operar em uma área de risco, com um casarão cujo andar superior tem relativo risco de desabamento ? E como podem autorizar um estacionam exigir nenhuma contrapartida de reforma ou restauro ? Estas são perguntas que o poder público precisa responder aos cidadãos. Enquanto o imóvel fica nesta triste situação, uma coisa é certa: o casarão construído pelo Barão do Rio Pardo é prisioneiro tal qual a coluna romana por trás do arame farpado da foto acima.
É prisioneiro de um poder público ineficiente na preservação de seu patrimônio histórico, cujas autoridades são – no mínimo – coniventes com a destruição de nossa história.
Fonte: http://www.saopauloantiga.com.br/palacete-do-barao-do-rio-pardo/

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O Tijolo.




Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TPBRP-0075.
Número de Controle: XXX 
Construção: Palacete.
Designação arquitetônica: Palacete.
Local da construção: Alameda Ribeiro da Silva esquina com a Alameda Barão de Piracicaba. Bairro Campos Elísios. Município de São Paulo.
Origem do nome da construção: Em homenagem ao proprietário. Antônio José Correia, mais conhecido como o 3º Barão do Rio Pardo.
Arquiteto/Construtor: projeto atribuído ao Coronel Antônio José Corrêa (o próprio Barão do Rio Pardo),
Início da construção: 1880.
Tempo decorrido: 3 anos.
Término/Inauguração: 1883. Observação: O início da construção ainda gera discussões.
Sistema de construção primária:  Alvenaria de tijolos cerâmico.
Fabricante: Fábrica de Tijolos Paulista.
Data de aquisição do tijolo: 06/2009.
Fundador: Dr. Samuel Eduardo da Costa Mesquita.
Marca do fabricante: PAULISTA (Palavra: Paulista).
Local da olaria: Praça Hermelino Matarazzo. São Caetano do Sul. São Paulo.
Data de fundação da Olaria: 1880.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data provável da fabricação: 1880.
Datação do tijolo: Entre 135 e 138 anos em 2019.
Detalhes: Peça resgatada em um monte de lixo e entulhos na calçada em frente ao prédio depois do desabamento.
Formato da moldura: Sextavado reto simples. (Formato  sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas.
Detalhes:
Medidas:
Comprimento: 27,0cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.457cm³.
Peso: 4.050g.
Código Munsell: 7.5YR 7/6.
Integridade da peça: Completa.
Posição na fotografia: Parte frontal.
Designação: Material construtivo.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: NIKON D3100. 18:55 mm.
Código da imagem: PBR-03.
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Em fase de atualizações.

Publicação 029:
Tijolos.
Quartel da Guarda Cívica. Parque Dom Pedro. Cidade de São Paulo.

Para esta coleção foram selecionados 20 tijolos.

Mapa com a cronologia construtiva está em fase de pesquisas, já que o local passou por mais de 12 instituições desde a primeira construção que era a sede da casa do Fonseca por volta de 1840.


Código da imagem: QG-01.

História.

O Quartel do Segundo Batalhão de Guardas, em São Paulo - SP, foi sede da Chácara do Fonseca, Seminário de Educandas e, em 1862, abrigou o Hospício dos Alienados.

CONDEPHAAT – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico
Nome atribuído: Quartel do Segundo Batalhão de Guardas
Localização: Parque Dom Pedro II – São Paulo.
Número do Processo: 21740/81 21740/81-Museu-Militar
Resolução de Tombamento: Resolução 33, de 28/08/1981
Publicação do Diário Oficial: Poder Executivo – Seção I, 01/09/1981, p. 09
Livro do Tombo Histórico: Nº inscr. 153, p. 27, 22/12/1981

Descrição: Inicialmente, o prédio foi sede da Chácara do Fonseca para depois funcionar como Seminário de Educandas. Em 1862, abrigou o Hospício dos Alienados, que aí permaneceu até 1903 e, três anos depois, foi utilizado pelo quartel, ocasião em que sofreu modificações e adaptação ao novo uso. De autoria desconhecida, o edifício de dois pavimentos, construído em taipa de pilão e alvenaria de tijolos, apresenta uma série de alterações. O corpo principal da edificação, o mais antigo, de 1842, permanece com elementos originais como forros, assoalhos, molduras de vãos, portas com as respectivas bandeiras de vidros coloridos e vergas retas ou em arcos pleno, influência do neoclassicismo. Posteriormente, foram construídas as alas laterais que datam das últimas décadas do século XIX e, já neste século, a última grande obra que interligou as duas alas laterais do edifício. Internamente, há uma varanda que percorre todo o pátio.
Fonte: Heloísa Barbosa da Silva.

CONPRESP – Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo
Nome atribuído: Quartel do Segundo Batalhão de Guardas
Localização: Parque Dom Pedro II – São Paulo - SP
Resolução de tombamento: Resolução 05, de 05/04/1991

Outras fontes:

Resolvemos publicar matérias de outras fonte porque é perceptível que as datas parecem não estarem alinhadas com as construções que ocorreram durante o período entre 1852 até 1890.

1. ..."Anos depois, a edificação alugada encontrava-se em péssimas condições físicas e o Governo do Estado adquiriu do cônego Monte Carmelo a Chácara do Freitas, anteriormente conhecida por Chácara do Fonseca. O acesso ao local era feito pela ponte de Tabatinguera – conhecida como Ponte do Fonseca, desde o século XVIII. “Fonseca” era Domingos da Fonseca Leitão, um “cirurgião”, licenciado. A edificação onde foi instalada o hospital era a antiga sede da Chácara do Fonseca. Essa propriedade na Várzea do Carmo foi adquirida em 1859, a edificação da antiga chácara foi adaptada e o hospital inaugurado em 19 de maio de 1862. Dez anos depois (1872), a construção estava em ruínas e o então presidente João Teodoro Xavier, juntamente com o Ministro da Agricultura, José Fernandes da Costa Pereira Júnior, autorizaram melhorias para impedir que a edificação se transformasse em ruínas"...

2. "A construção possuía originalmente um único lanço. Embora de grandes proporções (25 vãos de extensão no segundo pavimento da fachada), o hospício a partir de sua instalação nunca deixou de estar em contínuo aumento. Em 1870, foi empreendida uma profunda reforma interna na parte principal da construção. Dessa intervenção se conservam ainda muitos traços: amplas portas de arco pleno e molduras internas, que revelam a influência de um rude Neoclassicismo. No tempo do Presidente João Teodoro Xavier de Matos (1828-1878), em 1874, durante a abertura da Rua do Hospício, a cargo da Câmara Municipal e executada com recursos provinciais, aproveitou-se para arrasar o monte que se erguia fronteiro à construção, o antigo Morro do Saibro ou da Tabatinguera, e abrir um largo no local, com a justificativa de que a elevação, muito próxima da fachada do manicômio, o tornava insalubre, úmido e sombrio. Ao longo dos anos 1870, 80 e 90, duas outras alas seriam erguidas, formando um enorme edifício com gigantesco pátio central. A ala da direita seria ocupada pelas mulheres e a esquerda pelos homens"...

3. De acordo com a ficha de tombamento feita pelo CONDEPHAAT:
“O prédio é datado de 1842, foi sede da chácara do Fonseca até 1859, quando a Fazenda Provincial o adquiriu, para ser instalado o Seminário das Educandas. Em 1862 foi transferido
para aquele prédio o Hospício dos Alienados, que lá permaneceu até 1903. Em 1906 ali foi instalado um quartel, que atualmente mantém uma parte do Batalhão de Guardas da Segunda Região
Militar do II Exército.”
Página 48.

4. A história do Quartel Tabatinguera diverge quanto à sua datação. De acordo com o processo de tombamento do CONDEPHAAT nº 21740/1981 e o livro de Bens Culturais Arquitetônicos no Município e Região Metropolitana de São Paulo, sua primeira construção seria datada do ano de 1842, no qual tinha como função abrigar a sede da Chácara dos Fonseca, todavia, nas documentações encontradas no Centro de Integração de Apoio Patrimonial da Polícia Militar, o CIAP, consta que a primeira construção seria da data de 1791, teoria essa, reforçada pela planta de 1796 na qual a edificação já aparece como existente. Inicia-se como sede da Chácara do Fonseca pertencente ao Cônego Joaquim de Monte Carmelo e posteriormente é adquirida pela Fazenda Provincial em 1859 para transformar-se em Seminário das Educandas.
Fonte: https://dspace.mackenzie.br/bitstreams/8a5c196c-8f58-4737-8267-4cc599182be3/download


Tombamentos.

CONPRESP: Tombamento.

Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo
Resolução no . 05/91
Por decisão unânime dos Conselheiros presentes à reunião realizada aos cinco dias do mês de abril de 1991, o Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo - CONPRESP, resolve, nos termos e para os fins da Lei no 10.032/85, com as alterações introduzidas pela Lei n o 10.236/86, tombar "ex-officio" os bens abaixo descriminados:
(...)
31) Quartel do Segundo Batalhão de Guarda - Parque D. Pedro II - Rua Frederico Alvarenga, s/no - Centro;
(...)
Esta resolução deverá ser submetida à efetivação da Senhora Secretária, bem como homologada pela Senhora Prefeita, com posterior registro no livro próprio.

 
Condephaat: Tombamento.

Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo.
Número do Processo:  21740/81
Resolução de Tombamento:  Resolução 33 de 28/08/1981
Livro do Tombo Histórico: inscrição nº 153, p. 27, 22/12/1981
Resolução SC 33/81, de 28 de agosto de 1981, publicado no DOE 01/09/81
O Secretário Extraordinário da Cultura, nos termos do artigo 1o do Decreto-Lei 149, de 15 de agosto de 1969,
Resolve:
Artigo 1o – Fica tombado como bem cultural de interesse arquitetônico o Quartel que abriga o 2o Batalhão de Guardas, sito à Rua Frederico Alvarenga, s/no , no Parque D. Pedro II, um dos mais antigos edifícios remanescentes da paisagem urbana do século XIX, que ainda restam nesta Capital.
Artigo 2o – Fica o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado autorizado a inscrever no Livro do Tombo competente, o imóvel em referência para os devidos e legais efeitos.
Artigo 3o - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação.

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Código da imagem: QG-03.




Mapa de 1897.
Código da imagem: QG-04.
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Código da imagem: QG-05.

Nesta imagem rara é possível observar que os tijolos chegavam as construções através do transporte em barcos saindo do Tietê até o rio Tamanduateí quando as entregas eram feitas para centro de São Paulo. Tombo: DC/0000580/E Fotógrafo: BECHERINI, Aurélio (Becherini) Data: 1911 - 1922. Descrição: Vista do Rio Tietê tomada da Ponte Grande em direção da Zona Oeste da cidade entre 1911 e 1920. Em primeiro plano, em ambas as margens do rio, vê-se a atividade de olaria, bastante comum na época em função da disponibilidade da lama. No plano médio, na margem esquerda do rio, as instalações do Clube de Regatas Tietê, fundado em 1900. Ao fundo, na margem direita, instalações do Clube Espéria. Modalidade: 

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Galeria de imagens.

 As descrições das peças estão sendo atualizadas conforme os resultados das pesquisas. Fotografias da época do desabamento da parede que fica ao lado do Rio Tamanduateí. Imagens autorizadas. Os tijolos foram colhidos com autorização do pessoal que estavam de plantão no dia

Autoria das imagens: Gabriela Machado. Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm. 


Código da imagem: QG-06.


Código da imagem: QG-07.

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O prédio inicialmente foi sede da Chácara dos Fonseca, funcionando posteriormente como Seminário de Educandas. Entre 1862 e 1903, abrigou o Hospício dos Alienados. Finalmente, em 1906, passou a ser utilizado como quartel, ocasião em que ocorreram as reformas e adaptações da edificação ao novo uso. O corpo principal do edifício, datado de 1842, foi acrescido de duas alas laterais, nas últimas décadas do século XIX, e de um terceiro anexo interligando as alas laterais, já no século XX.
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Quadro com análises das diferentes medidas dos tijolos na mesma parede.


Uma forte evidência de que em uma construção foram usados muito tijolos de outras construções antigas, e não necessariamente comprados de um depósito ou mesmo direto de uma olaria. É a quantidade de tijolos de marcas e medidas deferentes encontrados numa mesma parede. Este é o caso dos tijolos do Quartel, pois quando esses exemplares foram resgatados, todos estavam praticamente perto um dos outros demonstrando assim que todos foram assentados numa pequena parte da parede. Muitas edificações passam por reformas, ampliações, entre outras interferências nas suas estruturas por toda a sua existência e assim vão "colecionando" uma quantidade absurda de tijolos de várias olarias e cerâmicas até mesmo de outras cidades e de outros estados. A lista abaixo, que ainda não está completa, reforça as narrativas acima é possível notar que dos seis tijolos até agora catalogados, e são esses exemplares que estavam na mesma parede, apresentam medidas diferentes e o que mais demonstra esse sistema de reuso são os itens largura e peso, dos seis tijolos analisados nenhum tem a mesma largura e nem o mesmo peso. os itens em vermelho mostram igualdade de medidas. 


0123

TQGC-00630.

Sextavado abaloado.

Sigla: J A F

27,7 cm.

14,5 cm.

7,5 cm.

3.012 cm³.

4.305 g.

Pb. 182

0124

TQGC00631.

Sextavado simples.

Sigla: L ponto S ponto

27,0 cm.

13,3 cm.

7,0 cm.

2.513 cm³.

3.195 g.

Pb. 182

0125

TQGC-00632.

Não consta.

Não consta. Liso (1).

26,0 cm.

12,4 cm.

7,0 cm.

2.256 cm³.

3.324 g.

Pb. 182

0126

TQGC-00633.

Sextavado abaloado.

Sigla: J E S

27,0 cm.

13,6 cm.

7,0 cm.

2.570 cm³.

3,658 g.

Pb. 182

0127

TQGC-00634.

Sextavado simples.

Marca: Dois traços na horizontal.

28,0 cm.

13,5 cm.

7,0 cm.

2.646 cm³.

4.100 g.

Pb. 182

0128

TQGC-00635.

Sextavado abaloado.

Sigla: J E “S”

28,0 cm.

14,7 cm.

7,0 cm.

2.881 cm³.

4,218 g.

Pb. 182

0129

TQGC-00636. (1).

Sextavado abaloado.

Não consta. Moldura (1).

28,0 cm.

13,0 cm.

8,0 cm.

2.912 cm³.

4.613 g.

Pb. 182

0130

TQGC-00637. (2).

Sextavado abaloado.

Não consta. Moldura (2).

28,6 cm.

14,0 cm.

8,0 cm.

3.203 cm³.

4,770 g.

Pb. 182

0131

TQGC-00638. (3).

Sextavado abaloado.

Não consta. Moldura (3).

27,0 cm.

13,0 cm.

7,0 cm.

2.457 cm³.

3,778 g.

Pb. 182

0132

TQGC-00639. (4).

Sextavado arqueado.

Não consta. Moldura (4).

28,5 cm.

14,2 cm.

7,0 cm.

2.832 cm³.

3.707 g.

Pb. 182

0133

TQGC-00640. (5)

Sextavado abaloado.

Não consta. Moldura (5).

29,0 cm.

13,5 cm.

8,0 cm.

3.132 cm³.

4.505 g.

Pb. 182

0134

TQGC-00641. (6).

Sextavado abaloado.

Não consta. Moldura (6).

28,2 cm.

13,2 cm.

8,0 cm.

2.977 cm³.

4.480 g.

Pb. 182

0135

TQGC-00642.

Não consta

Não consta. Liso (2).

27,5 cm.

13,5 cm.

8,0 cm.

2.970 cm³.

3,900 g.

Pb. 182

0136

TQGC-00643.

Não consta

Não consta. Liso (3).

28,5 cm.

14,5 cm.

7,5 cm.

3.099 cm³.

4,758 g.

Pb. 182

0137

TQGC-00644. (1).

Sextavado abaloado.

Sigla: *x P *x P *x (1).

27,5 cm.

12,0 cm.

7,0 cm.

2.310 cm³.

3,378 g.

Pb. 182

0138

TRCM3-S00329.

Sextavado composto.

Marca: ponto ponto

28,0 cm.

13,0 cm.

7,0 cm.

X cm³.

3,334 g.

Pb. 182

0139

TQGC-00646. (3).

Sextavado abaloado.

Sigla: P P (2).

26,8 cm.

13,0 cm.

6,5 cm.

2.264 cm³.

2,880 g.

Pb. 182

0140

TQGC-00647. (1).

Sextavado abaloado.

Sigla: P C (1).

29,0 cm.

13,0 cm.

7,5 cm.

2.827 cm³.

3.820 g.

Pb. 182

0141

TQGC-00648.

Sextavado abaloado.

Sigla: S C

25,0 cm.

13,0 cm.

6,2 cm.

2.015 cm³.

2.942 g.

Pb. 182

0142

TQGC-00649. (2).

Sextavado abaloado.

Sigla: P C (2).

28,5 cm.

13,5 cm.

7,5 cm.

2.885 cm³.

3,712 g.

Pb. 182

0143

TQGC-00650. (7).

Sextavado abaloado.

Não consta. Moldura (7).

29,0 cm.

13,6 cm.

8,0 cm.

3.155 cm³.

4,440 g.

Pb. 182

0144

TQGC-00651.

Arco simples.

Marca: Dois traços Vertical

27,0 cm.

13,0 cm.

7,0 cm.

2.457 cm³.

3.639 g.

Pb. 182

0145

TQGC-00652.

Sextavado arq. compost.

Marca: Dois traços Horiz.

25,0 cm.

12,2 cm.

6,2 cm.

1.891 cm³.

2,709 g.

Pb. 182


Resumo comparativo com base no quadro acima onde as diferentes medidas dos tijolos que foram resgatados de uma mesma parede.
Geralmente uma estrela entre duas letras, gravadas em tijolos, indica uma sociedade, neste caso as estrelas são
substituídas pelo caractere comercial " &".

Código da imagem: QG-08.
Descrições:  
Patrimônio: Comprimento. Largura. Altura.  Volume. Peso:

TQGC-00630.          27,7cm.    14,5cm.    7,5cm.    3.012cm³.    4.305g 
TQGC00631.           27,0cm.    13,3cm.    7,0cm.    2.513cm³.    3.195g.
TQGC-00632.          26,0cm.    12,4cm.    7,0cm.    2.256cm³.    3.324g. 
TQGC-00633.          27,0cm.    13,6cm.    7,0cm.    2.570cm³.    3,658g. 
TQGC-00634.          28,0cm.    13,5cm.    7,0cm.    2.646cm³.    4.100g. 
TQGC-00635.          28,0cm.    14,7cm.    7,0cm.    2.881cm³.    4.218g. 
TQGC-00636.          28,0cm.    13,0cm.    8,0cm.    2.912cm³.    4.613g.
TQGC-00637.          28,6cm.    14,0cm.    8,0cm.    3.203cm³.    4,770g.
TQGC-00638.          27,0cm.    13,0cm.    7,0cm.    2.457cm³.    3,778g.
TQGC-00639.          28,5cm.    14,2cm.    7,0cm.    2.832cm³.    3.707g.
TQGC-00640.          29,0cm.    13,5cm.    8,0cm.    3.132cm³.    4.505g.
TQGC-00641.          28,2cm.    13,2cm.    8,0cm.    2.977cm³.    4.480g.
TQGC-00642.          27,5cm.    13,5cm.    8,0cm.    2.970cm³.    3,900g.
TQGC-00643.          28,5cm.    14,5cm.    7,5cm.    3.099cm³.    4,758g.
TQGC-00644.          27,5cm.    12,0cm.    7,0cm.    2.310cm³.    3,378g.
TQGC-00646.          26,8cm.    13,0cm.    6,5cm.    2.264cm³.    2,880g.
TQGC-00647.          29,0cm.    13,0cm.    7,5cm.    2.827cm³.    3.820g.
TQGC-00648.          25,0cm.    13,0cm.    6,2cm.    2.015cm³.    2.942g.
TQGC-00649.          28,5cm.    13,5cm.    7,5cm.    2.885cm³.    3,712g.
TQGC-00650.          29,0cm.    13,6cm.    8,0cm.    3.155cm³.    4,440g.


Conclusões com base nos dados acima.

Foram selecionados 20 exemplares para esse estudo.

Item comprimento.......................11 tijolos medidas diferentes. 
Item largura................................12 tijolos medidas diferentes. 
Item altura....................................5 tijolos medidas diferentes.
Item volume................................20 tijolos medidas diferentes.
Item peso....................................20 tijolos medidas diferentes.

Quadro das porcentagens:
Item comprimento: 45% tinham medidas diferentes.
Item largura: 40% tinham medidas diferentes.
Item altura: 75% tinham medidas diferentes.
Item volume: 100% tinham medidas diferentes.
Item peso: 100% tinham medidas diferentes.

Com base no quadro acima podemos concluir que a porcentagem nas diferenças estão bem fora dos padrões normais de construção de paredes onde apenas uma medida de tijolos são encontradas.

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Os Tijolos.

Em fase de atualizações.



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TQGC-0631.
Número de Controle: 0124.
Construção: Quartel.
Designação arquitetônica: Durante sua existência o local passou por várias modificações, sendo assim, fica com designação a construção primária, que era uma residência.
Citação. Taipa de pilão:
"O imóvel, localizado no final da ladeira da Rua da Tabatinguera e datando de 1842,
foi construído em taipa de pilão e alvenaria de tijolos".
Página 1.
Local da construção: Antigo Quartel da Guarda Cívica. Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Paulo.
Ano do início da construção: 1860. 
Datação: 160 anos em 2020.
Sistema de construção primária: Taipa de pilão e de mão com grade.  Com o passar do tempo foram acrescentados tijolos a construção.
Local do resgate: Avenida do Estado s/n. .
O edifício fora sede da Chácara do Fonseca (início séc. XIX), Convento (data desconhecida), Seminário de Educandos (1860), Seminário de
Educandas (1861), Hospício dos Alienados (1862-1903) e Almoxarifado e Quartel da Guarda Cívica.
Fonte: http://www.preservasp.org.br/15_informativo_batalhao
Contato para liberação do item:
Local do resgate: Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo.
Sistema de aquisição: Por doação.
Data do resgate: : 02/03/2019.
Fabricante: Sob pesquisa.
Local do fabricante: Sob pesquisa.
Sigla oficial do fabricante: J A F (Uma letra J, uma letra A e uma letra F).
Data provável da fabricação:  Segunda metade do século XIX.
Datação do tijolo: Entre 120 e 125 anos em 2019.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Detalhes: Tijolo com a mesma marca (Sigla) foi encontrado na empresa Construverde.
Formato  da moldura: Sextavado simples largo. (Formato  sugerido pelo MVTA).
Medidas:
Comprimento: 27,5cm.
Largura: 15,0cm.
Altura: 7,4cm.
Volume: 3.052cm³.
Peso: 4.510g.
Código Munsell: 5YR 8/2.
Integridade da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Gabriela de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: QG-09.



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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TQGC-0632.
Número de Controle: 0125
Construção: Quartel.
Designação arquitetônica: Durante sua existência o local passou por várias modificações, sendo assim, fica com designação a construção primária, que era uma residência.
Citação. Taipa de pilão:
"O imóvel, localizado no final da ladeira da Rua da Tabatinguera e datando de 1842,
foi construído em taipa de pilão e alvenaria de tijolos".
Página 1.
Local da construção: Antigo Quartel da Guarda Cívica. Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Paulo.
Ano do início da construção: 1860. 
Datação: 160 anos em 2020.
Sistema de construção primária: Taipa de pilão e de mão com grade. Com o passar do tempo foram acrescentados tijolos a construção.
Local do resgate: Avenida do Estado s/n. 
O edifício fora sede da Chácara do Fonseca (início séc. XIX), Convento (data desconhecida), Seminário de Educandos (1860), Seminário de
Educandas (1861), Hospício dos Alienados (1862-1903) e Almoxarifado e Quartel da Guarda Cívica.
Fonte: http://www.preservasp.org.br/15_informativo_batalhao.
QUARTEL DO SEGUNDO BATALHÃO DE GUARDAS.
Tombamento.
Parque Dom Pedro II - Centro
Processo: 21740/81 Tomb.: Res. 33 de 28/8/81 D.O.: 1/9/81
Livro do Tombo Histórico: Inscrição nº 153, p. 27, 22/12/1981
Inicialmente, o prédio foi sede da Chácara do Fonseca para depois funcionar como Seminário de Educandas. Em 1862, abrigou o Hospício dos
Alienados, que aí permaneceu até 1903 e, três anos depois, foi utilizado pelo quartel, ocasião em que sofreu modificações e adaptação ao novo uso.
De autoria desconhecida, o edifício de dois pavimentos, construído em taipa de pilão e alvenaria de tijolos, apresenta uma série de alterações. O
corpo principal da edificação, o mais antigo, de 1842, permanece com elementos originais como forros, assoalhos, molduras de vãos, portas com
as respectivas bandeiras de vidros coloridos e vergas retas ou em arcos pleno, influência do neoclassicismo. Posteriormente, foram construídas as
alas laterais que datam das últimas décadas do século XIX e, já neste século, a última grande obra que interligou as duas alas laterais do edifício.
Internamente, há uma varanda que percorre todo o pátio.
Fonte Heloísa Barbosa da Silva
Foto Edna H. M. Kamide.
Fonte: http://www.preservasp.org.br/forum/index.php?action=search2
Sistema de aquisição: Por doação.
Data do resgate: 08/02/2019.
Fabricante: Sob pesquisa.
Local do fabricante: Sob pesquisa.
Sigla oficial do fabricante: L . S . (Uma letra L, um ponto, uma letra S e mais um ponto).
Data provável da fabricação:  Segunda metade do século XIX.
Datação do tijolo: Entre 120 e 125 anos em 2019.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Detalhes:
Formato da moldura: Sextavado simples estreito
. (Formato  sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 27,0cm.
Largura: 13,3cm.
Altura: 6,5cm.
Volume: 2.334cm³.
Peso: 3.290g.
Código Munsell: 5YR 8/4.
Integridade da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: QG-10.
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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TQGC-0642.
Número de Controle: 0135.
Construção: Quartel.
Designação arquitetônica: Durante sua existência o local passou por várias modificações, sendo assim, fica com designação a construção primária, que era uma residência.
Citação. Taipa de pilão:
"O imóvel, localizado no final da ladeira da Rua da Tabatinguera e datando de 1842,
foi construído em taipa de pilão e alvenaria de tijolos".
Página 1.
Local da construção: Antigo Quartel da Guarda Cívica. Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Paulo.
Ano do início da construção: 1860. Datação: 160 anos em 2020.
Sistema de construção primária: Taipa de pilão e de mão com grade. Com o passar do tempo foram acrescentados tijolos a construção.
Local do resgate: Avenida do Estado s/n. 
O edifício fora sede da Chácara do Fonseca (início séc. XIX), Convento (data desconhecida), Seminário de Educandos (1860), Seminário de
Educandas (1861), Hospício dos Alienados (1862-1903) e Almoxarifado e Quartel da Guarda Cívica.
Fonte: http://www.preservasp.org.br/15_informativo_batalhao
Sistema de aquisição: Por doação.
Data do resgate: 08/02/2019.

A Olaria

Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas
Marca/Sigla do fabricante: Não consta. Peça lisa sem qualquer identificação.
Data provável da fabricação: Segunda metade do século XIX.
Datação do tijolo: Entre 120 e 125 anos em 2019.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Formato da moldura: n/c. Peça lisa sem qualquer identificação ou relevo alto ou baixo.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,0cm.
Largura: 12,4cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.256cm³.
Peso: 3.334g.
Código Munsell: 10R 5/10.
Integridade da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Observações complementares: Alguns documentos narram que tijolos que são lisos dos dois lados e com tom avermelhado são conhecidos como
"Tijolo Burro".
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: QG-12.
Outros tijolos do Quartel que continuam na parte 151. Acesse o link abaixo:
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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TQGC-00633.
Número de Controle: 0126.
Construção: Quartel.
Designação arquitetônica: Durante sua existência o local passou por várias modificações, sendo assim, fica com designação a construção primária, que era uma residência.
Citação. Taipa de pilão:
"O imóvel, localizado no final da ladeira da Rua da Tabatinguera e datando de 1842,
foi construído em taipa de pilão e alvenaria de tijolos".
Página 1.
Local da construção: Antigo Quartel da Guarda Cívica. Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Paulo.
Ano do início da construção: 1860. 
Datação: 160 anos em 2020.
Sistema de construção primária: Taipa de pilão e de mão com grade. Com o passar do tempo foram acrescentados tijolos a construção.
Local do resgate: Avenida do Estado s/n. 
Ano da construção: Início por volta de 1860 e passa por reformas sucessivas até hoje.
O edifício fora sede da Chácara do Fonseca (início séc. XIX), Convento (data desconhecida), Seminário de Educandos (1860), Seminário de Educandas (1861),
Hospício dos Alienados (1862-1903) e Almoxarifado e Quartel da Guarda Cívica.
Fonte: http://www.preservasp.org.br/15_informativo_batalhao
Contato para liberação do item:
Sistema de aquisição: Por doação.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Datação do tijolos: Data base 1903, ano em que a parede onde os tijolos estavam foi construída, mas provavelmente esses tijolos foram fabricados no século XIX.
Como ainda precisamos de mais pesquisas com documentos da época as datas permanecem como itens “Sob pesquisas”.

Observações Importantes.

1- Se os tijolos foram fabricados entre 1902 e 1903, poderíamos considerar uma datação entre 118 e 119 anos em 2021.
2- Se os tijolos foram fabricados no século XIX e sejam de reaproveitamento, neste caso a datação fica ainda mais complexa pois podem ter pertencido a construções
muito mais antigas passando assim dos 140 anos cada.
3- Quando encontramos numa mesma parede uma quantidade bem maior do que o razoável de marcas diferentes, isso é um forte indício de que aquela parte da
construção foi feita com tijolos reaproveitados.

Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: J E S (1). (Uma letra J, letra E e uma letra S).
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 27,0cm.
Largura: 13,6cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.570cm³.
Peso: 3.658g.
Código Munsell: 5YR 8/4.
Integridade da peça: Completa/Excelente.
Formato da moldura: Sextavado simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. 
Fonte: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho_
Página nº 202.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: QG-13.

Obs.:
A olaria citada abaixo poderia ser o fabricante do tijolo acima.
Joaquim Elias da Silva.
Local: Bairro da Barra Funda. São Paulo.
Fonte: Trabalho de NATÁLIA MARIA SALLA.
Olarias identificadas na cidade de São Paulo entre as décadas de 70 e 80 do século XIX.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1878.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1878.
Sigla sugerida: J E S

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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TQGC-00635.
Número de Controle: 0128.
Construção: Quartel.
Designação arquitetônica: Durante sua existência o local passou por várias modificações, sendo assim, fica com designação a construção primária, que era uma residência.
Citação. Taipa de pilão:
"O imóvel, localizado no final da ladeira da Rua da Tabatinguera e datando de 1842,
foi construído em taipa de pilão e alvenaria de tijolos".
Página 1.
Local da construção: Antigo Quartel da Guarda Cívica. Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Paulo.
Ano do início da construção: 1860. 
Datação: 160 anos em 2020.
Sistema de construção primária: Taipa de pilão e de mão com grade. Com o passar do tempo foram acrescentados tijolos a construção.
Local do resgate: Avenida do Estado s/n. 
Ano da construção: Início por volta de 1860 e passa por reformas sucessivas até hoje.
O edifício fora sede da Chácara do Fonseca (início séc. XIX), Convento (data desconhecida), Seminário de Educandos (1860), Seminário de Educandas (1861),
Hospício dos Alienados (1862-1903) e Almoxarifado e Quartel da Guarda Cívica.
Fonte: http://www.preservasp.org.br/15_informativo_batalhao
Contato para liberação do item:
Sistema de aquisição: Por doação.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Datação do tijolos: Data base 1903, ano em que a parede onde os tijolos estavam foi construída, mas provavelmente esses tijolos foram fabricados no século XIX.
Como ainda precisamos de mais pesquisas com documentos da época as datas permanecem como itens “Sob pesquisas”

Observações Importantes.

1- Se os tijolos foram fabricados entre 1902 e 1903, poderíamos considerar uma datação entre 118 e 119 anos em 2021.

2- Se os tijolos foram fabricados no século XIX e sejam de um sistema de reaproveitamento, neste caso a datação fica ainda mais complexa pois podem ter pertencido a construções
muito mais antigas, passando assim dos 140 anos cada.

3- Quando encontramos numa mesma parede uma quantidade bem maior do que o razoável de marcas diferentes, isso é um forte indício de que aquela parte da construção foi feita com tijolos reaproveitados, que podem ser de atividades filantrópicas por doações, já que a construção passou, por um longo período, por várias instituições que modificarm parte das estruturas originais.

A Olaria

Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: J E S (1). ( Uma letra J, letra E e uma letra S). (Obs.: O "S" da sigla está invertido).
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 28,0cm.
Largura: 14,7cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.881cm³.
Peso: 4,218g.
Código Munsell: 7.5YR 4/10.
Integridade da peça: Completa/Excelente.
Formato da moldura: Abaloado simples estreito. (Formato sugerido pelo MVTA).   
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: QG-14.

Obs.:
A olaria citada abaixo poderia ser o fabricante do tijolo acima:
Joaquim Elias da Silva.
Local: Bairro da Barra Funda. São Paulo.
Fonte: Trabalho de NATÁLIA MARIA SALLA.
Olarias identificadas na cidade de São Paulo entre as décadas de 70 e 80 do século XIX.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1878.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1878.
Sigla sugerida: J E S

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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TQGC-00634.
Número de Controle: 0127.
Construção: Quartel.
Designação arquitetônica: Durante sua existência o local passou por várias modificações, sendo assim, fica com designação a construção primária, que era uma residência.
Citação. Taipa de pilão:
"O imóvel, localizado no final da ladeira da Rua da Tabatinguera e datando de 1842,
foi construído em taipa de pilão e alvenaria de tijolos".
Página 1.
Local da construção: Antigo Quartel da Guarda Cívica. Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Paulo.
Ano do início da construção: 1860. 
Datação: 160 anos em 2020.
Sistema de construção primária: Taipa de pilão e de mão com grade. Com o passar do tempo foram acrescentados tijolos a construção.
Local do resgate: Avenida do Estado s/n. 
Ano da construção: Início por volta de 1860 e passa por reformas sucessivas até hoje.
O edifício fora sede da Chácara do Fonseca (início séc. XIX), Convento (data desconhecida), Seminário de Educandos (1860), Seminário de Educandas (1861),
Hospício dos Alienados (1862-1903) e Almoxarifado e Quartel da Guarda Cívica.
Fonte: http://www.preservasp.org.br/15_informativo_batalhao
Contato para liberação do item:
Sistema de aquisição: Por doação.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Datação do tijolos: Data base 1903, ano em que a parede onde os tijolos estavam foi construída, mas provavelmente esses tijolos foram fabricados no século XIX.
Como ainda precisamos de mais pesquisas com documentos da época as datas permanecem como itens “Sob pesquisas”.

Observações Importantes.

1- Se os tijolos foram fabricados entre 1902 e 1903, poderíamos considerar uma datação entre 118 e 119 anos em 2021.
2- Se os tijolos foram fabricados no século XIX e sejam de reaproveitamento, neste caso a datação fica ainda mais complexa pois podem ter pertencido a construções
muito mais antigas passando assim dos 140 anos cada.
3- Quando encontramos numa mesma parede uma quantidade bem maior do que o razoável de marcas diferentes, isso é um forte indício de que aquela parte da
construção foi feita com tijolos reaproveitados.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Marca do fabricante: - - (Na descrição não consta letras ou números, mas apenas dois pequenos traços na horizontal.).
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 27,5cm.
Largura: 13,5cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.598cm³.
Peso: 3.635g.
Código Munsell: 7.5YR 5/2.
Integridade da peça:  Completa/Excelente.
Formato da moldura: Losango arqueado. (Formato sugerido pelo MVTA). 
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: QG-15.

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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TQGC-00636. (1).
Número de Controle: 0129.
Construção: Quartel.
Designação arquitetônica: Durante sua existência o local passou por várias modificações, sendo assim, fica com designação a construção primária, que era uma residência.
Citação. Taipa de pilão:
"O imóvel, localizado no final da ladeira da Rua da Tabatinguera e datando de 1842,
foi construído em taipa de pilão e alvenaria de tijolos".
Página 1.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Local da construção: Antigo Quartel da Guarda Cívica. Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Paulo.
Ano do início da construção: 1860. 
Datação: 160 anos em 2020.
Sistema de construção primária: Taipa de pilão e de mão com grade. Com o passar do tempo foram acrescentados tijolos a construção.
Local do resgate: Avenida do Estado s/n.  
Ano da construção: Início por volta de 1860 e passa por reformas sucessivas até hoje.
O edifício fora sede da Chácara do Fonseca (início séc. XIX), Convento (data desconhecida), Seminário de Educandos (1860), Seminário de Educandas (1861),
Hospício dos Alienados (1862-1903) e Almoxarifado e Quartel da Guarda Cívica.
Fonte: http://www.preservasp.org.br/15_informativo_batalhao
Contato para liberação do item:
Sistema de aquisição: Por doação.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Datação do tijolos: Data base 1903, ano em que a parede onde os tijolos estavam foi construída, mas provavelmente esses tijolos foram fabricados no século XIX.
Como ainda precisamos de mais pesquisas com documentos da época as datas permanecem como itens “Sob pesquisas”.

Observações Importantes.

1- Se os tijolos foram fabricados entre 1902 e 1903, poderíamos considerar uma datação entre 118 e 119 anos em 2021.
2- Se os tijolos foram fabricados no século XIX e sejam de reaproveitamento, neste caso a datação fica ainda mais complexa pois podem ter pertencido a construções
muito mais antigas passando assim dos 140 anos cada.
3- Quando encontramos numa mesma parede uma quantidade bem maior do que o razoável de marcas diferentes, isso é um forte indício de que aquela parte da
construção foi feita com tijolos reaproveitados.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Marca/Sigla do fabricante: Não consta.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 28,0cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 8,0cm.
Volume: 2.912cm³.
Peso: 4.613g.
Código Munsell: 5YR 4/12.
Integridade da peça:  Completa/Excelente.
Formato da moldura: Abaloado simples largo. (Formato sugerido pelo MVTA). 
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Complemento:
As cerâmicas podem ser compostas por materiais inorgânicos e não metálicos . Eles são tipicamente de natureza cristalina e são compostos formados entre elementos
metálicos e não metálicos, como alumínio e oxigênio (alumina-Al2O3), cálcio e oxigênio (cálcia - CaO) e silício e nitrogênio (nitreto de silício-Si3N4).
Fonte: http://ceramic-studio.net/ceramic/price/the_word_ceramic/
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Machado.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-F
Código da imagem: QG-16.

Observações complementares:
É comum encontrar tijolos sem qualquer identificação do fabricante, as razões são muitas, mas evitar uma rastreabilidade para não pagar impostos é a principal.

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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TQGC-00637. (2).
Número de Controle: 0130.
Construção: Quartel.
Designação arquitetônica: Durante sua existência o local passou por várias modificações, sendo assim, fica com designação a construção primária, que era uma residência.
Citação. Taipa de pilão:
"O imóvel, localizado no final da ladeira da Rua da Tabatinguera e datando de 1842,
foi construído em taipa de pilão e alvenaria de tijolos".
Página 1.
Local da construção: Antigo Quartel da Guarda Cívica. Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Paulo.
Ano do início da construção: 1860. 
Datação: 160 anos em 2020.
Sistema de construção primária: Taipa de pilão e de mão com grade. Com o passar do tempo foram acrescentados tijolos a construção.
Local do resgate: Avenida do Estado s/n.  
Ano da construção: Início por volta de 1860 e passa por reformas sucessivas até hoje.
O edifício fora sede da Chácara do Fonseca (início séc. XIX), Convento (data desconhecida), Seminário de Educandos (1860), Seminário de Educandas (1861),
Hospício dos Alienados (1862-1903) e Almoxarifado e Quartel da Guarda Cívica.
Fonte: http://www.preservasp.org.br/15_informativo_batalhao
Contato para liberação do item:
Sistema de aquisição: Por doação.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Datação do tijolos: Data base 1903, ano em que a parede onde os tijolos estavam foi construída, mas provavelmente esses tijolos foram fabricados no século XIX.
Como ainda precisamos de mais pesquisas com documentos da época as datas permanecem como itens “Sob pesquisas”.

Observações Importantes.

1- Se os tijolos foram fabricados entre 1902 e 1903, poderíamos considerar uma datação entre 118 e 119 anos em 201.
2- Se os tijolos foram fabricados no século XIX e sejam de reaproveitamento, neste caso a datação fica ainda mais complexa pois podem ter pertencido a construções
muito mais antigas passando assim dos 140 anos cada.
3- Quando encontramos numa mesma parede uma quantidade bem maior do que o razoável de marcas diferentes, isso é um forte indício de que aquela parte da
construção foi feita com tijolos reaproveitados.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Marca/Sigla do fabricante: Não consta.
Detalhes: Estou pesquisando qual a razão que os fabricantes de alguns tijolos não imprimiam o nome da olaria no produto.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 28,6cm.
Largura: 14,0cm.
Altura: 8,0 cm.
Volume: 3.203cm³.
Peso: 4.770g.
Código Munsell: 5YR 7/8.
Integridade da peça: Completa.
Formato da moldura: Abaloado simples largo. (Formato sugerido pelo MVTA). 
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 (Oxido de Alumínio) · 2SiO2 (Dióxido de silício)· H2O.(Água).
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: QG-17.

Observações complementares:
É comum encontrar tijolos sem qualquer identificação do fabricante, as razões são muitas, mas evitar uma rastreabilidade para não pagar impostos é a principal.

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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TQGC-00638. (3).
Número de Controle: 0131.
Construção: Quartel.
Designação arquitetônica: Durante sua existência o local passou por várias modificações, sendo assim, fica com designação a construção primária, que era uma residência.
Citação. Taipa de pilão:
"O imóvel, localizado no final da ladeira da Rua da Tabatinguera e datando de 1842,
foi construído em taipa de pilão e alvenaria de tijolos".
Página 1.
Local da construção: Antigo Quartel da Guarda Cívica. Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Paulo.
Ano do início da construção: 1860. 
Datação: 160 anos em 2020.
Sistema de construção primária: Taipa de pilão e de mão com grade. Com o passar do tempo foram acrescentados tijolos a construção.
Local do resgate: Avenida do Estado s/n. 
Ano da construção: Início por volta de 1860 e passa por reformas sucessivas até hoje.
O edifício fora sede da Chácara do Fonseca (início séc. XIX), Convento (data desconhecida), Seminário de Educandos (1860), Seminário de Educandas (1861),
Hospício dos Alienados (1862-1903) e Almoxarifado e Quartel da Guarda Cívica.
Fonte: http://www.preservasp.org.br/15_informativo_batalhao
Contato para liberação do item:
Sistema de aquisição: Por doação.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Datação do tijolos: Data base 1903, ano em que a parede onde os tijolos estavam foi construída, mas provavelmente esses tijolos foram fabricados no século XIX.
Como ainda precisamos de mais pesquisas com documentos da época as datas permanecem como itens “Sob pesquisas”.

Observações Importantes.

1- Se os tijolos foram fabricados entre 1902 e 1903, poderíamos considerar uma datação entre 118 e 119 anos em 2021.
2- Se os tijolos foram fabricados no século XIX e sejam de reaproveitamento, neste caso a datação fica ainda mais complexa pois podem ter pertencido a construções
muito mais antigas passando assim dos 140 anos cada.
3- Quando encontramos numa mesma parede uma quantidade bem maior do que o razoável de marcas diferentes, isso é um forte indício de que aquela parte da
construção foi feita com tijolos reaproveitados
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Marca/Sigla do fabricante: Não consta.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 27,0cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.457cm³.
Peso: 3.779g.
Código Munsell: 7.5YR 5/4.
Integridade da peça: Completa.
Formato da moldura: Abaloado simples largo. (Formato sugerido pelo MVTA). 
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas..
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: QG-18.

Observações complementares:
É comum encontrar tijolos sem qualquer identificação do fabricante, as razões são muitas, onde a principal é evitar uma rastreabilidade para não pagar impostos, em caso de uma fiscalização.
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Publicação 031:
Tijolos. 

Instituto Pasteur. Avenida Paulista. Cidade de São Paulo.



Cartão editado em 19/12/1903.
Matéria para consulta:
https://spcity.com.br/serie-avenida-paulista-historia-do-instituto-pasteur/
Código da imagem: ITP-01.

Em fase de montagem. Grato pela atenção.

Primeiro quero agradecer a todos da direção do Instituto Pasteur que nos atenderam com muito carinho doando assim duas peças para engrandecer ainda mais o nosso pequeno acervo.
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História: 

O Instituto Pasteur é uma entidade centenária ligada à Secretaria da Saúde do Governo do estado de São Paulo dedicada à pesquisa científica sobre a raiva animal, doença infecciosa que atinge o Sistema Nervoso Central e que através da transmissão do vírus pode contaminar todos os grupos de mamíferos, sendo potencialmente fatal em casos mais graves. A grande missão do Instituto é, com as atividades em laboratórios e projetos de pesquisa, controlar e atentar a população em relação à raiva e outras encefalites virais fazendo atividades de laboratório com pesquisas e inovações. O edifício original teve projeto do arquiteto Carlos Milanese, de 1895, e foi construído para ser uma clínica de saúde. A construção em estilo neoclássico italiano, tinha acabamento de tijolos à vista e molduras com frisos e cantoneiras. Na época passou por adaptações internas para abrigar o serviço e a produção de vacinas antirábicas. Ele está localizado atualmente no logradouro: Avenida Paulista, 393 - Cerqueira César. São Paulo. Foi fundado por iniciativa privada em 5 de agosto de 1903 como uma instituição particular e altruística, tendo como seu primeiro presidente Ignácio Wallace da Gama Cochrane, ex-deputado e diretor da Superintendência de Obras Públicas do Estado. Em 1916, a instituição começou a ter problemas econômicos, impossibilitando assim que o tratamento fosse gratuito, por isso foi doada ao governo de São Paulo, o que acabou resultando no Decreto-Lei n° 1.525, de 13 de agosto de 1916. Ou seja, tornou se dever do governo do Estado a vacinação e controle da raiva. O que foi de extrema importância para a população brasileira, já que, no início do século XX, a raiva canina cresceu muito devido ao desenvolvimento industrial e o êxodo do campo e resultou em muitas mortes na sociedade, devido a isso a população necessitava muito mais do tratamento preventivo. As pessoas eram atendidas nos ambulatórios e as pessoas do interior e de outros estados também eram tratadas. Em seus primeiros anos, o Instituto tinha três principais áreas de atuação: a produção de imunobiológicos, como a vacina contra a raiva e o soro antitetânico, o ensino da bacteriologia, que incluía um curso de inspeção de alimentos, e a pesquisa na área da saúde pública, com foco em doenças tropicais. De acordo com as descobertas científicas nas instituições estrangeiras, conseguiam introduzir novas tecnologias. 
Fonte: Governo do Estado de São Paulo Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. www.saopauloinfoco.com.br/historia-do-sacoma/ 1/6
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Os Tijolos.


Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio:
TIP-00870.
Número de Controle: 0033.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Instituto Pasteur.
Local da construção: Avenida Paulista, 393. Bairro de Cerqueira César. São Paulo.
Local do resgate: Avenida Paulista nº 393.
Ano da construção: 1895.
Datação do tijolo: Entre 125 e 127 anos em 2020.
Sistema de aquisição: Por doação.
Autorizado por: Representante da secretaria.
Marca do fabricante:  SACOMAN
Fabricante: Cerâmica Saccoman Frères (Irmãos Sacoman). Cerâmica Sacoman S/A.
Ano da fundação da Olaria/Cerâmica: Por volta de 1890 no Bairro da Água Branca.
Endereço:
Loja: Rua São Bento n 389 3 andar.
Telefones: 33-4453 334277.
Fábrica e Administração: Avenida das Lágrimas n 71 Sacoman. Telefone 3-0105.
Caixa Postal: 256.
Endereço telegráfico: "TERRACOTA" - São Paulo.
Locais do fabricante: Cerâmica Saccoman Frères (Irmãos Sacoman).
Fundada pela família francesa Saccoman Fréres (Irmãos Sacoman) no Bairro da Água Branca em 1855 depois foi transferida para Osasco e depois para o Bairro do
Ipiranga (Estrada das Lágrimas nº 71). Bairro do Sacoman. São Paulo.), onde construiu sua sede em 1895. (SALLA 2014), Encerrou sua atividades em 1956, segundo a
Revista do Historiador n 145.
Fonte: https://even3.blob.core.windows.net/processos/5db1f035ac3f4d6d9ed3.pdf
Local: Endereço completo sob pesquisas. Entre 1895 e 1896.
Data de fundação da Olaria: 1890 no Bairro da Água Branca.
Marca do fabricante: Sacoman (Palavra Sacoman).
Formato da moldura: Sextavado simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Fonte: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho_
Pinto.pdf 
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,0cm.
Largura: 12,0cm.
Altura: 6,0cm.
Volume: 1.872cm³.
Peso: 3.490g.
Código de Munsell: 10R 4/14.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Código da imagem: ITP-02.

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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio:
TIP-00873.
Número de Controle: 0034.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Instituto Pasteur.
Local da construção: Avenida Paulista nº 393. Bairro de Cerqueira César. São Paulo.
Local do resgate: Avenida Paulista nº 393.
Ano da construção: 1895.
Datação do tijolo: Entre 125 e 127 anos em 2020.
Sistema de aquisição: Por doação.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Marca/Sigla do fabricante: Não consta. Superfície lisa.
Formato da moldura: Não consta.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 25,5cm.
Largura: 12,0cm.
Altura: 4,0 cm.
Volume: 1.224cm³.
Peso: 2.140g.
Código de Munsell: 5yr 5/12.
Tijolo do tipo lajota, sem qualquer inscrição, totalmente liso.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares: Tijolo do tipo lajota.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Código da imagem: ITP-03.

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Publicação 032:
Em breve.
Em fase de montagem. Grato pela atenção.
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Publicação 033:

EM FASE DE ATUALIZAÇÕES. Tijolo.

Cidade de São Luiz do Paraitinga. Estado de São Paulo.


Código da Imagem: SL-01.

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Antiga Casa. Rua do Carvalho nº entre 20 e 30. Cidade de São Luíz do Paraitinga.

Fotografia do início do século onde aparece a construção de onde o tijolo fazia parte. Rua do Carvalho nº entre 20 e 30.
Código da Imagem: SL-02.
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Fotografia de 1936. A linha em vermelho mostra o local da construção de onde o tijolo foi adquirido. Fonte; DVD com imagens antigas da cidade gentilmente cedido pela Pousada Nativas.
Código da Imagem: SL-03.
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 São Luiz do Paraitinga 

 São Luiz do Paraitinga é uma cidade paulista que se localiza na região do Alto Vale do Rio Paraíba do Sul, nas seguintes coordenadas geográficas: Latitude: 23° 13′ 23″ – S e Longitude: 45º 18′ 38″ – W. Os municípios limítrofes são: ao norte, Taubaté, cujo centro urbano dista 45 km do centro de São Luiz; ao sul Ubatuba, a 54 km; ao leste, Lagoinha a 24 km e a oeste, Redenção da Serra a 35 km; e Natividade da Serra, a 65 km. Da capital paulista, dista 171 km por rodovia. O acesso à cidade de São Luiz do Paraitinga se dá pela Rodovia Oswaldo Cruz (SP – 125) que liga Taubaté a Ubatuba. Atualmente, São Luiz do Paraitinga é um dos 39 municípios que compõem a Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte (RMVP-LN), instituída pelo Governo do Estado de São Paulo, em 9 de janeiro de 2012.
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Fotografia do início do século. Autor desconhecido. Rua do Carvalho nº entre 20 e 30.
Código da Imagem: SL-04.
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O Tijolo.  


Coleção: Marco Machado. 
Código do Patrimônio: TSLP-00890. 
Número de controle: 0040. 
Designação: Material construtivo. 
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo. 
Construção: Casa antiga. 
Local de construção: Rua do Carvalho nº entre 20 e 30. Cidade de São Luiz de Paraitinga. Estado de São Paulo. 
Local do resgate: Rua do Carvalho nº entre 20 e 30. 
Cidade de São Luiz de Paraitinga. Estado de São Paulo. 
Ano da construção: entre 1870 e 1880. 
Provável sistema de construção primária: Taipa de mão e ou taipa de pilão. Com o passar do tempo foram acrescentados tijolos a construção. Sistema de doação: Tijolo doado pelo Sr. Geraldo proprietário do antigo sobrado. Fabricante do tijolo: Sob pesquisas. Segundo alguns antigos moradores de São Luíz haviam duas olarias na cidade que já fecharam. Uma delas era da década de 1980, então descartei a possibilidade de ser a fabricante do tijolo acima a outra era mais antiga, mas preciso investigar mais na próxima oportunidade. Pude perceber durante a vigem até São Luiz que haviam barrancos enormes de argila de tonalidade avermelhada e amarela em alguns casos a branca. Muitos dos tijolos que vi em várias partes da cidade são de com mais para o vermelho devido a concentração de Óxido de Ferro. Fabricante do tijolo: Sob pesquisas. 
Sigla oficial do fabricante: M & F (Uma letra M, o caractere & comercial e uma letra F). 
Geralmente uma estrela entre duas letras, gravadas em tijolos, indica uma sociedade, neste caso as estrelas são substituídas pelo caractere comercial " &".
Local da Olaria: Sob pesquisas. 
Data de inauguração da Olaria: Sob pesquisas. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data provável da construção do antigo sobrado 1870. 
Data de fabricação do tijolo: entre 1870 e 1871. 
Datação do tijolo: Por volta de 140 anos em 2019. Se considerar o peso e as medidas certamente tem mais de cem anos. Formato da moldura: Não encontrei um documento que possa dizer qual seria a forma da moldura neste tijolo já que é primeiro que eu encontro nesse desenho e esse problema eu tenho em vários dos tijolos do acervo por falta de documentos sobre o assunto. Neste caso, como fiz com outros tijolos eu sugeri a seguinte formato: Losango arredondado com pontas semicirculares. 
Descrições físicas.
Medidas: 
Comprimento: 27,5cm. 
Largura: 13,5cm. 
Altura 7,0cm. 
Volume: 2.598cm³. 
Peso: 3.635g. 
Código Munsell: 5YR 8/4.
Integridade  da peça: Completa/Excelente. 
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O. Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos. 
Observações complementares: 
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: CANON Rebel T6i. 18:55 mm. 
Código da Imagem: SL-05.
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Os 2 exemplares abaixo foram fotografados na cidade durante as pesquisas.


Tijolos que não fazem parte do nosso acervo e que foram fotografado na cidade.   Detalhes: Quanto a gravação a primeira letra não foi identificada, no meio um desenho em formato de uma letra "X", em seguida uma letra F 
Autoria da Imagem: Rafael Machado. 
Câmera: CANON Rebel T6i. 18:55 mm. 
Código da Imagem: SL-06.



Detalhes: Gravação desenho de uma âncora. A âncora tem um forte apelo simbólico que pode ser tanto religioso quanto militar.
Autoria da Imagem: Rafael Machado. Câmera: CANON Rebel T6i. 18:55 mm. 
Código da Imagem: TS-07.
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Publicação 034:

Arqueologia. Estudos com o DATUM-POINT.

Em fase de catalogação. 

O DATUM-POINT é uma ferramenta poderosa para a arqueologia, estudar suas funções na prática é um passo importante para o aprendizado fundamental para os estudantes da área. Todas as fases aqui apresentadas são aplicadas durante os registros arqueológicos que também são usadas nos trabalhos de resgate dos tijolos antigos.



Código da Imagem: DTP-01.
Código da Imagem: DTP-02.

Código da Imagem: DTP-03.

Código da Imagem: DTP-04.


Código da Imagem: DTP-05.
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Publicação 035:
Tijolos.
Tijolos com a Marca do Sagrado Coração de Jesus.


Desde 2016 quando comecei minhas pesquisas sobre as olarias dos Beneditinos no Estado de São Paulo tenho tido muita dificuldade para identificar os tijolos fabricados por essa denominação religiosa muito antiga. Durante séculos os Beneditinos tem fabricado tijolos para construção de igrejas, templos e todo tipo de estruturas com finalidade religiosa, com o passar dos tempos eles também começaram a comercializar seus produtos que também contava com a fabricação de telhas. Um tijolo em especial tem chamado minha atenção, são aqueles que tem como marca uma Cruz sobre um coração. Esse símbolo é conhecido no meio religioso como O Sagrado Coração de Jesus. Trata se sem dúvida de uma marca milenar para ao cristianismo. Já vi esses tijolos sendo vendidos em vários sites tanto de cidades do Estado de São Paulo como em outras partes do Brasil. A história dos Beneditinos começou com muita força na região do Tijucussú em São Caetano do Sul onde compreende a atual região do grande ABC em São Paulo. Os Beneditinos começaram a produzir tijolos por volta de 1837 e sua produção, além de uso local, esses tijolos foram enviados para a construção de vários prédios das congregações Beneditina, assim como para a construção de edifícios do governo da província. 

O exemplar abaixo eu adquiri num antiquário da cidade de Votorantim interior de São Paulo, As dificuldades para se identificar as marcas ou gravações nos tijolos antigos não é uma tarefa fácil, por vários motivos e um que eu quero destacar é que a oficialização das olarias só veio ocorrer em 1937, antes disso 95 por cento dos fabricantes de tijolos trabalhavam na clandestinidade e muitas delas dependiam de mão de obra escrava. Nesse mesmo ano um grupo de engenheiros, entre eles Roberto Simonsen, oficialmente definiram as medidas para um tijolo padrão que ficou conhecido como o tijolo paulista que tinham as medidas de 25cm de comprimento, 12 cm de largura e 6 de altura devido ao fato de que os tijolos tinham uma quantidade muito variada de medidas o que trazia vários problemas durante as execuções dos projetos e o assentamento dos tijolos, entre outras dificuldades.

Um Estudo Indica uma Origem do Fabricante.

Marca: Símbolo do Sagrado Coração de Jesus.
Fabricante: A Olaria Coração de Jesus século XVIII, fabricante dos tijolos acima pertencia a João Ferraz de Almeida Prado Sobrinho, O Nho. Bairro de São José. Cidade de Itu. Estado de São Paulo.
Fonte: Revista Campo & Cidade Janeiro 2005.
Informação enviada pelo colaborador Joaquim Emídio Nogueira Bicudo proprietário da Fazenda Paraizo em Itu.
Local do fabricante: Bairro de São José. Cidade de Itu marca eram vendidos aos devotos do sagrado Coração de Jesus.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas. 
Datação do tijolo: Sob pesquisas. 
Data de fundação da Olaria: Anterior a 1610.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Século XVIII.
Formato da moldura: Sob pesquisas.
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Tijolos.


Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TVT-00783.
Número de Controle: 0175
Cidade de Votorantim. Estado de São Paulo.
Ano da construção: Local da construção ainda sob pesquisas, assim como todas as suas respectivas datas.
Local da construção: Em fase de pesquisas. Tijolo adquirido num antiquário
Local do resgate: Antiquário EspectroFish. 
Sistema de aquisição: Por compra em antiquário.
Data do resgate: 02/04/2008.
Resgate: A peça foi comprada no Antiquário EspectroFish. Cidade de Votorantim – SP.
Marca: Símbolo do Sagrado Coração de Jesus.
Fabricante: A Olaria Coração de Jesus século XVIII, fabricante dos tijolos acima pertencia a João Ferraz de Almeida Prado Sobrinho, O Nho. Bairro de São José. Cidade de Itu. Estado de São Paulo.
Fonte: Revista Campo & Cidade Janeiro 2005.
Informação enviada pelo colaborador Joaquim Emidio Nogueira Bicudo proprietário da Fazenda Paraizo em Itu.
Local do fabricante: Bairro de São José. Cidade de Itu marca eram vendidos aos devotos do sagrado Coração de Jesus.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas. 
Datação do tijolo: Sob pesquisas. 
Data de fundação da Olaria: Anterior a 1610.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Século XVIII.
Formato da moldura: Retangular arqueado. (Formato sugerido pelo MVTA). 
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 27,0cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.457cm³.
Peso: 4.000g.
Código Munsell: 5YR 9/8.
Integridade da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da Imagem: IMG-0222.

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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TFM-I00602.
Número de Controle: 0062.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Antiga fazenda na Cidade de Itu.
Local da construção: Antiga fazenda na Cidade de Itu. Estado de São Paulo.
Ano da construção: Sob pesquisas.
Local de aquisição: Antiga fazenda na Cidade de Itu.
Doado pelo colaborador o Sr. Matheus Mattos.
Sistema de aquisição: Por doação.
Data da aquisição: 2022.
Sistema de aquisição: Por doação.
Marca: Símbolo do Sagrado Coração de Jesus.
Fabricante: A Olaria Coração de Jesus século XVIII, fabricante dos tijolos acima pertencia a João Ferraz de Almeida Prado Sobrinho, O Nho. Bairro de São José. Cidade de Itu. Estado de São Paulo.
Fonte: Revista Campo & Cidade Janeiro 2005.
Informação enviada pelo colaborador Joaquim Emidio Nogueira Bicudo proprietário da Fazenda Paraizo em Itu.
Local do fabricante: Bairro de São José. Cidade de Itu marca eram vendidos aos devotos do sagrado Coração de Jesus.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas. 
Data de fundação da Olaria: Anterior a 1610.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Século XVIII.
Formato da moldura: Retangular arqueado. (Formato sugerido pelo MVTA). 
Descrições físicas.
Medidas: 
Comprimento: 27,0cm.
Largura: 14,0cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.646cm³.
Peso: 4.193g.
Código Munsell: 10YR 8/8
Integridade  da peça: Completa/Excelente.
Sistema de fabricação: Manual.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química da argila pura é 2SiO2.Al2O3.2H2O.
Autoria da imagem: Gabriela de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: IM-ITU02.

Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TFP-00786. 
Número de Controle. 0297.
Construção: Fazenda Paraízo. 
Local da construção: Fazenda Paraízo. Alameda Joaquim Emídio Nogueira Bicudo - Chácaras Primavera. Itu. 
Local do resgate: Fazenda Paraízo. 
Ano da fundação: 1610. 
Sistema de aquisição: Via doação. Suas doadoras. Sra. Luciana e Sra. Fernanda. 

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Publicação 036:

Em fazse de atualizações.


Tijolos.
Vila Maria Zélia. Bairro do Belenzinho. Cidade de São Paulo. Estado de São Paulo.


Imagem de 1917. Autor desconhecido. 
Código da imagem: MZ-001.
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Fonte: Publifolha.
Código da imagem: MZ-002.
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A história do tijolo gravado com o desenho de uma chave.


Detalhes: Na Vila Maria Zélia todas as casas, por incrível que pareça, tinham todas a mesma chave, que também foi gravado em alguns tijolos das construções da vila. O Sr. Dedé, que é um dos administradores da Vila, gentilmente nos mostrou esse tijolo com o desenho da chave, que é um exemplar oficial usado nas construções do local.
Imagem autorizada pelo representante da administração.
Autoria da imagem: Rafael  Machado. 
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: MZ-003.



Tijolo fotografado na biblioteca da FAU na Cidade Universitária em São Paulo.
Na imagem é possível ver que pode se tratar do mesmo fabricante, porém não encontrei nenhum documento que possa afirmar esse fato.
Imagem autorizada pelos responsáveis da biblioteca.
Código da imagem: MZ-004.
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História.

A Vila Maria Zélia, em São Paulo - SP, foi construída em 1916, por Jorge Street vinculada à fábrica de tecidos de sua propriedade. CONDEPHAAT – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico. Nome atribuído: Vila Maria Zélia Localização: R. Cachoeira, s/n – Belenzinho – São Paulo. Número do Processo: 24268/85 Resolução de Tombamento: Resolução 43, de 18/12/1992 Publicação do Diário Oficial: Poder Executivo, Seção I, 19/12/1982, p. 25 Livro do Tombo Histórico: Nº inscr. 305, p. 77, 28/05/1983 A Vila Maria Zélia, construída em 1916, foi idealizada por Jorge Street, médico formado pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro que, ao construí-la, vinculada à fábrica de tecidos de sua propriedade, procurou assegurar aos seus operários, além da moradia, o bem estar da comunidade, oferecendo creche, escola, jardim de infância, ambulatórios médico e dentário, farmácia, armazém, açougue, salão de festa e um teatro que não chegou a ser concluído. Em decorrência das dívidas acumuladas, Jorge Street vendeu o seu patrimônio que, em 1939, depois de ter pertencido às famílias Scarpa e Guinle, foi adquirido pela Goodyear que demoliu a creche, o jardim de infância, o coreto e dezoito casas, incorporando os respectivos terrenos à fábrica. Em 1969, as casas foram vendidas pelo sistema financeiro da habitação a seus moradores. Em 1970, deixou de ser uma vila particular para se transformar em logradouro público. 
Fonte: Palmira Petratti Teixeira. CONPRESP – Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo Nome atribuído: Vila Maria Zélia Localização: R. Cachoeira, s/n – Belenzinho – São Paulo. Resolução de Tombamento: Resolução 39/92. 
84999999986,-46.599056,17

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Tijolo.



Coleção: Marco Machado. 
Código do Patrimônio: TVMZ-00683. 
Número de controle: 0041.  
Designação: Material construtivo. 
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo. 
Construção: Vila Maria Zélia. 
Local de construção: Vila Maria Zélia. Rua Cachoeira, s/n. Bairro do Belenzinho. São Paulo. 
Local do resgate: Vila Maria Zélia. Rua Cachoeira.
Ano da construção: 1916. 
Sistema de aquisição: Por doação. 
Resgate: A peça foi doada pelo Sr. Dedé membro da administração da Vila. 
Contato para liberação do item: Sr. Dedé. 
Fabricante: Cerâmica Sacoman S.A. Fábrica e Administração: Avenida das Lágrimas n 71 Sacoman. Telefone 3-0105. Caixa Postal: 256. Endereço telegráfico: "TERRACOTA" - São Paulo. Locais do fabricante: Olaria Saccoman Frères (Irmãos Sacoman). Fundada pela família francesa Saccoman Fréres (Irmãos Sacoman) no Bairro da Água Branca em 1890 depois foi transferida para Osasco e depois para o Bairro do Ipiranga (Estrada das Lágrimas nº 71). Bairro do Sacoman. São Paulo.), onde construiu sua sede em 1895. (SALLA 2014), Encerrou sua atividades em 1956, segundo a Revista do Historiador n 145. 
Fonte: https://even3.blob.core.windows.net/processos/5db1f035ac3f4d6d9ed3.pdf 
Local: Endereço completo sob pesquisas. Entre 1895 e 1896. 
Data de fundação da Olaria: 1890 no Bairro da Água Branca. 
Período de atividade da olaria: 66 anos.
Data de encerramento das atividades: 1956
Marca do fabricante: Sacoman (Palavra Sacoman). 
Formato da moldura: Sextavado simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. Fonte: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho_
Página nº 202.
Marca do fabricante: SACOMAN 
Detalhes: A primeira grande fábrica de produtos cerâmicos do Brasil foi fundada em São Paulo, em 1893, por quatro irmãos franceses, naturais de Marselha, com o nome de Estabelecimentos. Sacoman Frères (Irmãos Sacoman), posteriormente alterado para Cerâmica Sacoman S.A.
Datação do tijolo: 1915 e 1916. Aproximadamente 95 anos em 2019. 
Data de fundação da Olaria: 1890 no Bairro da Água Branca. 
Período de atividade da olaria: 66 anos.
Data de encerramento das atividades: 1956.
Descrições físicas.
Medidas: 
Comprimento: 25,4 cm. 
Largura: 12,5 cm. 
Altura: 6,0 cm. 
Volume: 1.905cm³. 
Peso: 2.960g. 
Código Munsell: 5YR 5/14.
Integridade  da peça: Completa/Excelente. 
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O. Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo.
Observações complementares: 
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: MZ-005.
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Segundo nos disseram os tijolos com a marca SACOMAN vieram da França, no entanto o único dos irmãos que fabricava tijolos na França foi Pierre Sacoman e os gravava com uma estrela entre outros desenhos sem citar o sobrenome Sacoman, vide imagem abaixo.


TIJOLO


Código da imagem: MZ-009.

Detalhes: 1- O recorte na parte direita do tijolo na realidade e resultante da quebra. 
2- A estrela identifica que o tijolo era fabricado por Pierre Sacoman na França. 
Somente no Brasil é que a Sacoman & Frerés (Irmãos em português),começou a fabricar tijolos com a marca SACOMAN, por isso esses tijolos provavelmente não vieram da França e sim fabricados aqui. Outro sim, os Irmãos Sacoman começaram a fabricar os tijolos em 1893, isto é, a Villa começou a ser construída em 1916, 9 anos depois e não seria possível que eles fossem até a França para produzir os tijolos com a marca Sacoman. Tem alguma informação desencontrada nesse sentido quando se afirma que os tijolos foram fabricados na França. 
Código da imagem: MZ-006.
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Esse tijolo fazia parte da soleira (Guias) das ruas da Vila conforme fotografia abaixo tirada no local. Esse tipo de uso com tijolos cerâmico é muito raro quando se trata de vias públicas, comum é seu uso, neste caso, em muretas de jardins.


TIJOLO.
Em breve.
Autoria da imagem: Rafael de Mello. 
Imagem autorizada pelo Sr. Dedé. 
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: MZ-007.
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Tijolo.



Coleção: Marco Machado. 
Código do Patrimônio: TVMZ-00685. 
Número de controle: 0042.   
Designação: Material construtivo. 
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo. 
Construção: Vila Maria Zélia. 
Local de construção: Vila Maria Zélia. Rua Cachoeira, s/n – Belenzinho. São Paulo. 
Local do resgate: Vila Maria Zélia. Rua Cachoeira, s/n – Belenzinho. 
Ano da construção: 1916. 
Resgate: As peças foram doadas pelo Sr. Dedé responsável pelo local. 
Fabricante: Sob pesquisas. Mas segundo o administrador da Vila o tijolo é de fabricação francesa do início do século. 
Local do fabricante: França, informação sob pesquisas.
Contato para liberação do item: Sr. Dedé. 
Local do resgate: Prédio da antiga Farmácia. 
Sistema de aquisição: Por doação. 
Marca/Sigla do fabricante: Não consta. 
Local: Endereço completo sob pesquisas. Entre 1915 e 1916. 
Datação do tijolo: Aproximadamente 106 anos em 2019. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Detalhes: Tijolo com dois furos na horizontal e com sulcos de um lado da Medidas: Descrições físicas. 
Medidas: 
Comprimento: 24,0cm. 
Largura: 11,0cm. 
Altura: 7,0cm. 
Volume: 1.848cm³. 
Descontando os dois furos considera se que a área física seja de 576 cm³. 
Peso: 1,642g. 
Código Munsell: 7.5YR 6/8.
Integridade  da peça: Completa/Excelente.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O. Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos. 
Observações complementares: 
Autoria da imagem: Rafael Machado. 
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: MZ-008.
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Tijolo.



Coleção: Marco Machado. 
Código do Patrimônio: TVMZ-00684. 
Número de controle: 0043.   
Designação: Material construtivo. 
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo. 
Construção: Vila Maria Zélia. 
Local de construção: Vila Maria Zélia. Rua Cachoeira, s/n – Belenzinho. São Paulo. 
Local do resgate: Vila Maria Zélia. Rua Cachoeira, s/n – Belenzinho.
Ano da construção: 1916. 
Resgate: As peças foram doadas pelo Sr. Dedé responsável pelo local. 
Fabricante: Sob pesquisas. 
Local do fabricante: Sob pesquisas.
 Contato para liberação do item: Sr. Dedé. 
Local do resgate: Prédio do antigo Centro Cultural. 
Sistema de aquisição: Por doação. 
Sigla oficial do fabricante: . M . (Uma letra M com dois pontos de cada lado). 
Local: Endereço completo sob pesquisas. 
Datação do tijolo: Entre 1915 e 1916.  
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas. 
Detalhes: Descrições físicas. 
Formato da moldura: Arco duplo. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. Fonte: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho_
Página nº 202. 
Descrições físicas. 
Medidas: 
Comprimento: 25,5cm. 
Largura: 11,5cm. 
Altura: 6,0cm. 
Volume: 1.683cm³. 
Peso: 1.158g. 
Código Munsell: 5YR 8/2.
Integridade  da peça: Completa/Excelente. 
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O. Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos. Complemento: As cerâmicas podem ser compostas por materiais inorgânicos e não metálicos . Eles são tipicamente de natureza cristalina e são compostos formados entre elementos metálicos e não metálicos, como alumínio e oxigênio (alumina-Al2O3), cálcio e oxigênio (cálcia - CaO) e silício e nitrogênio (nitreto de silício-Si3N4). 
Observações complementares: 
Autoria da imagem: Rafael Machado. 
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: MZ-009.

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Publicação 037:

Matéria.
O Alto Custo dos Tijolos nas Décadas de 1860, 1970 e 1880.


O alto custo dos tijolos até meados da década de 1860 pode ser entendido como um dos motivos que não permitia sua máxima empregabilidade. No início da década de 1860 tem-se o registro das primeiras máquinas a vapor a fabricar peças cerâmicas nas olarias de São Paulo, o que possibilitou o aumento da produtividade. No entanto, permanecia a desconfiança na qualidade do material produzido e a dificuldade da sua aplicação. A consolidação do emprego de alvenaria de tijolos nas construções tanto públicas quanto particulares em São Paulo ocorreu durante a década de 1870. Verificou-se nesse período a significativa diminuição do 6 uso de técnicas mistas nas edificações, que ainda na década de 1850 continuavam a empregar a taipa, mas já utilizavam a alvenaria em alguns elementos das construções, como fachadas, adornos, etc.

Considerações.

1. Com base na citação acima podemos concluir que os sistemas de taipa de pilão e de sopapo ainda permaneceram em uso mesmo com a chegada do tijolo. Devemos considerar que somente com o fim da escravidão o sistema de taipa de pilão ficou inviável, pois esse sistema necessitava de grande mão de obra escrava e os trabalhadores, agora livres, passam a ser remunerados e o custo cresce e muito.

2. Temos que considerar que no caso específico da cidade de São Paulo a sociedade paulista não aceitava em hipótese alguma que residências fossem construídas em alvenaria de tijolos, exceto pequenos empreendimentos, tais como, muretas de jardim, partes de calçadas.
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Publicação 038:
Matéria.
Arqueologia. Estudos das Argamassas.
Em fase de catalogação. 


Código da imagem: AR-001.
A Argila.

As argamassas usadas para assentar os tijolos e  rebocar as paredes também são itens importantes para as pesquisas. A argila é a principal matéria prima, tanto da argamassa  quanto dos rebocos. N imagem acima podemos ver uma análise de cunho visual sobre as amostras de argilas coletadas a uma profundidade de 5 metros de um poço na chácara do Sr. Júlio na área rural de Araçoiaba da Serra interior de São Paulo. 
Na placa, à esquerda, podemos ver as descrições técnicas de cada amostra. Muitas construções antigas e e algumas atuais, apresentam  argamassa para assentamento dos tijolos feitas de barro local. Por isso o resgate das argamassas nas construções antigas, tanto aquelas que vem coladas nos tijolos quanto as amostras diretas do solo são materiais essenciais nas pesquisas.

Exemplos de Amostras de Argamassas e Rebocos.

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Em fase de atualizações.

Publicação 039:

Tijolos.
Chácara do Rosário. Cidade de  Itu. Estado de São Paulo. Fundada em 1756. 

Especial Atenção.

Agradecimento Especial. Quero agradecer ao Sr. João Pacheco que foi uma fonte riquíssima de informações para a realização deste trabalho... História. Casa de aspecto senhorial pertence à mesma família desde 1756, quando as terras foram adquiridas por Antônio Pacheco e Silva. Apesar de alguns anexos posteriores à sua construção, o projeto original está bastante preservado. Partindo de um grande pátio calçado e cercado por muro baixo, alguns degraus em pedra bruta dão acesso ao amplo alpendre sustentado por dois portentosos pilares de madeira. Dali se adentra a sala principal, que impressiona pela altura de seu pé direito e pela estrutura em madeira da cobertura em telha vã. Na década de 1950, a casa foi criteriosamente restaurada, sob a orientação do arquiteto Luís Saia, a pedido de seu proprietário, o engenheiro José Elias Matos.

Pacheco. Perto da sede fica o antigo engenho de açúcar, construção em taipa com telhado em duas águas, conforme os padrões das primeiras edificações quinhentistas do Planalto de Piratininga. Um aspecto interessante e diferenciado da Casa do Rosário está no fato de que ela ainda possui um edifício anexo, cujo núcleo original – uma construção de duas águas e um grande vão sobre uma extensa viga mestra que sustenta o telhado – tem todas as características formais daquilo que foi a estrutura das primeiras construções realizadas em São Vicente. Da forma ideal deste primeiro edifício – forma retangular, quatro paredes portantes, duas delas com empenas triangulares nos lados menores do retângulo, em onde se apoiam as vigas do telhado de duas águas – seria possível deduzir a evolução da arquitetura colonial vicentina, incluindo as construções administrativas e militares. Logo acima, a Casa do Rosário, com duas águas e um alpendre na fachada, e um sistema de sustentação do telhado similar, parece concordar com essa sugestão.

Trabalho de Mara Aristeu Pessoa. 

Inserida no município de Itu, a Chácara do Rosário, propriedade rural detentora de patrimônio cultural reconhecido por diversos órgãos de patrimônio e turismo, foi fundada no ano de 1756, completando mais de dois séculos e meio de sólida existência. A fazenda se originou com a produção do açúcar, momento significativo da economia ituana, sendo reconhecida como uma das maiores produtoras da província. A propriedade sempre pertenceu à mesma família e na atualidade se abriu para o turismo e educação, recepcionando grupos de visitantes, escolas e sediando eventos. De acordo com NARDY FILHO (2006, vol. 5, 2ª Ed.), a família Pacheco de Itu procederia de dois troncos genealógicos diferentes: os descendentes de Manuel de Sampaio Pacheco (e de seus tios) e os de Manuel Pacheco Gatto. Em ambos os troncos, termo utilizado pelos historiadores, seria notável a presença de tradicionais famílias ituanas que ocuparam cargos de importância na governança de sua terra. Segundo o mesmo autor, as famílias Pacheco e Ferraz seriam as duas mais importantes e poderosas famílias da vila de Itu, seja pelas suas “avultadas” (sic) fortunas assim como pelo prestígio que gozavam junto ao governo da capitania. Estas famílias possuíam estreita relação de amizade, e também inimizade. (NARDY FILHO, 2006, vol. 5, 2ª ed., p.199) O capitão Antonio Pacheco da Silva nasceu na vila de Cotia, era filho de Manuel Pacheco Gato e Dona Izabel Gonçalves da Silva, portanto, descente pelo lado paterno da ilustre família Borba Gato. Este capitão casou-se duas vezes na vila de Itu, a primeira em 1744, com Dona Maria de Campos Bicudo, e a segunda em 1748, com Dona Inacia de Góis Araujo. Do seu primeiro matrimônio, teve somente uma filha, Isabel Maria do Lado de Cristo. Mas foi do seu segundo matrimônio, no qual teve dez filhos – sendo seis homens e quatro mulheres, que o Capitão Antonio Pacheco da Silva passou a residir em Itu “onde adquiriu uma sesmaria, abriu suas lavouras, vindo a falecer nessa mesma vila aos (sic) 8 de janeiro de 1779”. (NARDY FILHO, 2006, p. 199) 43 O capitão Antonio Pacheco da Silva fora sertanista, entrando nos sertões de Cuiabá e Goiás, e um dos maiores e mais importantes fabricantes de açúcar da capitania de São Paulo. Portanto, foi um grande latifundiário, possuindo muita escravatura. O capitão era senhor de uma sesmaria de uma légua em quadra24, tornando-se um dos maiores possuidores de terras, no qual se iniciavam no chamado caminho dos matos (e posteriormente, caminho da ponte), descendo pelo córrego Guaraú, margiando (sic) a vila e a estrada Araritaguaba (Porto Feliz), “fazendo fundo em toda essa extensão com a margem esquerda do rio Tietê, aí nesse seu grande sítio, tinha ele seu engenho e lavoura de cana”. (NARDY FILHO, 2006, vol. 5, 2ª Ed., p.200) É possível observar que em todos os fatos da “gloriosa história de Itu, parte integrante que é da história de S. Paulo [...]” há diversos descendentes do sargento-mor Antonio Pacheco da Silva, representando postos de significância em momentos históricos, heróicos, políticos, assim como em todos os setores da atividade humana. (NARDY FILHO, 2006, p.194) Para o autor, muitos são os descendentes diretos do sargento-mor que, na medicina, advocacia, engenharia, indústria, comércio, política, lavoura, entre outros, exerceram “com patriotismo e honestidade as suas atividades, cooperando para o progresso e riqueza de sua terra”. (NARDY FILHO, 2006, p.196) 
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IBGE ID: 47268.
Código de Localidade: 3523909 Município: Itu .




Tipo de material: fotografia Título: [Chácara do Rosário] : Itu, SP
 ..."Notas: Também conhecida como Casa do Bandeirante, a Chácara do Rosário é uma propriedade de 1756 com arquitetura típica do período bandeirante e está preservada tal como foi construída na época em que a propriedade chamava-se Engenho Grande e tornou-se uma das maiores produtoras de açúcar da província. Algumas peças usadas na época para a produção do açúcar ainda podem ser encontradas no local. A propriedade ainda pertence à mesma família e se abre para o Turismo Rural e Pedagógico, recepcionando grupos de visitantes, escolas e sediando eventos e cavalgadas"... 
Acesso em: jun. 2016. Disponível em: http://www.itu.com.br/hotsite/default.asp?id=110. Acesso em: jun. 2016. Engenhos; Habitações; Itu (SP); São Paulo (Estado) Título Secundárias: Casa do Bandeirante; Casa dos Bandeirantes; Engenho Grande 
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Local onde os tijolos foram encontrados.

O local fica atrás de um dos depósitos da chácara, neste caso, parece ser um tipo de canal para escoamento de água das chuvas.


Código da imagem: CR-005. 
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Os Tijolos.



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCdR-00650.
Número de controle: 0115.  
Construção: Chácara do Rosário. 
Local da construção: Estrada Velha Itu-Salto, km 1,5. Distância do centro de Itu, 3 km 13301913. Município de  Itu. Estado de São Paulo.
Local do resgate: Chácara do Rosário. 
Ano de fundação da Fazenda: Por volta de 1756.
Sistema de construção primária: Taipa de pilão e de mão com grade.
Sistema de aquisição: Por doação.
Doação feita pelo Sr. João Pacheco.
Datação da Fazenda: 264 anos em 2020.
Data de atividade documentada: 01 de agosto de 1913.
Sigla oficial do fabricante: A C (Uma letra A e uma letra C). 
Obs.: A letra C, poderia também ser uma letra G, mas imagens de tijolos do mesmo local aparecem com clareza a letra C.
O antigo jornal República da cidade de Itu cita a Olaria de Antonio Cavazzana em 1 de agosto de 1913, porém a olaria deve ser do século XIX.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas. 
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado simples. Formato citado na fonte: https://drive.goo
Pinto.pdf
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 27,0cm.
Largura: 12,5cm.
Altura: 7,5cm.
Volume: 1.521cm³. 
Peso: 4.003g.
Código Munsell: 7.5YR 7/4.
Integridade da peça: Completa/Excelente.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: IM-CdR085.



Link para uma lista com 10 olarias, com a sigla sugerida A C, que também podem ter sido um fabricante do tijolo citado acima. Apesar de ter havido uma olaria em Itu de Antonio Cavazzana.
https://drive.google.com/file/d/16cxMgG7JHHJgbPLZUByNAGEPRQ4Axa1z/view?usp=sharing

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Esta imagem será atualizada em breve.


Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCdR-0064.
Número de controle: 0116.
Construção: Chácara do Rosário. 
Local da construção: Estrada Velha Itu-Salto, km 1,5. Distância do centro de Itu, 3 km 13301913. Município de  Itu. Estado de São Paulo.
Local do resgate: Chácara do Rosário.
Ano de fundação da Chácara: Por volta de 1756.
Sistema de aquisição: Por doação.
Doação feita pelo Sr. João Pacheco.
Ano de fundação da Fazenda: Por volta de 1756.
Datação da Fazenda: 264 anos.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: C F (Uma letra C e uma letra F).
Os tijolos produzidos inicialmente na Cerâmica tinham a marca J F B (Joaquim da Fonseca Bicudo Avô de Joaquim Emídio Nogueira Bicudo. Depois de alguns anos a Cerâmica passou a ser administrada pelo pai de Joaquim Emídio Nogueira Bicudo. – Joaquim da Fonseca Bicudo Filho). Neste altura já havia várias cerâmicas instalada no município. Neste caso o tijolo acima é proveniente de uma outra olaria. 
Fabricante: Cleto Fanchini. Informação enviada por Carlos Fanchini.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado simples. Formato citado na f
onte: https://drive.google.
com/file/d/1VIAAU9zMPSDIWv2hRm-77d2o8DcHnI-v/view?usp=sharingPinto.pdf
Página nº 202
Detalhe: Identificar uma olaria não é uma tarefa fácil, pois muitas passaram grande parte de sua existência na clandestinidade sem qualquer registro oficial.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 25,0cm.
Largura: 12,0cm.
Altura: 6,3cm.
Volume: 1.890cm³. 
Peso: 2.774g.
Código Munsell: 7.5YR 3/2.
Integridade da peça:  Completa/Excelente.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser mecanizado ou manual.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Autoria da imagem: Rafael Machado.
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55
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Publicação 040:
Em fase de montagem.

Tijolo.
Tijolo Gravado com uma Suástica.


ATENÇÃO.

A finalidade da exposição dos tijolos com essa marca tem como objetivo as pesquisas de cunho histórico. Qualquer outra conotação que não seja dessa natureza é pura invenção e o MVTCA não autoriza e jamais vai compactuar com tais observações que estão ao contrário do proposto da nossa política educacional. 
Marco Machado. 
Obs.: A posição desse símbolo. neste tijolo não se refere ao emblema do nazismo e sim a um símbolo de origem Hindu. O símbolo do nazismo aparece inclinado, em relação ao que está gravado no exemplar abaixo, na maioria das imagens publicadas em matérias e vídeos que abordam o assunto.
Dar ênfase e fatos ligados ao nazismo nunca deveriam ser destacado de forma que possam formar opiniões fora do bom senso e da crítica inteligente, mas acontecimentos errados do passado devem sim ser discutidos para que não venham a ser repetidos no presente e no futuro. “Um País sem Passado é uma País sem Futuro”..
Autoria da frase: Ela é  amplamente atribuída ao célebre jurista, escritor e político brasileiro Ruy Barbosa.

Por uma questão de bom senso e por já ter pesquisado a  história da família da pessoa envolvida com o caso dos tijolos,  resolvi não citar nomes e nem o local onde os tijolos foram encontrados.

Matéria sobre o assunto publicada na BBC de Londres:
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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TFCS-00983.
Número de controle: 0012.   
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Fazenda X na Cidade X.
Local da construção: X.
Ano da construção: Década de 1930. 90 anos em 2020.
Sistema de aquisição: Compra em antiquário.
Fabricante: Olaria da própria fazenda.
Local do fabricante: Fazenda X na Cidade X.
Data de fundação da “olaria”: Entre 1925 e 1930.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Marca oficial: Suástica Nazista (Dentro de um círculo).
Data provável da fabricação do tijolo: Entre 1930 e 1935.
Datação do tijolo: Entre 88 e 89 anos em 2021. Ano base 1935.
Descrições físicas.
Formato da moldura: Losango. (Formato sugerido pelo MVTA). 
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,0cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 6,0cm.
Volume: 2.208cm³.
Peso: 3.144g.
Código Munsell: 10R 5/8.
Integridade  da peça: Completa/Excelente.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. (Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O).
Quanto a composição química do tijolo temos que considerar que outros materiais podem fazer parte, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Descrição da composição química do exemplar: Sob pesquisas.
Observações complementares.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: TS-01.
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Publicação 041:

Matéria. 
O Tijolo de Waterloo. 1815.


Código da imagem: WT-001.
Tijolo não faz parte do acervo da MVTA.

Waterloo’s brick. Waterloo interest a house brick with musket ball, mounted on a wooden plinth "La Haye Sainte 1815" interesting piece, probably an old tourist item. Fonte: https://www.the-saleroom.com/en-gb/auction-catalogues/lockdales/catalogue-id-lo10154/lot-e462ebeb-84cd-416b-bac4-ac92009358fe 
Detalhes: 1- Tijolo com um projétil resultante da famosa batalha. 2- La Haye Sainte é uma casa de fazenda murada, no sopé de uma escarpa na estrada Charleroi-Bruxelas. Ele mudou muito pouco desde que desempenhou um papel muito importante na batalha de Waterloo em 18 de junho de 1815.
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Publicação 042:

Matéria e Tijolos.
Museu Pedagógico e Histórico das Monções.
Em faze de montagem. 




Arqueologia no Museu das Monções. Cidade de Porto Feliz. Estado de São Paulo.


Descrições as atividades arqueológicas no Museu das Monções onde incluem pesquisas dos tijolos e das argamassas. Durante o resgate de materiais arqueológicos foram selecionados 48 tijolos, quanto as amostras das argamassas os resgates foram realizados através do estágio voluntário, com a orientação do arqueólogo Wanderson Esquerdo. Dos 68 exemplares, 2 fazem parte do acervo do MVTA, assim como as amostras de argamassa que foram usadas nos assentamentos dos tijolos e para rebocar as paredes, são itens que fazem parte do projeto do Patrimônio Arqueológico.

A taipa é o tipo de material primário usado na construção da antiga residência , até que veio a alvenaria de tijolos, e como qualquer outra construção antiga, passa o tijolo a fazer parte de suas estruturas junto com outros produtos construtivos. O livro A Taipa de Lia Mayumi aborda com muito requinte a junção inevitável de diferentes materiais em uma mesma construção, isso com o passar dos tempos.

A proposta desta publicação é apresentar todos os sistemas de resgate arqueológico dos tijolos e amostras de argamassas resgatadas durante as atividades de restauração que ocorreram em 2025. O acervo do Museu Virtual dos Tijolos Antigos conta com 2 exemplares, assim como as amostras de argamassas. Também está incluindo nesta parte uma lista com os 40 tijolos que foram resgatados, e que fazem parte do inventário publicado nos relatórios do IPHAN.

Nesta pesquisa estão publicadas várias placas com registros arqueológicos tendo como base de estudos da cultura material. Vide exemplo abaixo. A finalidade é proporcionar ao pesquisador uma ampla grade de informações sobre os objetos estudados.
Código da imagem: MM-01.
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Código da imagem: MM-02.
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A História do Museu Pedagógico e Histórico das Monções.


O Museu Histórico e Pedagógico das Monções, construído em taipa de pilão por mão de obra escrava no ano de 1840, para servir de moradia ao Capitão-Mór de Porto Feliz José Manoel de Arruda Abreu. Trata-se de um prédio diretamente ligado a importantes momentos da história do Município de Porto Feliz e do Brasil e que nos meados do século XIX, serviu como Quartel da Guarda Nacional. Esse casarão também foi ocupado pelo Imperador do Brasil, D. Pedro II, em 1846, quando se tornou por dois dias a sede do Governo Imperial Brasileiro. Ressalte-se, ainda, que em 1842, quando eclodiu a Revolução Liberal, esse prédio hospedou o militar e político brasileiro Luiz Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, que veio a esta cidade em missão oficial para efetuar as prisões dos revoltosos Joaquim Corrêa Leite, Tristão de Abreu Rangel e José Rodrigues Leite, todos eles integrantes do Quadro de Obreiros da Loja Maçônica Inteligência. 

O Museu Histórico e Pedagógico das Monções foi fundado oficialmente em 1963 e somente foi fisicamente instalado nesse imóvel no ano de 1966, sendo certo que o belíssimo casarão encontra-se tombado pelo CONDEPHAAT - Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo, desde o ano de 1982. A criação do museu está associada à estratégia de difusão de museus históricos e pedagógicos no Estado de São Paulo, buscando reforçar a memória bandeirante e republicana no Brasil. O Decreto de criação do museu foi elaborado no ano de 1957, mas a data oficial da sua criação é 13 de outubro de 1963. O rico acervo do museu, hoje devidamente armazenado em prédio custeado pela Prefeitura do Município de Porto Feliz, contém documentos, mapas e livros, diretamente relacionados ao episódio Monções e à história da antiga Araritaguaba, ponto de partida das expedições fluviais que alargaram as fronteiras do Brasil. O casarão do Museu Histórico e Pedagógico das Monções, por omissão dos diversos governadores do Estado de São Paulo, está fechado desde o ano de 2010 para “restauro”. Em março de 2019 foi iniciada a sua reforma com custo inicial previsto de aproximadamente um milhão de reais e custo total na ordem de doze milhões de reais. Todavia, em novembro do mesmo ano, o CONDEPHAAT – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo, realizou o embargo das obras, apontando a descaracterização do prédio como razão principal. Verdade é, todavia, que o majestoso casarão comprado pelo Governo do Estado de São Paulo em 1908 para abrigar o Grupo Escolar Coronél Esmédio, encontra-se abandonado à própria sorte, clamando pelo bom senso das autoridades públicas estaduais, para um dia voltar a ser o abrigo dos valiosos documentos remanescentes do episódio Monções, um dos capítulos mais belos e importantes da história do Brasil. Oh linda Terra de Araritaguaba / Das noites enluaradas / A reviver nas bandeiras / As tuas glórias passadas! (Foto: Domínio Público).


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Código da imagem: MM-03.
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O Tijolo.




Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TMMP-00901.
Número de controle: 0329
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Museu das monções.
Local da construção: Município de Porto Feliz Estado de São Paulo.
Ano da construção: Por volta de 1840.
Sistema de construção primária: Taipa de pilão e de mão com grade.
Sistema de aquisição: Resgate arqueológico autorizado.
Fabricante: Olaria de Venâncio Durão.
Local do fabricante: Município de São Carlos do Pinhal. Estado de São Paulo.
Citado no Almanach da Província de São Paulo, Administrativo, Commercial e Industrial para 1888. Fundado e organizado por Jorge Seckler. Sexto Anno. Jorge Seckler & Comp.
Página nº 641/642.
Data de fundação da Olaria; Anterior a 1888.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1883.
Sigla oficial do fabricante; V . D . (Uma letra V, um ponto, uma letra D, um ponto).
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas. Os tijolos encontrados no Museu, podem, sem dúvida, ter sido usados na construção em períodos diferentes, razão pela qual os trabalhos de datação são aplicados desde de o primeiro tijolo assentado.
Datação do tijolo: Sob pesquisas
Descrições físicas.
Formato da moldura: Losango. (Formato sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,5cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 6,5cm.
Volume: 2.239cm³.
Peso: 3.850g.
Código Munsell: 7YR 7/4.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. (Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O).
Quanto a composição química do tijolo temos que considerar que outros materiais podem fazer parte, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Descrição da composição química do exemplar: Sob pesquisas.
Observações complementares.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: MM-04.
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O Tijolo.



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TMMP-00902.
Número de controle: 0330.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Museu das monções.
Local da construção: Município de Porto Feliz Estado de São Paulo.
Ano da construção: Por volta de 1840.
Sistema de construção primária: Taipa de pilão e de mão com grade.
Sistema de aquisição: Resgate arqueológico autorizado.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Município de São Carlos do Pinhal. Estado de São Paulo.
Página nº 641/642.
Data de fundação da Olaria; Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante; J . V . (Uma letra J um ponto, uma letra V, um ponto).
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas. Os tijolos encontrados no Museu, podem, sem dúvida, ter sido usados na construção em períodos diferentes, razão pela qual os trabalhos de datação são aplicados desde o primeiro tijolo assentado.
Datação do tijolo: Sob pesquisas
Descrições físicas.
Formato da moldura: Losango. (Formato sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,5cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.366cm³.
Peso: 4,000g.
Código Munsell: 5RY 8/2.
Integridade  da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. (Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O).
Quanto a composição química do tijolo temos que considerar que outros materiais podem fazer parte, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Descrição da composição química do exemplar: Sob pesquisas.
Observações complementares.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: MM-05.

A olaria citada abaixo pode ter sido o fabricante do tijolo J.V.

Julio Vaccario.
Local: Endereço completo sob pesquisas. Bairro da Água Branca. São Paulo.
Trabalho de NATÁLIA MARIA SALLA.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1878.
Sigla sugerida: J V

Outras 5 olarias onde as letras J e V aparecem nos nomes dos proprietários.  

José Vicente de Azevedo Dr.
Local: Endereço completo sob pesquisas. Ypiranga. (Forma antiga do nome).

Joaquim Vaz de Lima.
Local: Endereço completo sob pesquisas. Cidade de Socorro. Estado de São Paulo.
Citado no Almanach da Província de São Paulo, Administrativo, Commercial e Industrial para 1888. Fundado e organizado por Jorge Seckler. Sexto Anno. Jorge Seckler & Comp. 
Página nº 716. IV Parte.

José Vicente M.
Local: Endereço completo sob pesquisas. Bairro do Anastácio. Município de São Paulo. 
Fonte 1: Trabalho de NATÁLIA MARIA SALLA. Olarias identificadas na cidade de São Paulo entre as décadas de 70 e 80 do século XIX

José Vicente Martins.
Local: Endereço completo sob pesquisas. Cidade de Itu. Estado de São Paulo.
Almanach da Província de São Paulo, Administrativo, Commercial e Industrial para 1888. Fundado e organizado por Jorge Seckler. Sexto Anno. Jorge Seckler & Comp.

José Vicente Siqueira.
Local: Endereço completo sob pesquisa. Cidade Olympia. Estado de São Paulo.
mode/2up
Página nº 114.
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Estudos arqueológicos com grade de proporção.


Código da imagem: MM-06.


Código da imagem: MM-07.

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Amostras de argamassa para assentamento dos tijolos.



Na placa acima podemos observar a presença de pontos brancos que são fragmentos de cal não dissolvidos quando misturados com a  argila e a areia.
Código da imagem: MM-08.

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Amostras de argamassa do reboco para revestimento das paredes.


Nesta placa podemos ver a parte da frente do reboco com a marca da pintura. Na parte de trás vemos a argamassa, basicamente uma mistura de argila, cal e areia.
Código da imagem: MM-09.

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Amostras de massa das taipas de pilão e de mão das paredes do Museu.


Em muitos casos o solo que é coletado para se fazer as massas são retirados de locais mais próximos possíveis da construção, porém isso vai depender da composição ideal da argila, que deve ter uma medida de entre 70% de argila e 30%  de areia, temos que considerar a possibilidade de algum outro material aparecer na mistura, mas  em pequenas quantidades. Existem casos que a composição do solo que está próximo da área da construção seja incompatível com as medidas para uma boa mistura, neste caso, a alternativa é procurar, em outros locais  um solo ideal, mais adequado as necessidades na produção da massa.
Código da imagem: MM-10.
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O propósito da imagem abaixo é apresentar uma relação da taipa e o tijolo. Com o passar dos tempos, o tijolo começa a substituir a taipa, tanto no momento da construção inicial, quanto nas restaurações e reformas consecutivas, onde a taipa é substituída por tijolos. Sendo assim, as pesquisas arqueológicas mostram que esse fenômeno construtivo vem modificando  a paisagem arquitetônica das construções a muito tempo. 

Exemplos de convivência, não tão harmoniosa, da taipa com os tijolos.




A Casa do Bandeirante fica na região do Butantã, que tem registros históricos desde 1566, quando foi concedida a sesmaria a Jorge Moreira e Garcia Rodrigues, quando aquele lugar era ainda uma passagem conhecida como Uvatantan, os registros dizem que a propriedade passou a Afonso Sardinha em 1602, e recebeu o nome de Ubatatá, que em tupi, significa, terra dura, que posteriormente, doou as terras para a Ordem dos Jesuítas.

Código da imagem: MM-12.

Uma Nova Tendência.

A substituição de um produto construtivo por outro seria inevitável nas construções mais antigas, porém temos que considerar que uma nova proposta está em andamento, muitos arquitetos pelo mundo estão "ressuscitando" o antigo sistema da taipa, com o emprego é claro de novas tecnologias em novas construções, como podemos ver no exemplo abaixo.


Código da imagem: MM-12A.
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Publicação Especial 00B: 

IPHAN. Sistema de Proteção de Sítio Arqueológico.



Reconhecidos como parte integrante do Patrimônio Cultural Brasileiro pela Constituição Federal de 1988, em seu artigo 216, os bens de natureza material de valor arqueológico são definidos e protegidos pela Lei nº 3.924, de 26 de julho de 1961, sendo considerados bens patrimoniais da União. Também são considerados sítios arqueológicos os locais onde se encontram vestígios positivos de ocupação humana, os sítios identificados como cemitérios, sepulturas ou locais de pouso prolongado ou de aldeamento, "estações" e "cerâmicos”, as grutas, lapas e abrigos sob rocha. além das inscrições rupestres ou locais com sulcos de polimento, os sambaquis e outros vestígios de atividade humana.

São passíveis de processo judicial por danos ao patrimônio da União e omissão, por exemplo, os proprietários de terras que encontrarem qualquer achado arqueológico e não comunicarem ao Iphan no prazo de 60 dias. Todos os sítios arqueológicos têm proteção legal e quando são reconhecidos devem ser cadastrados no Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos (CNSA). Com a criação do Centro Nacional de Arqueologia (CNA) o Iphan atendeu à necessidade de fortalecimento institucional da gestão desse patrimônio, normatizada pelo Decreto nº 6.844, de 07 de maio de 2009. Cabe ao CNA, a elaboração de políticas e estratégias para a gestão do patrimônio arqueológico, a modernização dos instrumentos normativos e de acompanhamento das pesquisas arqueológicas que, em duas décadas, aumentaram de cinco para quase mil ações por ano.

Entre as principais atividades do Centro estão o desenvolvimento de ações de acautelamento (tombamento e proposição de medidas diversas para a proteção e valorização do patrimônio arqueológico), a autorização e a permissão para realização, acompanhamento e fiscalização de pesquisas arqueológicas; e a implementação de diversas ações de socialização do patrimônio arqueológico. O instrumento central para orientação dessas ações é o Plano Diretor Estratégico, que deve estabelecer a política nacional para o patrimônio arqueológico quanto à identificação, pesquisa, proteção, promoção e socialização, incluindo um modelo institucional de gestão e um programa de tombamento de bens de natureza arqueológica, dentre outras ações.

Centro Nacional de Arqueologia (CNA)
Instrumentos de Proteção
Bens Arqueológicos Tombados
Bens Arqueológicos Reconhecidos como Patrimônio Mundial
Patrimônio Arqueológico nas Regiões

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As Janelas Arqueológicas.
Em breve.
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Imagens Antigas do Edifício.
Em breve.
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A Taipa.

O tipo de alvenaria primária da construção foi a taipa de pilão, paredes externas e de mão, paredes internas, como podemos ver nas imagens abaixo.


Código da imagem: MM-14.


 Com a chegada dos tijolos, as antigas construções de taipa passam a incorporar em suas paredes esse novo material. Em muitas imagens de antigas construções, originalmente de taipa é possível ver a presença de tijolos.  As razões para essa substituição gradativa são muitas. 

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Publicação Especial 00C: 
Os Símbolos Gradados em Tijolos Antigos.

 Em fase de publicação. 

Este estudo tem como finalidade pesquisar as origens e as empregabilidades dos símbolos em tijolos antigos desde sua criação, por volta de 9 mil anos, até o século XIX. O símbolo é uma linguagem universal, e como tal, tem sido gravado em tijolos antigos por milhares de anos, pois são representações de fontes muito variadas com uma infinidade de significados. Até hoje esse sistema faz parte do nosso dia a dia, nos orientando e nos guiando por toda a terra.  
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Publicação Especial 00D: 

O Museu de Viena. www.ziegel.at/wiener-ziegelmuseum.

Wiener Ziegel Museum.

Penzingerstr. 59
A-1140 Viena
Link para a página inicial: Museus Distritais de Viena - Tijolos e Cerâmica de Construção
zeichen@bezirksmuseum.at 
Horário de funcionamento
Aberto todo primeiro e terceiro domingo do mês, das 10h às 12h
. Fechado em feriados, bem como em julho e agosto.

O Museu de Viena tem um dos mais completos acervos de tijolos antigos do Mundo. Dirigido pelo O Dr. Gerhard Zsutty é o diretor do Museu de Tijolos e Cerâmica Arquitetônica de Viena (Wiener Ziegelmuseum) em Viena, Áustria. Amplamente reconhecido como um dos maiores especialistas em alvenaria histórica, ele dedicou mais de 40 anos à curadoria e pesquisa de uma coleção de mais de 13.000 tijolos históricos, desde a Babilônia até os dias atuais. 

O MVTA tem feito várias pesquisas tendo como fonte as matérias do Museu de Viena, que ainda estão em fase de catalogação, mas que em breve serão publicadas. Um dos tijolos antigos mais estudados na Europa é sem dúvida os que apresentam em suas gravações o Brasão Austro-Húngaro que é representada por uma águia de duas cabeças, como podemos ver no tijolo  na imagem abaixo.




A  Águia Bicéfala.



A águia bicéfala – um símbolo de poder na Áustria-Hungria
As águias são, há muito tempo, símbolos de poder, força e domínio. Governantes ao longo da história as utilizaram para projetar autoridade, e elas são frequentemente chamadas de "reis do céu". No entanto, a águia bicéfala da Áustria-Hungria é única — em algum momento da história, ela desenvolveu uma segunda cabeça. Embora muitos presumam que isso seja uma referência direta à monarquia dual, as origens desse símbolo remontam a tempos muito mais antigos.

A Evolução da Águia de Duas Cabeças.

Os romanos usavam uma águia de uma só cabeça como símbolo de seu poder, uma tradição que perdurou até o colapso do Império Romano do Ocidente. O Império Bizantino remanescente acrescentou então uma segunda cabeça, uma representando o poder espiritual e físico e a outra simbolizando o domínio sobre o Oriente e o Ocidente. Mais tarde, o Sacro Império Romano-Germânico também adotou a águia como seu símbolo heráldico, embora inicialmente mantivesse apenas uma cabeça. A águia bicéfala só reapareceu no final da Idade Média , simbolizando a distinção entre a autoridade real (königliche) e a autoridade imperial (kaiserliche).

Os Habsburgos e a Águia de Duas Cabeças.

Quando o Sacro Império Romano-Germânico se dissolveu em 1806, os Habsburgos continuaram a usar o emblema do Império Austríaco, reforçando sua ligação com o legado dos Sacros Imperadores Romanos. Na época em que o Império Austro-Húngaro foi estabelecido em 1867, as pessoas geralmente interpretavam as duas cabeças como representando as metades austríaca e húngara da monarquia — apesar de esse emblema já ser usado muito antes mesmo da existência da monarquia dual.

Hoje, a águia bicéfala continua sendo um símbolo icônico. Ela está profundamente ligada à história imperial do império e à sua influência duradoura em Viena. Falando em história imperial da cidade, você pode aprender tudo sobre ela em nosso tour pelos principais pontos turísticos . Visite os locais imperdíveis no coração de Viena e saiba mais sobre os Habsburgos. Outra ótima maneira de descobrir a história da Viena imperial é através de seus palácios. Explore o Palácio de Inverno em nosso tour pelo Palácio Hofburg . Ou aprenda sobre o Versalhes de Viena em nosso tour pelo Palácio Schönbrunn. [4]




[1].

[2].

[3]

Fontes;


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Publicação 043:
Em fase de montagem.

Tijolos.
 Antigos Casarios do Parque Ibirapuera. Cidade de São Paulo.

O Parque Ibirapuera.
Avenida Pedro Álvares Cabral - Vila Mariana, São Paulo.

A parte da atual área do parque que margeia a Avenida República do Líbano haviam nesse local algumas residências no final do século XIX como podemos ver na planta abaixo onde aparecem 3 espaços em marrom escuro ao lado na letra N.


Código da imagem: PI-002.
Fonte: Geo Sampa.

   São Paulo uma cidade carente de espaços verdes e a constatação recente está posta em debate pelos urbanistas pelo menos desde meados da Década de 1920, quando se cogitou pela primeira vez a criação de um grande Parque público que atendesse a todos os seus habitantes. Tratava-se do Parque Ibirapuera, considerado o primeiro parque metropolitano da cidade. O Parque Ibirapuera foi concebido para a comemoração do IV Centenário da fundação de São Paulo, em 1954, momento em que a cidade se arvorava da condição de metrópole moderna, em pleno vigor do Desenvolvimento. Com 1.584.000 m de Área total, localizado junto a bairros Nobres, o parque foi equipado com um conjunto de edifícios desenhados pelo Arquiteto modernista Oscar Niemeyer, destinados a abrigar exposições comemorativas. Seu projeto tem uma dimensão simbólica significativa. nele, a Arquitetura, o urbanismo e o paisagismo dialogam e constroem, em conjunto, um discurso comum.

    No dia 31 de janeiro de 2020 um colaborador esteve no Parque Ibirapuera em contato com a Sra. Darcy da administração do parque e expliquei o trabalho que estamos fazendo com tijolos antigos e prontamente ela autorizou a resgatar os tijolos que estavam numa área de eucaliptos na entrada do parque. 
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O Tijolo.



Coleção: Marco Machado. 
Código do Patrimônio: TPI-00677. 
Número de Controle: 0074.
Designação: Material construtivo. 
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo. 
Local da construção: Área dentro do complexo do Parque Ibirapuera. Avenida Pedro Álvares Cabral - Vila Mariana, São Paulo - SP, 04094-050. 
Local do resgate: Parque Ibirapuera. 
A vinte metros do portão 9 na área dos eucaliptos. São Paulo. Detalhes: Esse exemplar está fragmentado em 7 partes e passou por um processo de restauração onde todas as partes foram coladas. Depois de um trabalho de computação gráfica será possível ter uma ideia de como era o original e assim que estiver concluído será automaticamente postado aqui. 
Início da construção: Sob pesquisa. 
Sistema de aquisição: Por doação. 
Doados pela administração do Parque. 
Fabricante: Sob pesquisas.
Local: Sob pesquisas. Marca do fabricante: Não identificada devido as condições de desgaste da peça. 
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.  
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas
Formato da moldura: Abaloado duplo. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. Fonte 1: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho
Descrições físicas.
Medidas:  
Comprimento: 28,0cm. 
Largura: 14,0cm. 
Altura: 7,0cm. 
Volume: 2.154cm³. 
Peso: 4,201g. 
Código Munsell: 10R 6/12.
Integridade da peça: Fragmentado. 
Mesmo na condição de fragmentos o tijolo não perde sua importância quanto as pesquisas arqueológicas.
Sistema de fabricação: Manual 
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O. 
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos. 
Autoria da imagem:
Rafael de Mello.
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: PI-003.


Condições e localização do tijolo quando do seu resgate.
Código da imagem: PI-004.

Coordenadas:
Longitude UTM: 330452.00 m E
Latitude UTM: 7391237.00 m S

Latitude: -23.580796°
Longitude: -46.661426°
Zona 23 K.

Tijolo reconstruído digitalmente.




GEO-SAMPA:


Planta da década de 1930.
Código da imagem: PI-005.



Fonte: Google Earth-PRO/2025.
Localização do resgate do tijolo.
Código da imagem: PI-006.
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O Tijolo.




Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TPI-00676.
Número de Controle: 0073.
Local da construção: Área dentro do complexo do Parque Ibirapuera. São Paulo.
Avenida Pedro Álvares Cabral - Vila Mariana, São Paulo - SP, 04094-050.
Local do resgate: Parque Ibirapuera. A vinte metros do portão 9 na área dos eucaliptos. 
Início da construção: Sob pesquisas.
Sistema de aquisição: Por doação. Doados pela administração do Parque.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local: Sob pesquisas.
Marca oficial do fabricante: . X . (Ponto, letra "X" ou um desenho de um "X" e um ponto)
Data provável da fabricação: Segunda metade do século XIX.
Datação do tijolo: Entre 120 e 125 anos em 2019.
Data de fundação da Olaria: Anterior a 1898.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Abaloado duplo. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. Fonte 1: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 25,5cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 6,5cm.
Volume: 2.154cm³.
Peso: 3.360g.
Código Munsell: 7.5YR 6/4.
Integridade da peça: Completo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos. Designação: Material construtivo.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: PI-007.

Abaixo as condições do tijolo acima antes da higienização.



Código da imagem: PI-007.


Amostra da argamassa do tijolo TPI-00676.


Código da imagem: PI-008.
As amostras ajudam nas pesquisas para determinar a composição química da massa.

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O Tijolo.




Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TPI-00678.
Número de Controle: 0408.
Local da construção: Área dentro do complexo do Parque Ibirapuera. São Paulo.
Avenida Pedro Álvares Cabral - Vila Mariana, São Paulo - SP, 04094-050.
Local do resgate: Parque Ibirapuera. A vinte metros do portão 9 na área dos eucaliptos. 
Início da construção: Sob pesquisas.
Sistema de aquisição: Por doação. Doados pela administração do Parque.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: A  (Uma letra A, como se trata de um fragmento se houver outras letras, somente depois dos resultados das pesquisas será possível determinar a sigla inteira)
Data provável da fabricação: Segunda metade do século XIX.
Datação do tijolo: Entre 120 e 125 anos em 2019.
Data de fundação da Olaria: Anterior a 1898.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Retangular ponta de lança. (Formato sugerido pelo MVTA).  
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 13,5cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 6,5cm.
Volume: 1.140cm³.
Peso: 1.266g.
Código Munsell: 5YR 7/2.
Integridade da peça: Incompleto.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Designação: Material construtivo.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Gabriela de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: PI-009.
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Galeria de Imagens Atuais do Parque.





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Publicação 044:
Em breve.
 Matéria. 
As Armadilhas das Datações.

Durante esses anos de pesquisas encontramos muitas armadilhas quanto a aplicação de datações relativas aos tijolos. Gostaria iniciar esta matéria descrevendo um exemplo de muitos que ocorreram e ocorrem até hoje. Neste caso vou citar os tijolos encontrados no antigo Quartel da Guarda Cívica que fica no Parque Dom Pedro na Cidade de São Paulo.
Durante uma forte tempestade a parede de fundos do Quartel desabou, espalhando centenas de tijolos na rua de trás, como podemos ver na imagem abaixo.

Código da imagem: QG-00Q1.
Autoria: Rafael Machado.

Ao iniciar a coleta de dados histórico do edifício, descobriu-se que se trata de uma construção do século XIX, mais precisamente entre 1850 e 1853, sendo sua construção inicial em taipa. Com o passar dos anos o local foi usado por várias instituições públicas e privadas, assim suas estruturas originais em parte foram trocadas, da taipa para os tijolos cerâmicos, essas mudanças podem ter iniciado a partir de 1870 e 1875. Ao resgatar os tijolos e começar as pesquisas, com foco nas datações. Inicia-se então, em busca de documentos de compra desses tijolos, não conseguindo levantar esses dados documentados, tais como notas fiscais oi por uma séria de razões, decidimos então, levar em consideração a época de construção, foi ai que percebi que havia cometido um erro, depois de muito tempo pesquisando as poucas plantas da construção acabei descobrindo que aquela parede não era do século XIX e sim de 1903. Vide imagem 00Q2.

Código da imagem: QG-00Q2.
Fonte: CIAP. 

Sendo assim, antes de consultar a planta acima,  conclui que os tijolos eram do século XIX, mas a planta me indicava que a parede era de uma outra data, 1903. Poderia ter mantido uma datação relativa dos tijolos com base no século XIX, sem a indicação da planta, mas os tijolos eram sim do século XIX, pois tudo estava direcionando para um sistema milenar, que é usado até os dias de hoje, o reaproveitamento de materiais construtivos. Desta forma temos uma parede erguida em 1903 com tijolos do século XIX. Considerando a datação relativa, para este caso específico que quase se transforma numa armadilha temporal, pois haviam duas relações a serem consideradas: 1. O prédio tem sua originalidade construtiva no século XIX, 2. A parede dos fundos de onde os tijolos foram resgatados, é do século XX.
Este é só um das dezenas de armadilhas cronológicas que podem acontecer se o pesquisador não estiver intimamente ligado a esses fatos históricos, e propenso a não ir a fundo nos levantamentos de dados para as pesquisas. Datar tijolos antigos sem qualquer fonte escrita é uma atividade que exige uma atenção especial do arqueólogo, pois este deve buscar por mais informações para determinar a data de fabricação de um tijolo.

A Importância das Análises Relativas,


A datação relativa sem o uso de trabalhos de análises em laboratórios, é uma atividade que exige do pesquisador muita atenção quanto aos mínimos detalhes, pois é aqui que mora o perigo. Observações com pouca profundidade e pobre de elementos históricos podem levar o arqueólogo a erros e interpretações equivocadas, que depois de publicadas passam a fazer parte da verdade textual, consertá-las, é uma tarefa muito complicada.

Para ficar mais claro a dimensão desses problemas ou citar algumas armadilhas que ocorrem com frequência durante os trabalhos de datações de tijolos antigos tendo como base as interpretações em citações com pouco e quase nenhum conteúdo histórico significativo. As descrições a seguir certamente vão esclarecer com detalhes como as atividades de datações devem ser feitas com muito cuidado.

Os exemplos aqui citados baseiam se em fatos reais, só arredondei as datas para uma melhor compreensão.

Exemplo 1.
Uma casa que foi construía em 1950, e que durante sua demolição o pesquisador faz o trabalho de resgate dos tijolos antigos. Tem início assim, um tempo depois, os trabalhos das datações e suas conclusões.
 
Item 1. A casa foi construída em 1950.
Item 2. Os tijolos certamente foram fabricados no ano da construção, ou em alguns casos, no ano anterior, 1949.
Item 3. Neste caso vamos considerar que  as pesquisas estão sendo realizadas em 2020.
Item 4. Com base no ano da construção podemos concluir que os tijolos tem entre 49 e 50 anos tendo como base o ano de 2020.
Item 5.Conclusão final do relatório arqueológico:
a. A construção tem 50 anos com base final o ano da pesquisa, 2020.
b. Quanto as datações dos tijolos, com base no ano da construção, 1950, conclui-se que os materiais analisados tem entre 49 e 50 anos, também com base final, o ano da pesquisa, 2020. Fecha relatório.

Agora vamos a um outro cenário, onde uma análise mais ampla e consistente indica uma nova versão quanto aos resultados do relatório final.

1. O que não foi considerado durante ao primeiro trabalho.
a. Havia na construção uma grande variedade de marcas de tijolos.
b. Haviam tijolos com medidas muito diferentes uns dos outros.
c. Atrás dos tijolos haviam a presença de vários riscos indo na mesma direção, isso caracteriza fabricação manual.
d. Não foram consultados documentos de compra, tais como:  notas fiscais ou recibos de vendas.
e. Ficaram fora das pesquisas, saber as origens dos fabricantes dos tijolos.
f. Não foram considerados as medidas dos tijolos, principalmente o item comprimento..

Conclusões:

Item 1a: Quando encontramos uma grande quantidade de marcas diferentes de tijolos em uma mesma construção isso é um forte indicativo de que esses materiais são de reaproveitamento, em alguns caso comprados, em outros recebidos como doações, ou até mesmo recolhidos de construções antigas demolidas pela cidade. Indicando assim que os tijolos são bem mais antigos.


Item 1b: Muitos tijolos com medidas diferentes na mesma construção implica no mesmo caso citado acima com as marcas, onde certamente são também mais antigos.


Item 1c: Mesmo na década de 1950 já haviam centenas de olarias/cerâmicas que tinham sua produção mecanizada, o que eliminaria a presença de riscos na parte de trás dos tijolos, um indicativo de fabricação recente.


Conclusões:
Item 1d: Consultar documentos fiscais ajudam a definir a origem dos tijolos, muitos pontos de venda tinham tanto materiais novos como antigos. Esse pontos ou eram das próprias olarias /cerâmicas, ou não. No caso de pontos de vendas direto das fábricas, isso indicaria que a fabricação dos tijolos foram feitas  ano da venda, isto é, ano de 1950, ou anterior.


Item 1e: Saber as origens históricas dos fabricantes é importantíssimo, pois indica sue tempo de atividade, criando assim um período fixo de fabricação dos tijolos analisados. Exemplo: Uma olaria começou sua fabricação em em 1890, mas encerrou suas atividades em 1895, neste caso o tempo decorrido para a fabricação dos dos tijolos foram ente 1890 e 1895, isto é 5 anos.


Item 1f: A maioria dos tijolos tinham entre 27 e 28cm de comprimento, um forte indicativo de que eram muitos mais antigos, já na década de 1940 os tijolos começam a ser fabricados em média com 26/25cm.

Conclusão Final do Segundo Relatório.

1. Os tijolos foram fabricados antes de 1950, alguns do século XIX.
2. Assim suas datações passam a ter mais de um período de tempo, e não de 49 a 50 anos como citado no relatório da primeira pesquisa.
3. Descobre-se que os tijolos eram materiais de reaproveitamento, um forte indício de que foram fabricados antes de 1950.
4. Indícios de fabricação manual, um indicativo de que são mais antigos.
5. As medidas do item comprimento foi decisivo para concluir que os tijolos eram mais antigos do que havia sido citado o primeiro relatório.

Um outro caso que deve ser analisado são os tijolos antigos que foram resgatados no antigo Quartel da Guarda Cívica e que está descrito na Publicação 029:
Tijolos. Quartel da Guarda Cívica. Parque Dom Pedro. Cidade de São Paulo.

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Publicação 045:
Em breve.
 A Importância da Arqueologia nas Pesquisas com Tijolos Antigos..

Neste artigo serão discutidas os métodos arqueológicos e sua importância para os estudos  com tijolos antigos. Período esse que tem início  por volta de 12 mil anos atrás. Estudos nessa área são essenciais para as análises históricas com tijolos antigos, pois permitem datar as estruturas, identificar a origem das argilas e compreender o desenvolvimento tecnológico das sociedades humanas ao longo dos milênios.

Tijolo Adobe. O Início...

Uma equipe de arqueólogos escavaram uma trincheira perto de uma das muralhas da cidade Bíblica de Jericó coletaram amostras para análises próximo a um muro de tijolos adobe e o resultado da datação foi de 10.200 anos A/C. Assim, enquanto em algum lugar do mundo o homem primitivo atirava pedras na lua, no Oriente Médio já se fabricavam tijolos para construções. Na escassez de pedras na Mesopotâmia, os sumérios e outros povos pioneiros substituíram a rocha natural pela moldagem de argila e palha secas ao sol, surge assim o tijolo adobe. 

Uma fato interessante é que foi a natureza que ensinou o homem a fabricar tijolos de barro, assim como o ensinou  a fazer o fogo. tudo começa nas margens dos rios Eufrates e Tigres na Mesopotâmia. Como qualquer outro rio esses tem uma variação hídrica periódica, seus níveis sobem e descem de acordo com a época específica, sistema conhecido como ciclo das águas. Nas imagens baixo é possível ter uma ideia desse processo.

Rios Eufrates e Tigres.







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Publicação 046:

Tijolos.
Tijolos. Museu Ipiranga da USP. Bairro do Ipiranga. Cidade de São Paulo.

A História da Construção. 

Ficha técnica: Edifício: Museu Paulista da Universidade de São Paulo ou Monumento do Ipiranga Localização: Ipiranga, zona sul de de São Paulo. Arquitetos responsáveis: Tommaso Gaudenzio Bezzi e Luigi Pucci. Período em que foi projetado e construído: 1883 à 1890. Histórico: A ideia da construção de um monumento que perpetuasse a memória da Independência do Brasil surgiu em São Paulo, logo após o 7 de setembro de 1822. Em 1824, Lucas Antônio Monteiro, mais tarde Visconde de Congonhas do Campo, na qualidade de Presidente da Província, dirigia-se à população pedindo contribuições voluntárias que seriam aplicadas na construção do Monumento do Ipiranga. Por determinação do Imperador Dom Pedro I, o monumento deveria ser erigido no próprio sítio do Ipiranga, no mesmo local do Grito da Independência. Perpetuar a memória da Independência foi uma preocupação constante dos Presidentes de Província por todo o decorrer do século XIX. Porém, a falta de recursos decorrente de desequilíbrios políticos e econômicos retardava a realização do projeto. As comissões oficiais nomeadas para esse fim pouco fizeram, e mesmo a Sociedade Zeladora da Glória do Ipiranga, organizada em 1861, teve curta duração. A partir de 1870, foram intensificados os esforços para a concretização da obra. Por ordem do Presidente da Província, Visconde do Bom Retiro, em 1872, o engenheiro Carlos Rath procedeu ao levantamento topográfico do terreno e a pedra fundamental, lançada em 1825, foi retirada e levada ao Palácio do Governo e somente reposta em 1875. Porém, sérios obstáculos impediam a continuidade do trabalho, pois o esboço apresentado por Bezzi provocara uma longa discussão entre o autor e a Comissão. Enquanto esta desejava um edifício que, além de ser um símbolo, abrigasse também uma escola, o arquiteto insistia na construção de um palácio. Por fim, o Presidente da Província, Francisco de Carvalho Brandão, em 1883 aprovou o projeto de Bezzi. Mesmo assim, somente em março de 1885, o Presidente da Província, José Luís D’Almeida Couto, ordenou que se iniciassem as obras do monumento do Ipiranga, executando-se o projeto de Bezzi, já aprovado também pelo Imperador Dom Pedro II. Para dirigir a construção do edifício, que seria o marco da Independência do Brasil, foi contratado o arquiteto Luigi Pucci e ao engenheiro Stevaux coube o traçado de uma "estrada de comunicação entre a Capital e a colina do Ipiranga". 
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O Tijolo.




Tijolo acima e original da construção do Museu Paulista da USP doado ao nosso acervo pelo Sr. Jorge Pimentel. Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. 

Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TMI-00570.
Número de controle: 0210.  
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Sistema de doação: Doado pelo Sr. Jorge Cintra Pimentel Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo.
Construção: Museu Paulista da USP. Museu do Ipiranga.
Local: Rua dos Patriotas, 20 - Vila Monumento, São Paulo .
Sigla oficial do fabricante: F . R . (Uma letra G e uma letra P).
Local do fabricante: Endereço completo sob pesquisas. Bairro da Freguesia do Ó. São Paulo.
Data provável da fabricação do tijolo: Entre 1885 e 1887.
Datação do tijolo: Ano Base 1886. Entre 135 e 136 anos.
Data de fundação da Olaria: Anterior a 1878.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Descrições físicas:
Formato da moldura: Sextavado arqueado composto. (Formato sugerido pelo MVTA). 
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,5cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.411cm³.
Peso: 3.770g.
Código Munsell: 5YR 7/6.
Integridade  da peça: Completa/Excelente.
Sistema de fabricação: Manual.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da Imagem: TMI-0845.

Francisco Rosa.
Local: Endereço completo sob pesquisas. Bairro da Freguesia do Ó. São Paulo.
Tabela 1 – Olarias identificadas na cidade de São Paulo entre as décadas de 70 e 80 do século XIX. Trabalho de NATÁLIA MARIA SALLA.
Fonte 2: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=829013&
Pesq=olaria&pagfis=279
Jornal: Novo Almanach de São Paulo : Para o Anno de 1883 (SP) - 1882. Ano 1882\Edição 00001 (1).
Data de fundação da olaria: Anterior a 1878.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1878.
Sigla oficial do fabricante: F . R .


Tijolo com a mesma identificação encontrado no acervo da USP.
Com cerca de 430 anos de história, a Freguesia do Ó é uma das regiões mais antigas de São Paulo. Seu nome remete ao ano de 1796, quando Dona Maria I, rainha de Portugal, mandou dividir a Freguesia da Sé, até então a única da Vila de São Paulo, em três partes, dando origem ao bairro que homenageia a Nossa Senhora do Ó. 
Fonte: Acervo do museu da USP.
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Fabricado a partir de 1910.


Obs.:
Apesar de estar na lista arqueológica dos tijolos encontrados na construção do Museu Ipiranga, deixando parecer que ele fez parte da construção inicial, tijolos com essa marca só começaram a ser produzidos em 1910. A construção terminou em 1890.

"Obra iniciada em em março de 1885".
"As obras encerraram-se em 15 de novembro de 1890, no primeiro aniversário da República".
Fonte: https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=439475
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Em São Paulo, as construções de taipa predominaram até a segunda metade do século 19, quando o tijolo começou a ganhar importância. Aparentemente, várias olarias forneceram matéria-prima para a construção do Edifício-Monumento, inaugurado em 1895. No monitoramento arqueológico das obras de restauro no Museu do Ipiranga, foram identificados, tanto na área interna quanto na externa, tijolos que foram exumados pela Scientia Consultoria Científica. Um deles traz marcado “𝗜 * 𝗠” (foto 1), que aponta a olaria dos Irmãos Martorelli, uma família de italianos que se instalou na Fazenda São Caetano, em 1877. O local oferecia uma argila excelente e os imigrantes começaram a fabricar telhas, tijolos e louças. O outro, nomeado “A. P. Rodovalho” (foto 2), identifica a fábrica de Antônio Proost Rodovalho. Aberta em 1883, em Caieiras, produzia além de tijolos, telhas, manilhas, cal e outros materiais resultantes da extração de pedreiras.
#PraTodosVerem: A imagem, com fundo preto, traz duas fotos dos tijolos citados no texto deste post. Eles são avermelhados e têm as inscrições I * M e Fábrica de A. P. Rodovalho São Paulo. Na imagem foi adicionado digitalmente o texto "Arqueologia: tijolos"


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Publicação 047:
Em breve.
Em fase de catalogação. Arqueologia.
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Publicação 048:
Tijolos.
Vila Elvio. Município de Piedade. Estado de São Paulo.

Pesquisa arqueológica realizada em 19 de abril de 2026.
Colaborador, fotografia e edição: Rafael de Mello.

Elaboração final: Gabriela de Mello.




Código da Imagem: VE-001.

História da Vila Elvio.

Em 1.930 Luigi, que residia na cidade de Araraquara, visitou a cidade de Piedade e encontrou muitos italianos morando e trabalhando no local. Ao conhecer a zona rural, ficou encantado com o bairro Sarapui, em especial, com a variedade de árvores e abundância de água. Devido a isso, em 08/12/1.933, Luigi comprou da família Godinho 2.221,191 hectares de terras, sendo que boa parte era mata nativa. Seu propósito era criar uma colônia italiana em sua fazenda. Em 1.936, ele deu início a uma pequena serraria, tocada por uma Roda D'Agua, fabricando ali cadeiras anatômicas. Luigi passou a dedicar-se inteiramente no desenvolvimento da vila, tendo reunido pessoas especializadas para construir a grande fazenda.

A Usina.

Como seu grande objetivo era atrair pessoas, concluiu que precisava gerar empregos. Por isso, deu início ao processo de desenvolvimento da vila, por meio da geração de energia! Para tanto, reuniu mão de obra qualificada para pesquisas e projetos, do local em questão. Hermano Ruzzi, um engenheiro italiano, participou ativamente no desenvolvimento da usina que, para ser finalizada, precisou também ser assinada por um engenheiro brasileiro. Outro personagem importante para o desenvolvimento da vila, usina e telefonia, foi Mario Suriani, formado em Agrimensura, na Escola Agrícola de Pescara - Italia. A Usina Azul foi construída aproveitando a queda do Rio do Peixe. Localizada a 13 km do centro da vila, foi projetada com um alternador que produzia 500 KW, podendo dobrar sua capacidade. Atualmente (não sei exatamente se essa informação é atual) seu consumo não chega a 50%. Em 1.939, a usina iniciou a distribuição de energia para algumas casas da vila e para a Indústria de Cama Patente.

Cama Patente

Inicialmente a fábrica produzia camas de alto padrão, sendo restrita a um público com alto poder aquisitivo. Mais tarde, a indústria passou também a produzir camas em larga escala, com preços competitivos. Esta cama se pulverizou rapidamente no Brasil, chegando a ser produzidas 35.000 / mês. O fato era que, nesta época, não existia colchão. Normalmente, usava-se capim no lugar. A Cama Patente era a única que fabricava a cama com molas fixas! A fábrica logo instalou uma matriz em São Paulo, no Bairro do Bom Retiro, e chegou a contar com mais de 700 funcionários! Na indústria, o número de trabalhadores chegou a 200 pessoas. A empresa tinha 80 caminhões para entrega dos produtos da indústria, pelo Brasil. Sobre a cama, achei interessante que ela foi projetada em 1.915 pelo espanhol Celso Martinez Carrera, para uma clínica de Araraquara, que precisava substituir as antigas camas de ferro, importadas da Inglaterra. No entanto, Carrera não teve o cuidado de patentear sua criação. Por isso, o móvel acabou sendo patenteado por Líscio, que manteve sua produção 
até 1.968.

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Coordenadas da área de pesquisas.


Código da Imagem: VE-002.

Local onde os tijolos com as siglas J L e V E foram resgatados pelos colaboradores e doados ao acervo.



Código da Imagem: VE-003.
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O Tijolo.


Estudos arqueológicos com base no desenho a lapis.


Código da Imagem: VE-004.

Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TVEL-00230.
Número do Patrimônio: 0414.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Sistema de doação: Doado pelo Sra. Luiza Bassi.
Construção: Residencial.
Local: Área rural da Cidade de Piedade. Estado de São Paulo.
Provável fabricante: Sr. Joaquim Leite.
Sigla oficial do fabricante: J  ★  L (Uma letra J, um pentagrama e uma letra L).
Geralmente uma estrela entre duas letras, gravadas em tijolos, indica uma sociedade, neste caso as estrelas são substituídas pelo caractere comercial " &".
Local do fabricante: Município de Piedade Estado de São Paulo.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Anterior a 1880.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Apesar das fortes evidências de que o tijolo acima seja da olaria de Joaquim Leite, as pesquisas continuam. Vide citação abaixo.
..."Em 1850,Joaquim é um homem realizado financeiramente,mais sonhava em ter sua própria tropa de animais e enfrentar os sertões,para atravessar os rios as matas virgens e chegar até Sorocaba,para vender seus produtos agrícolas que eram colhidos na fazenda Pirapora e no bairro do Ribeirão Grande.No mesmo ano,Joaquim Antonio Leite,passando pelo bairro do Caetezal,conheceu Maria Rita do Carmo, filha de Manoel Joaquim de Oliveira e Izabel Maria da Anunciação, sendo que namoraram pouco tempo e no dia 21 de Janeiro de 1851, casaram na matris de Sorocaba,porque a matriz de Piedade não havia sido inaugurada.Ficaram morando com os pais de Joaquim por algum tempo,depois foram morar em um rancho(hoje rodoviária),local que foi montado um olaria,sendo o primeiro na época em Piedade,com a venda de tijolos compraram uma casa na rua da ponte(hoje Praça da Bandeira) Em 1852, dia 14 de Maio nasce o filho de Joaquim Leite e Maria Rita,e recebe o nome de Elias Leite,sendo que depois vieram Francisco,Elizeu Marcolino,Evaristo,Manoel,Jacinto e Severiano. Em 1.856,morre aos 74 anos Joaquim de Souza Freire,deixando dona Antonia Cândida viúva,e seu único filho Fernando de Souza Freire,é que vai comandar a fazenda,e passa a ter grande influencia na política de Piedade e na cidade de Sorocaba"...

Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Descrições físicas:
Formato da moldura: Retangular simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. Fonte 1: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho  
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,5cm.
Largura: 12,5cm.
Altura: 6,5cm.
Volume: 2.153cm³.
Peso: 2.936g.
Código Munsell: 5YR 8/6.
Integridade  da peça: Completa/Excelente.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares: São muitos os tijolos que ainda podem ser resgatados.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da Imagem: VE-005.

A fonte abaixo cita o nome Joaquim Leite como proprietário de uma olaria, porém a olaria ficava na região do Lajeado na Cidade de São Paulo.

Joaquim Leite. 
Local: Endereço completo sob pesquisas. Lajeado (Lajeado) , distrito vizinho ao bairro de Guainases. São Paulo. 
Fonte: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8137/tde-04022015-113635/publico/2014_NataliaMariaSalla_VOrig.pdf
Tabela 4 – Olarias registradas em 1903, Índice “Olarias”: Fabricas de telhas, tijolos, canos, tubos, etc. Página nº 125. Natália Maria Salla. Universidade de São Paulo, Faculdade de filosofia, Letras e Ciências Humanas, Departamento de História Programa de Pós-Graduação em História Econômica. Produzir para construir: a indústria cerâmica paulistana no período da Primeira República (1889-1930). 
Data de fundação da olaria: Anterior a 1903. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas
Data de atividade documentada: 1903. 
Sigla sugerida: J L

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O Tijolo.


Estudos arqueológicos com base no desenho a lapis.


Código da Imagem: VE-006.

Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TVEL-00231.
Número do Patrimônio: 0413.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Sistema de doação: Doado pelo Sra. Luiza Bassi.
Construção: Residencial.
Local: Área rural da Cidade de Piedade. Estado de São Paulo.
Sigla oficial do fabricante: V  E.  (Uma letra V, e uma letra E).
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Ano Base 1886. Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Descrições físicas:
Formato da moldura: Em análises. (Formato sugerido pelo MVTA).  
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,5cm.
Largura: 12,4cm.
Altura: 6,5cm.
Volume: 2.135cm³.
Peso: 2.719g.
Código Munsell: 5YR 9/2.
Integridade  da peça: Completa/Excelente.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares: São muitos os tijolos que ainda podem ser resgatados.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da Imagem: VE-007.
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Imagens das Casas em Ruínas.

São muitas as casas que estão em estado de ruínas. Algumas ainda são habitadas por antigos funcionários da antiga fábrica, assim como os que participavam das atividades sociais da Vila Elvio. Apesar de se tratar de um local com grande potencial histórico, ela ainda não foi tombada. A quantidade de tijolos usados desde do início das construções, em 1930, podem chegar a milhares. Seria interessante criar um projeto de resgate arqueológico do local. Através dos colaboradores foram resgatados 2 exemplares de tijolos onde os trabalhos para se descobrir a origem de seus fabricantes ainda continuam. Sem dúvida que a Vila foi construída com um número bem maior de marcas de tijolos de outras olarias, mas só um levantamento mais amplo poderá indicar quantos tijolos de diferentes marcas foram usados na construção.


Código da Imagem: VE-008.


Código da Imagem: VE-009.

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Imagens da Vila Elvio, fotografado pelo colaborador Rafael de Mello.
2026.


Código da Imagem: VE-010.
Descrições: Vista da principal avenida da Vila, ao fundo a pequena Igreja de Santa Teresinha fundada em 1964. À esquerda, o prédio maior, era a fábrica de camas Patente.
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Código da Imagem: VE-011.
Descrições: Fonte da praça da Vila. Ao fundo a pequena torre da Igreja.
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A Fábrica.



Código da Imagem: VE-012.
História da Fábrica.

Inicialmente a fábrica produzia camas de alto padrão, sendo restrita a um público com alto poder aquisitivo. Mais tarde, a indústria passou também a produzir camas em larga escala, com preços competitivos. Esta cama se pulverizou rapidamente no Brasil, chegando a ser produzidas 35.000 / mês. O fato era que, nesta época, não existia colchão. Normalmente, usava-se capim no lugar. A Cama Patente era a única que fabricava a cama com molas fixas! A fábrica logo instalou uma matriz em São Paulo, no Bairro do Bom Retiro, e chegou a contar com mais de 700 funcionários! Na indústria, o número de trabalhadores chegou a 200 pessoas. A empresa tinha 80 caminhões para entrega dos produtos da indústria, pelo Brasil.

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Publicação 049:

Matéria.
Fluxograma da Indústria Cerâmica.

"A cadeia da industria cerfunica pode ser utilizada como referencia para uma Amilise de Cicio de Vida (Figura 1.2), "expressiio us ada para se referir a todas as etapas e processos de um sistema de produc;iio ou de servic;os englobando toda a cadeia de produc;iio e consumo, considerando o consumo de energia, materias-primas e produtos auxiliares; aspectos dos sistemas de transportes e logistica, caracteristicas da utilizac;iio, manuseio e embalagem, marketing e consumo, sabras ou residuos e suas respectivas reciclagens ou destino final" (MMA- BRASIL/2002). Segundo SOARES e CASTILHOS (2002) a analise do ciclo de vida e uma tecnica para avalia<;ao dos aspectos ambientais e dos impactos potenciais associados a urn produto, compreendendo etapas que vao desde a retirada da natureza das materias-primas elementares que entram no sistema produtivo, a disposi<;ao fmal do produto. Essa ferramenta permite ainda: estabelecer uma base de informa<;oes sobre as necessidades totais de recursos, consumo de energia e emissoes; identificar aspectos em algum processo ou produto onde sejam possiveis redu<;oes nas necessidades de recursos e emissoes, alem de auxiliar no desenvolvimento de novos produtos, processos ou atividades que reduzam efetivamente as necessidades de recursos e/ou emissoes".

Código da Imagem: IM-XXX


Fonte: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE GEOCIENCIAS em Geociencias Area de e Politica de Recursos Minerais CLAUDIADESOUZASANTOS A INDUSTRIA CERAMICA EM BARRA BONITA (SP) E SUAS RELA(:OES COM A USINA HIDRELETRICA DE BARIRI: PANORAMA E PERSPECTIVAS.

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Publicação 050:
Tijolo. 

Imperial Olaria. Sampaio Peixoto. Cidade de Campinas. Estado de São Paulo
Em fase de catalogação.

História. Em Campinas, Antonio Carlos Sampaio Peixoto, de nacionalidade brasileira e fazendeiro, havia fundado entre 1867 e 1868 uma olaria, uma ferraria, uma fundição de ferro e uma oficina mecânica. A oficina mecânica produziu máquinas para beneficiar café, engenhos completos para moer cana, peças de tornos, transmissões, parafusos e ferragens para carros. No início dos anos 1870, a ferraria, fundição e oficina mecânica empregavam 22 artesãos. Ainda assim, a principal atividade da firma de Antonio Carlos Sampaio Peixoto parece ter sido a olaria. Em 1875, possivelmente a única atividade da firma foi a fabricação de tijolos pela olaria. Em 1879, Sampaio mudou-se para Limeira para administrar uma fazenda de seu pai, sendo que a olaria voltou a funcionar entre 1882 e 1886 sob a administração de Joaquim Olavo de Sampaio, filho de Antonio Carlos (CAMILLO, 1998, p.66-69).

Em Rio Claro, Felippe Leonardo, Jeorge Petri, João Henrique Reiff e Samuel
Kreiner exerciam a profissão de maquinistas e possuíam fábricas de máquinas em 1873 (LUNÉ, 1985, p. 515).
Página nº 499.
Michel Deliberali Marson Professor da Unifal-MG e doutor em Economia pela FEA-USP Origens dos empresários da indústria de máquinas e equipamentos em São
Paulo, 1870-1900. 
Em 1875 a fábrica foi visitada por D. Pedro II, o qual autorizou o uso nas peças do Brasão Imperial.
Dia da Inauguração 02 de dezembro 1867.
Fonte:
http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=090972_03&PagFis=203&Pesq=olaria Citado no Jornal Correio Paulistano. Ano 1870. Edição 04130-1



Código da imagem: IPO-002.


Vista geral da Olaria, e Ferraria onde se vê a casa em que está a roda hydraulica
Rosen, Henrique, m. 1892; Peixoto, Antonio Carlos de Sampaio, m. 1914



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Desenho a lápis para o registro arqueológico. 

Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TIOC-00301.
Número de Controle: 0185.
Construção: Sob pesquisas.
Tijolo adquirido em antiquário, portanto a sua origem, isto é, a construção que ele pertencia, por enquanto está sob pesquisas.
Local da Olaria Antonio Carlos Sampaio Peixoto. Cidade de Campinas. Estado de São Paulo.
Número da peça no inventário do acervo. FIP-00XXXX.
Sistema de aquisição: Compra no Antiquário Anhanguera. Cidade de Pirassununga. Estado de São Paulo.
Fabricante: Sampaio Peixoto.
Sigla oficial do fabricante: Letra "I" Brasão do Império Letra "O".
Local do fabricante: Cidade de Campinas. Estado de São Paulo.
Data provável da fabricação do tijolo: Entre 1875 e 1877, pois foi em 1875 que Dom Pedro visitou a olaria e autorizou a fazer tijolos marcados com o Brasão do Império.
Datação do tijolo: Sob pesquisas. Neste caso sua datação fica no período que compreende a existência da olaria que vai desde sua fundação até seu fechamento que é entre 1867 ano da sua fundação até sua paralisação em 1879 voltando a funcionar em 1882.
Datação do tijolo: 145 anos em 2020.
http://www.casaguilhermedealmeida.org.br/
Data de fundação da Olaria: Anterior a 1867. 
Período de atividade da olaria: Por volta de 33 anos.
Data de encerramento das atividades: Por volta de 1900.
Data de atividade documentada: 1875/1877. 
Formato da moldura: Sextavado simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. 
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 29,6cm.
Largura: 14,0cm.
Altura: 7,5cm.
Volume: 3.108cm³.
Peso: 4.926g.
Código Munsell: 7.5YR 5/8.
Integridade da peça: Completa.
Matéria prima básica: Argila.
Sistema de fabricação: Mecanizado.
Tipo do molde: Mecanizado.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.

Observações complementares:
Autoria da imagem: Gabriela de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: IPO-005.

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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TIOC-00766.
Número de Controle: 0024.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Não consta. Tijolo adquirido em antiquário, portanto a sua origem, isto é, a construção que ele pertencia, por enquanto está sob pesquisas.
Local da Olaria Antonio Carlos Sampaio Peixoto. Cidade de Campinas. Estado de São Paulo..
Sistema de aquisição: Compra no Antiquário Anhanguera. Cidade de Pirassununga. Estado de São Paulo.
Fabricante: Sampaio Peixoto.
Sigla oficial do fabricante: Letra "I" Brasão do Império Letra "O".
Local do fabricante: Cidade de Campinas - SP.
Datação do tijolo: Data base 1880. Entre 140 e 141 anos em 2021.
Em 1875 que Dom Pedro visitou a olaria e autorizou a fazer tijolos marcados com o Brasão do Império.
Um exemplar desse tijolo faz parte do Acervo do Museu Casa Guilherme de Almeida.
http://www.casaguilhermedealmeida.org.br/
Data de fundação da Olaria: Anterior a 1867. 
Período de atividade da olaria: Por volta de 33 anos.
Data de encerramento das atividades: Por volta de 1900.
Data de atividade documentada: 1875/1877. 
Formato da moldura: Sextavado simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. 
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,5cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.411cm³.
Peso: 3.770g.
Código Munsell: 7. 5YR 4/10.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Mecanizado.
Marca da máquina: CLAYTON PATENT. 
a Henry Clayton & Co. foi fundada em 1821, mas como Henry Clayton tinha apenas 7 anos em 1821, a empresa de engenharia parece ter sido fundada por seu pai, também chamado Henry. Embora eu ainda não tenha provas disso, acredito que o pai de Henry tenha fundado a empresa em 1821 e fabricado ferramentas e equipamentos agrícolas, pois os anúncios da Royal Agricultural Show de 1845 e 1849 para Henry, nosso inventor de máquinas de tijolos, registram que a Clayton's produzia ferramentas hortícolas e agrícolas, além de máquinas para fabricação de tijolos.

Tipo do molde: Mecanizado.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Gabriela de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: IPO-006.

Parte de trás do tijolo acima.


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Publicação 051:

Tijolos. 

Colégio Des Oiseaux. Bairro da Consolação. Cidade de São Paulo.


Colégio Des Oiseaux. Fotografia da década de 1930. 
Fonte: Blogdogiesbrecht. 
Código do Imagem: CO-01.



Imagem aérea de 1958. 
Fonte: Geoportal. Recomendo este site para pesquisas fotográficas feitas em 1958. 
Código do Imagem: CO-03.


O Colégio neste mapa de 1930. 
Código do Imagem: CO-004.


História.

O Colégio Des Oiseaux foi um tradicional colégio feminino de São Paulo, inaugurado em 1907, conduzido pelas Cônegas de Santo Agostinho, ocupando terreno de 24.000 m² na esquina das ruas Augusta e Caio Prado, no distrito da Consolação, instalado num palacete projetado pelo arquiteto Victor Dubugras para ser a residência da família de Fábio Uchoa. O palacete foi executado sob as ordens do engenheiro Emilio Fagnani e se concluiu em 1901. Em 1906, a Vila Uchoa, como ficou conhecida a edificação, foi vendida pela família para as Cônegas de Santo Agostinho. Emilio Fagnani morreu pouco antes da inauguração do colégio, em 1907. Segundo a pesquisadora da USP Graziela Serroni Perosa, "sua arquitetura de inspiração art nouveau emprestava um ar requintado ao colégio. Os amplos jardins frontais e laterais do edifício garantiam a distância espacial conveniente da rua, à semelhança do que ocorria com as habitações das camadas de alta renda instaladas nesta parte da cidade. A extensão desses jardins permitia a entrada de automóveis transportando as alunas". Ali estudaram Ruth Cardoso e Marta Suplicy, entre outras alunas que vieram a se destacar no cenário cultural ou político. A escola Encerrou suas atividades em 1969. Durante algum tempo, funcionou lá o cursinho Equipe. O prédio foi demolido em 1974, uma ação bastante controversa e criticada. O bosque ali existente foi tombado por resolução do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo em dezembro de 2004 (RESOLUÇÃO 23/04), considerando "a a dimensão e a diversidade arbórea e arbustiva do lote e a avifauna existentes nesta região escassa de área verde" . Nos fundos do terreno, com frente para a rua Marquês de Paranaguá, foi construído o Instituto Sedes Sapientiae que depois, foi transferida para o Morumbi, junto ao Colégio Nossa Senhora do Morumbi. As freiras da Ordem de Santo Agostinho mantêm duas outras escolas na cidade de São Paulo: o Externato Madre Alix e o Colégio Nossa Senhora do Morumbi, além da Escola Stella Maris, em Santos.

Referências:
SCIELO 

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O Tijolo.



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCDO-0038.
Número de Controle: 0037.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Colégio Des Oiseaux.
Local de construção: Rua Augusta próximo ao nº 425. Bairro da Consolação.
Local do resgate: Rua Augusta próximo ao nº 425.
Ano da construção: 1905.
Data da inauguração do prédio: 1907.
Sistema de aquisição: Por doação. Doada pela filha de uma ex-aluna do Colégio. A pessoa preferiu não se identificasse neste trabalho, mesmo assim agradecemos pela
colaboração.
...O hábito de antigos frequentadores ou funcionários de guardar algo que recorde sua época, além de ser um ato muito carinhoso que tem nos ajudado muito no desenvolvimento dessa obra e são através dessas doações que geralmente são feitas por filhos e netos desses frequentadores ou funcionários e que em alguns casos os próprios ex trabalhadores fazem questão de ter suas recordações guardadas com carinho e saber que mais pessoas podem ver e contemplar parte de suas histórias. Por isso e muito mais é que valorizamos as doações....
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Endereço completo sob pesquisas. Região de Feital.
Sigla oficial do fabricante: O F M ( Uma letra O, uma letra F e uma letra O)
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Fabricação do tijolo: Entre 1905 e 1907. Considerando o período da construção do Colégio.
Datação do tijolo: Entre 120 e 125 anos em 2020.
Formato da moldura: Abaloado composto. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. 
Pinto.pdf 
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 27,0cm.
Largura: 13,2cm.
Altura: 6,5cm.
Volume: 3.564cm³.
Peso: 2.780g.
Código Munsell:  5YR 6/2.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Gabriela de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da Imagem: CO-05.

Matéria publicada na fonte abaixo cita um tijolo com a sigla O F M:

"Essas olarias, em sua maioria, utilizavam fornos contínuos a lenha, e o trabalho era totalmente manual. O barro era extraído, moldado, secado ao sol e depois queimado em fornos que atingiam temperaturas superiores a 900°C. Cada tijolo carregava a marca da olaria — letras gravadas no barro úmido antes da queima, como A D, S Z, S F ou O F M, que hoje são pistas valiosas para os pesquisadores identificarem a origem de peças encontradas".

“Encontramos um tijolo com a sigla O F M na região do Feital. Pequenas descobertas como essa ajudam a reconstruir o mapa das olarias de Mauá e a compreender como elas se distribuíam pelo território”, comenta Alex Ferreira".

Fonte: https://www.mauamemoria.com.br/revelado-o-mapa-perdido-das-olarias-de-maua-a-verdadeira-origem-dos-tijolos-paulistas 

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Publicação 052:

Tijolos.
Olinda Schule Colégio Visconde de Porto Seguro. Escola Estadual Caetano de Campos.


Data 1913.

História;

Projetado pelo arquiteto alemão Augusto Fried, em 1910, o edifício, construído em alvenaria de tijolos, sede da antiga Escola Alemã Deutsche Schule, foi inaugurado em 1913, graças aos fundos obtidos de membros da colônia alemã e da venda do antigo prédio. Possui dois pavimentos mais porão e conserva ainda as suas características originais. A edícula, incluída no tombamento, é contemporânea à construção principal e pertence ao lote vizinho. Este conjunto de edifícios é um exemplar do período eclético em São Paulo. Em 1976, o prédio foi adquirido pelo governo estadual e restaurado, além de ter sido acrescido de novas construções, nos fundos, pela antiga Conesp, em 1978. Atualmente, nele funciona uma escola pública. 
Fonte: Escola Estadual Caetano de Campos. 

Relato de um ex-aluno.

 ...!Anteontem tive de ir à velha rua Olinda. Você sabe onde é a rua Olinda, em São Paulo? É na Vila Buarque. Alguém ainda sabe onde fica a Vila Buarque? Esse nome ainda é usado?

Pois é, eu aprendi, num dos primeiros dias que frequentei o Colégio Visconde de Porto Seguro, nos idos de fevereiro de 1958, com seis anos de idade, cursando o primeiro ano primário, que o bairro onde estávamos naquele momento se chamava Vila Buarque. A professora mostrou um mapa dos arredores: rua Olinda, rua Caio Prado, rua Gravataí, rua Augusta, rua da Consolação (ainda com bondes e estreita com paralelepípedos), a praça Roosevelt.(ainda asfaltada e com feiras todas as quartas e sábados)...

A rua Olinda, anos depois, mudou o nome para rua João Guimarães Rosa, por esses critérios ridículos (ou falta deles) que as prefeituras usam para mudar nomes de ruas e homenagear pessoas cuja maioria não deveria ser.

Na rua Olinda ficava o Colégio, desde 1913. Dizem que o prédio é hoje tombado, embora não abrigue mais o Porto Seguro, porque seria o único exemplo da arquitetura alemã no Brasil no tempo do Segundo Reich, no tempo do Kaiser Guilherme II. A escola foi chamada por muito tempo de Olinda Schule, por motivos óbvios, mas o nome original era Deutsche Schule, mesmo. Acho que me mesmo para quem não conhece a língua alemã, está na cara que Schule é escola em alemão.

Durante a Segunda Guerra, depois que o Brasil declarou guerra à Alemanha, no final de 1942, a escola teve de trocar o nome. Escolheu-se então o atual (sempre lembrando que o Porto Seguro fica desde 1972 no Morumbi, quando saiu da rua Olinda). O Visconde de Porto Seguro foi o alemão Francisco Adolfo Varnhagen, que veio para o Brasil e fundou a Fábrica de Ferro Ipanema, em Sorocaba, há cerca de duzentos anos. Hoje as ruínas da fábrica estão no município de Iperó. Claro que homenagearam um alemão - afinal, a guerra não cancelava feitos passados.

Eu estudei doze anos nesse prédio, e jamais percebi que sobre a porta de entrada principal do magnífico prédio estava escrito "Deutsche Schule", em pedra e relevo. Somente notei isso dois dias atrás, quando tive de ir à rua Olinda para resolver uns assuntos e decidi prolongar alguns passos minha estada ali - reviver os velhos tempo"...

Fonte: https://blogdogiesbrecht.blogspot.com/2014/08/deutsche-schule-olinda-strasse-sao-paulo.html

 Texto postado por Ralph Mennucci Giesbrecht.


Imagens Antigas da Escola.



Fonte das imagens antigas: 

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O Tijolo.



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TDSOS-0040.
Número de Controle: 0038.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Escola Alemã Schule, Olinda Strasse.
Local de construção: Rua João Guimarães Rosa nº 111. Bairro da Consolação. São Paulo.
Local do resgate: Rua João Guimarães Rosa nº 111. 
Ano da construção: 1910.
Sistema de aquisição: Por doação. Autorizado por: Sr. Agnaldo.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: L . S (Uma letra L, um ponto, uma letra S).
Detalhe: O exemplar abaixo com a mesma sigla foi encontrado nas ruínas do
Quartel da Guarda Cívica no Parque Dom Pedro II. São Paulo.


Data de fundação da Olaria: Por volta de 1905/1908.
Data de fabricação do tijolo: Entre 1909 e 1910.
Datação do tijolo: Aproximadamente 115 anos em 2020.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 24,0cm.
Largura: 10,0cm.
Altura: 6,0 cm.
Volume: 1.440cm³.
Peso: 2.535 g.
Código Munsell: 5YR 4/4.
Integridade da peça: Completa.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares: Documentos históricos como notas fiscais ajudaria e muito nas identificações das Olarias, mas ter acesso a eles é uma tarefa geralmente
difícil.
Autoria da imagem: Gabriela de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da Imagem: IM-E189.

Observações Complementares:

O tijolo acima pode ter sido fabricado por uma das olarias citadas abaixo.
Leonardo Sanioto Filho.
Local: Várzea da Barra Funda. São Paulo.
Fonte: Universidade de São Paulo Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Departamento de História Programa de Pós-Graduação em História Econômica
Natália Maria Salla Produzir para construir: a indústria cerâmica paulistana no período da Primeira República (1889-1930) São Paulo 2014.
Fonte: Olarias registradas em 1903, Índice “Olarias”.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1900.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1900.
Sigla sugerida: L S

Leonardo Sanniolo.
Local: Rua do Bom Retiro nº 195. São Paulo.
Fonte: Universidade de São Paulo Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Departamento de História Programa de Pós-Graduação em História Econômica
Natália Maria Salla Produzir para construir: a indústria cerâmica paulistana no período Primeira República (1889-1930) São Paulo 2014. 
Data de fundação da olaria: Anterior a 1903.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1903.
Sigla sugerida: L S

Luiz Scarpelli.
Local: Endereço completo sob pesquisa. Cidade de São Caetano do Sul – SP.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1929.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1929.
Fonte: Revista Raízes nº 23, página 10.
Sigla sugerida. L S

Leonardo Sannoti.
Local: Endereço completo sob pesquisa.
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas.
Departamento de História. Programa de Pós-Graduação em História Econômica
Natália Maria Salla.
Produzir para construir: a indústria cerâmica paulistana no período da
Primeira República (1889-1930). São Paulo 2014.
Natália Maria Salla.
Produzir para construir: a indústria cerâmica paulistana no período da
Primeira República (1889-1930).Tabela 3 – Olarias identificadas na cidade de São Paulo – 1890-1896.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1891.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1891.
Sigla sugerida: L S
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Publicação 053: 
Tijolos. 
Em fase de montagem.

Estação Ferroviária Campo Grande. Município de Santo André.

Restaurações de antigas estações ferroviárias é uma atividade que vem crescendo muito no Brasil e isso é um campo a mais que se abre para nossa arqueologia., entre outras áreas de pesquisas históricas, além dos espaços de lazer e cultura que esses locais acabam sendo criados.



Imagens da Estação durante os trabalhos de restaurações.
Autoria: Rafael de Mello.
Código da imagem: EST-001.


Código da imagem: EST-002.
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Localização através do site Google Earth PRO. Marca registrada; Google.



 
Coordenadas:
Longitude UTM: 363291.00 m E
Latitude UTM: 7370817.00 m S

Latitude: -23.768006°
Longitude: -46.341413°
Zona 23 K.
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A História...

São Paulo Railway Company.(1889-1947)
E. F. Santos-Jundiaí (1947-1975)
RFFSA (1975-1994)
CPTM (1994-2002)
MRS (2021-)
CAMPO GRANDE
Município de Santo André, SP
Linha-tronco - km 34,880 (1935) SP-1076
Altitude: 757 m Inauguração: 01.08.1889
Uso atual: totalmente restaurada (2021) com trilhos
Data de construção do prédio atual: 1929

Descobrir mais

HISTÓRICO DA LINHA: A São Paulo Railway Company. - SPR ou popularmente "Ingleza" - foi a primeira estrada de ferro construção da em solo paulista. Construída entre 1862 e 1867 por investidores ingleses, tinha inicialmente como um de seus maiores acionistas o Barão de Mauá. Ligando Jundiaí a Santos, transportou durante muito anos - até a década de 1930, quando a Sorocabana abriu a Mairinque-Santos - o café e outras mercadorias, além de passageiros de forma monopolística do interior para o porto, sendo um verdadeiro funil que atravessava a cidade de São Paulo de norte a sul. Em 1946, com o final da concessão governamental, passou a pertencer á União sob o nome de E. F. Santos-Jundiaí (EFSJ). O nome pegou e foi usado até hoje, embora nos anos 1970 tenha passado a pertencer a RFFSA, e, em 1997, tenha sido entregue á concessionária MRS, que hoje a controla. O tráfego de passageiros de longa distância terminou em 1997 e o transporte entre Jundiaí e Paranapiacaba continuou até 2002 com a CPTM. Hoje o transporte de passageiros se dá apenas entre Jundiaí e Rio Grande da Serra.

A Estação: 
A estação de Campo Grande foi inaugurada em 1889. Era muito utilizada no passado por famílias que viviam no ABC e queriam fazer piqueniques. Desciam nessa estação e andavam pelos caminhos em volta para procurar um bom local. Ás vezes, chegavam atÉ Paranapiacaba, estação quatro quilómetros á frente e onde a ferrovia não permitia que se descesse para fazer os piqueniques.

A inauguração da estação ferroviária do Campo Grande, em 1889, criou as condições necessárias para o extrativismo de madeira que alimentava os fornos das olarias dos núcleos coloniais de Ribeirão Pires e São Caetano do Sul; também contribuição com a produção de carvão que atendia as demandas do acelerado crescimento da capital paulista e de Santos.



A estação nos anos 1960. Acervo Reinaldo Martins.
Código da imagem: EST-003.

 Fonte: http://www.estacoesferroviarias.com.br/c/campogrande.htm

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A Estação Campo Grande fica numa região que era bem estabelecida de olarias, se considerarmos o grande ABC, podemos afirmar que muitas construções antigas tem uma grande variedade de marcas de tijolos, típico da época dessas construções. Como exemplo posso indicar o levantamento arqueológico no antigo Quartel da Guarda Cívica que fica no Parque Dom Pedro em São Paulo, onde cataloguei 22 marcas de tijolos diferentes numa parede de 15 mteros quadrados. Na fonte abaixo pode-se ver alguns deles.
Publicação 029: Tijolos. Quartel da Guarda Cívica. Parque Dom Pedro. Cidade de São Paulo.



Código da imagem: EST-004.



Código da imagem: EST-00X.


Código da imagem: EST-005.

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Abaixo estão publicados os 4 exemplares que foram doados ao nosso acervo pela Arquiteta Sra. Fabiula Domingues que é a responsável pelo projeto de restauração da Estação Campos Grande.

O Tijolo.



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TEFCG-0841.
Número de Controle: 0119.
Construção: Estação Ferroviária de Campo Grande.
Local da construção: Estação Ferroviária de Campo Grande. Bairro de Paranapiacaba. Cidade de Santo André - SP. Linha-tronco - km 34,880 (1935) SP-1076 Altitude:
757 m.
Ano da construção: 1 de Agosto de 1889.
Construída pela São Paulo Railway Company.
Local do resgate: Estação Ferroviária de Campo Grande.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Fabiula Domingues. Arquiteta da empresa restauradora.
Contato da entrega para nosso colaborador, o Sr. João mestre de obras da empresa.

Fabricante: Roberto Le Cocg.
Local: Endereço completo sob pesquisas. Bairro da Água Branca. São Paulo. 
Trabalho de NATÁLIA MARIA SALLA. Produzir para construir: a indústria cerâmica paulistana no período da Primeira República (1889-1930).
Página nº 99.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1887.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1887.
Sigla oficial do fabricante: R L C (Uma letra “R”, letra "L" e letra "C").

Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 27,0cm.
Largura: 12,7cm.
Altura: 7,5cm.
Volume: 2.571cm³.
Peso: 4.130g.
Código Munsell: 7.YR 7/6.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: EST-006.

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O Tijolo.



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TEFCG-0839.
Número de Controle: 0120.
Construção: Estação Ferroviária de Campo Grande. Municípío de Santo André. Estado de São Paulo.
Local da construção: Estação Ferroviária de Campo Grande. Bairro de Paranapiacaba.  Linha-tronco - km 34,880 (1935) SP-1076 Altitude: 757 m.
Ano da construção: 1 de Agosto de 1889.
Construída pela São Paulo Railway Company.
Local do resgate: Estação Ferroviária de Campo Grande.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Fabiula Domingues. Arquiteta da empresa restauradora.
Contato da entrega para nosso colaborador, o Sr. João mestre de obras da empresa.
Fabricante: Baggio Giachello.
Local: Endereço completo sob pesquisa. Cidade de Ribeirão Pires. Estado de São Paulo.
Data de fundação da olaria: Sobe pesquisas.
Data de atividade documentada: 1941.
Sigla oficial do fabricante: B G (Uma letra B e uma letra G). Até que a olaria seja identificada, a letra "G", pode também ser uma letra C. 
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 29,0cm.
Largura: 13,4cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.720cm³.
Peso: 4.480g.
Código Munsell: 5YR 6/16.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos..
Observações complementares: A sigla B G ainda está sob pesquisas devido a semelhança da letra "G" com uma letra C.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i.
Código da imagem: EST-007.

Uma citação na fonte abaixo descreve a sigla B C como oficial.

Tijolos com a marca B C. 
Citação sobre fábricas de Francesco Matarazzo onde trabalhos de arqueologia encontraram vários tijolos com a marca "B C". 
Fonte 1: https://www.unicamp.br/chaa/rhaa/downloads/Revista%2020%20-%20artigo%201.pdf 
Página nº 21. 
Citação: 
..."O arrolamento dos tijolos para construção de uma “tijoloteca” é imprescindível em contextos urbanos de sítios arqueológicos históricos, em especial porque é possível, partindo de datações relativas dos contextos estudados, datar a cronologia dos tijolos, por suas marcas (mesmo sem identificação das olarias), e compreender, de modo mais efetivo, a evolução urbana dos prédios. Permitem, igualmente, uma submersão na dinâmica da proliferação das olarias paulistanas que tiveram boom associado à industrialização crescente e à utilização da arquitetura de tijolos maciços aparentes. Exemplo disso é a marca da olaria BC, recorrente em sítios paulistanos do final do século XIX e começo do XX, indicando que os alicerces a ele associados relacionam-se à primeira fase de implantação do empreendimento"... 
Origem da olaria: Sob pesquisas. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas. 
Data de atividade documentada: Sob pesquisas. 
Tijolo do acervo do Museu Histórico e Militar de Bauru - MHMB4. 
Origem do Fabricante em fase de pesquisas. 
Sigla oficial do fabricante: B C

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O Tijolo.



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TEFCG-0840.
Número de Controle: 0121.
Construção: Estação Ferroviária de Campo Grande. Município de Santo André. Estado de São Paulo.
Local da construção: Estação Ferroviária de Campo Grande. Bairro de Paranapiacaba. Linha-tronco - km 34,880 (1935) SP-1076 Altitude:
757 m.
Ano da construção: 1 de Agosto de 1889.
Construída pela São Paulo Railway Company.
Local do resgate: Estação Ferroviária de Campo Grande.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Fabiula Domingues. Arquiteta da empresa restauradora.
Contato da entrega para nosso colaborador, o Sr. João mestre de obras da empresa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: Z e o desenho de um triangulo losango. ( letra “Z”, Triângulo Losango, por se tratar de um fragmento falta parte que poderia ter mais uma
letra.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Abaloado simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 18,0cm.
Largura: 13,4cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 1.688cm³.
Peso: 2.430g.
Código Munsell: 7.5YR 5/14.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: EST-008.

Obs.:
Algumas das olarias citadas abaixo poderiam ser um dos fabricantes do exemplar acima.
É muito comum que fabricantes de tijolos tivessem mais de um tipo de identificação nos seus tijolos. No tijolo acima a gravação é uma letra Z seguido de um losango.

ZAMPOL.
Local: Endereço completo sob pesquisa. Cidade de Ribeirão Pires – SP.
Data de fundação da olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Sigla sugerida: ZAMPOL

Zampol & Irmãos.
Local: Endereço completo sob pesquisa. Cidade de Ribeirão Pires. Estado de São Paulo.
Fonte: Sob pesquisas.
Data de fundação da olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: Z ★  
Geralmente uma estrela entre duas letras, gravadas em tijolos, indica uma sociedade, neste caso as estrelas são substituídas pelo caractere comercial " &".

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O Tijolo.




Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TEFCG-0842.
Número de Controle: XXX
Construção: Estação Ferroviária de Campo Grande. Municípío de Santo André. Estado de São Paulo.
Local da construção: Estação Ferroviária de Campo Grande. Bairro de Paranapiacaba. Linha-tronco - km 34,880 (1935) SP-1076 Altitude:
757 m.
Ano da construção: 1 de Agosto de 1889.
Construída pela São Paulo Railway Company.
Local do resgate: Estação Ferroviária de Campo Grande.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Fabiula Domingues. Arquiteta da empresa restauradora.
Contato da entrega para nosso colaborador, o Sr. João mestre de obras da empresa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Marca/Sigla do fabricante: Não consta. Provavelmente fabricado pelas mesmas olarias que forneceram os tijolos com marcas:  (R L C) e (B C).
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Não consta.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,0cm.
Largura: 14,0cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.548cm³.
Peso: 3.360g.
Código Munsell: 7.5YR 6/70.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares: Tijolo com rebaixamento para uso em beirais de platibandas e janelas, tipo soleiras, como podemos ver no lado direto do tijolo acima.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: EST-009.

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Publicação 054: 
Matéria: 

História das Máquinas para Fabricação de Tijolos.

Descrições textuais em fase de estudos.

A finalidade desta matéria são os estudos dos fabricantes de máquinas para produção de tijolos e sua presença e influência no mercado brasileiro das olarias e cerâmicas. Com a entrada no mercado de máquinas para fabricação de tijolos, essa nova proposta de industrialização mudou radicalmente todo o sistema produtivo cerâmico no Brasil, assim como, em outros países onde a situação produtiva era semelhante.


..."Segundo Alambert (2013), no início a produção era realizada manualmente, porém a partir de fins do século XVIII, com o desenvolvimento da indústria europeia, foi possível a criação das primeiras máquinas a vapor para produção em massa de tijolos. A autora afirma que no Brasil essa tecnologia foi introduzida nas últimas décadas do século XIX. Se tratando sobre a técnica de fabricação de tijolo, pouco se encontra sobre o assunto nas fontes primárias. Existem vários registros sobre a olaria de Sampaio Peixoto, destacada por Lemos (1989) como a primeira olaria mecanizada. Nela era utilizado maquinário do sistema Clayton e Comp., com máquina tipo BB movida a lenha - há diversos anúncios da fábrica de tijolos na Gazeta de Campinas (1869) sobre compra de madeira para queima. Porém, não se descobriram foram encontrados apontamentos de como a fabricação (e sua mecanização) nas demais olarias, sobretudo em outras cidades ou localizadas nas fazendas de café"...

A DEMANDA PELO TIJOLO NO INTERIOR PAULISTA.

 ..."Para poder entender o que provocou o aumento da demanda do tijolo, é necessário compreender onde havia mais olaria. De acordo com o que foi explicitado acima é possível verificar que, existia uma quantidade considerável dessas fábricas nas fazendas, mas a maioria estava nas cidades. Conforme afirma Sato (2011), o predomínio da cultura do café sobre as outras culturas na província de São Paulo e a expansão das linhas férreas pelo interior, entre 1860 e 1880, modificou profundamente a demografia, contribuindo para o aumento no número de cidades e de construções. O tijolo era utilizado em todas as tipologias de obras nesse período 4 (ROCHA, 2013), essa maior demanda de material para a construção, fez com as olaria fossem se dispersando, sendo encontradas em todos os locais de “barro bom” (SATO, 2011)"...

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Anúncios dos Jornais da Época.


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Publicação 055: 

Tijolos. 
Complexo do Gasômetro e Casa das Retortas. 

Em fase de atualização.


Os Tijolos.

Como os dois exemplares foram doados ao acervo do MVTA.
Em 2001 o colaborador Sr. Francisco que entrou em contato com o Rafael que fez a retirada em sua casa.
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"O gasômetro de São Paulo representado por Zanini foi inaugurado em 1890 e foi desativado em 1974. Situado na várzea do Tamanduateí, e construído pela empresa inglesa The San Paulo Gas Company, sua arquitetura é herdeira do estilo industrial inglês, com tijolos vermelhos e estruturas, como os balões de armazenamento do gás, trazidas diretamente da Inglaterra, entre os anos de 1898 e 1908. Ainda no século XIX, o gasômetro armazenava e distribuía o gás por meio da queima da hulha – uma espécie de carvão vegetal, formado a partir de folhas, galhos e raízes de árvores decompostas em pântanos – que vinha de navio, do Reino Unido para São Paulo. Na época, o gás era utilizado na iluminação pública, que contava com 700 lampiões, e em aquecedores e fogões domésticos nas apenas 174 residências cadastradas para receber o benefício. Nas primeiras décadas do século XX, os lampiões da cidade cresceram e saltaram da casa das centenas para os milhares de postes espalhados pelos bairros em franco Figura 41: Mário Zanini, Gasômetro de São Paulo, 1969. Óleo sobre tela, 36 x 46 cm. Coleção Simão Mendel Guss. 95 desenvolvimento".
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A obra Gasômetro de São Paulo, pintada em 1969 por Zanini [fig. 41], guarda semelhanças notáveis com Fábrica [fig. 40]. Lado a lado, as duas obras nos permitem intuir ser o mesmo local representado em ambas, à exceção da caixa d‟água, que não aparece no quadro de 1969. As torres e o edifício têm o mesmo formato e ocupam a mesma posição em ambas as telas. Com a pintura Gasômetro de São Paulo, Zanini nos informa muito sobre a obra feita três anos antes. O que era uma fábrica genérica passa a ter um endereço.


150 Anos do Gás

Há 150 anos, em 28 de agosto de 1872, a empresa inglesa San Paulo Gas Company foi autorizada a atuar no Brasil Império, marcando o início da consolidação do uso do gás no Brasil a partir do Estado de São Paulo. O gás encanado, inicialmente produzido a partir do carvão, hoje substituído pelo gás natural, esteve ao longo da história de São Paulo em momentos de transformação dos modos de viver, como na implantação da iluminação pública; ao entrar nas casas para iluminar; e, finalmente, para substituir os fogões a lenha e para aquecer os banhos.
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A Construção, Hoje...

"Parece um pedaço de Londres no Centro de SP: a histórica construção de 1889 que iluminou a cidade e hoje está abandonada após investimento de R$ 100 milhões Edificação do antigo Complexo do Gasômetro está vazio há anos, mas tem chances de se tornar novo hub criativo na cidade. Recentemente, nós do São Paulo Secreto contamos como um quartel tombado de 180 anos corre risco de desabar por falta de manutenção no Parque Dom Pedro II. Agora, trazemos a história de outro patrimônio do Centro Histórico que sofre com o abandono, apesar de sua importância inestimável para a história de São Paulo: a Casa das Retortas.

A edificação do século 19 se destaca pela arquitetura de inspiração inglesa, com tijolos aparentes e perfil industrial. Localizada no antigo Complexo do Gasômetro, a imponente Casa das Retortas nos transporta diretamente para o passado paulistano, quando o gás era a principal fonte de energia da cidade. Casa das Retortas mudou para sempre as noites de SP.

O Complexo do Gasômetro surgiu no fim do século 19 para produzir energia e garantir iluminação pública a gás para São Paulo. Até então, a cidade dependia de lampiões a óleo e da luz do luar, e a nova usina transformou para sempre o ritmo paulistano. Pela primeira vez, a população passou a ocupar as ruas após o anoitecer.

Em 1889, a São Paulo Gas Company — companhia inglesa que administrava o Gasômetro — construiu a Casa das Retortas. Erguida aos moldes das indústrias inglesas, a edificação abrigava as retortas, recipientes onde o carvão era queimado para gerar o gás que acendia os lampiões.

A partir da década de 1930, a energia elétrica ganhou força e a lamparina a gás caiu em desuso. Com isso, a São Paulo Gas Company encerrou suas atividades no Brasil e o Complexo do Gasômetro se tornou propriedade do município".
Fonte: https://saopaulosecreto.com/casa-das-retortas-complexo-gasometro-centro-sao-paulo/

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3 características que podem levar a conclusão de que os 2 exemplares publicados nesta matéria podem ter sido fabricados fora do Brasil:

1. Não foi encontrado até hoje, tijolos em nenhum local, tanto no Estado de São Paulo, assim como nos outros, tijolos com características, nem semelhantes aos que estão sendo apresentados aqui. 

2. Grande parte das empresas estrangeiras que atuaram em São Paulo, tais como a São Paulo Railway Company., construtora da Estação da Luz, quanto a San Paulo Gas Company que  atuava no sistema de iluminação com gás na cidade, costumavam importar tijolos do Reino Unido. É possível encontrar em documentos portuários antigos, manifestos alfandegários dos navios que vinham dessa região, com anotações de importação de tijolos, que podem ser encontrados nas antiga edições do Jornal Correio Paulistano. (https://bndigital.bn.gov.br/).

3. Em casos onde o tijolo precisa de uma especificação técnica especial, como por exemplo, tijolos refratários grandes e de altíssima resistência ao calor, como no caso do tijolo TCR-00567, publicado nesta matéria. Em muitos casos não se encontrava olarias que pudessem fabricar tijolos com essa características, por isso os construtores decidiam por importação do que procurar um fabricante local.

Mesmo com as observações acima, as pesquisas ainda continuam, pois a procura de informações sobre as origens dos fabricantes dos tijolos aqui citados não acabaram.

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Longitude UTM: 334062.00 m E
Latitude UTM: 7395146.00 m S

Latitude: -23.545513°
Longitude: -46.625343°
Zona 23 K
Fonte: Google Earth PRO
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Ano 1930. Mapa do local.


Fonte; https://metadados.geosampa.prefeitura.sp.gov.br/geonetwork/intranet/api/recor
ds/b51426e6-3a5d-4d68-a735-8f50245b4bf1
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Nas 2 imagens abaixo podemos ver vários partes de tijolos que serão usados para fechar partes das paredes onde tijolos originais foram retirados.






Autoria das imagens: Eduardo Kanapp/Folhapress. Acervo Folha de São Paulo.

Funcionários da empresa de restauração no pátio das Retortas.

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O Tijolo.



Código do Patrimônio: TCR-00567.
Construção: Complexo do Gasômetro/Casa das Retortas.
Número de Controle: 0036.
Local da construção: Rua da Figueira nº 77. Bairro do Brás. (cep 0003003-000). Município de São Paulo.
Local de recebimento da doação: Rua Capitão Faustino Lima. 
Sistema de doação: Doada por Sr. Francisco, neto de um ex-funcionário que trabalhou no local nas décadas de 1940/1950.
Bairro do Brás. São Paulo.
Ano da construção: Sob pesquisas devido a conflitos de datas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Anterior a 1870.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: I  A ( Duas letras gregas, o IOTA e o Alfa).
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 27,5cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.502cm³.
Peso: 3.977g.
Código Munsell: 5YR 6/2.
Integridade da peça: Completa.
Formato da moldura: Retangular arqueado sextavado. (Formato sugerido pelo MVTA). 
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Designação: Material construtivo.
Observações complementares: As letras gravadas no tijolo acima são do alfabeto grego:  (IOTA e o Alfa).
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: GR-05.


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O Tijolo.



Código do Patrimônio: TCR-00567.
Número de Controle: 0036.
Construção: Complexo do Gasômetro/Casa das Retortas.
Local da construção: Rua da Figueira nº 77. Bairro do Brás. (cep 0003003-000). Município de São Paulo.
Local de recebimento da doação: Rua Capitão Faustino Lima. 
Sistema de doação: Doada por Sr. Francisco, neto de um ex-funcionário que trabalhou no local nas décadas de 1940/1950.
Bairro do Brás. São Paulo.
Ano da construção: Sob pesquisas devido a conflitos de datas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Anterior a 1870.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Marca/Sigla do fabricante: Não consta. Muitos dos tijolos usado em fornos não possuem gravações em baixo ou alto relevo, em alguns deles podemos encontrar gravações feitas com carimbos de ferro em brasa.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 32,3cm.
Largura: 15,0cm.
Altura: 9,0cm.
Volume: 4.505cm³.
Peso: 6.213 g.
Código Munsell: 5YR 6/2.
Integridade da peça: Completa.
Formato da moldura: Não consta. Superfície lisa em todas as faces.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Designação: Material construtivo.
Observações complementares: 
1. Tijolo com características de refratário para uso em fornos.
2. Tijolos refratários muito antigos, geralmente não tem qualquer gravação que possa identificar seu fabricante, neste caso fica quase impossível determinar sua origem.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: GR-05.
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Publicação 056: 
Tijolos. 

Complexo Ferroviário de Paranapiacaba. Santo André.

História. 


Em 1850 Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, empenhou-se na construção de uma Estrada de Ferro e, em 1856, um Decreto Imperial concedeu a ele o privilégio da construção e o prazo de 90 anos para sua exploração. Em 1860 conseguiu reunir capital suficiente e formou a empresa The São Paulo Railway Company Ltd. - SPR para construí-la. Paranapiacaba surge como acampamento para os trabalhadores que construíram o trecho da Serra do mar. Com a inauguração da ferrovia, em 1867, a empresa viu-se obrigada a manter operários no local para a operação dos serviços e manutenção das obras. Posteriormente à duplicação da ferrovia edificou-se uma nova vila no Alto da Serra, a Martin Smith, de ruas arborizadas com alinhamentos regulares e sistemas de água e esgoto. Na década de 1940 a Vila sofreu duas marcantes intervenções: em 1945 passou a chamar-se Paranapiacaba e, no ano seguinte, a São Paulo Railway Co. foi incorporada ao Patrimônio da União e passou a ser administrada pela Estrada de Ferro Santos a Jundiaí - EFSJ. Terminando assim a presença dos ingleses na região. Ao receber o patrimônio, em 1946, o governo federal esforçou-se em manter a qualidade no transporte de carga e de passageiros que os ingleses tinham até então. No tempo dos ingleses a Vila de Paranapiacaba apresentava certo ar europeu, romântico, com casas de madeira, quintais separados por cercas vivas e ruas calmas, ladeadas de pinheiros, em contraste com a Parte Alta, que recebeu uma ocupação urbana marcada pela herança portuguesa, com ruas estreitas e casas de pequenas frentes edificadas junto ao alinhamento. Unindo a Parte Alta à Parte Baixa há uma ponte metálica destinada exclusivamente aos pedestres e bicicletas, que se mantém até hoje após algumas reformas. 

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Considerações Importantes.

Temos que considerar que uma construção antiga, até que ela seja demolida, passou e ainda passa por várias interferências nas suas estruturas originais. Como exemplo pode analisar o caso complexo ferroviário da Villa de Paranapiacaba na cidade de Santo André, São Paulo. As construções começaram por volta de 1860 e durante o período de sua existência, em atividade ou não, pois muitas das construções estão desativadas há muitos anos, esse complexo passou e ainda passa por reformas, demolições, restaurações entre outros tipos de interferências nas estruturas origina os ou nas que são criadas para dar suporte e sustentação às partes antigas e vulneráveis. Nesse contexto devemos notar que tanto tijolos antigos quanto os que são fabricados atualmente e que passam a fazer parte das construções mais antigas o que causam sérios problemas para os sistemas de datações. Podemos assim dizer que por mais de 160 anos a Villa de Paranapiacaba tem recebidos tijolos novos e antigos devido às intervenções estruturais frequentes e que receberão outros mais, por muito mais tempo.

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CONDEPHAAT.

O Complexo Ferroviário de Paranapiacaba, em Santo André -SP, é um núcleo com características urbanísticas e arquitetônicas peculiares, marcadas por influências inglesas. IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional Nome atribuído: Vila Ferroviária de Paranapiacaba Localização: Santo André - SP. Número do Processo: 1252-T-87Livro Histórico: Nº inscr. 586, vol. 2, f. 093-094, 30/09/2008CONDEPHAAT – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico. Nome atribuído: Complexo Ferroviário de Paranapiacaba Localização: Vila de Paranapiacaba – Santana de Parnaíba-SP. Número do Processo: 22209/82Resolução de Tombamento: Resolução 37, de 30/09/1987Publicação do Diário Oficial: Poder Executivo, Seção I, 03/10/1987, p. 18Livro do Tombo Histórico: Nº inscr. 276, p. 71, 18/07/1988. 

"O Maior de Todos os Mistérios". De onde vieram os tijolos com a sigla "SPR". Muitas olarias do grande ABC e de São Paulo foram grandes fornecedores de tijolos por mais 80 anos para a São Paulo Railway. Quanto aos tijolos importados da Inglaterra é uma hipótese que precisa de mais pesquisas documentais para tal afirmação e após anos a procura de informações posso afirmar com toda certeza que ainda temos um longo caminho a percorrer até que se descubra de onde vieram os tijolos com a marca SPR. Vejamos o caso dos tijolos para a São Paulo Railway. Muitos documentos citam que "todos" os tijolos vieram da Inglaterra. Mas num anuncio de um antigo jornal, O Correio Paulistano do século XIX, diz que William Speers que era superintendente da São Paulo Railway pede que as olarias de São Paulo se apresentem para fornecer mais de um milhão de tijolos, neste caso podemos ter a certeza que nem todos os tijolos vieram da Inglaterra como narram alguns documentos. Outro documento afirma que as formas para fabricação dos tijolos vieram sim da Inglaterra. Que muitos tijolos vieram da Inglaterra, isso é verdade e que muitos com a mesma sigla foram fabricados aqui, isso também é verdade, porém a pergunta principal é, quais tijolos são importados e quais foram fabricados aqui. O documento abaixo diz que os tijolos vieram da Inglaterra: 

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Tijolo.



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TVP-00288.
Número do Patrimônio: 0028.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Villa de Paranapiacaba.
Local da construção: Villa de Paranapiacaba. Cidade de Santo André. Estado de São Paulo.
Local do resgate: Villa de Paranapiacaba. 
Ano do início da construção: 1860.
Data da fabricação do tijolo: Entre 1860 e 1880.
Datação do tijolo: Entre 151 anos em 2021. Ano base 1870.
Forma de aquisição do tijolo: Por doação. 
Fabricante do tijolo: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: S P R (Palavras: São, Paulo, Railway).
Detalhes: Muitas olarias do grande ABC e de São Paulo foram grandes fornecedores de tijolos por mais 80 anos para a São Paulo Railway. Quanto aos tijolos importados da Inglaterra é uma hipótese que precisa de mais pesquisas documentais para tal afirmação e após anos a procura de informações posso afirmar com toda certeza que ainda temos um longo caminho a percorrer até que se descubra de onde vieram os tijolos com a marca SPR. Que muitos vieram da Inglaterra isso é verdade e que muitos com a mesma sigla foram fabricados aqui, isso também é verdade, porém a pergunta principal é, quais tijolos são importados ou não.
O hábito de antigos funcionários de guardar algo que recorde sua época de funcionário, além de ser um ato muito carinhoso que tem nos ajudado muito no desenvolvimento dessa obra e são através dessas doações que geralmente são feitas por filhos e netos desses funcionários e que em alguns casos os próprios ex trabalhadores fazem questão de ter suas recordações guardadas com carinho e saber que mais pessoas podem ver e contemplar parte de suas histórias. por isso e muito mais é que valorizamos as doações.
Local da Olaria: Sob pesquisas.
Data de inauguração da Olaria: Sob pesquisas.
Data de fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Detalhes: Foram necessários 5 dias para a restauração dessa peça. Trabalho realizado pela colaboradora Gabriele de Mello.
Formato da moldura: Arco simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,0 cm.
Largura: 12,0 cm.
Altura 6,0 cm.
Volume: 1872 cm³.
Peso: 2.850 g.
Código Munsell: XX
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: CANON Rebel T6i. 18:55 mm.
Código da Imagem: TVP-0598.
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Tijolo.



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TVP-00289.
Número do Patrimônio: 0029.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Villa de Paranapiacaba.
Local da construção: Villa de Paranapiacaba. Cidade de Santo André. Estado de São Paulo.
Local do resgate: Villa de Paranapiacaba.
Ano do início da construção: 1860.
Data da fabricação do tijolo: Entre 1860 e 1880.
Datação do tijolo: Entre 151 anos em 2021. Ano base 1870.
Forma de aquisição do tijolo: Por doação. 

A Cerâmica.

Fabricante do tijolo: Cerâmica São Caetano.
Marca oficial do fabricante: CERÂMICA SÃO CAETANO
Proprietário: Roberto Simonsen. 
Fabricante: Cerâmica São Caetano S/A. 
Marca do fabricante: Cerâmica São Caetano (Palavras: São, Caetano). Escritos dentro de um pequeno círculo com cinco pequenas estrelas. 
Local do fabricante: Rua Casemiro de Abreu nº 4. Bairro Cerâmica. Cidade de São Caetano do Sul. Estado de São Paulo.
Fonte do endereço: Revista Raízes nº 24. Página nº 26.
Data de inauguração da Olaria: 1913.
Data de fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Formato da moldura:  Um pequeno circulo.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,0cm.
Largura: 12, cm.
Altura 6,0cm.
Volume: 1.872cm³.
Peso: 2.850g.
Código Munsell: XX
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Mecanizada.
Tipo de forma/moldagem: Metálica/Mecanizada.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: CANON Rebel T6i. 18:55 mm.
Código da Imagem: TVP-0598.
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Publicação 057: 
Tijolos. 

Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.

13 tijolos
Em fase de atualizações;
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O Tijolo.



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00150.
Número de Controle: 0161.
Construção: Residencial.
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa Antiga na Rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Marca oficial do fabricante: Estrela de Belém. Desenho representativo.
Observações complementares: Alguns trabalhos citam que esse desenho é uma referência ao Cometa de Halley, porém, pesquisas mais aprofundadas revelaram que se trata de uma homenagem a Estrela de Belém.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Arco composto. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,0cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 6,5cm.
Volume: 2.197cm³.
Peso: 3.030g.
Código Munsell: 2.5YR 8/6
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-01.

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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00151.
Número de Controle: 0162.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: C ★ C (Uma letra C, desenho de uma estrela e outra letra C).
Em alguns casos uma estrela entre 2 letras é uma substituição ao caracatere "&" comercial que poderia indicar uma sociedade.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado abaloado. (Formato  sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 25,0cm.
Largura:11,6cm.
Altura: 6,0cm.
Volume: 1.740cm³.
Peso: 2.456g.
Código Munsell: 2.5YR 7/8
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares: 
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-02.

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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00152.
Número de Controle: 0163.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: C  P  M  (Uma letra C, uma letra P e uma letra M).
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado abaloado. (Formato  sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,0cm.
Largura:11,5cm.
Altura: 6,0cm.
Volume: 1.794cm³.
Peso: 2.373g.
Código Munsell: 2.5YR 6/6
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares: 
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-03.

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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00153.
Número de Controle: 0164.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante:  I  ★  A  (Uma letra I, desenho de uma estrela e uma letra A).
Em alguns casos uma estrela entre 2 letras é uma substituição ao caractere "&" comercial  que poderia indicar uma sociedade.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado abaloado. (Formato  sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,0cm.
Largura: 12,0cm.
Altura: 6,0cm.
Volume: 1.872cm³.
Peso: 3.090g.
Código Munsell: 2.5YR 6/6
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares: Em alguns casos uma estrela entre duas letras podem indicar uma sociedade.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-04.
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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00154.
Número de Controle: 0165.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante:  I  ★  P  (Uma letra I, desenho de uma estrela e uma letra P).
Em alguns casos uma estrela entre 2 letras é uma substituição ao caracatere "&" comercial  que poderia indicar uma sociedade.
O exemplar abaixo tem como sigla oficial (I  ★  P) da olaria dos Irmãos Perin, porém, afirmar que o tijolo acima foi realmente fabricado pela mesma olaria do tijolo abaixo, somente as pesquisas poderão com o tempo afirmar tal fato.


Código da imagem: CRV-05.
No exemplar abaixo podemos ver que a estrela está entre 2 letras, neste caso não se trata de uma sociedade, pois o nome é de Archinto Ferrari.
Código da imagem: CRV-07.
Fonte: https://fpm.org.br/Publicacoes/PDF/129
Página 34.

Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Arco simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 25,5cm.
Largura: 12,0cm.
Altura: 6,0cm.
Volume: 1.836cm³.
Peso: 2.710g.
Código Munsell: 2.5YR 4/4
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares: As estrelas gravadas em tijolos antigos  podem variar quanto ao número de pontas, na maioria dos casos elas tem entre 5 e 6.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-08.
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Em fase de catalogação.
Grato.
.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00155.
Número de Controle: 0166.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante:  F  ★  G  (Uma letra F, desenho de uma estrela e uma letra G).
Em alguns casos uma estrela entre 2 letras é uma substituição ao carcatere "&" comercial  que poderia indicar uma sociedade.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Arco composto. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Medidas:
Comprimento: 24,5cm.
Largura: 12,0cm.
Altura: 6,0cm.
Volume: 1.764cm³.
Peso: 2.450g.
Código Munsell: Sob pesquisas.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares: 
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-09.

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Em fase de catalogação.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00156.
Número de Controle: 0167.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante:  F  .  S  (Uma letra F, um ponto e uma letra S).
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado abaloado. (Formato  sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas:
Medidas:
Comprimento: Xcm.
Largura: Xcm.
Altura: Xcm.
Volume: Xcm³.
Peso: Xg.
Código Munsell: Em fase de catalogação. 
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares: 
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-10.

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MMM
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00157.
Número de Controle: 0168.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante:  .  ★  .  (Ponto, desenho de uma estrela e outro ponto).
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado arqueado composto.
Medidas:
Comprimento: Xcm.
Largura: Xcm.
Altura: Xcm.
Volume: Xcm³.
Peso: Xg.
Código Munsell: Em fase de catalogação.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares: 
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-11.

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Em fase de catalogação.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00158.
Número de Controle: 0169.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante:  C  ★  M  (Uma letra C, desenho de uma estrela e uma letra M).
Em alguns casos uma estrela entre 2 letras é uma substituição ao caractere "&" comercial  que poderia indicar uma sociedade.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Arco simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: Xcm.
Largura: Xcm.
Altura: Xcm.
Volume: Xcm³.
Peso: Xg.
Código Munsell: Em fase de catalogação. 
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares: 
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-12.

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Em fase de catalogação.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00159.
Número de Controle: 0170.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante:  F  .  N  (Uma letra F, um ponto e uma letra N). 
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado composto. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Medidas:
Comprimento: Xcm.
Largura: Xcm.
Altura: Xcm.
Volume: Xcm³.
Peso: Xg.
Código Munsell: Em fase de catalogação. 
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares: 
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-13.

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Em fase de catalogação.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00160.
Número de Controle: 0171.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante:  N  S (Uma letra N, um ponto e uma letra S). 
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado abaloado. (Formato  sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas:
Medidas:
Comprimento: Xcm.
Largura: Xcm.
Altura: Xcm.
Volume: Xcm³.
Peso: Xg.
Código Munsell: Em fase de catalogação. 
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares: 
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-14.

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MMM
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00161.
Número de Controle: 0172.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: Não consta.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Não consta. (Liso).
Medidas:
Comprimento: Xcm.
Largura: Xcm.
Altura: Xcm.
Volume: Xcm³.
Peso: Xg.
Código Munsell: Em fase de catalogação. 
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares: 
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-15.

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Em fase de catalogação.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00162.
Número de Controle: 0173.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Marca oficial do fabricante: "X"  (A gravação "X" pode ser uma letra X ou um 10 em algarismo romano, ou nenhum dos 2 significados sugeridos.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado abaloado. (Formato  sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas:
Medidas:
Comprimento: Xcm.
Largura: Xcm.
Altura: Xcm.
Volume: Xcm³.
Peso: Xg.
Código Munsell: Em fase de catalogação. 
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares: 
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-16.

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Publicação 058: 
Tijolos. 

A História das Olairas do Tijucusú. 
Em breve.

EDILEINE CARVALHO VIEIRA.


Este artigo é parte integrante da minha dissertação de mestrado, intitulada O barro cinzento paulista. Produção em barro cozido nas olarias do Tijucusú e de Pinheiros. Ordem de São Bento em São Paulo entre os séculos XVI e XIX. Foi defendida em 2016 no Instituto de Estudos Brasileiros (IEB), da Universidade de São Paulo (USP).






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Publicação 059:
Tijolos.


Uma Cidade Chamada Brazil. Estado de Indiana. USA.

A interessante história de uma pequena cidade nos Estados Unidos chamada Brazil e sua ligação com o nosso país. Entre outros fatos, na entrada na cidade tem uma réplica de uma fonte que está na cidade de Ouro Preto. A cidade é um grande produtor de tijolos cerâmicos.
que são gravados com o nome BRAZIL.

Em 1840 um fazendeiros resolveram por o nome no local de Brazil devido as várias notícias sobre a cidade de Ouro Preto em Minas Gerais. Este fato é único e no Brasil até hoje não encontrei nenhum tijolo com esse gravação. Abaixo imagem de uma réplica de fonte onde a original está na cidade de Ouro Preto.


Fonte: Página da cidade no facebook.
Código da imagem: CBZ-01.




Imagem da fonte em Ouro Preto. Minas Gerais.
Código da imagem: CBZ-02.

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Autor da matéria publicada: Oliver Marshall

No sul de Indiana, no Meio-Oeste americano, existe uma cidade chamada Brazil. Em toda a América do Norte, os assentamentos frequentemente recebiam o nome de um lugar, quase sempre na Europa, com o qual os fundadores tinham alguma ligação. Ao planejar uma viagem de carro neste verão, notei um "Brazil" no mapa, um pouco ao norte do trecho da rodovia interestadual I-70 que eu seguiria. Naturalmente, fiquei intrigado.

Em nenhum momento acreditei que este Brasil em particular tivesse sido fundado por imigrantes sul-americanos, da mesma forma que alemães, ingleses, escoceses, franceses e outros colonizadores fundaram outras comunidades do Meio-Oeste. Em vez disso, suspeitei que o nome tivesse surgido de uma de duas maneiras possíveis.

Imediatamente após a Guerra Civil, milhares de confederados derrotados deixaram sua pátria devastada em busca de autoexílio na América Latina. A maioria foi atraída pelas oportunidades agrícolas no Brasil, uma das últimas sociedades escravistas das Américas. Embora alguns desses migrantes tenham permanecido – e até prosperado – no Brasil, muitos retornaram aos Estados Unidos, seja para seus antigos estados de origem ou para outras partes do país. Eu sabia que no Tennessee existe uma vila que, em 1869, recebeu o nome em homenagem à emigração para o Brasil, então era possível que um retornado da América do Sul tivesse se mudado para Indiana e nomeado um povoado em homenagem ao país para o qual havia buscado refúgio.

Pensei que o mais provável era que a cidade tivesse sido fundada por um pioneiro com o sobrenome irlandês "Brazil", não tão incomum assim. Isso me pareceu uma forte possibilidade, visto que, no século XIX, houve um fluxo relativamente pequeno, mas constante, de imigrantes da Irlanda para Indiana, além de muitas outras pessoas de origem irlandesa vindas de outros estados. Existem inúmeros lugares — grandes e pequenos — em Indiana que levam nomes de famílias, então por que um deles não poderia ter sido chamado de Brazil?. [1].



Entrando no Brasil pela Rodovia Estadual 59.
Código da imagem: CBZ-03.


Código da imagem: CBZ-04.


Código da imagem: CBZ-05.

Fonte:  [1].


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Tijolos gravados com o nome Brazil.

Abaixo são 4 exemplares fabricados nas olarias e cerâmicas da cidade. 
Fonte: The Official International Brick Collectors Association - Indiana Bricks.


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Material publicitário. Anúncios.


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Publicação 060: 
Tijolos. 

Fábrica Votorantim. Olaria. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.

Fábrica Votorantim. Avenida Comendador Pereira Inácio nº 16 Vila Santa Helena. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.

Em fase de montagem e catalogação.


A Votorantim, um dos principais grupos empresariais atuando na economia brasileira, tem sua origem que remonta ao ano de 1891, quando o banco União de São Paulo criou a Fábrica Têxtil Votorantim no município paulista de Sorocaba. Com a falência do banco União em 1917, a empresa foi leiloada e, nos anos subsequentes, seu controle acionário foi adquirido pelo português Antonio Pereira Ignácio, um importante industrial do setor têxtil paulista e que fez da Votorantim a principal firma do ramo têxtil algodoeiro de São Paulo nas décadas de 1920 e 1930. Todavia, a partir dos anos 1930, o Grupo Votorantim passou a concentrar esforços no setor de bens intermediários – cimento, produtos químicos, alumínio, aço e ferro – através da constituição das seguintes empresas: Fábrica de Cimento Santa Helena (1936), Siderúrgica Barra Mansa (1937), Cia. Nitro-Química (1937) e a Cia. Brasileira de Alumínio (1955). Tendo em vista a escassez de análises sobre como teria se dado a conversão do Grupo Votorantim do setor de bens de consumo finais à indústria de base, o artigo aborda esta guinada realçando: a correlação entre o Grupo e o projeto industrializante do presidente Getúlio Vargas, os recursos produtivos preexistentes e a expertise industrial de seus dirigentes. A pesquisa calca-se em documentação primária constituída de: relatórios da diretoria do Grupo Votorantim, demonstrações de lucros e perdas e balanços patrimoniais. Como resultado, o artigo traz uma contribuição ao debate sobre a formação de grupos econômicos em economias periféricas, ao demonstrar que, no caso da Votorantim, a geração de receitas pelo próprio Grupo foi o instrumento principal de financiamento à criação das novas empresas no setor de bens intermediários do Brasil.

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Observações Complementares:

1. Matéria com os maiores tijolos já fabricados no Brasil em larga escala, pois, 400 casas foram construídas com esses gigantes.

2. Link para o vídeo dos operários da olaria fabricando os blocos/tijolos.
Direitos Autorais Preservados para Sociedade Anonyma Fabrica Votorantim (S.A.F.V.) | 1922.
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Link do vídeo onde os operários aparecem fabricando os tijolos/blocos:

Galeria de Fotografias Antigas dos Operários da Olaria.


Código da imagem: BF-03.
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Tijolo. Em breve.

Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TVBF-V00379.
Número de Patrimônio: 0379.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Casas Antigas.
Local da construção: Rua Pacífico de Aguiar. Bairro da Barra Funda. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.
Local do resgate: Bairro da Barra Funda.
Datação do tijolo: Por volta de 126 anos em 2026..
Sistema de aquisição: Doado pelo Sr. Luis Marreta.
Fabricante: Olaria própria da Fábrica Votorantim.
Local do fabricante: Fábrica Votorantim. Avenida Comendador Pereira Inácio nº 16 Vila Santa Helena. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.
Data de fundação da Olaria: Posterior a 1922
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1922
Marca/Sigla do fabricante: Não consta.
Formato da moldura: Retangular. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. Fonte 1: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 38,5cm.
Largura: 18,5cm.
Altura: 19,5cm.
Volume: 13.888cm³.
Peso: 22.500g.
Código Munsell: 7.5R 5/14.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Manual. Link do vídeo onde mostra os operários fabricando os blocos/tijolos.
Tipo do molde/moldagem: Metálica. manual.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Estado de conservação: Bom.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Observações complementares: Esses matérias constam nas narrativas do vídeo que conta a história da Fábrica como blocos.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i.
Código da imagem: BF-04.
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Tijolo. Em breve.

Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TVBF-V00380.
Número de Patrimônio: 0380.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Casas Antigas.
Local da construção: Rua Pacífico de Aguiar. Bairro da Barra Funda. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.
Local do resgate: Bairro da Barra Funda.
Datação do tijolo: Por volta de 126 anos em 2026..
Sistema de aquisição: Doado pelo Sr. Luis Marreta.
Fabricante: Olaria própria da Fábrica Votorantim.
Local do fabricante: Fábrica Votorantim. Avenida Comendador Pereira Inácio nº 16 Vila Santa Helena. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.
Data de fundação da Olaria: Posterior a 1922
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1922
Marca/Sigla do fabricante: Não consta.
Formato da moldura: Retangular. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. Fonte 1: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 38,0cm.
Largura: 19,0cm.
Altura: 20,0cm.
Volume: 14.440cm³.
Peso: 21.135g.
Código Munsell: 7.5R 5/14.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Manual. Link do vídeo onde mostra os operários fabricando os blocos/tijolos.
Tipo do molde/moldagem: Metálica. manual.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Estado de conservação: Bom.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Observações complementares: Esses matérias constam nas narrativas do vídeo que conta a história da Fábrica como blocos.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i.
Código da imagem: BF-05.


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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TVBF-V00381.
Número de Patrimônio: 0381.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Casas Antigas.
Local da construção: Rua Pacífico de Aguiar. Bairro da Barra Funda. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.
Local do resgate: Bairro da Barra Funda.
Datação do tijolo: Por volta de 126 anos em 2026..
Sistema de aquisição: Doado pelo Sr. Luis Marreta.
Fabricante: Olaria própria da Fábrica Votorantim.
Local do fabricante: Fábrica Votorantim. Avenida Comendador Pereira Inácio nº 16 Vila Santa Helena. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.
Data de fundação da Olaria: Posterior a 1922
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1922
Marca/Sigla do fabricante: Não consta.
Formato da moldura: Retangular. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. Fonte 1: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 37,0cm.
Largura: 12,0cm.
Altura: 18,0cm.
Volume: 7.882cm³.
Peso: 12.450g.
Código Munsell: 7.5R 5/14.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Manual. Link do vídeo onde mostra os operários fabricando os blocos/tijolos.
Tipo do molde/moldagem: Metálica manual.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Estado de conservação: Bom.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Observações complementares: Esses matérias constam nas narrativas do vídeo que conta a história da Fábrica como blocos.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i.
Código da imagem: BF-06.

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A Lajota.



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TVBF-V00205. (1).
Número de Patrimônio: 0205.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo. Formato de lajota.
Construção: Casas Antigas.
Local da construção: Rua Pacífico de Aguiar. Bairro da Barra Funda. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.
Local do resgate: Bairro da Barra Funda.
Datação do tijolo: Por volta de 126 anos em 2026..
Sistema de aquisição: Doado pelo Sr. Luis Marreta.
Fabricante: Olaria própria da Fábrica Votorantim.
Local do fabricante: Fábrica Votorantim. Avenida Comendador Pereira Inácio nº 16 Vila Santa Helena. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.
Data de fundação da Olaria: Posterior a 1922
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1922
Marca/Sigla do fabricante: Não consta.
Formato da moldura: Retangular. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. Fonte 1: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 19,0cm.
Largura: 19,0cm.
Altura: 4,2cm.
Volume: 1.616cm³.
Peso: 2.490g.
Código Munsell: 7.5R 5/14.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Manual. Link do vídeo onde mostra os operários fabricando os blocos/tijolos.
Tipo do molde/moldagem: Metálica manual.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Estado de conservação: Bom.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Observações complementares: Esses matérias constam nas narrativas do vídeo que conta a história da Fábrica como blocos.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i.
Código da imagem: BF-07.


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A Lajota.


Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TVBF-V00206. (2).
Número de Patrimônio: 0201.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo. Formato de lajota.
Construção: Casas Antigas.
Local da construção: Rua Pacífico de Aguiar. Bairro da Barra Funda. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.
Local do resgate: Bairro da Barra Funda.
Datação do tijolo: Por volta de 126 anos em 2026..
Sistema de aquisição: Doado pelo Sr. Luis Marreta.
Fabricante: Olaria própria da Fábrica Votorantim.
Local do fabricante: Fábrica Votorantim. Avenida Comendador Pereira Inácio nº 16 Vila Santa Helena. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.
Data de fundação da Olaria: Posterior a 1922
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1922
Marca/Sigla do fabricante: Não consta.
Formato da moldura: Retangular. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. Fonte 1: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 19,0cm.
Largura: 19,0cm.
Altura: 4,2cm.
Volume: 1.616cm³.
Peso: 2.490g.
Código Munsell: 7.5R 5/14.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Manual. Link do vídeo onde mostra os operários fabricando os blocos/tijolos.
Tipo do molde/moldagem: Metálica manual.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Estado de conservação: Bom.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.

Observações complementares: Esse formato de tijolo foi muito usado pelo romanos, com suas técnicas de fabricação e uso,  que acabaram se espalhando pelo mundo. As imagens abaixo mostram construções de milhares de anos, feitas com esse tipo de material.

The Historical Ruins of the Baths of Caracalla. Roma.



Imagem [1].


______________ & _______________


Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i.
Código da imagem: BF-08.

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Publicação 061: 
Matéria. 

Os Tijolos como Lastros em Navios.
Em fase de pesquisas e montagem.

Este estudo tem como finalidade discutir um assunto muito polêmico no meio acadêmico, que é o uso de tijolos cerâmicos como lastro nas embarcações

Significado e Origem do Termo Lastro.

Para ajudar na flutuabilidade e controle de uma embarcação usa-se pesos extras para dar mais equilíbrio ao navio. As peças, que podem ser pedaços de rochas, cascalhos, peças de ferro ou mesmo tijolos, onde são depositados geralmente no fundos das embarcações e que tem como finalidade deixar o centro de gravidade mais exato possível. Esse sistema pode evitar desenquilíbrio durante as navegações. Atualmente o material usado para esse fim é água. 
Quanto a Origem do Termo.

.1. A palavra lastro tem origem no termo holandês last, que significa "carga" ou "peso". O vocábulo chegou à língua portuguesa através do universo náutico. [1].

2. ..." A palavra "lastro" surgiu na língua inglesa no final do século XV para designar qualquer material pesado colocado no fundo de um navio"...[2].

3. "Etimologia: século XVI: provavelmente do baixo-alemão; relacionado ao dinamarquês antigo e ao sueco antigo *barlast*, literalmente: carga nua (sem valor comercial), de *bar* (nu, mero) + *last* (última carga, fardo)" [3].

Fontes: 


A Pesquisa.

A finalidade desta pesquisa tem como fonte os tijolos que podem ter sido usados como lastro em embarcações. Alguns pesquisadores questionam dessa afirmação, enquanto outros citam em seus trabalhos que tijolos foram usados como lastro em navios que saiam, principalmente da Europa para a América. No acervo do Museu do Mar em São Sebastião, litoral de São Paulo, tem tijolos que foram resgatados de antigos naufrágios que podem tanto ter sido trazidos como um elemento com finalidades comerciais ou mesmo como lastro somente, fato esse que é discutível sem dúvida.

Pesquisas Pontuais sobre o Assunto.

"O lastro era – e continua sendo – crucial para a segurança de todos os navios, sendo utilizados diversos materiais, incluindo cascalho, areia, pedra e barras de ferro. O lastro precisava ser fixado para evitar que se deslocasse e causasse uma catástrofe. Muitas embarcações navegavam "em lastro" mesmo sem carga. O fornecimento de lastro era uma indústria substancial em todo o mundo e, antigamente, grande parte do carregamento e descarregamento era feito manualmente".

Lastro como Moeda de  Comercial.

1. Estes são tijolos de lastro do século XVIII. Navios da Escócia ou da Grã-Bretanha faziam a viagem transatlântica para o Caribe quase vazios, então os tijolos eram colocados no lastro para manter o navio na posição vertical, daí o nome "tijolos de lastro". Ao chegar em Barbados ou outras ilhas, os tijolos eram descarregados e substituídos por mercadorias como açúcar, rum e melaço. [1].


Código da imagem: LST-01.

2. "Nenhum elemento histórico pavimentou o caminho para Barbados de forma tão literal quanto o tijolo de lastro. Esses tijolos marrom-avermelhados foram introduzidos na ilha no início do século XVIII. Navios que viajavam da Escócia ou da Grã-Bretanha viajavam quase vazios, utilizando tijolos de lastro perto da quilha para manter a embarcação na posição vertical. Posteriormente, esses tijolos eram descarregados no cais e substituídos por mercadorias como açúcar, rum e melaço. Barbados estava em seus estágios iniciais de desenvolvimento na época, e os tijolos de lastro eram facilmente encontrados e um material de construção durável, tornando-os a opção perfeita para desenvolver a infraestrutura da ilha. Como resultado, os tijolos de lastro foram incorporados a muitos edifícios na cidade de Bridgetown. Como prova de sua durabilidade, um grande número desses edifícios ainda pode ser visto hoje em dia por toda a cidade. Embora esses tijolos fantásticos não sejam mais produzidos, eles resistiram ao tempo por séculos e podem ser encontrados em muitos locais históricos de Barbados. Não deixe de procurar por esses tijolos incríveis enquanto explora os sítios históricos de Barbados". [2].




Fontes:

Por muitos séculos tijolos foram levados para várias partes do mundo pelo sistema de lastro. No início sua função dentro das embarcações era específica, mas com o passar dos tempos, e devido ao grande movimento marítimo comercial,  o lastro de tijolos passa ter um outro fim, o sistema comercial rentável, passado a ser uma nova moeda de compra e venda, chegando ao ponto do governo da Holanda pedir elaborar leis para argumentar esse novo sistema comercial. 
Quando os navios chegavam aos portos os capitães tinham que apresentar um documento conhecido como manifesto, nele havia uma lista de tudo que estava no navio com finalidade de comércio e tinham que pagar alguns tributos, e em alguns casos, imposto direto paras coroas ou mesmo despesas locais. Sabendo disso os proprietário das embarcações traziam os tijolos e os incluíam como lastro, ficando assim fora da lista de produtos comerciais evitando assim pagamentos  de tributados. mas na realidade esses tijolos eram trocados por mercadorias, como caixas de açúcar, assim,  eram levados para seus países e vendidos. Como esses produtos eram comercializados quando chegavam, ainda é uma incógnita histórica, mas é possível que esses matérias eram desembarcados antes de entrar nos portos oficias, fato esse que é apenas uma possibilidade, considerando que essa atividade ilegal acontece até hoje.
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Publicação 062: 
Matéria. 

O Tijolo e a Estrela de Belém.
Em fase de montagem.


A proposta desta pesquisa tem como fonte os estudos sobre os tijolos antigos gravados com uma representação da Estrela de Belém. Alguns estudos citam que o desenho é uma homenagem ao Cometa de Halley, mas depois de pesquisas mais elaboradas, onde várias fontes foram consultadas, a conclusão é que o desenho é realmente uma descrição da Estrela de Belém.

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Publicação 063: 
Matéria. 

Pesquisas sobre Moldes para Fabricação de Tijolos. 
Em breve.

A finalidade desta pesquisa tem como fonte os moldes que são usados para a fabricação de tijolos. Nesse trabalho serão apresentados tanto moldes encontrados no Brasil quanto em outros países.
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O Tijolo.



O documento não cita as medidas do tijolo. A marca gravada é composta por: Uma letra S, de serviço, uma letra E, de engenharia, um traço, um número 1 e uma letra A, neste caso o número (1) e a letra (A)  juntos, podem  indicar um sistema de  rastreabilidade.

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Publicação 064: 
Tijolos. 

Casa das Caldeiras. Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo. 
Em fase de catalogação.
Grato pela atenção.

Link do documento sobre o tombamento da fábrica.
https://www.ipatrimonio.org/wp-content/uploads/2013/12/Ipatrimonio-Processo-24263-85-Industrias-Reunidas-Francisco-Matarazzo-Vol1.pdf








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Publicação 065: 
Tijolos. 

Torre do Jardim da Luz.


A Torre Meteorológica do Jardim da Luz é o foco principal deste estudo, onde serão abordados fatos históricos com base no tijolo resgatado na ruínas da base da antiga torre.



Torre circular onde funcionou a Estação Meteorológica da Comissão Geográphica e Geológica de 1888 a 1894 no Jardim da Luz, posteriormente transferida para o edifício da Escola Normal da Praça da República. Ao fundo, vista da Torre Meteorológica do Jardim da Luz na capital de São Paulo. Era conhecida como o “Canudo de João Teodoro” em alusão ao presidente da província de São Paulo de 1982 a 1985, João Teodoro, governador do período.


Demolida em 1900


Segundo comentários no meio acadêmico, os tijolos da Torre Meteorológica foram usados na construção do muro da Estação da Luz que fica em frente ao jardim da Luz, porém esse fato ainda carece de investigações 
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Curtas. Histórias & Fatos.

1. O edifício, à época o mais alto da cidade, ganharia um observatório meteorológico em 1886. Dezesseis anos depois, no período de construção da Estação da Luz, o prefeito Antônio Prado pediu a demolição...

2. Torre circular onde funcionou a Estação Meteorológica da Comissão Geographica e Geológica de 1888 a 1894 no Jardim da Luz, posteriormente transferida para o edifício da Escola Normal da Praça da República. O Jardim da Luz foi criado em 1825 no local conhecido como Campo da Luz ou Campo do Guaré, e tornou-se o primeiro parque público de São Paulo, local onde foi iniciada a construção da Capela Nossa Senhora da Luz, dando ao nome. Já foi denominado de Jardim Botânico da Luz, Jardim Público da Luz e novamente Jardim da Luz. Era conhecida como o 'Canudo de João Teodoro' em alusão ao presidente da província de São Paulo de 1982 a 1985, João Teodoro, governador do período. Dr. João Teodoro Xavier de Matos foi político, Advogado, Professor de Direito, Promotor Público, Procurador da Tesouraria da Fazenda, e o primeiro urbanista do Brasil, promovendo reformas importantes do traçado urbano da capital de São Paulo.


O Jardim da Luz.

3. Originado num viveiro de plantas criado em 1800 por ordem real, o jardim foi a primeira área verde da cidade. Vinte e cinco anos depois, seria convertido em passeio público, dando início ao conceito de área de lazer e bem estar dos cidadãos. Também foi a porta de entrada da cidade, com a construção da estação da Luz, em 1860, que ficava dentro do jardim. Por ali chegavam milhares de imigrantes e visitantes, e nessa época o parque teve diversas melhorias.
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Horto Botânico.

Em 19 de novembro de 1798, o capitão-general Bernardo José de Lorena (no texto de Maurício Rodrigues de Resende, é mencionado como Capitão General Governador Antonio Manoel de Mello Castro e Mendonça, mais conhecido como General Pilatos) recebeu por Aviso Régio a ordem para a criação de um Horto Botânico na cidade e nomeou para diretor e inspetor do empreendimento, o sargento-mor António Marques da Silva.

"A criação do Horto Botânico deveu-se à necessidade de propagar no Brasil o conhecimento de plantas que pudessem ser exploradas economicamente. Essa concepção de plantio foi adotada diversas vezes pela metrópole como exemplo da cana de açúcar, oriunda da Ilha de Açores. No Horto, também havia a intenção de se promover a agricultura com a transplantação e a introdução de novas plantas que se adaptassem ao clima da cidade (como o cacau e baunilha) e o cultivo de espécimes para produzir madeira para a indústria naval e fabricação de papel. Ou seja, criação do Horto Botânico foi definida pelo interesse econômico da Coroa, que procurava uma nova maneira de não só explorar, mas de manipular os recursos naturais da cidade."

[RESENDE, Maurício Rodrigues de. O jardim da luz e os desdobramentos da urbanização paulistana. Revista PIBIC, Osasco, v. 5, n. 6, 2011, p. 99-110] No dia 28 de setembro de 1799, foram concedidas no Bairro da Luz, "vinte datas de terra com restada de 273 braças (600,60 metros) contadas desde os muros do padre Capelão até o ângulo defronte ao Espaldão (contraforte do aterrado de Santana) (...) A iniciativa dependia de verbas. Então, apelou-se à generosidade dos habitadores e, por meio de subscrição popular, obteve-se a importância de 6:906$000, parte da qual foi empregada na construção de quartel para o Corpo de Artilharia dos Voluntários Reais. Essa obra iniciada no Campo da Luz seria interrompida e seus muros demolidos, definitivamente, em 1844. Mas, parte da quantia se aplicou no aparelhamento do Holpital Militar, no Acú, enquanto os subscritores seriam contemplados com patentes militares." [JORGE, Clóvis de Athayde. Luz: notícias e reflexões. Histórias dos bairros de São Paulo. São Paulo: DPH - Departamento do Patrimônio Histórico, 1988, p.52-53.]

Um dos espaços públicos mais antigos da cidade, as obras para a construção do Jardim da Luz começaram em 1799, porém, sua execução se prolongou por vários anos, segundo Antonio Barreto do Amaral, principalmente, pela falta de água na área. Isso acontecia porque o abastecimento de água, até chegar à área da Luz, realizava um grande percurso a céu aberto, ficava sujeito a enormes quantidades de contaminação e desvios de curso (por exemplo, para abastecer chácaras e fazendas) até chegar ao Jardim. O caminho da água começava no Rio Saracura Grande (hoje, Avenida 9 de Julho), e finalizava o abastecimento no Jardim Botânico (Jardim da Luz). Com isso a água que conseguia alcançar o seu destino chegava em quantidade reduzida, e não era suficiente para o funcionamento do Horto Botânico.

O espaço foi inaugurado, somente - e incompleto -, apenas em 1825. Segundo Maurício de Rodrigues de Resende, já na sua inauguração o local passou a ser chamado de "jardim" e não mais "horto", pois, devido aos problemas de abastecimento de água, era inviável a criação de um horto, pois não haveria irrigação suficiente para as árvores e plantas. Devido aos grandes investimentos financeiros aplicados até então no espaço, era necessário reaproveitar a área de alguma forma, transformando-o em "Jardim Botânico":

"Continua-se a trabalhar no jardim [Botânico] estabelecido nesta cidade; ainda que seja uma despesa que mais toca ao agradável do que ao útil, não se pode dispensar, uma vez que ele já serve de recreio aos cidadãos em certos dias, e não é conveniente abandonar uma obra começada, perdendo-se o que está feito."

[Rafael Tobias de Aguiar. José Olympio, vol.2, 1954, p.533. APUD. GORDINHO, Margarida Cintra, CANNABRAVA, Iatã. Patrimônio da metrópole paulistana. São Paulo: Terceiro Nome / Secretaria do Estado de Cultura, 2010, p.108.] Aliás, o relato de Tobias de Aguiar sobre "continua-se a trabalhar", refere-se ao fato de que, em 1825, o então "Jardim Botânico", como era chamado inicialmente, foi inaugurado, porém, como já mencionado, não estava concluído. O Presidente da Província, Lucas Antônio Monteiro de Barros, deliberou que os trabalhos no local prosseguissem, nomeando para diretor do projeto o Marechal José Arouche Toledo Redon. Porém, o marechal ficou pouco tempo no cargo, sendo substituído por Antônio Maria Quartim. Poucos anos depois da inauguração parcial, o local já encontrava problemas de abandono e falta de fiscalização. No dia 6 de março de 1830, José Carlos Pereira de Almeida Torres, então, no cargo de presidente provincial, ao visitar o jardim, "verificou que o local fora 'transformado em pasto de gado, visto que encontrou, soltos, dentro do mesmo jardim, oito bois de carro e um cavalo, que soube pertencerem a um jardineiro alemão que ali não se achava; que foi informado de que o abuso datava já de muito tempo e que no lugar onde estavam os bois, se havia feito uma plantação de capim à custa da Fazenda Pública, tendo encontrado três mulheres sem fazerem nada e observou estarem trabalhando ou enchendo o tempo, três estrangeiros que ganhavam cada um 420 réis por dia e um escravo da nação, sem que tivesse quem os inspecionasse e dirigisse'. O resultado dessa inspeção foi a dispensa do jardineiro que ganhava 25$000 mensais aliado ao fato do mesmo produzir carvão e mandá-lo vender na cidade."

[JORGE, Clóvis de Athayde. Luz: notícias e reflexões. Histórias dos bairros de São Paulo. São Paulo: DPH - Departamento do Patrimônio Histórico, 1988, p.55.]

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O TIJOLO.
Em breve.


Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TJL-M696.
Número de Controle: 0031.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Jardim da Luz.
Local de construção: Jardim da Luz. Bairro da Luz. São Paulo. Estado de São Paulo.
Local do resgate: Jardim da Luz. Bairro da Luz.
Início da construção: A contrição do Jardim começou em 1799.
Sistema de aquisição: Por doação. Doado pela administração do Jardim da Luz.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: I R
Data provável da fabricação: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisa.
Formato da moldura: Retangular simples. Formato original da geometria.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 23,0cm.
Largura: 13,0cm na parte mais larga e 11,5 cm na parte mais estreita. Trata-se de uma peça com formato não equalizado. Tijolos com esse formato geralmente são
usados em torres circulares.
Altura: 7,0cm.
Volume: 1.656cm³.
Peso: 3.165g.
Código MunseLL: 7.5RY 5/14.
Integridadde da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: IM-0JL45.

A Olaria Abaixo pode ter sido o fabricante do tijolo acima:
Irmãos Rovai.
Local: Endereço completo sob pesquisas. Cidade de Osasco – SP.
Documento cita o nome Rovai
“Adquiriram terrenos e construíram casas nas imediações do Bairro do Maneco as seguintes pessoas, que foram os primeiros moradores do local: Teófilo Ribeiro,
carpinteiro; Vicente Buscarini, ferreiro; Nicola Leme, sapateiro; Domingos Finocchio, negociante; José Fiorita, negociante; Pascoal Bocci, bananeiro; Venâncio Pires,
Leonardo Venturini, José Melleiro, Joaquim Jacinto, Manuel Carvalho, também negociantes; Antônio de Sá, Francisco Argiolli, Nicola Abruzzese e outros. Fora os
proprietários, moravam em terras do Maneco, nas margens do Tietê, próximo ao Km 18, diversas famílias italianas, que ali fundaram uma olaria. Eram as famílias de
Pedro Michelli, Leonildo Rovai, André Rovai, Vicente Lenzi e Ascânio Pierini".
Página nº 27.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1870.
Data de atividade documentada: 1870.
Sigla sugerida: I R

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Publicação 066: 
Tijolos. 

Igreja Luterana de São Paulo. 
Em fase de montagem.



Fotografia de 1920. Autor : Desconhecido. 
Código da imagem: IL-01..

Evangélica de Confissão Luterana do Brasil.

O prédio que aparece à direita da Igreja, em um tom mais escuro, é o local onde havia o edifício da Polícia Federal que desabou durante o incêndio. Fonte: São Paulo de Antigamente. História: A Igreja Evangélica Luterana de São Paulo, também conhecida como Igreja Martin Luther, é uma das sedes do sínodo Sudeste da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil, localizada perto do Largo do Paiçandu, no Centro Histórico de São Paulo. O templo foi fundado em 25 de dezembro de 1908, sendo um dos principais pontos de encontro da comunidade alemã na primeira metade do século XX. Inicialmente, foi chamado pelo nome alemão Stadtkirche (tradução livre: Igreja da cidade), passando a ser conhecido, posteriormente, como Igreja Matriz e então, apenas em 1991, sendo batizado como Igreja Martin Luther. É considerada a primeira paróquia evangélica luterana na capital paulista, assim como o primeiro templo no estilo neogótico a ser construído na cidade. Na madrugada de 1º de maio de 2018, um incêndio seguido de desabamento do Edifício Wilton Paes de Almeida, ocupado por sem tetos e ao lado da igreja, destruiu grande parte da construção da Igreja. 
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O Tijolo:



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TIELSP-0057.
Número de Controla: 0032.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Igreja Evangélica Luterana de São Paulo.
Local da construção: Avenida Rio Branco nº 134. Bairro de Santa Efigênia. São Paulo.
Local do resgate: Igreja Evangélica Luterana de São Paulo. Avenida rio Branco nº 134. Bairro de Santa Efigênia. São Paulo.
Ano da construção: 1906.
Datação do tijolo: Por volta de 114 anos em 2020.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: * P * (Estrela, Letra P e Estrela).
Local: Endereço completo sob pesquisas. Entre 1906 e 1907.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Detalhes: Tijolo doado pela secretaria da Igreja Evangélica Luterana de São Paulo. Fundada em 1907 e inaugurada em 1909.
Estilo arquitetônico: Neogótico. Site: http://www.luteranos.com.br/
Formato da moldura: Sextavado composto. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,0cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 6,5cm.
Volume: 2.106cm³.
Peso: 2.750g.
Código MunseLL: 7. 5YR 6/8.
Integridadde da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da Imagem: IL-02.

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Publicação 067: 
Matéria. 

Cava do Caulim do Sacoman. Cidade de São Paulo.

Em fase de catalogação.
Grato.


Um Relato Arqueológico.

Na arqueologia tem um procedimento muito eficaz que é a abordagem com pessoas que moram a muitos anos no local que está sendo analisado. Durante as pesquisas descobrimos que na Vila Maria Estela, onde havia a Cava do Sacomâ, o Matarazzo teria construído uma pequena vila com 20 casas para seus funcionários, ao lado da cava. Meu filho foi até a vila e descobriu que ainda havia o último funcionário da Matarazzo morando no local. Depois das apresentações o Sr. Luis recebeu o Rafael em sua casa e narrou suas história, contou que trabalhou na cava entre 1958 e 1962, onde fez questão de apresentar sua carteira profissional com o registro da Matarazzo. Segundo ele o Matarazzo nunca teve ali uma olaria, mesmo assim, os moradores da região chamavam aquele local de olaria do Matarazzo. Contou também que a função dele era tomar conta da área e controlar os caminhões que vinham de São Caetano para retirar o caulim para ser levado até a Fábrica de louças Claudia, empresa que pertencia ao grupo.  mas com o tempo o local de tanto ser escavado virou um grande lago, onde meninos da vila entravam por debaixo das cercas para nadar no local. Assim a cava passa a ser um local perigoso. Como as bombas não davam conta de retirar a água acumulada, a cava então  foi desativada, anos depois a área foi aterrada e  depois ali foi construído um hipermercado.

O Caulim Rosa Sacomã do Estado de São Paulo.

SOUZA SANTOS (1989) relata que uma das grandes dificuldades no estudo de caulins para cerâmica branca é a falta de especificações para o emprego em usos tais como louça doméstica, porcelana elétrica, azulejos, material sanitário etc. O caulim rosa Sacomã do Estado de São Paulo, proveniente de mina já esgotada, foi muito usado como material de referência para estudos comparativos com outros caulins de uso cerâmico. Estudos mineralógicos mostraram tratar-se de um caulim constituído essencialmente de caulinita bem cristalizada, perfil hexagonal, baixos teores de haloisita, hidróxido de ferro e montmorillonita. CLARK (1957, 1960) citado por SOUZA SANTOS (1989) chegou a propor uma padronização dos caulins ingleses para usos diversos, no entanto essa proposição não foi aceita nos outros paises.

Observação. Podemos encontrar o nome Sacoman escrito de outras formas: Saccoman, Sacomã, Sacomãn e Sacoman.

O Caulim.

Caulim é o nome comercial dado a uma argila branca ou quase branca, constituída essencialmente de caulinita. Há mais de três mil anos, os chineses já usavam o caulim para fazer porcelana (ROSKIL,1996). GRIM (1958) define caulim como sendo uma rocha constituída de material argiloso, com baixo teor de ferro e cor branca. Os caulins são silicatos de alumínio hidratado, cuja composição química aproxima-se de Al2O3.2SiO2.2H2O, contendo outros elementos como impureza. A caulinita, mineral predominante dos caulins, é um silicato hidratado de alumínio, cuja célula unitária é expressa pela fórmula Al4(Si4O10)(OH)8.

Caulim Primário.

Caulim Primário. BRISTOW (1987a) descreve os caulins primários como sendo o resultado da alteração de rochas in situ, e dependendo da sua origem são classificados em : intemperizados, hidrotermais e solfataras. O depósito intemperizado ocorre em regiões de clima tropical (quente e úmido), onde as condições físico-químicas favorecem a decomposição dos feldspatos e de outros alumino-silicatos presentes em granitos, pegmatitos e rochas metamórficas. O que ocorre, do ponto de vista de processo, é a hidratação de um silicato anidro de alumínio, seguido de remoção de álcalis, segundo a reação: Feldspato + Água = Caulinita + Sílica + Hidróxido Potássico Potássico 2KAlSi3O8 + 3H2O = Al2Si2O5(OH)4 + 4SiO2 + 2KOH (1) Ainda segundo o mesmo autor, no depósito hidrotermal, a alteração da rocha ocorre quando há circulação de fluidos quentes, originados do interior da crosta (ou água juvenil). Os depósitos de caulim em St. Austel, no sul da Inglaterra, são exemplos de caulim primário resultante da alteração (hidrotermal) de granitos. No caso de depósito solfatara, as rochas são alteradas pela ação de emanações vulcânicas ácidas, constituídas de vapores d’água, ricos em enxofre. depósito pode ser encontrado nas proximidades de Roma, Itália.


Código da imagem: CS-02.


Onde hoje é o Carrefour Anchieta que fica na Rodovia Anchieta nº 3398. Jardim Maria Estela, São Paulo. 04246-900.  

È possível que a Ordem dos Beneditinos, que tinham uma Olaria no Bairro da Fundação em São Caetano do Sul, próximo do local da cava por volta de 1710, também tiravam a argila da Cava do Sacomã. Porém esse fato ainda carece de muitas pesquisas.


Nesta foto podemos ver  parte do barranco que fica na Via Anchieta antes da entrada para do hipermercado.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Código da imagem: CS-03.


Nesta foto podemos ver  parte da parede de argila com tonalidades variadas, e com sulcos provocados pela ação das chuvas e ventos.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Código da imagem: CS-01.


Nesta foto podemos ver  parte da parede de argila com tonalidades variadas, como o barranco fica exposto ao tempo isso causa uma descoloração e muda assim as corres.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Código da imagem: CS-05.

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Ainda em fase de pesquisas, mas é possível que os 4 exemplares abaixo poderiam ter sido fabricado com a argila retirada desta cava.


Código da imagem: CS-06.

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Publicação 068: 
Tijolos. 

Fábrica de Louças Claudia. Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo.


Conde Francesco Matarazzo.

Nasceu na Itália em 1881, casado e com dois filhos, Francesco Matarazzo migrou para o Brasil. Teve treze filhos. Instalou-se em Sorocaba, naquela época o maior centro brasileiro de comércio de gado, onde abriu uma venda. Teria começado a fazer fortuna por meio de uma economia feroz: dizem que comia apenas pão seco e bananas. É considerado o pioneiro da grande indústria no Brasil. Atuou no comércio, na indústria, na navegação e no setor financeiro.

Fonte: https://pioneiros.fea.usp.br/francisco-matarazzo/






Fotografia aérea da década de 1950. Autor desconhecido.

A Indústria Química Matarazzo S.A implantou seu complexo industrial na Rua Mariano Pamplona, nº 220, no Município de São Caetano do Sul, em 1932 possuindo como atividades principais a fabricação de soda cáustica, cloro, compostos de cloro, ácido sulfúrico, rayon, celulose, carbureto de cálcio, acetileno, ferro-síicio, fundição, hidrogenação de óleos e produção de agrotóxicos (Hexaclorociclohexano – H.C.H e Toxafeno).No decorrer dos anos, a empresa foi desativando paulatinamente essas unidades, sendo que a partir de 1987 nenhuma atividade industrial é exercida no local, estando a maioria dos galpões demolidos. 13/02/2022 10:06 Museu Virtual do Tijolo Antigo. https://museudotijoloantigo.blogspot.com 263/833 As ações objetivando o controle das fontes de poluição ambiental da indústria tiveram início na década de 60 e durante o período em que operou no local a empresa foi penalizada pela CETESB em diversas oportunidades com autos de advertência e de multa, por poluição do ar, águas e solo, recebendo inclusive multas diárias. 
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Este exemplar foi muito difundido na internet porque fazeia parte da construção da mansão Matarazzo que ficava na Avenida Paulista, onde hoje está o Shopping Cidade São Paulo.
O tijolo está em exposição na empresa Cyrela construtora do Shopping.
https://www.cyrela.com.br/
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 Os Tijolos.

Todos os tijolos foram doados pelo filho do Sr. José Antonio. filho de um antigo funcionário que trabalhou na fábrica em São Caetano. Depois de um contato e de conhecer nosso trabalho o ele se dispôs a doar os tijolos que seu pai havia recolhido durante os períodos das sucessivas demolições da antiga fábrica para guardar de lembrança. Acredita-se que  milhares de tijolos do antigo complexo foram descartados em caçambas e jogados em aterros sanitários. Por isso é importante que façamos os resgates desses documentos histórico, para que não sejam descartados e desapareçam para sempre, o que é um crime contra nossa história. A princípio forram adquiridos 4 tijolos gravados com a sigla I R F M (indústrias Reunidas Francisco Matarazzo). Os outros tijolos foram resgatados de caçambas que ficavam nas imediações do complexo por vários colaboradores.


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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TIRFM-00250.
Número de Controle: 0044.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Cerâmicas Claudia.
Local da construção: Cerâmicas Claudia. Complexo Industrial Francisco Matarazzo. Bairro Fundação. Cidade de São Caetano do Sul. Estado de São Paulo.
Local do resgate: Vários colaboradores de vários locais, moradores ou não da cidade, foram doadores desses tijolos.
Ano da construção: 1932.
Fabricante: Sob pesquisa.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: I R F M
Significado da sigla: Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Detalhes:
Descrições físicas.
Formato da moldura: Arco composto. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. 
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 23,3cm.
Largura: 12,0cm.
Altura: 5,5cm.
Volume: 1.537cm³.
Peso: 2.050g.
Código Munsell: 10YR 5/6
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Estado de conservação: Bom.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Gabriela de Mello.
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:
Código da imagem: IRFM-05.

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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TIRFM-00251.
Número de Controle: 0045.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Cerâmicas Claudia.
Local da construção: Cerâmicas Claudia. Complexo Industrial Francisco Matarazzo. Bairro Fundação. Cidade de São Caetano do Sul - SP.
Local do resgate: Vários colaboradores de vários locais, moradores ou não da cidade, foram doadores desses tijolos.
Ano da construção: 1932.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: I R F M
Significado da sigla: Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Detalhes:
Descrições físicas.
Formato da moldura: Arco composto. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. Fonte: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho_
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 24,0cm.
Largura: 12,3cm.
Altura: 5,5cm.
Volume: 1.623cm³.
Peso: 2.250g.
Código Munsell: 10YR 4/4
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Estado de conservação: Bom.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: IRFM-06.
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Coleção: Marco Machado.


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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TIRFM-00253.
Número de Controle: 0047.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Cerâmicas Claudia.
Local da construção: Cerâmicas Claudia. Complexo Industrial Francisco Matarazzo. Bairro Fundação. Cidade de São Caetano do Sul - SP.
Local do resgate: Vários colaboradores de vários locais, moradores ou não da cidade, foram doadores desses tijolos.
Ano da construção: 1932.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: I R F M
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Detalhes:
Descrições físicas.
Formato da moldura: Arco composto. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. Fonte: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho_
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 23,0cm.
Largura: 11,2cm
Altura: 5,0cm.
Volume: 1.288cm³.
Peso: 1.600g.
Código Munsell: 10YR 5/8
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Estado de conservação: Bom.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: IRFM-08.
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Publicação 069:
Tijolos.

Fazenda Vassoural. Cidade de Itu. Estado de São Paulo.


Endereço:
Fazenda Vassoural. Rua Porto Velho nº 300. Bairro Brasil. Cidade de Itu. Estado de São Paulo. 

Nosso acervo conta com 6 exemplares doados pela administração da fazenda ao nosso colaborador o Sr. Paulo Zanetti.


História.

A Casa Sede

A Casa Sede da Fazenda Vassoural segue a tradição bandeirantista, construída em taipa de pilão, sistema rudimentar de construção de paredes e muros, tradicionalmente usada para a construção de São Paulo, que data de 1790. Originalmente, as terras eram de propriedade de Beatriz de Borba Gato, avó do bandeirante e Tenente General do Mato, Manuel de Borba Gato, que as recebeu como dote. Na época, as terras se estendiam de Itu até Cabreúva, porém não se sabe ao certo qual era a extensão original. A fazenda foi fundada na vigência da Lei Sesmaria, que impedia que ruralistas deixassem suas terras e fossem viver na cidade, Isso porque a colheita de café e cana-de-açúcar havia caído muito.

A Colônia.

Ao lado da casa sede estão as casas da colônia, construídas de tijolo aparente e que ocupam todo o lado maior do terreiro de café. Elas foram erguidas no início do século 20 e serviam de moradia para 40 famílias imigrantes que trabalhavam na produção do café, sendo desativadas em 1980.

O Terreiro.

Também próximo à casa sede fica o terreiro, construção que servia para a secagem do café no sol, processo que demorava cerca de uma semana para acontecer e preparava os grãos para serem torrados.

Engenho, Casa de Moenda e Casa de Purgar.

O terreno também tem construções como o engenho, a casa de moenda e casa de purgar como herança da época de produção do açúcar. Erguidas em 1831, as casas são marcas do período de mão de obra escrava, responsáveis pela colheita, moenda e produção do açúcar. O engenho conta com um forno do tipo “trem da Jamaica” que, com uma chaminé, aquecia quatro tachos de cobre e era tido como um dos melhores da época. Este é o único forno deste tipo que ainda permanece em São Paulo.

A Tulha.

O salão que hoje abriga festas e eventos servia como uma espécie de armazém para estocar as sacas de café que ficavam prontas. E as duas tulhas situadas na Fazenda, são raridade no Brasil e quase não se encontram mais.

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Os Tijolos.

X



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O Tijolo.



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TFVS-00600.
Número de Controle: 0272.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Fazenda Vassoural.
Designação construtiva: Fazenda.
Local da construção: Rua Porto Velho nº 300. Cidade de Itu. Estado de São Paulo.
Local de aquisição: Fazenda Vassoural. Rua Porto Velho nº 300.
Ano da construção: 1790.
Sistema de aquisição: Por doação. Doada pela proprietária da Fazenda Vassoural ao nosso colaborador Sr. Paulo Zanetti.
Fabricante: Organização dos Jesuítas. João Ferraz de Almeida Prado Sobrinho.
Local do fabricante: Bairro de São José. Cidade de Itu. Estado de São Paulo.
Marca oficial do fabricante: Um desenho da Organização Religiosa do Sagrado Coração de Jesus. A Olaria Coração de Jesus século XVIII, fabricante dos tijolos acima pertencia a João Ferraz de Almeida Prado Sobrinho, O Nho. 

Observação: Devido as condições do tijolo a marca aparece de forma pouco visível. Porém  abaixo tem uma imagem de um dos vários tijolos do nosso acervo com a mesma marca. Exemplar da Fazenda Paraizo. Itu.



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TFVS-00600.
Número de Controle: 0272.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Durante o século XVIII.
Período de atividade da Olaria: Sob pesquisas.
Encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Descrições físicas.
Formato da moldura: Losango arqueado. (Formato sugerido pelo MVTA).
Medidas:
Comprimento: 27,0 cm.
Largura: 12,0 cm.
Altura: 6,0 cm.
Volume: 1.944 cm³.
Peso: 3,125 g.
Código Munsell: 2.8YR 8/4.
Integridade da peça: Completa/Excelente.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. (Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O).
Quanto a composição química do tijolo temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Descrição da composição química do exemplar: Sob pesquisas.
Autoria da imagem: Rafael de Mello..
Câmera: Canon Rebel EOS T6i. 18:55 mm.
Código da imagem: FVS-01.
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O Tijolo.


Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TFVS-00601.
Número de Controle: 0273.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Tipo de construção: Fazenda Vassoural.
Local da construção: Rua Porto Velho nº 300. Cidade de Itu. Estado de São Paulo.
Local de aquisição: Fazenda Vassoural. Rua Porto Velho nº 300.
Ano da construção: 1790.
Sistema de aquisição: Por doação. Doada pela proprietária da Fazenda Vassoural ao nosso colaborador Sr. Paulo Zanetti.
Fabricante: Organização dos Jesuítas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Marca/Sigla oficial do fabricante: A marca ou a sigla foi removida quando da retirada do tijolo da parede, a parte onde estava a gravação se perdeu.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da Olaria: Sob pesquisas.
Encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Descrições físicas.
Formato da moldura: Arco simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 29,3cm.
Largura: 13,5cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.768cm³.
Peso: 5.206g.
Código Munsell: 2.8YR 8/4.
Integridade da peça: Completa/Excelente.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. (Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O).
Quanto a composição química do tijolo temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Descrição da composição química do exemplar: Sob pesquisas.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon Rebel EOS T6i. 18:55 mm.
Código da imagem: FVS-0X
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TIJOLO 3.
Em fase de catalogação.




X
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TIJOLO 4.
Em fase de catalogação.



X
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TIJOLO  5.
Em fase de catalogação.


X
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Publicação 070: 
Tijolo.

 Palacete do Barão de Bocaína. São Paulo. 
Em fase de montagem.

O Barão.

Palacete de Francisco de Paula Vicente de Azevedo. Barão de Bocaina. Francisco de Paula Vicente de Azevedo, Barão de Bocaina Data de nascimento: 08 outubro de 1856 Local de nascimento: Lorena, Lorena, São Paulo, São Paulo, Brasil Falecimento: 17 outubro 1938 (82) Família imediata: Filho de José Vicente de Azevedo, Coronel e Angelina Moreira de Castro Lima Marido de Rosa Bueno Lopes de Oliveira e Julieta Ernestina de Azevedo Pai de Francisco de Paula Vicente de Azevedo; Lavínia Vicente de Azevedo, Freira; José Armando Vicente de Azevedo; Geraldo Vicente de Azevedo e José Vicente de Azevedo Irmão de Maria Vicentina de Azevedo; José Vicente de Azevedo, Conde Romano e Pedro Vicente de Azevedo Sobrinho.


Também denominada "casarão dos Bocaina". Edificação remanescente da primeira fase de ocupação residencial da área então conhecida como "Vila América", hoje o bairro de Cerqueira César no início do século XX.

Tombamento.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA. Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo - CONPRESP RESOLUÇÃO Nº 02 / CONPRESP / 2012 O Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo – CONPRESP, no uso de suas atribuições legais e nos termos da Lei n° 10.032, de 27 de dezembro de 1985, e alterações posteriores, e de acordo com a decisão dos Conselheiros presentes à 529ª Reunião Ordinária realizada em 17 de janeiro de 2012, e Considerando que a casa da família Vicente de Azevedo constitui-se em remanescente da primeira fase de ocupação residencial da Vila América, atual bairro de Cerqueira César; Considerando que esse imóvel se destaca no atual contexto urbano heterogêneo da área da Avenida Paulista, por suas características arquitetônicas e ambientais, e como um raro testemunho das primeiras edificações erguidas nesse bairro, no início do século XX; Considerando o valor arquitetônico, ambiental e histórico dessa edificação; Considerando a expressiva importância da vegetação e jardins remanescentes desse imóvel, registrada e identificada no “Levantamento das Áreas Verdes Significativas do Município de São Paulo”, Carta 23, constando como Jardim Residencial - J.09; e Considerando o contido nos Processos Administrativos n° 2008-0.080.953-6 e n°2008-0.264.458-5;


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Outra Fonte Bibliográfica:

Francisco de Paula Vicente de Azevedo, Barão de Bocaina.
Data de nascimento: 08 Outubro 1856.
Local de nascimento: Lorena, Lorena, São Paulo, São Paulo, Brasil.
Falecimento: 17 Outubro 1938 (82).
Família imediata:
Filho de José Vicente de Azevedo, Coronel e Angelina Moreira de Castro Lima.
Marido de Rosa Bueno Lopes de Oliveira e Julieta Ernestina de Azevedo.
Pai de Francisco de Paula Vicente de Azevedo; Lavínia Vicente de Azevedo, Freira; José Armando Vicente de Azevedo; Geraldo Vicente de Azevedo e José Vicente de Azevedo
Irmão de Maria Vicentina de Azevedo; José Vicente de Azevedo, Conde Romano e Pedro Vicente de Azevedo Sobrinho.

Fonte:


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O Tijolo.



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TPFPVA-00827.
Número de Controle: 0075.
Designação arquitetônica: Palacete.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Palacete do Barão de Bocaina.
Origem do nome da construção: Nome do proprietário.
Local da construção: Rua Padre João Manoel. nº 109. Bairro de Cerqueira César. São Paulo.
Sistema de aquisição: Por doação. Doado pelo arquiteto responsável pela obra.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
* Sigla oficial do fabricante: G  -  P (Uma letra G, um traço e uma letra P). 
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da Olaria: Sob pesquisas.
Encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Descrições físicas.
Formato da moldura: Abaloado duplo. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. Fonte 1: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,5xcm.
Largura: 12,5cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 3.125cm³.
Peso: 2.790g.
Código Munsell: Em fase de catalogação.
Integridade da peça: Completa/Excelente.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. (Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O).
Quanto a composição química do tijolo temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Descrição da composição química do exemplar: Sob pesquisas.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon Rebel EOS T6i. 18:55 mm.
Código da imagem: BB-02.

As duas olarias citadas abaixo podem ter sido o fabricante do tijolo acima.

Gardini Pietro. 
Local: Estrada do Ipiranga. Bairro sob pesquisas. São Paulo. 
Tabela 4 – Olarias registradas em 1903, Índice “Olarias”: Fabricas de telhas, tijolos, canos, tubos, etc. 
Página nº 125. Natália Maria Salla. Universidade de São Paulo, Faculdade de filosofia, Letras e Ciências Humanas, Departamento de História Programa de Pós-Graduação em História Econômica. Produzir para construir: a indústria cerâmica paulistana no período da Primeira República (1889-1930). Tijolo anotado num documento arqueológico da casa do Grito. 
Fonte 2: SILVA, Angélica Aparecida Moreira da, BARBOSA, Paula Nishida. Uma Tijoloteca como fonte de pesquisa: coleção arqueológica Casa do Grito. In: Cadernos do Lepaarq, v. XVI, n.32., p. 220-236, Jul-Dez. 2019. Angélica Aparecida Moreira da Silva Paula Nishida Barbosa. 
Data de fundação da olaria: Anterior a 1903. 
Data de atividade documentada: 1903. 
Sigla oficial do fabricante: G P 
Fonte: https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/lepaarq/article/view/13651/10760 
Página nº 234.  

Galdine Putro. 
Local: Endereço completo sob pesquisas. Bairro do Ypiranga. Ypiranga com "Y", forma antiga de escrever o nome do bairro. São Paulo. 
Almanak Laemmert : Administrativo, Mercantil e Industrial (RJ) - 1891 a 1940. Ano 1901\Edição A00058 (1). 
Página nº 1452. 
Data de fundação da olaria: Anterior a 1881. 
Data de atividade documentada: 1881. 
Sigla sugerida: G P 

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Publicação 071:
Tijolos.

Estudo sobre Tijolos Encontrados na Internet.

A internet, principalmente as redes socias, é uma rica fonte de pesquisas para tijolos antigos. Muitas dúvidas que nós tínhamos e não encontrávamos respostas no meio acadêmico comum, conseguimos pesquisando olarias e tijolos antigos no Facebook. Por essa razão resolvemos criar este estudo para que outros pesquisadores também possam usufruir dessa fonte interessante que é a internet com foco no Instagram, Facebook e organizações de  natureza variada, assim como páginas e blogs de colecionadores.

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Publicação 072: 
Matéria.
Os Tijolos Antigos e a História Magnética do Brasil.

Em fase de montagem. 

Este estudo apresenta um fato interessante quando o assunto são tijolos antigos. A matéria descreve a relação que existe entre o magnetismo da Terra "gravados" em tijolos antigos e e os resultados fascinantes das análises.

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A Matéria.

A história magnética do Brasil

Análise de fragmentos de tijolos de edifícios antigos revela enfraquecimento do campo magnético na América do Sul.

Amostras preparadas vão para o forno: resgate magnético.
GELVAM HARTMANN / IAG-EUA

Durante quatro anos, o físico Gelvam Hartmann coletou e examinou cerca de 600 fragmentos de tijolos de igrejas e casas antigas na Bahia, em São Paulo, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo para investigar a variação no campo geomagnético do Brasil nos últimos 500 anos, período para o qual houve praticamente não há informação geofísica. Seu trabalho revelou uma queda inesperada na intensidade do campo magnético nas regiões Nordeste e Sudeste do país, e a partir daí desenvolveu um método de análise de materiais arqueológicos que confirmou ou definiu as datas prováveis de construções antigas, algumas das quais não possuem qualquer documentação histórica. Trabalhando ao lado de arqueólogos, arquitetos e geólogos, Hartmann coletou pequenas lascas de tijolos de casas 
coloniais e igrejas do Pelourinho, no centro histórico de histórico de Salvador, utilizando martelo e cinzel sempre que possível ou, quando as ferramentas manuais não eram adequadas, uma furadeira refrigerada a água. Gradualmente, enquanto examinava o material no Instituto de Física Global de Paris (GPIP), no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) e na Universidade de São Paulo (USP), ele construiu a história magnética do Brasil, para confirmar as datas de construção e associá-las às respectivas intensidades magnéticas. Foi assim que surgiram novas informações – a intensidade do campo magnético de 36,2 microteslas (tesla é a unidade de medida da densidade de fluxo magnético) – para um dos edifícios mais antigos do Brasil, a Catedral de São Salvador, erguida pelos jesuítas entre 1561 e 1591 com dinheiro do terceiro governador-geral do Brasil, Mem de Sá, e adornada com um sino trazido de Portugal.

A maioria das amostras coletadas das fundações e paredes das igrejas de Salvador não apresentou grandes problemas, mas, curiosamente, a análise de uma amostra da casa do poeta Gregório de Matos, conhecida como a Boca do Inferno devido ao sarcasmo com que tratava as autoridades salvadorenhas, indicou que o edifício havia sido erguido em 1830, e não entre 1695 e 1700, como indicavam os documentos da casa. Hartmann determinou posteriormente que a data obtida em sua análise se aplicava apenas ao terceiro andar – construído mais tarde – onde ele havia coletado amostras de tijolos durante uma reforma naquela parte da casa.

“Os geofísicos estão nos ajudando a contar a história do povoamento do Brasil”, observa Marisa Afonso, professora de arqueologia e vice-diretora do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP. Em abril de 2004, ela passava um longo dia chuvoso no centro regional do MAE em Piraju, no interior do estado de São Paulo, quando recebeu um e-mail de Ricardo Trindade, professor do IAG e orientador de doutorado de Hartmann. De Paris, Trindade a convidou para ajudar a construir uma curva de datação para materiais arqueológicos, algo que ainda não havia sido feito no Brasil, usando medições de campo magnético, semelhantes às que ele havia observado lá. “Quanto mais métodos de datação pudermos usar, melhor, porque as técnicas mais comuns, como carbono-14 e termoluminescência, nem sempre funcionam em todos os casos”, afirma. “Por sorte, tanto Gelvem quanto Ricardo gostam de arqueologia e sabem explicar o que fazem de forma simples.”

Ao mesmo tempo, Hartmann e outros pesquisadores do IAG estão detalhando a variação do campo magnético da Terra, principalmente em regiões onde ele é menos intenso. O campo magnético é gerado pelo movimento do ferro líquido no núcleo da Terra, que se manifesta na superfície do planeta, orientando bússolas, e forma uma barreira invisível a 30.000 km acima da superfície terrestre, que impede a entrada de partículas solares na atmosfera. Agora está claro que na região onde o campo magnético é mais fraco em toda a superfície, conhecida como Anomalia Magnética do Atlântico Sul, ele está de fato se movendo e se expandindo. Anteriormente restrita ao sul da África, essa área atualmente abrange a parte sul da América do Sul e quase todo o Atlântico Sul. O ponto de menor intensidade desse campo magnético está se deslocando para oeste: estava no sul da África, depois no meio do Atlântico Sul, a meio caminho entre o Brasil e a África do Sul. Em 1930, estava próximo à cidade do Rio de Janeiro, deslocou-se para o sul e se estabilizou no estado de Santa Catarina, antes de chegar à sua posição atual no Paraguai, onde possui uma intensidade magnética de cerca de 22 microteslas. Algumas consequências desse deslocamento do campo magnético são conhecidas: justamente nas áreas onde o campo é mais fraco, satélites de telecomunicações e espaçonaves podem sofrer mais interferência magnética, o que pode danificar equipamentos, da mesma forma que um ímã pode desmagnetizar um computador e causar perda de informações em menor escala.

Para ler a matéria completa acesse a fonte:
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Publicação 073: 
Tijolo. 

Município de Sorocaba. Tijolo Gravado com a Data de 1902.

Em fase de catalogação.

Tijolos antigos gravados com datas podem ser encontrados em vários países. A data pode indicar tanto a época de fabricação quanto uma outra referência, como o ano de fundação da olaria ou uma data qualquer que para o oleiro tenha um significado importante. 


Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: T1902-00902
Número de Controle: 0039.
Construção: Sob pesquisas.
Designação arquitetônica: Sob pesquisas..
Origem do nome da construção: Sob pesquisas.
Construtor: Sob pesquisas.
Arquiteto: Sob pesquisas.
Local da construção: Sob pesquisas.
Tempo decorrido: Sob pesquisas.
Término/Inauguração: Sob pesquisas.
Sistema de construção primária: Sob pesquisas.
Condições atuais da construção: Sob pesquisas.
Local da construção:  Sob pesquisas. 
Ano da construção: Sob pesquisas.
Doado pelo nosso colaborador o Sr. Eduardo Luz.
Data do resgate: 
Data provável da fabricação: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas..
Considerando a data gravada no tijolo. 1902, podemos afirmar que sua produção começou nesta data.
Fabricante: Sob pesquisas.
Marca do fabricante:  1902 (Data de 1902).
Data provável da fabricação: 1902.
Datação do tijolo: 124 anos em 2026. Datação relativa.
Data de fundação da Olaria: Antes de 1903, considerando a data de 1902 gravada no tijolo.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Detalhes: O tijolo está dividido em duas partes por uma rachadura.
Formato da moldura: Sextavado simples. (Formato sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas.
Medidas: 
Comprimento: 27,5cm. 
Largura: 13,5cm. 
Altura: 6,5cm. 
Volume: 2.413cm³.
Peso: Em fase de catalogação. 
Código Munsell: Em fase de catalogação. 
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. Considerando os riscos, todos na mesma direção, na parte de trás do tijolo que é uma característica em tijolos de fabricação manual, como visto na imagem abaixo.

FOTO em breve.
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Publicação 074: 
Matéria. 

Haverstraw Brick Museum, 12 Main Street, Haverstraw, NY. 

The Haverstraw Brick Museum is dedicated to preserving the cultural and historical past of the Village of Haverstraw and the vibrant brick industry that created it. Come visit the Museum and relive the impressive history of this fascinating time and unique area along the Hudson.


Em fase de catalogação.

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Publicação 075:
Matéria. 
Em fase de catalogação.

Estudos sobre Moldes para Fabricação de Tijolos.

A proposta deste estudo é pesquisar a história dos moldes para fabricação de tijolos, com exemplares tanto do Brasil quanto de outros países, desde seu surgimento, que pode ter sido no Egito, até os dias atuais, onde a linha do tempo histórico ficaria entre 8 e 9 mil anos. 


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Moldes Encontrados no Brasil.

Em breve mais pesquisas sobre os moldes encontrados no Brasil. Uma observação importante, muitos imigrantes eram oleiros e nas suas bagagens traziam, quando chegavam no Brasil traziam além de itens pessoais,  moldes para fabricação de tijolos aqui. Talvez essa pode ser uma explicação do porque tantos tijolos sem qualquer identificação, pois quando não tinham sua própria olaria eles trabalhavam como oleiros para outros locais, ou pegavam empreitadas para fabricar tijolos para uso próprio em sua construções.

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Moldes pelo Mundo.


É possível que os moldes para fabricação de tijolos tenha começado no Egito. Para dar mais ênfase a esse assunto o MVTA está preparando uma matéria sobre a história dos moldes.

O estudos sobre moldes fabricados em outros países é uma fonte valiosa para as pesquisas com os moldes encontrados no Brasil. Se consideramos que o berço da olaria na América, isto é, o  Novo Mundo, é europeia. Durantes os estudos com as imagens é possível notar incríveis semelhanças nas estruturas desses moldes. como no exemplo  abaixo:


País de origem: Índia.


Código da imagem: MTJ-01.



Em breve a imagens com moldes para comparações. 
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Sistema Comparativo.

O sistema de comparações  é essencial para um estudo com os moldes. Com o uso das imagens podemos analisar e anotar as semelhanças e diferenças entre as peças, onde uma séria de conclusões servirão como  base para outras pesquisas. Os moldes tem um peso histórico significativo nos estudos sobre essa ferramenta, que tem mais de 8 mil anos de existência. 



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Publicação 076: 
Tijolo. 

Cia. Fiação e Tecidos São Martinho. Município de Tatuí.


Palacete da Família Martinho Guedes.
Código da imagem: TMG-01.


Saída dos operários da fábrica. Foto de 1908.
Código da imagem: TMG-02.



Imagem da fábrica. Foto de 1910.
Fonte: Imagem do acervo do Museu Paulo Setúbal/Acervo/Reprodução.
Código da imagem: TMG-03.


Fotografado da rua mostrando a parte de trás da fábrica.
Na parede é possível ver parte dos tijolos originais da construção, exceção feita aos que aparecem fechando as janelas e que foram assentados pelo lado de dentro, provavelmente acrescentados a pouco tempo.
Imagem: Rafael de Mello/MVTA.
Código da imagem: TMG-04.


A  Tecelagem e a Cerâmica.

O ramo de tecelagem deu um grande impulso  na indústria da alvenaria de tijolos no Estado de São Paulo. As empresas que vão surgindo necessitam cada vez mais de grandes construções para montar suas fábricas, vilas operárias, depósitos, prédios administrativos, entre outras tantas bem feituras. Esse sistema de construções em grande escala fomenta a fabricação de produtos cerâmicos em São Paulo e no  Brasil. Grandes corporações tinham suas próprias olarias para consumo próprio e também para a comercialização, como é o caso da tecelagem Martinho que chegou a exportar materiais construtivos. um dos motivos de empresas de outros ramos terem sua própria olaria era o fato de que o ramo cerâmico não conseguia atender as necessidades dos empresário que precisavam construir grandes espaços para sua fábricas, o mesmo se aplica as grandes fazendas produtoras de café, algodão e açúcar, assim como o ramo agropecuário.

A História da Tecelagem.

Tombamento:


1. Pela prefeitura do município: https://visitetatui.com.br/wp-content/uploads/2025/12/4735-31-03-2005.pdf

2. O complexo já é tombado pelo estado desde dezembro de 2007, por meio do processo 31.877/94, do Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) do estado de São Paulo.

A História da Tecelagem.

Cia. Fiação e Tecidos São Martinho. Município de Tatuí.

Nascido aos dezesseis dias do mês de agosto de 1853, em Tatuí, Manoel Guedes Pinto e Melo, faleceu em nove de abril de 1927, com setenta e quatro anos de idade. Era filho de Martinho Guedes Pinto de Melo e dª Maria Alves de Lima. Martinho Guedes Pinto de Melo, de origem lusitana, fidalgo pelo nascimento e nobre pelo caráter, obrigou-se por divergências políticas a suportar as agruras de um exílio voluntário a dobrar-se a imposições que seu espírito altivo e que seus anseios de liberdade não podiam aceitar, escolheu para continuidade de seu projeto de vida a pequena Tatuí, no interior de São Paulo. Dedicando-se ao seu lar adotivo o mesmo carinho que o ligava ao berço de além mar, Martinho Guedes voltou suas vistas para o cultivo da terra, que amava como se nela tivesse nascido, sendo o introdutor de uma nova fase na economia agrária do país, com a cultura regional do algodão, transformando-se no exemplo que seria seguido por seu filho Manoel Guedes. Espírito ávido de iniciativas, sempre voltado para o bem da coletividade, Martinho Guedes não descansou sobre os louros, sonhando dar um passo à frente, com a produção industrial de tecidos, o que naquele tempo, era trabalho de artesanato e atividade doméstica. O destino, porém, não permitiu que o grande batalhador visse seu ideal cumprido em vida, Em janeiro de 1872, faleceu, quando contava com apenas 43 anos de idade. Manoel Guedes, jovem ainda, aos 17 anos, resolveu que havia de concretizar a vontade de seu pai, Martinho Guedes, de instalar em Tatuí aquela que seria a primeira fábrica de tecidos do Brasil. Tatuí se encontrava, por obra do denodado trabalho de Martinho
Guedes, em pleno apogeu da cultura do algodão cuja cultura foi iniciada na Fazenda Pederneiras, tornando-se a maior produtora de algodão do país. Este “ouro branco” colhido em nossas terras ficou conhecido com “Algodão Tathuy”. Abandonando os estudos no Rio de Janeiro, voltou para Tatuí, passando a dirigir aquilo que seu pai deixara – um estabelecimento comercial, as culturas de algodão e cereais, máquinas de beneficiar e prensar o algodão. Assim, em 1881, Manoel Guedes organizou e criou a “Cia. de Fiação e Tecelagem São Martinho”, cujo nome homenageava seu pai. A montagem da fábrica deve se exclusivamente ao seu pertinaz esforço e sua rígida determinação de realizar o sonho de seu saudoso pai.
Página 8.
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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TTM-T00175.
Número de Controle: 0175.
Construção tipo: Fábrica.
Designação arquitetônica: Arquitetura industrial.
Nome da construção: Cia. Fiação e Tecidos São Martinho
Origem do nome da construção: Nome do proprietário e do ramo de atividade.
Construtora: Sob pesquisas.
Arquiteto: Sob pesquisas.
Local da construção: Rua Nhô da Botica. Município de Tatuí. Estado de São Paulo.
Início da construção: "1881".
A citação a seguir mostra a data de 1881 como início da construção. Mas se consideramos a data de inauguração que também é de 1881, acreditamos que é pouco tempo entre o início da construção e a inauguração, pois pelo tamanho da fábrica e se considerar todo o complexo, talvez seja necessário rever as duas datas.
Citação: ..."O Sr. Manoel Guedes Pinto Mello no ano de 1881 começou a construção da Fábrica de Tecidos São Martinho"...
Tempo decorrido: Sob pesquisas.
Témino/Inauguração: "1881". Sob pesquisas.
Sistema de construção primária: Alvenaria de tijolos cerâmico.
Condições atuais da construção: Necessitando de restaurações.
Sistema de aquisição: Resgate em um terreno aberto. O tijolo estava numa pilha de entulhos do outro lado da rua em um terreno abandonado. Segundo um morador próximo  o entulho saiu da fábrica. Adquirido pelo colaborador Sr. Alfredo.
Fabricante:  Sob pesquisas. 
Local do fabricante:  Sob pesquisas. 
Sigla oficial do fabricante: L  C (Uma Letra L e uma letra C). 
Data provável da fabricação: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Formato  da moldura: Retangular simples. (Formato sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas.
Medidas: 
Comprimento: 27,0cm. 
Largura: 13,0cm. 
Altura: 6,0cm. 
Volume:2.106cm³. 
Peso: 3.991g. 
Código Munsell: 5YR 6/10.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Integridade da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon Rebel EOS T6i. 18:55 mm.
Código da imagem: TM-05.

Citação da primeira olaria na cidade:

Em Tatuí e região a indústria cerâmica teve inicio em 1852 com a fundação da primeira olaria, a “Olaria Souza”, fundada por Antônio Souza Rodrigues. Com a qualidade e diversidade da matéria-prima, a fabricação dos produtos cerâmicos na época, tornou a cidade conhecida como um dos maiores centros oleiros do Estado de São Paulo. Em 1920, após a 1ª Guerra Mundial, o Brasil já exportava os tijolos - “Manoel Guedes Tathuy - São Paulo/Brazil” para a Inglaterra onde hoje podemos ainda encontrá-los em antigos prédios ingleses.
Página 8.

Observação Importante.

A possibilidade da Olaria Souza ter fornecido tijolos para a Tecelagem Martinho carece ainda de muita pesquisa, afinal a Olaria começou suas atividades em 1852 e a  tecelagem teve início em 1881, observação: a data de 1881 não indica se foi o início da construção, ou se foi a data de criação da empresa, isto é, 29 anos depois do início das atividades da Olaria em 1852. 
Neste caso temos que considerar:
1. Que fábricas de tijolos da década de 1850 não duravam muito tempo e tinham dificuldades de fornecer uma quantia grande de tijolos para um só cliente.

2. O documento que cita a Olaria Souza, não diz se ele fabricava tijolos.

3. Com a dificuldade de obter tijolos em grandes quantidades muitos construtores reaproveitavam tijolos de antigas construção, geralmente abandonadas ou em ruínas, muitos comercializam esses tijolos, assim, caso o fato se aplique nesse contexto, poderíamos teorizar que a tecelagem tem em suas construções tijolos da antiga Olaria Souza.

Citações de Olarias.

Abaixo tem 2 citações de olarias com a sigla sugerida L  C, que podem ter sido fabricante do tijolo acima:


Luiz Correali.
Olaria Butantan. Local: Endereço completo sob pesquisas. Bairro do Butantan. São Paulo. Fonte: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8137/tde-04022015-113635/publico/2014_NataliaMariaSalla_VOrig.pdf 
Tabela 7 – Catálogo das Indústrias do Município da Capital – Olarias fundadas antes de 1930. Natália Maria Salla. Universidade de São Paulo, Faculdade de filosofia, Letras e Ciências Humanas, Departamento de História Programa de Pós-Graduação em História Econômica. Produzi construir: a indústria cerâmica paulistana no período da Primeira República (1889-1930). 
Página nº 163. 
Data de fundação da Olaria: 1925. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas
Data de atividade documentada: 1925. 
Sigla sugerida: L C


Luiz Ceglio. 
O Sr. Luiz foi proprietário de três olarias sendo duas no Bairro de Campininha e uma no Bairro de Cupecê entre 1927 e 1931. 
Local: Endereço completo sob pesquisas. Bairro de Santo Amaro. São Paulo. 
Santo Amaro deixa de ser município do estado para ser um bairro de São Paulo em 1935, por isso Campininha e citados como bairros. 
Página nº 307. 
Data de fundação da Olaria: 1934.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas 
Data de atividade documentada: 1934. 
Sigla sugerida: L C

Publicação 021. Olarias/Cerâmicas que começam com a letra L.

Temos que considerar que um tijolo encontrado em uma cidade, não necessariamente significa que ele tenha sido fabricado por lá. Pode ter vindo de outra cidade, outros estados, e até mesmo de outros países.
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Observações Complementares.


1. "Avaliação dos matérias. a. Fundações A fundação é em pedra. Recomenda-se uma avaliação profissional, mas tem sido eficiente, pois não há trincas ou quaisquer evidencias do contrário. b. Paredes São de tijolo em barro cozido; e variam de 15 a 25 cm. Não estão comprometidas, na maioria dos casos deve-se apenas restaurar os ornamentos e pinta-las",
Página 38.

2. Documentos citam que havia uma olaria no complexo da tecelagem onde eram fabricados os tijolos usados nas construções e também eram comercializados, inclusive eram exportados para o Reino Unido.

3. O fato de produzir os próprios tijolos, isso não significa que a empresa não comprasse tijolos de outras olarias da cidade ou mesmo da região, ou quem sabe de outro estado. Por isso o tijolo resgatado em frente a fábrica em uma pilha de entulhos, citado na imagem com a sigla L  C, tem características de ter sido fabricado fora da olaria da fábrica. Um exemplo semelhante é o caso de algumas construções do Matarazzo, onde é possível encontrar tijolos de outros fabricantes em suas construções, mesmo ele tendo suas próprias olarias.
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Publicação 077: 
Tijolo. 

Antigo Sobrado na Avenida Dom Pedro II. Ipiranga. São Paulo.
Em fase de catalogação. 

O Antigo Sobrado.

Endereço: Avenida Dom Pedro II n. 514. Ipiranga. Cidade de São Paulo.
Resgate de dois exemplares realizada em 2019 pelo colaborador o Sr. Carlos. A aquisição foi autorizada pelo responsável da obra.
Ainda não foi possível encontrar documentos que possam descrever a história desse sobrado que apesar de antigo, isto é, com mais de cem anos não foi tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico. É possível que no local já houvesse uma construção mais antiga e com o tempo passou por reformas, já que haviam no local outras marcas de tijolos o que não se encontra em construções desse tipo a não ser que tenha tido sua construção incorporada a prédios mais antigos.


O Tijolo.


Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TSADP-00626.
Número do Controle; 0146.
Construção: Casario da Avenida Dom Pedro.
Local do resgate: Avenida Dom Pedro n. 514. Bairro do Ipiranga. São Paulo.
Inicio da construção: Sob pesquisas.
Sistema de aquisição: Resgate de dois exemplares realizada em 2019 pelo colaborador o Sr. Carlos. A aquisição foi autorizada pelo responsável da obra.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Marca do fabricante: Símbolo: A âncora, que neste caso, poderia ser de origem portuguesa, devido ao fato da grande ligação histórica dos portugueses com o mar e tudo que é relacionado a navegação.
Data provável da fabricação: Década de 1920.
Datação do tijolo: Aproximadamente 100 anos em 2020.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Estilo da moldura: Arqueado duplo.
Medidas:
Comprimento: 24,0cm.
Largura: 12,0cm.
Espessura: 5,5cm.
Área: 1.58 cm³
Peso: 2.320g.
Código Munsell: 
Formato da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Integridade da peça: Completa.
Observações complementares: O campo de pesquisas sobre a simbologia gravadas em tijolos antigos é uma área extensa e complexa, pois exige muito tempo para a catalogação de informações referentes ao assunto.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: SB-01

Alguns tijolos antigos  encontrados na Europa trazem símbolos Nórdicos gravados no frog, em em alguns casos, pesquisas apontam que esses desenhos são semelhantes a âncoras, ou são desenhos de âncoras estilizadas,  como podemos ver na imagem abaixo.


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Publicação 078: 
Matéria. 

História da Máquina CLAYTON PATENT. Fabricante de Tijolos.


A Henry Clayton & Co. foi fundada em 1821, mas como Henry Clayton tinha apenas 7 anos em 1821, a empresa de engenharia parece ter sido fundada por seu pai, também chamado Henry. Embora eu ainda não tenha provas disso, acredito que o pai de Henry tenha fundado a empresa em 1821 e fabricado ferramentas e equipamentos agrícolas, pois os anúncios da Royal Agricultural Show de 1845 e 1849 para Henry, nosso inventor de máquinas de tijolos, registram que a Clayton's produzia ferramentas hortícolas e agrícolas, além de máquinas para fabricação de tijolos. [1].

Nesta matéria poderemos analisar os tijolos do acervo do MVTA resgatados no Brasil e outros que foram fabricados em outros países, usando a máquina CLAYTON PATENT. A finalidade desta pesquisa é estudar a importância dessa maquina na história de fabricação de tijolos no Brasil. Em outros países na América é possível encontrar tijolos com essa marca. A mecanização na fabricação de tijolos no Brasil foi um marco profundo na indústria cerâmica relacionadas aos materiais construtivos, neste caso, os tijolos, máquinas como essa mudou radicalmente as logísticas quanto a fabricação e o sistema comercial., principalmente no Estado de São Paulo, com o desenvolvimento das indústrias do café, açúcar e tecelagem, pois essas atividades exigiram grandes construções, entre essas, fábricas, armazéns, depósitos, pontes e oficinas.


Fonte:  [1]..

Tijolos do Acervo do MVTA Encontrados no Brasil.

Abaixo 2 exemplares fabricados pela Imperial Olaria de Sampaio Peixoto em Campinas. Estado de São Paulo que fazem parte do acervo do MVTA.




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Os tijolos abaixo foram fabricados pela máquina Clayton Patent e foram encontrados  no Reino Unido.



JED significa John Evelyn Denison,  1º Visconde Ossington, que foi proprietário de Ossington Hall na vila de Ossington, perto de Newark, Nottinghamshire, de 1820 a 1873.



David Kitching encontrou isso em um artigo do Liverpool Mercury datado de 26 de maio de 1854. Ao Sr. Henry Clayton, Londres - De J. Firth,  Bury, Lancashire, 11 de abril de 1854.



Foto de Nigel Furniss.
J. Butcher consta na edição de 1876 do guia Kelly como fabricante de tijolos em Irchester, Wellingborough, Northants.


Joseph Sawyer, de Walmer Road, Waterloo, Liverpool, consta no censo de 1861 como construtor e fabricante de tijolos.


D. Davis - BGA = BGA provavelmente significa 'Blaen Gwawr Aberaman', onde David Davis construiu a mina de carvão Blaegarw entre 1843 e 1845 para explorar a área ao sul de Aberdare, no País de Gales.

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Publicação 079: 
Tijolo.

Antiquário Monções. Cidade de Porto Feliz. Estado de São Paulo.

Imagem em fase de catalogação. 

Apesar dos tijolos antigos adquiridos em antiquários não terem sido resgatados diretamente de uma construção histórica, isso não significa que o objeto não é uma fonte valiosa de pesquisas arqueológicas. O exemplar abaixo foi recebido como doação pela proprietária do Antiquário Monções. Neste caso a pesquisa do tijolo fica obviamente muito reduzida, restrito somente as características físicas da peça, além da informação sobre o local, isto é, a cidade onde ele foi regatado. Porém é sem dúvida significativo as informações catalogadas quanto aos seu elementos físicos, tais como:
1. Comprimento: 25,4cm.
2. Largura: 12,0cm
3. Altura: 7,0cm.
4. Volume: 2,133cm³.
5. Peso: 3.550g.
6. Código de Munsell: 5YR 6/14.
7. Formato da moldura: Retangular sextavado.
8. Identificação do fabricante: CLAYTON PATENT
9. Tipo de gravação: Baixo relevo.
10. A gravação tem comente letras: Sim.
11. Tipo de fabricação; Mecanizada.
12. Presença de riscos na parte de trás: Não consta.
13. Presença de argamassa: Sim, com cal cimento e areia média e fina.

Todas as características identificadas acima servem para várias outras pesquisas, que depois podem ser comparadas com análises feitas com tijolos identificados em outros locais, criando um quadro comparativo, com descrições de tijolos semelhantes, sistema esse muito usado na arqueologia. Por exemplo, um tijolo do mesmo fabricante encontrado em alguma construção na mesma cidade, ou até mesmo na região, ajudarão nas identificações daquele que foi adquirido no antiquário. Nosso acervo tem vários tijolos resgatados em empresas que tem materiais antigos de toda natureza, podemos citar também as empresas que revendem materiais construtivos antigos, entre eles, tijolos.

O Tijolo.

Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TPJFM-00334.
Número de Controle: 0334.
Construção: Sob pesquisas. Tijolos adquiridos em antiquários geralmente os proprietários desses locais não sabem de onde essas peças vieram.
Designação arquitetônica: Sob pesquisas.
Origem do nome da construção: Sob pesquisas.
Construtor: Sob pesquisas.
Arquiteto: Sob pesquisas.
Local da construção: Sob pesquisas.
Tempo decorrido: Sob pesquisas.
Término/Inauguração: Sob pesquisas.
Sistema de construção primária: Sob pesquisas.
Condições atuais da construção: Sob pesquisas.
Local do resgate: Antiquário Monções.
Sistema de aquisição: Por doação. Doado pela proprietária do antiquário.
Data do resgate: Sob pesquisas.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Data provável da fabricação: Segunda metade do século XIX.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas..
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Detalhes: 
Marca do fabricante: CLAYTON PATENT
Formato da moldura: Retangular sextavado Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. 
Descrições físicas.
Medidas: 
Comprimento: 27,4cm. 
Largura: 12,0cm. 
Altura: 7,0cm. 
Volume: 2.133cm³. 
Peso: 3.550g.
Código Munsell: 5YR 6/14.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Sistema de fabricação: Mecanizado.
Marca da máquina:  "A Henry Clayton & Co. foi fundada em 1821, mas como Henry Clayton tinha apenas 7 anos em 1821, a empresa de engenharia parece ter sido fundada por seu pai, também chamado Henry. Embora eu ainda não tenha provas disso, acredito que o pai de Henry tenha fundado a empresa em 1821 e fabricado ferramentas e equipamentos agrícolas, pois os anúncios da Royal Agricultural Show de 1845 e 1849 para Henry, nosso inventor de máquinas de tijolos, registram que a Clayton's produzia ferramentas hortícolas e agrícolas, além de máquinas para fabricação de tijolos".
Tipo da forma: Mecanizado.
Integridade da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: AMP-001.

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Publicação 080: 
Matéria. 

A História dos Tijolos Gravados com Datas.

Em fase de construção. 06/805-2026.

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Publicação 081: 
Matéria. 

Calçadas Cobertas com Tijolos.

Em fase de  pesquisas. 

Estudos sobre o uso de Tijolos em Calçadas.

A pavimentação de calçadas e ruas com tijolos antigos é uma atividade muito comum na Europa e nos Estados Unidos. No Brasil esse sistema está mais presente em calçadas e menos em ruas. A proposta desta pesquisa é abordar a história do uso do tijolo em calçadas com foco na cidade de Sorocaba onde esse estudo está sendo desenvolvido. Tratando-se de uma cidade do interior, aqui ainda é possível encontrar várias calçadas cobertas por tijolos, tanto nos bairros mais distantes como nas ruas do centro.
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Publicação 082.
Matéria.
Em fase de pesquisas. 

A História da Fabricação de Tijolos nos Estados Unidos.

Este estudo tem como foco principal pesquisar a história da fabricação dos tijolos cerâmicos nos Estados Unidos. Apesar dos tijolos cerâmicos terem chegado antes do início da fabricação no novo mundo, isso aconteceu em épocas diferentes, nos países da América, com pequenas diferenças de tempo. Considerando o adobe como o primeiro tijolo de barro fabricado na América, por volta de 5 mil anos que  foi encontrado em uma escavação arqueológica numa antiga vila no Peru, porém a base deste estudo é o tijolos cerâmico, esse sim é bem mais recente. Temos que considerar dois caminhos diferentes quanto a história dos tijolos cerâmicos por aqui, um é que os primeiros tijolos cerâmicos foram importados  da Europa, e com o passar dos tempos, passaram a ser fabricados no nosso continente.

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Os Estados Unidos.

"Os primeiros tijolos nas colônias inglesas da América do Norte provavelmente foram fabricados na Virgínia já em 1612. A Nova Inglaterra viu seu primeiro forno de tijolos ser erguido em Salem, Massachusetts, em 1629. Os colonos holandeses em Nova Amsterdã importaram tijolos amarelos da Holanda, o que conferiu um caráter holandês à arquitetura da cidade. A excelente qualidade e abundância de argilas locais nas colônias tornaram desnecessária a importação de tijolos do outro lado do Atlântico".

Os primeiros colonizadores da Nova Inglaterra.

Diferentes tipos de materiais de construção têm sido usados ​​nos Estados Unidos desde a era colonial. Os primeiros colonizadores da Nova Inglaterra trouxeram consigo a estética arquitetônica de suas terras natais europeias. De modo geral, existem dois tipos de materiais de construção – naturais e sintéticos – e ambos são usados ​​nos Estados Unidos e em todo o mundo atualmente. Um dos tipos mais populares de materiais de construção, ainda usado regularmente, é o tijolo comum. Existem muitas maneiras diferentes de descrever um tijolo, mas, de modo geral, trata-se de um pequeno bloco retangular, geralmente feito de argila seca ao sol ou queimada, usado na construção civil. Portanto, estamos falando de um material de construção bruto e natural. Segundo algumas fontes, os primeiros tijolos foram usados ​​há mais de 9.000 anos na Ásia. Obviamente, seu uso nos Estados Unidos ocorreu muito mais tarde. Antes de entrarmos em detalhes, gostaríamos de destacar alguns outros pontos. Atualmente, existem centenas de tipos diferentes de tijolos. Eles também podem ser categorizados de diversas maneiras – por uso, método de fabricação, origem, qualidade etc. Independentemente do tipo, os tijolos continuam sendo um material de construção muito popular por serem completamente naturais, baratos, duráveis ​​e terem uma aparência distinta.

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A Introdução das Máquinas.

A mecanização da indústria cerâmica foi um marco decisivo nas estruturas desse ramo comercial, não somente nos Estados Unidos, mas em todos os lugares onde esse processo mecanizado chegou.


"Ao longo dos anos, algumas ferramentas rudimentares foram introduzidas para ajudar a agilizar a produção e, em 1830, Nathaniel Adams, de Newburgh e Cornwall, Nova Iorque, inventou uma máquina de moldagem. No entanto, esta exigia mão de obra humana ou animal para funcionar. O verdadeiro avanço ocorreu em 1852, quando Richard VerValen desenvolveu uma máquina movida a vapor . (Role para baixo para ler a seção completa sobre essa importante invenção".


A Máquina de Fabricar Tijolos de Chambers.
De: Appleton's Cyclopedia of Applied Mechanics, 1892

Outras máquinas antigas de fabricação de tijolos, como esta, patenteada em 1863 por Cyrus Chambers , da Filadélfia, utilizavam barro rígido que era expelido em longas fitas por uma esteira transportadora, transferido para moldes e cortado por uma lâmina giratória. Com o passar do tempo, era possível cortar até 25 tijolos de uma só vez. Os tijolos eram então marcados com o nome ou desenho apropriado.

O caso citado acima indica que os tijolos eram marcados com as informações dos fabricantes depois de produzidos, essa atividade sem dúvida era feita com carimbos de ferro fundido, tijolo por tijolo. Vide imagem abaixo:


Autoria da imagem: Sr. Vladimir Smirnov. São Petersburgo. Rússia. 
Página no Facebook.

Com o passar dos tempo, máquinas mais modernas já imprimiam os tijolos com a marca do fabricante, dispensando assim, o trabalho com os carimbos manuais

Máquina de fazer tijolos de Richard VerValen.



Os fabricantes de tijolos se viam perplexos com os problemas que encontravam devido ao formato frequentemente irregular dos blocos de construção, que na época eram feitos quase inteiramente à mão. Algumas ferramentas rudimentares foram introduzidas para ajudar a agilizar a produção e, em 1830, Nathaniel Adams, de Newburgh e Cornwall, Nova York, inventou uma máquina de moldagem. No entanto, esta exigia mão de obra humana ou animal para funcionar.
O verdadeiro avanço ocorreu em 1852, quando Richard VerValen desenvolveu sua máquina de fabricação de tijolos . Esta era conectada a um eixo de transmissão movido a vapor, chamado de "linha de energia".

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Publicação 083. 
Matéria. 

A Importância dos Documentos Fiscais nas Pesquisas.

Em fase de pesquisas e catalogação.
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Publicação 084. 
Matéria. 

Sistema de Secagem dos Tijolos Cerâmicos.

Em fase de pesquisas e catalogação.

Na imagem Abaixo é possível ver com detalhes o sistema de secagem dos tijolos depois que saiam dos moldes, os que estão deitados, e também depois que saiam dos fornos, os que estão nas pilhas, para resfriamento. Poucas olarias tenham condições de ter depósitos cobertos com telhados após os dois processos, na realidade os tijolos eram apenas cobertos pro telha, mesmo assim, ficavam sofrendo com as chuvas e o sol que acabavam comprometendo parte da produção, por essa razão, vender os tijolos o mais rápido possível era uma atividade que não podia demorar por muito tempo.


Código da imagem: PFT-01.[1].
Citação do Sr. Gerson Jório.
"OLARIA. Às margens do Rio Paraíba do Sul, bem ao lado do Bosque da Princesa, funcionou por muitos anos uma antiga olaria". [1].

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Código da imagem: PFT-02.[2].
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Publicação 085. 
Matéria. 

Antigos Moldes para Fabricação de Tijolos como Fonte de Pesquisas. 
Em breve. 

ESTUDOS COM MOLDES PARA PESQUISAS DE ORIGENS DAS OLARIAS.

Este estudo tem como finalidade pesquisar as gravações encontradas em moldes para fabricação de tijolos que tenham alguma informação do fabricante. Moldes antigos são elementos decorativos encontrados com frequência a venda na internet. Muitos desses moldes ainda trazem a marca do fabricantes o que ajuda na identificação dos tijolos e em alguns casos na identificação do fabricante, pelo menos os que estão a venda no Brasil, na Europa por exemplo é possível encontrar centenas deles, mas sem a marca do fabricante, talvez seja uma forma de evitar a divulgação de um nome de propriedade.

Vide 3 exemplares abaixo

Neste caso específico, esse tipo de molde inviabiliza as pesquisas. Em alguns casos os proprietários de olarias desativadas, ao vender seus materiais, costuma retirar sua marca dos moldes.

Molde sem marca.

Origem: Índia.
Local de venda: Reino Unido.
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Molde sem marca.
Origem: Reino Unido.
Local de venda: Reino Unido.
Fonte: https://www.indigo-uk.com/products/vintage-brick-moulds

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Molde sem marca.
Origem: Áustria.
Local de venda: Áustria.
Fonte: https://www.indigolove.com.au/products/vintage-indian-single-brick-mould?srsltid=AfmBOoqp6jkeCLtYbv46bZwZI_-S-sgfSe_MQnLV-bhMAIOcBp1GdO_k
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Moldes do Brasil em breve.


Estudos com Moldes para Pesquisas das Origens das Olarias.

Pesquisa realizada pela equipe do MVTA.

Coordenação Marco Machado.
Principais fontes pesquisadas:
1. Matérias publicadas na internet.
2. Lista 1: https://listadasantigasolariasdobrasil1.blogspot.com/
3. Lista 2: https://listadasantigasolariasdobrasil2.blogspot.com/
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Observações Complementares:

1. Neste caso específico, esse tipo de molde, sem identificação do fabricante,  inviabiliza as pesquisas. Em alguns casos os proprietários de olarias desativadas, ao vender seus materiais, costumavam retirar sua marca dos moldes.

2. Em algumas matérias, relacionadas ao assunto, podemos encontrar tanto o termo "Molde" quanto o termo "Forma" para designar essa ferramenta de trabalho usada para fabricação de tijolos cerâmicos.

3. Relacionar um molde a uma olaria, baseando se na gravação,  é uma tarefa que precisa ser muito bem elaborada, pois nesses anos de pesquisas, muitas foram as armadilhas encontradas, depois de conclusões com pouco cuidado e profundidade, muitas vezes um nome gravado em um molde comparado com o mesmo nome onde indica um fabricante de tijolos pode nos levar a conclusões precipitadas e assim gerar informação que não correspondem a realidade dos fatos históricos. Um molde gravado com a sigla R B, e uma olaria como o nome Roberto Barille, não significa que foi esse proprietário o dono do molde. .

4. As olarias citadas nas listas 1 e 2, conforme os links abaixo, em alguns casos as fontes pesquisadas para a criação dessas listas não citam se esses fabricantes produziam tijolos. A diversidade de produtos variava e muito. Temos que considerar  duas linhas de produção: 1. A linha de produtos cerâmicos para construção e 2. A linha de produtos de natureza variada, tais como, louças brancas, materiais decorativos entre outros.
Uma olaria poderia fabricar produtos no seguinte esquema:
1. Produzia somente tijolos.
2. Produzia somente telhas.
3. Produzia somente tijolos e telhas
4. Produzia outros tipo de materiais cerâmico, construtivos ou não.
Lista 1: https://listadasantigasolariasdobrasil1.blogspot.com/
Lista 2: https://listadasantigasolariasdobrasil2.blogspot.com/

5. Foram selecionados 19 moldes encontrados no Brasil com identificações dos fabricantes.
9. Observação importante. Pode ser que um dos moldes encontrados no Brasil podem ter vido de outro país, já que muitos imigrantes eram oleiros, e assim como qualquer outro profissional trazia em suas bagagens suas ferramentas de trabalho, entre elas os moldes para fabricação de tijolos.

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INTRODUÇÃO.


Este estudo tem como finalidade pesquisar as gravações encontradas em moldes para fabricação de tijolos que tenham alguma informação do fabricante. Além de criar um quadro comparativo entre as informações gravadas nos moldes antigos catalogados durante as pesquisas com as informações das 2 listas das Antigas Olarias 1 e 2.

Moldes antigos são elementos decorativos encontrados com frequência á venda na internet. Muitos desses moldes ainda trazem a marca do fabricantes o que ajuda na identificação dos tijolos e em alguns casos na identificação do fabricante, pelo menos os que estão á venda no Brasil, na Europa por exemplo é possível encontrar centenas deles, mas sem a marca do fabricante, talvez seja uma forma de evitar a divulgação de um nome de propriedade.

Vide 3 exemplares da Europa abaixo.




Molde 001.
Molde sem marca.
Origem: ìndia.
Local de venda: Reino Unido.
Fonte do molde: https://www.indigo-uk.com/products/vintage-brick-moulds

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Molde 002.

Molde sem marca.
Origem: Reino Unido.
Local de venda: Reino Unido.
Fonte do molde: https://www.indigo-uk.com/products/vintage-brick-moulds

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Molde 003.
Molde sem marca.
Origem: Áustria.
Local de venda: Áustria.
Fonte do molde: https://www.indigolove.com.au/products/vintage-indian-single-brick-mould?srsltid=AfmBOoqp6jkeCLtYbv46bZwZI_-S-sgfSe_MQnLV-bhMAIOcBp1GdO_k

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Molde 004.
Molde sem marca.
Origem: Brasil.
Local de venda: Brasil.
Fonte do molde: https://br.antonioferreira.lel.br/peca.asp?Id=23380307

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Molde 005.
Molde sem marca.
Origem: Brasil.
Local de venda: Brasil.
Fonte do molde: https://br.antonioferreira.lel.br/peca.asp?Id=23380307

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Molde 006.
Molde com marca. 
Gravação; E 5 M.
Lista pesquisada nº 1: https://listadasantigasolariasdobrasil1.blogspot.com/
Origem: Brasil.
Local de venda: Brasil.
Marca do fabricante: E  5  M (Uma letra E, o número 5 e uma letra M).
Fonte do molde: https://www.conradoleiloeiro.com.br/peca.asp?ID=2823241&ctd=8

Com base nas informações gravadas neste molde podemos pesquisar na lista das Antigas Olarias1, (https://listadasantigasolariasdobrasil1.blogspot.com/), a procura de citações onde aparecem as letras E e M, como sigla oficial ou sugerida. Abaixo foram encontradas na lista 3 olarias, que são: Eugênio Medeiros, Ernesto Maltan e Eugenio Marighetti. Que podem ter sido o fabricante de tijolos onde o molde acima pode ter sido usado. Quanto ao número (5) que aparece entre as 2 letras, trata-se de um sistema de rastreamento onde indica o oleiro que fabricou o lote de tijolos com esse molde.

Eugênio Medeiros. 
Local: Endereço completo sob pesquisas. 
Nome Eugênio Medeiros citado no documento abaixo: Título: Almanak Administrativo, Mercantil, e Industrial do Império do Brazil para 1883. Editor: Rio de Janeiro : H. Laemmert & C. 
Fonte 1: https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5186 
Fonte 2: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8137/tde-04022015-113635/publico/2014_NataliaMariaSalla_VOrig.pdf 
Tabela 1 – Olarias identificadas na cidade de São Paulo entre as décadas de 70 e 80 do século XIX. 
Fonte 3: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=829013&Pesq=olaria&pagfis=279 Jornal: Novo Almanach de São Paulo: Para o Anno de 1883 (SP) - 1882Ano 1882\Edição 00001 (1)
Data de fundação da olaria: Anterior a 30 de dezembro de 1883. 
Data de atividade documentada: Sob pesquisas. 
Sigla sugerida: E M 

Ernesto Maltan. 
Local: Endereço completo sob pesquisas. Cidade de Santa Cruz do Rio Pardo. Estado de São Paulo. 
Almanak Laemmert : Administrativo, Mercantil e Industrial (RJ) - 1891 a 1940 Ano 1935\Edição A00091. 
Página nº 789 VOL. II 
Fonte 1: http://memoria.bn.br/DocReader/Hotpage/HotpageBN.aspx? bib=313394&pagfis=115824&url=http://memoria.bn.br/docreader# 
Data de fundação da olaria: Anterior a 1935. 
Data de atividade documentada: 1935. 
Sigla sugerida: E M 

Eugenio Marighetti. 
Local: Endereço completo sob pesquisas. Rua Santa Marina nº 139. Bairro da Lapa. São Paulo. 
Fonte 1: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8137/tde-04022015-113635/publico/2014_NataliaMariaSalla_VOrig.pdf 
Tabela 12 – Olarias identificadas pelo Estado em 1935 (produtoras de tijolos e telhas) Natália Maria Salla. Universidade de São Paulo, Faculdade de filosofia, Letras e Ciências Humanas, Departamento de História Programa de Pós-Graduação em História Econômica. Produzir para construir: a indústria cerâmica paulistana no período da Primeira República (1889-1930). Página nº 177. 
Localização no GoogleMaps: -23.522674, - 46.686594 
Data de fundação da olaria: Sob pesquisa. 
Data de atividade documentada: 1935. 
Sigla sugerida: E M
Fonte das 3 indicações: https://listadasantigasolariasdobrasil1.blogspot.com/ 

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Molde 007.
Molde com marca.
Gravação; J 1 Z. (Uma letra J, número 1 e uma letra Z).
Lista pesquisada nº 1: https://listadasantigasolariasdobrasil1.blogspot.com/
Origem: Brasil.
Local de venda: Brasil.

Com base na gravação J 1 Z, a pesquisa na lista 1 (https://listadasantigasolariasdobrasil1.blogspot.com/), foram encontradas 2 olarias de José Zadra e José Zapi, com a sigla sugerida J Z.
Quanto ao número (1) que aparece entre as 2 letras (1),trata-se de um sistema de rastreamento onde indica o oleiro que fabricou o lote de tijolos com esse molde.

Com base nas informações gravadas neste molde podemos pesquisar na lista das Antigas Olarias 1, (https://listadasantigasolariasdobrasil1.blogspot.com/), a procura de citações onde aparecem as letras J e Z, como sigla oficial ou sugerida. Abaixo foram encontradas na lista 2 olarias, que são: José Zadra e José Zapi. Que podem ter sido o fabricante de tijolos onde o molde acima pode ter sido usado. Quanto ao número (1) que aparece entre as 2 letras, trata-se de um sistema de rastreamento onde indica o oleiro que fabricou o lote de tijolos com esse molde.

José Zadra.
Local: Endereço completo sob pesquisas. (Bairro). Campo Manfredo. São Paulo.
Fonte 1: Trabalho de NATÁLIA MARIA SALLA. Olarias identificadas na cidade de São Paulo entre as décadas de 70 e 80 do século XIX.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1885.
Sigla sugerida: J Z

José Zapi.
Local: Endereço completo sob pesquisas. Vila Prudente. São Paulo.
Fonte 1: http://memoria.org.br/pub/meb000000524/estatisticaindus1933/estatisticaindus1933.pdf Página nº 124.
Estatistica Industrial do Estado de São Paulo - Ano de 1933. Secretaria da Agricultura, Indústria e Commercio do Estado de São Paulo. Diretoria de Estatistica, Industria e Commércio. Estatistica Industrial do Estado de São Paulo Anno 1933.
Data de fundação da Olaria: Anterior a 1933.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas
Data de atividade documentada: 1933.
Sigla sugerida: J Z
Fonte do molde: https://www.rioiartleiloes.com.br/peca.asp?ID=15351830

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Molde 008.
Molde com marca.
Gravação; B 6 R. (Uma letra B, número 6 e uma letra R).
Lista pesquisada nº 1: https://listadasantigasolariasdobrasil1.blogspot.com/
Origem: Brasil.
Local de venda: Brasil.
Quanto ao número (6) que aparece entre as 2 letras, trata-se de um sistema de rastreamento onde indica o oleiro que fabricou o lote de tijolos com esse molde.
Fonte do molde: https://albertolopesleiloeiro.com.br/peca.asp?Id=26238626

Com base nas informações gravadas neste molde podemos pesquisar na lista das Antigas Olarias1, (https://listadasantigasolariasdobrasil1.blogspot.com/), a procura de citações onde aparecem as letras B e R, como sigla oficial ou sugerida. Abaixo foram encontradas na lista XX olarias, que são: Biagio Rivelino e Bartholomeu Roiz. Que podem ter sido o fabricante de tijolos onde o molde acima pode ter sido usado. Quanto ao número (6).que aparece entre as 2 letras, trata-se de um sistema de rastreamento onde indica o oleiro que fabricou o lote de tijolos com esse molde.

Biagio Rivelino.
Local: Endereço completo sob pesquisas. Bairro de Santo Amaro. Município de São Paulo.
Citação/Fonte: http://almanaque.folha.uol.com.br/bairros_santo_amaro.htm

..."São Paulo foi palco da terrível epidemia de gripe espanhola. Santo Amaro, assim como a capital, também viveu dias de muito sofrimento e morte. Em 1907, a São Paulo Light and Power deu início à construção da represa do Guarapiranga. Logo após sua construção, a represa virou um ponto turístico na cidade. Era sobre suas águas que os primeiros aviadores da cidade faziam suas demonstrações. Em 1935, três anos após as comemorações do primeiro centenário do município de Santo Amaro, o interventor federal, Armando Sales Oliveira, expediu um decreto que anexou a cidade de Santo Amaro à capital. Foi assim que Santo Amaro, município vastíssimo que então fazia divisas com São Vicente e Itanhaém, tornou-se um bairro da cidade de São Paulo. Muitos moradores de Santo Amaro foram contra a anexação e no mesmo ano em que esta ocorreu foi fundado o Centro Autonomista de Santo Amaro. Desde então, Santo Amaro já fez longas campanhas para readquirir sua autonomia, porém nenhuma delas obteve sucesso"...

Data de fundação da olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Fonte: http://memoria.bn.br/DocReader/Hotpage/HotpageBN.aspx? bib=313394&pagfis=115824&url=http://memoria.bn.br/docreader#
Página nº 790 Vol II.
Almanak Laemmert: Administrativo, Mercantil e Industrial (RJ) - 1891 a 1940. Ano 1935\Edição A00091.
Sigla sugerida: R R Biagio Rivelino.
O Sr. Biagio é avô do jogador do Corinthians Roberto Rivelino. Local: Endereço completo sob pesquisas. Bairro de Santo Amaro. São Paulo. Biagio Rivelino comprou a Olaria para Henrique Fisher.
Fonte: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-09092015-145616/publico/2015_IvisonPoletoDosSantos_VCorr.pdf
Página nº 304.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1935.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas
Data de atividade documentada: 1935.
Sigla sugerida: B R

Bartholomeu Roiz.
Local: Endereço completo sob pesquisas.
Fonte: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8137/tde-04022015-113635/publico/2014_NataliaMariaSalla_VOrig.pdf
Trabalho de NATÁLIA MARIA SALLA. Olarias identificadas na cidade de São Paulo entre as décadas de 70 e 80 do século XIX.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1886.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas
Data de atividade documentada: 1886-2.
Sigla sugerida: B R

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Publicação 086. 
Matéria. 

A História dos Moldes para a Fabricação de Tijolos.

Apesar de várias controvérsias históricas é possível que o molde de madeira usado na fabricação dos tijolos adobes tenham surgido no Antigo Egito. O uso desse sistema é citado na Bíblia, onde o faraó ordena que os hebreus recolham palha para a fabricação de tijolos em moldes (Êxodo 5:7-18). A etimologia do termo castelhano molde, deriva de um antigo termo catalão motle, que por sua vez também tem origem no latim modulus (DA CUNHA, 1997).[1].

Molde, Fôrma ou Forma.

Quanto ao uso do termo 'Forma". Forma: É a grafia mais comum e aceita universalmente. Fôrma: O uso do acento circunflexo é facultativo. Ele serve para diferenciar o som da pronúncia (que é fechado, como em vô) e evitar confusões com a palavra "forma" (com som aberto, como em fó, que significa aparência ou formato).

Fontes: [1]: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16131/tde-09062009-145825/publico/2003.pdf

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Os Moldes do Museu Metropolitano de New York.
www.metmuseum.org

No início os tijolos eram fabricados de modo bem rudimentar sem o uso de um moldes, sem um modelo mais definido, como podemos ver no exemplar baixo (3).. Com o uso dos moldes de madeira eles começam a ter uma formato mais linear.  (4).




[3].  Sem molde.                                               [4]. com molde.
 

Estudos sobre os moldes do acervo do Museu Metropolitano. A coleção de moldes do MET é sem dúvida uma fonte riquíssima de informações para as pesquisas dessa ferramenta para fabricação de tijolos que é usadas até os dais de hoje. com base nas informações técnicas é possível criar um panorama histórico desde o inicio do uso dos moldes. As observações quanto as características físicas dos exemplares ajudam nas análises onde podemos ver uma evolução quanto as formas com que esses moldes foram fabricados. Itens como: comprimento, largura, altura, volume, peso, sistema de encaixe das madeiras são informações que devem ser catalogadas para montagem de um quadro evolutivo com foco no design. Uma observação importante é que esses moldes não tinham fundo, isto é, eram vazados, como podemos ver nos que foram fabricados séculos depois, já com fundo. Os moldes encontrados em outras partes do mundo, mesmo na antiguidade, foram criados sem uma referência, como por exemplo, os foram feitos no Antigo Egito. A fabricação foi certamente espontânea. Assim como os tijolos que tem uma linha de histórica de evolução, quanto a sua forma de fabricação e uso, os moldes também tem, e logicamente, um sempre caminhando ao lado do outro dentro da história.

[3]. https://www.mylearning.org/resources/mud-and-straw--egyptian-brick

[4]. https://www.flickr.com/photos/8594587@N08/

Abaixo foram selecionados 3 exemplares para uma análise mais precisa.

Exemplar 01.


Ficha técnica: 
Molde de tijolo para modelo a partir do depósito de fundação do túmulo de Hatshepsut
Novo Reino
ca. 1479–1458 a.C.
Em exibição no The Met Fifth Avenue, na Galeria 116.
Este modelo de molde de tijolo estava entre os objetos descobertos em um depósito de fundação em frente ao túmulo de Hatshepsut (KV 20) no Vale dos Reis. Depósitos de fundação frequentemente continham ferramentas ou modelos de ferramentas que teriam sido usadas na construção de um edifício ou na escavação de um túmulo. A entrada do túmulo de Hatshepsut teria sido bloqueada com tijolos de barro. Para mais informações sobre este depósito, veja 30.8.6

Fonte: https://www.metmuseum.org/art/collection/search/573656

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Exemplar 02




Ficha técnica:

Brick mold
New Kingdom
ca. 1550–1295 B.C.
On view at The Met Fifth Avenue in Gallery 116

Fonte: https://www.metmuseum.org/art/collection/search/568270

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Exemplar 03.



Ficha técnica:

Brick Mold from a Foundation Deposit for Hatshepsut's Temple
New Kingdom
ca. 1479–1458 B.C.
On view at The Met Fifth Avenue in Gallery 116
For other objects found in Hatshepsut's temple foundation deposits, see 22.3.245, 25.3.40, 25.3.46a, b, 27.3.198

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Comparativo com informações técnicas entre os 3 exemplares citados acima:

Item datação: 



Molde 1. Datação: 1479–1458 A.C
Molde 2. Datação: 1550–1295 B.C.
Molde 3. Datação: 1479–1458 B.C.

Item cabo: 
Molde 1. 1 cabo.
Molde 2. 1 cabo.
Molde 3. 1 cabo.

Item sistema de encaixe:

Molde 1. Encaixe com 4 cavilhas.
Molde 2. Encaixe com 4 cavilhas.
Molde 3. Encaixe com 4 cavilhas.

Item Dimensões:

Molde 1. Dimensões: C. 9,9 cm (3 7/8 pol.); L. 6 cm (2 3/8 pol.)
Molde 2. Dimensões: C. 32,7 × L. 12,2 × A. 6 cm (12 7/8 × 4 13/16 × 2 3/8 pol.).
Molde 3. Dimensões: Altura: 12 cm (4 3/4 pol.); Largura: 28 cm (11 pol.).
Dimensões internas: Comprimento: 19,1 cm (7 1/2 pol.); Largura: 9,7 cm (3 13/16 pol.).

Todos os moldes são vazados.

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Publicação 087.
Matéria.
Em fase de catalogação.

Vídeos. Oleiros Fabricando Tijolos.

Para este estudo foram selecionados vídeos com Oleiros fabricando tijolos de forma manual, sistema que é praticado até os dias de hoje. A fabricação manual é milenar e tem por volta de 12 mil anos, com seu início na região do Crescente Fértil, Oriente Médio. O tijolo tipo adobe foi o primeiro a ser fabricado pelo homem, 2 a 3  mil anos depois surge o tijolo cerâmico na mesma região. Nos 5 vídeos podemos notar que a produção dos tijolos é realmente rudimentar, semelhantes em alguns aspectos, ao que se faziam nos tempo antigos, assim como hoje. Para os estudos arqueológicos, entre outras áreas, esses materiais são fontes riquíssimas de informações quanto aos procedimentos executados durante a fabricação dos tijolos, como citados a seguir: Marcas de dedos, patas de animais, riscos causados pela retirada do excesso de massa, entre outras características típicas de produção manual. Tudo isso ajuda o pesquisador na hora de analisar um tijolo antigo. Observar procedimentos com um olhar mais apurado confere ao pesquisador uma linha de segurança quanto as conclusões e teorias com base em análises visuais bem direcionadas, além de ajudar na  transformação do  o registro visual em uma  evidência científica robusta.

Fontes do vídeos: Em fase de catalogação.
[1]: X
[2]: X
[3]: X
[4]: X
[5]: X

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Publicação 088. 
Matéria. 
Em fase de catalogação.

O Adobe e os Rios Eufrates e Tigres. O Início.

Este estudo é uma narrativa histórica sobre a  forte ligação histórica do Tijolo Adobe  com os  rios Eufrates e Tigres. A região do Crescente Fértil pode ser considerada o berço da civilização atual. Banhada por importantes bacias hidrográficas, o local foi o início das primeiras civilizações agrícolas e urbanas da humanidade, marcando a transição do nomadismo para o sedentarismo. A região estende-se do Golfo Pérsico ao Mar Mediterrâneo, englobando na atualidade os seguintes territórios: Países inteiros ou principais: Iraque, Síria, Líbano, Jordânia, Israel e Palestina. Além de partes de outros países, tais como: Sudeste da Turquia, oeste do Irã, norte do Kuwait e o norte do Egito.

O Grande Sítio Arqueológico.

[1].
Nesta imagem podemos ver parte do grande sítio arqueológico.


Fontes: [1]. https://www.theartnewspaper.com/2022/06/03/climate-change-reveals-ancient-city-iraq-zakhiku

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Publicação 089. 
Matéria. 
Em fase de pesquisas.

O Sistema Mecanizado e suas Implicações Técnicas de Fabricação.

Este estudo tem como finalidade discutir um sério problema quanto a real empregabilidade dos termos mecanizado ou manual para determinar o tipo de produção dos tijolos.

A História do Tijolo.

A história da fabricação de tijolos começa por volta de 12 mil anos no Oriente Médio. O primeiro tijolo feito de barro pelo homem é conhecido como adobe. Entre 2 a 3 mil anos depois, surge então o tijolo cerâmico. e assim começa a trajetória das grandes construções que se espalham pelo mundo antigo e atual, tendo o tijolo como um dos principais elementos construtivos. O tijolo cerâmico revolucionou a humanidade ao permitir o abandono de abrigos nômades e a construção de cidades duráveis.

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Publicação 090. 
Matéria. 
Em fase de catalogação.

Convict Brcks. Tijolos dos Condenados. Austrália.

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Publicação 091. 
Matéria. 
Em fase de catalogação.

Imagens que Retratam as Olarias do Século XIX.

A Proposta.

Pesquisa com imagens de olarias sendo retratadas no século XIX. A proposta  é apresentar um quadro visual das estruturas a atividades nas olarias pelo mundo. Através das imagens é possível visualizar e analisar vários itens, tais como, estruturas das construções, as atividades dos oleiros, os materiais que ficam depositados nos pátios, entre outros detalhes que são informações importantes para futuros trabalho de natureza bem variada sobre olarias.


Galeria de Imagens.



Brick Making possibly in Enfield. Attributed to Nicholas Condy. Image via Wikioo.org
Fonte da imagem: https://eehe.org.uk/28907/brick-making/

Análise da imagem:

1. Oleiros em várias atividades durante a produção dos tijolos.
2. Á direita podemos ver fileiras de tijolos  que já passaram pelos  processos de cozimento ou
queima.
3. Animais que são usados nos transporte tanto dos tijolos quanto das matérias prima.
4. Tijolos transportados em carrinhos de mão para serem colocados para a secagem, ou saindo dos fornos e indo pra o resfriamento e armazenagem.
5. Sistema de amassamento da argila com força motriz animal.
6. Oleiro transportando tijolos tijolos em carrinhos para resfriamento. 
7. A posição dos tijolos nos  carrinhos indicam se eles estão indo para secagem, depois de sair dos moldes, para serem encaminhados aos fornos. Quando os tijolos são retirados dos moldes eles não podem ser empilhados, somente depois de passar pelo processo de cozimento ou queima, ai sim, podem ser em empilhados para serem levados ao um pátio para o resfriamento.

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