Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TIOC-00766.
Número de Controle: 0024.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Não consta. Tijolo adquirido em antiquário, portanto a sua origem, isto é, a construção que ele pertencia, por enquanto está sob pesquisas.
Local da Olaria Antonio Carlos Sampaio Peixoto. Cidade de Campinas. Estado de São Paulo..
Sistema de aquisição: Compra no Antiquário Anhanguera. Cidade de Pirassununga. Estado de São Paulo.
Fabricante: Sampaio Peixoto.
Sigla oficial do fabricante: Letra "I" Brasão do Império Letra "O".
Local do fabricante: Cidade de Campinas - SP.
Datação do tijolo: Data base 1880. Entre 140 e 141 anos em 2021.
Em 1875 que Dom Pedro visitou a olaria e autorizou a fazer tijolos marcados com o Brasão do Império.
Um exemplar desse tijolo faz parte do Acervo do Museu Casa Guilherme de Almeida.
http://www.casaguilhermedealmeida.org.br/
Data de fundação da Olaria: Anterior a 1867.
Período de atividade da olaria: Por volta de 33 anos.
Data de encerramento das atividades: Por volta de 1900.
Data de atividade documentada: 1875/1877.
Formato da moldura: Sextavado simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,5cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.411cm³.
Peso: 3.770g.
Código Munsell: 7. 5YR 4/10.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Mecanizado.
Marca da máquina: CLAYTON PATENT.
a Henry Clayton & Co. foi fundada em 1821, mas como Henry Clayton tinha apenas 7 anos em 1821, a empresa de engenharia parece ter sido fundada por seu pai, também chamado Henry. Embora eu ainda não tenha provas disso, acredito que o pai de Henry tenha fundado a empresa em 1821 e fabricado ferramentas e equipamentos agrícolas, pois os anúncios da Royal Agricultural Show de 1845 e 1849 para Henry, nosso inventor de máquinas de tijolos, registram que a Clayton's produzia ferramentas hortícolas e agrícolas, além de máquinas para fabricação de tijolos.
Tipo do molde: Mecanizado.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Gabriela de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: IPO-006.
Parte de trás do tijolo acima.
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Publicação 051:
Tijolos.
Colégio Des Oiseaux. Bairro da Consolação. Cidade de São Paulo.
Colégio Des Oiseaux. Fotografia da década de 1930.
Fonte: Blogdogiesbrecht.
Código do Imagem: CO-01.
Imagem aérea de 1958.
Fonte: Geoportal. Recomendo este site para pesquisas fotográficas feitas em 1958.
Código do Imagem: CO-03.
O Colégio neste mapa de 1930.
Código do Imagem: CO-004.
História.
O Colégio Des Oiseaux foi um tradicional colégio feminino de São Paulo, inaugurado em 1907, conduzido pelas Cônegas de Santo Agostinho, ocupando terreno de 24.000 m² na esquina das ruas Augusta e Caio Prado, no distrito da Consolação, instalado num palacete projetado pelo arquiteto Victor Dubugras para ser a residência da família de Fábio Uchoa. O palacete foi executado sob as ordens do engenheiro Emilio Fagnani e se concluiu em 1901. Em 1906, a Vila Uchoa, como ficou conhecida a edificação, foi vendida pela família para as Cônegas de Santo Agostinho. Emilio Fagnani morreu pouco antes da inauguração do colégio, em 1907. Segundo a pesquisadora da USP Graziela Serroni Perosa, "sua arquitetura de inspiração art nouveau emprestava um ar requintado ao colégio. Os amplos jardins frontais e laterais do edifício garantiam a distância espacial conveniente da rua, à semelhança do que ocorria com as habitações das camadas de alta renda instaladas nesta parte da cidade. A extensão desses jardins permitia a entrada de automóveis transportando as alunas". Ali estudaram Ruth Cardoso e Marta Suplicy, entre outras alunas que vieram a se destacar no cenário cultural ou político. A escola Encerrou suas atividades em 1969. Durante algum tempo, funcionou lá o cursinho Equipe. O prédio foi demolido em 1974, uma ação bastante controversa e criticada. O bosque ali existente foi tombado por resolução do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo em dezembro de 2004 (RESOLUÇÃO 23/04), considerando "a a dimensão e a diversidade arbórea e arbustiva do lote e a avifauna existentes nesta região escassa de área verde" . Nos fundos do terreno, com frente para a rua Marquês de Paranaguá, foi construído o Instituto Sedes Sapientiae que depois, foi transferida para o Morumbi, junto ao Colégio Nossa Senhora do Morumbi. As freiras da Ordem de Santo Agostinho mantêm duas outras escolas na cidade de São Paulo: o Externato Madre Alix e o Colégio Nossa Senhora do Morumbi, além da Escola Stella Maris, em Santos.
Referências:
SCIELO
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O Tijolo.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCDO-0038.
Número de Controle: 0037.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Colégio Des Oiseaux.
Local de construção: Rua Augusta próximo ao nº 425. Bairro da Consolação.
Local do resgate: Rua Augusta próximo ao nº 425.
Ano da construção: 1905.
Data da inauguração do prédio: 1907.
Sistema de aquisição: Por doação. Doada pela filha de uma ex-aluna do Colégio. A pessoa preferiu não se identificasse neste trabalho, mesmo assim agradecemos pela
colaboração.
...O hábito de antigos frequentadores ou funcionários de guardar algo que recorde sua época, além de ser um ato muito carinhoso que tem nos ajudado muito no desenvolvimento dessa obra e são através dessas doações que geralmente são feitas por filhos e netos desses frequentadores ou funcionários e que em alguns casos os próprios ex trabalhadores fazem questão de ter suas recordações guardadas com carinho e saber que mais pessoas podem ver e contemplar parte de suas histórias. Por isso e muito mais é que valorizamos as doações....
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Endereço completo sob pesquisas. Região de Feital.
Sigla oficial do fabricante: O F M ( Uma letra O, uma letra F e uma letra O)
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Fabricação do tijolo: Entre 1905 e 1907. Considerando o período da construção do Colégio.
Datação do tijolo: Entre 120 e 125 anos em 2020.
Formato da moldura: Abaloado composto. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Pinto.pdf
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 27,0cm.
Largura: 13,2cm.
Altura: 6,5cm.
Volume: 3.564cm³.
Peso: 2.780g.
Código Munsell: 5YR 6/2.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Gabriela de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da Imagem: CO-05.
Matéria publicada na fonte abaixo cita um tijolo com a sigla O F M:
"Essas olarias, em sua maioria, utilizavam fornos contínuos a lenha, e o trabalho era totalmente manual. O barro era extraído, moldado, secado ao sol e depois queimado em fornos que atingiam temperaturas superiores a 900°C. Cada tijolo carregava a marca da olaria — letras gravadas no barro úmido antes da queima, como A D, S Z, S F ou O F M, que hoje são pistas valiosas para os pesquisadores identificarem a origem de peças encontradas".
“Encontramos um tijolo com a sigla O F M na região do Feital. Pequenas descobertas como essa ajudam a reconstruir o mapa das olarias de Mauá e a compreender como elas se distribuíam pelo território”, comenta Alex Ferreira".
Fonte: https://www.mauamemoria.com.br/revelado-o-mapa-perdido-das-olarias-de-maua-a-verdadeira-origem-dos-tijolos-paulistas
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Publicação 052:
Tijolos.
Olinda Schule Colégio Visconde de Porto Seguro. Escola Estadual Caetano de Campos.
Data 1913.
História;
Projetado pelo arquiteto alemão Augusto Fried, em 1910, o edifício, construído em alvenaria de tijolos, sede da antiga Escola Alemã Deutsche Schule, foi inaugurado em 1913, graças aos fundos obtidos de membros da colônia alemã e da venda do antigo prédio. Possui dois pavimentos mais porão e conserva ainda as suas características originais. A edícula, incluída no tombamento, é contemporânea à construção principal e pertence ao lote vizinho. Este conjunto de edifícios é um exemplar do período eclético em São Paulo. Em 1976, o prédio foi adquirido pelo governo estadual e restaurado, além de ter sido acrescido de novas construções, nos fundos, pela antiga Conesp, em 1978. Atualmente, nele funciona uma escola pública.
Fonte: Escola Estadual Caetano de Campos.
Relato de um ex-aluno.
...!Anteontem tive de ir à velha rua Olinda. Você sabe onde é a rua Olinda, em São Paulo? É na Vila Buarque. Alguém ainda sabe onde fica a Vila Buarque? Esse nome ainda é usado?
Pois é, eu aprendi, num dos primeiros dias que frequentei o Colégio Visconde de Porto Seguro, nos idos de fevereiro de 1958, com seis anos de idade, cursando o primeiro ano primário, que o bairro onde estávamos naquele momento se chamava Vila Buarque. A professora mostrou um mapa dos arredores: rua Olinda, rua Caio Prado, rua Gravataí, rua Augusta, rua da Consolação (ainda com bondes e estreita com paralelepípedos), a praça Roosevelt.(ainda asfaltada e com feiras todas as quartas e sábados)...
A rua Olinda, anos depois, mudou o nome para rua João Guimarães Rosa, por esses critérios ridículos (ou falta deles) que as prefeituras usam para mudar nomes de ruas e homenagear pessoas cuja maioria não deveria ser.
Na rua Olinda ficava o Colégio, desde 1913. Dizem que o prédio é hoje tombado, embora não abrigue mais o Porto Seguro, porque seria o único exemplo da arquitetura alemã no Brasil no tempo do Segundo Reich, no tempo do Kaiser Guilherme II. A escola foi chamada por muito tempo de Olinda Schule, por motivos óbvios, mas o nome original era Deutsche Schule, mesmo. Acho que me mesmo para quem não conhece a língua alemã, está na cara que Schule é escola em alemão.
Durante a Segunda Guerra, depois que o Brasil declarou guerra à Alemanha, no final de 1942, a escola teve de trocar o nome. Escolheu-se então o atual (sempre lembrando que o Porto Seguro fica desde 1972 no Morumbi, quando saiu da rua Olinda). O Visconde de Porto Seguro foi o alemão Francisco Adolfo Varnhagen, que veio para o Brasil e fundou a Fábrica de Ferro Ipanema, em Sorocaba, há cerca de duzentos anos. Hoje as ruínas da fábrica estão no município de Iperó. Claro que homenagearam um alemão - afinal, a guerra não cancelava feitos passados.
Eu estudei doze anos nesse prédio, e jamais percebi que sobre a porta de entrada principal do magnífico prédio estava escrito "Deutsche Schule", em pedra e relevo. Somente notei isso dois dias atrás, quando tive de ir à rua Olinda para resolver uns assuntos e decidi prolongar alguns passos minha estada ali - reviver os velhos tempo"...
Fonte: https://blogdogiesbrecht.blogspot.com/2014/08/deutsche-schule-olinda-strasse-sao-paulo.html
Texto postado por Ralph Mennucci Giesbrecht.
Imagens Antigas da Escola.
Fonte das imagens antigas:
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O Tijolo.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TDSOS-0040.
Número de Controle: 0038.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Escola Alemã Schule, Olinda Strasse.
Local de construção: Rua João Guimarães Rosa nº 111. Bairro da Consolação. São Paulo.
Local do resgate: Rua João Guimarães Rosa nº 111.
Ano da construção: 1910.
Sistema de aquisição: Por doação. Autorizado por: Sr. Agnaldo.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: L . S (Uma letra L, um ponto, uma letra S).
Detalhe: O exemplar abaixo com a mesma sigla foi encontrado nas ruínas do
Quartel da Guarda Cívica no Parque Dom Pedro II. São Paulo.
Data de fundação da Olaria: Por volta de 1905/1908.
Data de fabricação do tijolo: Entre 1909 e 1910.
Datação do tijolo: Aproximadamente 115 anos em 2020.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 24,0cm.
Largura: 10,0cm.
Altura: 6,0 cm.
Volume: 1.440cm³.
Peso: 2.535 g.
Código Munsell: 5YR 4/4.
Integridade da peça: Completa.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares: Documentos históricos como notas fiscais ajudaria e muito nas identificações das Olarias, mas ter acesso a eles é uma tarefa geralmente
difícil.
Autoria da imagem: Gabriela de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da Imagem: IM-E189.
Observações Complementares:
O tijolo acima pode ter sido fabricado por uma das olarias citadas abaixo.
Leonardo Sanioto Filho.
Local: Várzea da Barra Funda. São Paulo.
Fonte: Universidade de São Paulo Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Departamento de História Programa de Pós-Graduação em História Econômica
Natália Maria Salla Produzir para construir: a indústria cerâmica paulistana no período da Primeira República (1889-1930) São Paulo 2014.
Fonte: Olarias registradas em 1903, Índice “Olarias”.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1900.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1900.
Sigla sugerida: L S
Leonardo Sanniolo.
Local: Rua do Bom Retiro nº 195. São Paulo.
Fonte: Universidade de São Paulo Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Departamento de História Programa de Pós-Graduação em História Econômica
Natália Maria Salla Produzir para construir: a indústria cerâmica paulistana no período Primeira República (1889-1930) São Paulo 2014.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1903.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1903.
Sigla sugerida: L S
Luiz Scarpelli.
Local: Endereço completo sob pesquisa. Cidade de São Caetano do Sul – SP.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1929.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1929.
Fonte: Revista Raízes nº 23, página 10.
Sigla sugerida. L S
Leonardo Sannoti.
Local: Endereço completo sob pesquisa.
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas.
Departamento de História. Programa de Pós-Graduação em História Econômica
Natália Maria Salla.
Produzir para construir: a indústria cerâmica paulistana no período da
Primeira República (1889-1930). São Paulo 2014.
Natália Maria Salla.
Produzir para construir: a indústria cerâmica paulistana no período da
Primeira República (1889-1930).Tabela 3 – Olarias identificadas na cidade de São Paulo – 1890-1896.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1891.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1891.
Sigla sugerida: L S
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Publicação 053:
Tijolos.
Em fase de montagem.
Estação Ferroviária Campo Grande. Município de Santo André.
Restaurações de antigas estações ferroviárias é uma atividade que vem crescendo muito no Brasil e isso é um campo a mais que se abre para nossa arqueologia., entre outras áreas de pesquisas históricas, além dos espaços de lazer e cultura que esses locais acabam sendo criados.
Imagens da Estação durante os trabalhos de restaurações.
Autoria: Rafael de Mello.
Código da imagem: EST-001.
Código da imagem: EST-002.
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Localização através do site Google Earth PRO. Marca registrada; Google.
Coordenadas:
Longitude UTM: 363291.00 m E
Latitude UTM: 7370817.00 m S
Latitude: -23.768006°
Longitude: -46.341413°
Zona 23 K.
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A História...
São Paulo Railway Company.(1889-1947)
E. F. Santos-Jundiaí (1947-1975)
RFFSA (1975-1994)
CPTM (1994-2002)
MRS (2021-)
CAMPO GRANDE
Município de Santo André, SP
Linha-tronco - km 34,880 (1935) SP-1076
Altitude: 757 m Inauguração: 01.08.1889
Uso atual: totalmente restaurada (2021) com trilhos
Data de construção do prédio atual: 1929
Descobrir mais
HISTÓRICO DA LINHA: A São Paulo Railway Company. - SPR ou popularmente "Ingleza" - foi a primeira estrada de ferro construção da em solo paulista. Construída entre 1862 e 1867 por investidores ingleses, tinha inicialmente como um de seus maiores acionistas o Barão de Mauá. Ligando Jundiaí a Santos, transportou durante muito anos - até a década de 1930, quando a Sorocabana abriu a Mairinque-Santos - o café e outras mercadorias, além de passageiros de forma monopolística do interior para o porto, sendo um verdadeiro funil que atravessava a cidade de São Paulo de norte a sul. Em 1946, com o final da concessão governamental, passou a pertencer á União sob o nome de E. F. Santos-Jundiaí (EFSJ). O nome pegou e foi usado até hoje, embora nos anos 1970 tenha passado a pertencer a RFFSA, e, em 1997, tenha sido entregue á concessionária MRS, que hoje a controla. O tráfego de passageiros de longa distância terminou em 1997 e o transporte entre Jundiaí e Paranapiacaba continuou até 2002 com a CPTM. Hoje o transporte de passageiros se dá apenas entre Jundiaí e Rio Grande da Serra.
A Estação:
A estação de Campo Grande foi inaugurada em 1889. Era muito utilizada no passado por famílias que viviam no ABC e queriam fazer piqueniques. Desciam nessa estação e andavam pelos caminhos em volta para procurar um bom local. Ás vezes, chegavam atÉ Paranapiacaba, estação quatro quilómetros á frente e onde a ferrovia não permitia que se descesse para fazer os piqueniques.
A inauguração da estação ferroviária do Campo Grande, em 1889, criou as condições necessárias para o extrativismo de madeira que alimentava os fornos das olarias dos núcleos coloniais de Ribeirão Pires e São Caetano do Sul; também contribuição com a produção de carvão que atendia as demandas do acelerado crescimento da capital paulista e de Santos.
A estação nos anos 1960. Acervo Reinaldo Martins.
Código da imagem: EST-003.
Fonte: http://www.estacoesferroviarias.com.br/c/campogrande.htm
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A Estação Campo Grande fica numa região que era bem estabelecida de olarias, se considerarmos o grande ABC, podemos afirmar que muitas construções antigas tem uma grande variedade de marcas de tijolos, típico da época dessas construções. Como exemplo posso indicar o levantamento arqueológico no antigo Quartel da Guarda Cívica que fica no Parque Dom Pedro em São Paulo, onde cataloguei 22 marcas de tijolos diferentes numa parede de 15 mteros quadrados. Na fonte abaixo pode-se ver alguns deles.
Publicação 029: Tijolos. Quartel da Guarda Cívica. Parque Dom Pedro. Cidade de São Paulo.
Código da imagem: EST-004.
Código da imagem: EST-00X.
Código da imagem: EST-005.
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Abaixo estão publicados os 4 exemplares que foram doados ao nosso acervo pela Arquiteta Sra. Fabiula Domingues que é a responsável pelo projeto de restauração da Estação Campos Grande.
O Tijolo.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TEFCG-0841.
Número de Controle: 0119.
Construção: Estação Ferroviária de Campo Grande.
Local da construção: Estação Ferroviária de Campo Grande. Bairro de Paranapiacaba. Cidade de Santo André - SP. Linha-tronco - km 34,880 (1935) SP-1076 Altitude:
757 m.
Ano da construção: 1 de Agosto de 1889.
Construída pela São Paulo Railway Company.
Local do resgate: Estação Ferroviária de Campo Grande.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Fabiula Domingues. Arquiteta da empresa restauradora.
Contato da entrega para nosso colaborador, o Sr. João mestre de obras da empresa.
Fabricante: Roberto Le Cocg.
Local: Endereço completo sob pesquisas. Bairro da Água Branca. São Paulo.
Trabalho de NATÁLIA MARIA SALLA. Produzir para construir: a indústria cerâmica paulistana no período da Primeira República (1889-1930).
Página nº 99.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1887.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1887.
Sigla oficial do fabricante: R L C (Uma letra “R”, letra "L" e letra "C").
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 27,0cm.
Largura: 12,7cm.
Altura: 7,5cm.
Volume: 2.571cm³.
Peso: 4.130g.
Código Munsell: 7.YR 7/6.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: EST-006.
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O Tijolo.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TEFCG-0839.
Número de Controle: 0120.
Construção: Estação Ferroviária de Campo Grande. Municípío de Santo André. Estado de São Paulo.
Local da construção: Estação Ferroviária de Campo Grande. Bairro de Paranapiacaba. Linha-tronco - km 34,880 (1935) SP-1076 Altitude: 757 m.
Ano da construção: 1 de Agosto de 1889.
Construída pela São Paulo Railway Company.
Local do resgate: Estação Ferroviária de Campo Grande.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Fabiula Domingues. Arquiteta da empresa restauradora.
Contato da entrega para nosso colaborador, o Sr. João mestre de obras da empresa.
Fabricante: Baggio Giachello.
Local: Endereço completo sob pesquisa. Cidade de Ribeirão Pires. Estado de São Paulo.
Data de fundação da olaria: Sobe pesquisas.
Data de atividade documentada: 1941.
Sigla oficial do fabricante: B G (Uma letra B e uma letra G). Até que a olaria seja identificada, a letra "G", pode também ser uma letra C.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 29,0cm.
Largura: 13,4cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.720cm³.
Peso: 4.480g.
Código Munsell: 5YR 6/16.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos..
Observações complementares: A sigla B G ainda está sob pesquisas devido a semelhança da letra "G" com uma letra C.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i.
Código da imagem: EST-007.
Uma citação na fonte abaixo descreve a sigla B C como oficial.
Tijolos com a marca B C.
Citação sobre fábricas de Francesco Matarazzo onde trabalhos de arqueologia encontraram vários tijolos com a marca "B C".
Fonte 1: https://www.unicamp.br/chaa/rhaa/downloads/Revista%2020%20-%20artigo%201.pdf
Página nº 21.
Citação:
..."O arrolamento dos tijolos para construção de uma “tijoloteca” é imprescindível em contextos urbanos de sítios arqueológicos históricos, em especial porque é possível, partindo de datações relativas dos contextos estudados, datar a cronologia dos tijolos, por suas marcas (mesmo sem identificação das olarias), e compreender, de modo mais efetivo, a evolução urbana dos prédios. Permitem, igualmente, uma submersão na dinâmica da proliferação das olarias paulistanas que tiveram boom associado à industrialização crescente e à utilização da arquitetura de tijolos maciços aparentes. Exemplo disso é a marca da olaria BC, recorrente em sítios paulistanos do final do século XIX e começo do XX, indicando que os alicerces a ele associados relacionam-se à primeira fase de implantação do empreendimento"...
Origem da olaria: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Tijolo do acervo do Museu Histórico e Militar de Bauru - MHMB4.
Origem do Fabricante em fase de pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: B C
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O Tijolo.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TEFCG-0840.
Número de Controle: 0121.
Construção: Estação Ferroviária de Campo Grande. Município de Santo André. Estado de São Paulo.
Local da construção: Estação Ferroviária de Campo Grande. Bairro de Paranapiacaba. Linha-tronco - km 34,880 (1935) SP-1076 Altitude:
757 m.
Ano da construção: 1 de Agosto de 1889.
Construída pela São Paulo Railway Company.
Local do resgate: Estação Ferroviária de Campo Grande.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Fabiula Domingues. Arquiteta da empresa restauradora.
Contato da entrega para nosso colaborador, o Sr. João mestre de obras da empresa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: Z e o desenho de um triangulo losango. ( letra “Z”, Triângulo Losango, por se tratar de um fragmento falta parte que poderia ter mais uma
letra.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Abaloado simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 18,0cm.
Largura: 13,4cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 1.688cm³.
Peso: 2.430g.
Código Munsell: 7.5YR 5/14.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: EST-008.
Obs.:
Algumas das olarias citadas abaixo poderiam ser um dos fabricantes do exemplar acima.
É muito comum que fabricantes de tijolos tivessem mais de um tipo de identificação nos seus tijolos. No tijolo acima a gravação é uma letra Z seguido de um losango.
ZAMPOL.
Local: Endereço completo sob pesquisa. Cidade de Ribeirão Pires – SP.
Data de fundação da olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Sigla sugerida: ZAMPOL
Zampol & Irmãos.
Local: Endereço completo sob pesquisa. Cidade de Ribeirão Pires. Estado de São Paulo.
Fonte: Sob pesquisas.
Data de fundação da olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: Z ★
Geralmente uma estrela entre duas letras, gravadas em tijolos, indica uma sociedade, neste caso as estrelas são substituídas pelo caractere comercial " &".
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O Tijolo.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TEFCG-0842.
Número de Controle: XXX
Construção: Estação Ferroviária de Campo Grande. Municípío de Santo André. Estado de São Paulo.
Local da construção: Estação Ferroviária de Campo Grande. Bairro de Paranapiacaba. Linha-tronco - km 34,880 (1935) SP-1076 Altitude:
757 m.
Ano da construção: 1 de Agosto de 1889.
Construída pela São Paulo Railway Company.
Local do resgate: Estação Ferroviária de Campo Grande.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Fabiula Domingues. Arquiteta da empresa restauradora.
Contato da entrega para nosso colaborador, o Sr. João mestre de obras da empresa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Marca/Sigla do fabricante: Não consta. Provavelmente fabricado pelas mesmas olarias que forneceram os tijolos com marcas: (R L C) e (B C).
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Não consta.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,0cm.
Largura: 14,0cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.548cm³.
Peso: 3.360g.
Código Munsell: 7.5YR 6/70.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares: Tijolo com rebaixamento para uso em beirais de platibandas e janelas, tipo soleiras, como podemos ver no lado direto do tijolo acima.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: EST-009.
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Publicação 054:
Matéria:
História das Máquinas para Fabricação de Tijolos.
Descrições textuais em fase de estudos.
A finalidade desta matéria são os estudos dos fabricantes de máquinas para produção de tijolos e sua presença e influência no mercado brasileiro das olarias e cerâmicas. Com a entrada no mercado de máquinas para fabricação de tijolos, essa nova proposta de industrialização mudou radicalmente todo o sistema produtivo cerâmico no Brasil, assim como, em outros países onde a situação produtiva era semelhante.
..."Segundo Alambert (2013), no início a produção era realizada manualmente, porém a partir de fins do século XVIII, com o desenvolvimento da indústria europeia, foi possível a criação das primeiras máquinas a vapor para produção em massa de tijolos. A autora afirma que no Brasil essa tecnologia foi introduzida nas últimas décadas do século XIX. Se tratando sobre a técnica de fabricação de tijolo, pouco se encontra sobre o assunto nas fontes primárias. Existem vários registros sobre a olaria de Sampaio Peixoto, destacada por Lemos (1989) como a primeira olaria mecanizada. Nela era utilizado maquinário do sistema Clayton e Comp., com máquina tipo BB movida a lenha - há diversos anúncios da fábrica de tijolos na Gazeta de Campinas (1869) sobre compra de madeira para queima. Porém, não se descobriram foram encontrados apontamentos de como a fabricação (e sua mecanização) nas demais olarias, sobretudo em outras cidades ou localizadas nas fazendas de café"...
A DEMANDA PELO TIJOLO NO INTERIOR PAULISTA.
..."Para poder entender o que provocou o aumento da demanda do tijolo, é necessário compreender onde havia mais olaria. De acordo com o que foi explicitado acima é possível verificar que, existia uma quantidade considerável dessas fábricas nas fazendas, mas a maioria estava nas cidades. Conforme afirma Sato (2011), o predomínio da cultura do café sobre as outras culturas na província de São Paulo e a expansão das linhas férreas pelo interior, entre 1860 e 1880, modificou profundamente a demografia, contribuindo para o aumento no número de cidades e de construções. O tijolo era utilizado em todas as tipologias de obras nesse período 4 (ROCHA, 2013), essa maior demanda de material para a construção, fez com as olaria fossem se dispersando, sendo encontradas em todos os locais de “barro bom” (SATO, 2011)"...
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Anúncios dos Jornais da Época.
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Publicação 055:
Tijolos.
Complexo do Gasômetro e Casa das Retortas.
Em fase de atualização.
Os Tijolos.
Como os dois exemplares foram doados ao acervo do MVTA.
Em 2001 o colaborador Sr. Francisco que entrou em contato com o Rafael que fez a retirada em sua casa.
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"O gasômetro de São Paulo representado por Zanini foi inaugurado em 1890 e foi desativado em 1974. Situado na várzea do Tamanduateí, e construído pela empresa inglesa The San Paulo Gas Company, sua arquitetura é herdeira do estilo industrial inglês, com tijolos vermelhos e estruturas, como os balões de armazenamento do gás, trazidas diretamente da Inglaterra, entre os anos de 1898 e 1908. Ainda no século XIX, o gasômetro armazenava e distribuía o gás por meio da queima da hulha – uma espécie de carvão vegetal, formado a partir de folhas, galhos e raízes de árvores decompostas em pântanos – que vinha de navio, do Reino Unido para São Paulo. Na época, o gás era utilizado na iluminação pública, que contava com 700 lampiões, e em aquecedores e fogões domésticos nas apenas 174 residências cadastradas para receber o benefício. Nas primeiras décadas do século XX, os lampiões da cidade cresceram e saltaram da casa das centenas para os milhares de postes espalhados pelos bairros em franco Figura 41: Mário Zanini, Gasômetro de São Paulo, 1969. Óleo sobre tela, 36 x 46 cm. Coleção Simão Mendel Guss. 95 desenvolvimento".
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A obra Gasômetro de São Paulo, pintada em 1969 por Zanini [fig. 41], guarda semelhanças notáveis com Fábrica [fig. 40]. Lado a lado, as duas obras nos permitem intuir ser o mesmo local representado em ambas, à exceção da caixa d‟água, que não aparece no quadro de 1969. As torres e o edifício têm o mesmo formato e ocupam a mesma posição em ambas as telas. Com a pintura Gasômetro de São Paulo, Zanini nos informa muito sobre a obra feita três anos antes. O que era uma fábrica genérica passa a ter um endereço.
150 Anos do Gás
Há 150 anos, em 28 de agosto de 1872, a empresa inglesa San Paulo Gas Company foi autorizada a atuar no Brasil Império, marcando o início da consolidação do uso do gás no Brasil a partir do Estado de São Paulo. O gás encanado, inicialmente produzido a partir do carvão, hoje substituído pelo gás natural, esteve ao longo da história de São Paulo em momentos de transformação dos modos de viver, como na implantação da iluminação pública; ao entrar nas casas para iluminar; e, finalmente, para substituir os fogões a lenha e para aquecer os banhos.
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A Construção, Hoje...
"Parece um pedaço de Londres no Centro de SP: a histórica construção de 1889 que iluminou a cidade e hoje está abandonada após investimento de R$ 100 milhões Edificação do antigo Complexo do Gasômetro está vazio há anos, mas tem chances de se tornar novo hub criativo na cidade. Recentemente, nós do São Paulo Secreto contamos como um quartel tombado de 180 anos corre risco de desabar por falta de manutenção no Parque Dom Pedro II. Agora, trazemos a história de outro patrimônio do Centro Histórico que sofre com o abandono, apesar de sua importância inestimável para a história de São Paulo: a Casa das Retortas.
A edificação do século 19 se destaca pela arquitetura de inspiração inglesa, com tijolos aparentes e perfil industrial. Localizada no antigo Complexo do Gasômetro, a imponente Casa das Retortas nos transporta diretamente para o passado paulistano, quando o gás era a principal fonte de energia da cidade. Casa das Retortas mudou para sempre as noites de SP.
O Complexo do Gasômetro surgiu no fim do século 19 para produzir energia e garantir iluminação pública a gás para São Paulo. Até então, a cidade dependia de lampiões a óleo e da luz do luar, e a nova usina transformou para sempre o ritmo paulistano. Pela primeira vez, a população passou a ocupar as ruas após o anoitecer.
Em 1889, a São Paulo Gas Company — companhia inglesa que administrava o Gasômetro — construiu a Casa das Retortas. Erguida aos moldes das indústrias inglesas, a edificação abrigava as retortas, recipientes onde o carvão era queimado para gerar o gás que acendia os lampiões.
A partir da década de 1930, a energia elétrica ganhou força e a lamparina a gás caiu em desuso. Com isso, a São Paulo Gas Company encerrou suas atividades no Brasil e o Complexo do Gasômetro se tornou propriedade do município".
Fonte: https://saopaulosecreto.com/casa-das-retortas-complexo-gasometro-centro-sao-paulo/
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3 características que podem levar a conclusão de que os 2 exemplares publicados nesta matéria podem ter sido fabricados fora do Brasil:
1. Não foi encontrado até hoje, tijolos em nenhum local, tanto no Estado de São Paulo, assim como nos outros, tijolos com características, nem semelhantes aos que estão sendo apresentados aqui.
2. Grande parte das empresas estrangeiras que atuaram em São Paulo, tais como a
São Paulo Railway Company., construtora da Estação da Luz, quanto a San Paulo Gas Company que atuava no sistema de iluminação com gás na cidade, costumavam importar tijolos do Reino Unido. É possível encontrar em documentos portuários antigos, manifestos alfandegários dos navios que vinham dessa região, com anotações de importação de tijolos, que podem ser encontrados nas antiga edições do Jornal Correio Paulistano. (
https://bndigital.bn.gov.br/).
3. Em casos onde o tijolo precisa de uma especificação técnica especial, como por exemplo, tijolos refratários grandes e de altíssima resistência ao calor, como no caso do tijolo TCR-00567, publicado nesta matéria. Em muitos casos não se encontrava olarias que pudessem fabricar tijolos com essa características, por isso os construtores decidiam por importação do que procurar um fabricante local.
Mesmo com as observações acima, as pesquisas ainda continuam, pois a procura de informações sobre as origens dos fabricantes dos tijolos aqui citados não acabaram.
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Longitude UTM: 334062.00 m E
Latitude UTM: 7395146.00 m S
Latitude: -23.545513°
Longitude: -46.625343°
Zona 23 K
Fonte: Google Earth PRO
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Ano 1930. Mapa do local.
Fonte; https://metadados.geosampa.prefeitura.sp.gov.br/geonetwork/intranet/api/records/b51426e6-3a5d-4d68-a735-8f50245b4bf1
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Autoria das imagens: Eduardo Kanapp/Folhapress. Acervo Folha de São Paulo.
Funcionários da empresa de restauração no pátio das Retortas.
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O Tijolo.
Código do Patrimônio: TCR-00567.
Construção: Complexo do Gasômetro/Casa das Retortas.
Número de Controle: 0036.
Local da construção: Rua da Figueira nº 77. Bairro do Brás. (cep 0003003-000). Município de São Paulo.
Local de recebimento da doação: Rua Capitão Faustino Lima.
Sistema de doação: Doada por Sr. Francisco, neto de um ex-funcionário que trabalhou no local nas décadas de 1940/1950.
Bairro do Brás. São Paulo.
Ano da construção: Sob pesquisas devido a conflitos de datas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Anterior a 1870.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: I A ( Duas letras gregas, o IOTA e o Alfa).
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 27,5cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.502cm³.
Peso: 3.977g.
Código Munsell: 5YR 6/2.
Integridade da peça: Completa.
Formato da moldura: Retangular arqueado sextavado. (Formato sugerido pelo MVTA).
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Designação: Material construtivo.
Observações complementares: As letras gravadas no tijolo acima são do alfabeto grego: (IOTA e o Alfa).
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: GR-05.
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O Tijolo.
Código do Patrimônio: TCR-00567.
Número de Controle: 0036.
Construção: Complexo do Gasômetro/Casa das Retortas.
Local da construção: Rua da Figueira nº 77. Bairro do Brás. (cep 0003003-000). Município de São Paulo.
Local de recebimento da doação: Rua Capitão Faustino Lima.
Sistema de doação: Doada por Sr. Francisco, neto de um ex-funcionário que trabalhou no local nas décadas de 1940/1950.
Bairro do Brás. São Paulo.
Ano da construção: Sob pesquisas devido a conflitos de datas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Anterior a 1870.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Marca/Sigla do fabricante: Não consta. Muitos dos tijolos usado em fornos não possuem gravações em baixo ou alto relevo, em alguns deles podemos encontrar gravações feitas com carimbos de ferro em brasa.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 32,3cm.
Largura: 15,0cm.
Altura: 9,0cm.
Volume: 4.505cm³.
Peso: 6.213 g.
Código Munsell: 5YR 6/2.
Integridade da peça: Completa.
Formato da moldura: Não consta. Superfície lisa em todas as faces.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Designação: Material construtivo.
Observações complementares:
1. Tijolo com características de refratário para uso em fornos.
2. Tijolos refratários muito antigos, geralmente não tem qualquer gravação que possa identificar seu fabricante, neste caso fica quase impossível determinar sua origem.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: GR-05.
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Publicação 056:
Tijolos.
Complexo Ferroviário de Paranapiacaba. Santo André.
História.
Em 1850 Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, empenhou-se na construção de uma Estrada de Ferro e, em 1856, um Decreto Imperial concedeu a ele o privilégio da construção e o prazo de 90 anos para sua exploração. Em 1860 conseguiu reunir capital suficiente e formou a empresa The São Paulo Railway Company Ltd. - SPR para construí-la. Paranapiacaba surge como acampamento para os trabalhadores que construíram o trecho da Serra do mar. Com a inauguração da ferrovia, em 1867, a empresa viu-se obrigada a manter operários no local para a operação dos serviços e manutenção das obras. Posteriormente à duplicação da ferrovia edificou-se uma nova vila no Alto da Serra, a Martin Smith, de ruas arborizadas com alinhamentos regulares e sistemas de água e esgoto. Na década de 1940 a Vila sofreu duas marcantes intervenções: em 1945 passou a chamar-se Paranapiacaba e, no ano seguinte, a São Paulo Railway Co. foi incorporada ao Patrimônio da União e passou a ser administrada pela Estrada de Ferro Santos a Jundiaí - EFSJ. Terminando assim a presença dos ingleses na região. Ao receber o patrimônio, em 1946, o governo federal esforçou-se em manter a qualidade no transporte de carga e de passageiros que os ingleses tinham até então. No tempo dos ingleses a Vila de Paranapiacaba apresentava certo ar europeu, romântico, com casas de madeira, quintais separados por cercas vivas e ruas calmas, ladeadas de pinheiros, em contraste com a Parte Alta, que recebeu uma ocupação urbana marcada pela herança portuguesa, com ruas estreitas e casas de pequenas frentes edificadas junto ao alinhamento. Unindo a Parte Alta à Parte Baixa há uma ponte metálica destinada exclusivamente aos pedestres e bicicletas, que se mantém até hoje após algumas reformas.
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Considerações Importantes.
Temos que considerar que uma construção antiga, até que ela seja demolida, passou e ainda passa por várias interferências nas suas estruturas originais. Como exemplo pode analisar o caso complexo ferroviário da Villa de Paranapiacaba na cidade de Santo André, São Paulo. As construções começaram por volta de 1860 e durante o período de sua existência, em atividade ou não, pois muitas das construções estão desativadas há muitos anos, esse complexo passou e ainda passa por reformas, demolições, restaurações entre outros tipos de interferências nas estruturas origina os ou nas que são criadas para dar suporte e sustentação às partes antigas e vulneráveis. Nesse contexto devemos notar que tanto tijolos antigos quanto os que são fabricados atualmente e que passam a fazer parte das construções mais antigas o que causam sérios problemas para os sistemas de datações. Podemos assim dizer que por mais de 160 anos a Villa de Paranapiacaba tem recebidos tijolos novos e antigos devido às intervenções estruturais frequentes e que receberão outros mais, por muito mais tempo.
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CONDEPHAAT.
O Complexo Ferroviário de Paranapiacaba, em Santo André -SP, é um núcleo com características urbanísticas e arquitetônicas peculiares, marcadas por influências inglesas. IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional Nome atribuído: Vila Ferroviária de Paranapiacaba Localização: Santo André - SP. Número do Processo: 1252-T-87Livro Histórico: Nº inscr. 586, vol. 2, f. 093-094, 30/09/2008CONDEPHAAT – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico. Nome atribuído: Complexo Ferroviário de Paranapiacaba Localização: Vila de Paranapiacaba – Santana de Parnaíba-SP. Número do Processo: 22209/82Resolução de Tombamento: Resolução 37, de 30/09/1987Publicação do Diário Oficial: Poder Executivo, Seção I, 03/10/1987, p. 18Livro do Tombo Histórico: Nº inscr. 276, p. 71, 18/07/1988.
"O Maior de Todos os Mistérios". De onde vieram os tijolos com a sigla "SPR". Muitas olarias do grande ABC e de São Paulo foram grandes fornecedores de tijolos por mais 80 anos para a São Paulo Railway. Quanto aos tijolos importados da Inglaterra é uma hipótese que precisa de mais pesquisas documentais para tal afirmação e após anos a procura de informações posso afirmar com toda certeza que ainda temos um longo caminho a percorrer até que se descubra de onde vieram os tijolos com a marca SPR. Vejamos o caso dos tijolos para a São Paulo Railway. Muitos documentos citam que "todos" os tijolos vieram da Inglaterra. Mas num anuncio de um antigo jornal, O Correio Paulistano do século XIX, diz que William Speers que era superintendente da São Paulo Railway pede que as olarias de São Paulo se apresentem para fornecer mais de um milhão de tijolos, neste caso podemos ter a certeza que nem todos os tijolos vieram da Inglaterra como narram alguns documentos. Outro documento afirma que as formas para fabricação dos tijolos vieram sim da Inglaterra. Que muitos tijolos vieram da Inglaterra, isso é verdade e que muitos com a mesma sigla foram fabricados aqui, isso também é verdade, porém a pergunta principal é, quais tijolos são importados e quais foram fabricados aqui. O documento abaixo diz que os tijolos vieram da Inglaterra:
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Tijolo.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TVP-00288.
Número do Patrimônio: 0028.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Villa de Paranapiacaba.
Local da construção: Villa de Paranapiacaba. Cidade de Santo André. Estado de São Paulo.
Local do resgate: Villa de Paranapiacaba.
Ano do início da construção: 1860.
Data da fabricação do tijolo: Entre 1860 e 1880.
Datação do tijolo: Entre 151 anos em 2021. Ano base 1870.
Forma de aquisição do tijolo: Por doação.
Fabricante do tijolo: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: S P R (Palavras: São, Paulo, Railway).
Detalhes: Muitas olarias do grande ABC e de São Paulo foram grandes fornecedores de tijolos por mais 80 anos para a São Paulo Railway. Quanto aos tijolos importados da Inglaterra é uma hipótese que precisa de mais pesquisas documentais para tal afirmação e após anos a procura de informações posso afirmar com toda certeza que ainda temos um longo caminho a percorrer até que se descubra de onde vieram os tijolos com a marca SPR. Que muitos vieram da Inglaterra isso é verdade e que muitos com a mesma sigla foram fabricados aqui, isso também é verdade, porém a pergunta principal é, quais tijolos são importados ou não.
O hábito de antigos funcionários de guardar algo que recorde sua época de funcionário, além de ser um ato muito carinhoso que tem nos ajudado muito no desenvolvimento dessa obra e são através dessas doações que geralmente são feitas por filhos e netos desses funcionários e que em alguns casos os próprios ex trabalhadores fazem questão de ter suas recordações guardadas com carinho e saber que mais pessoas podem ver e contemplar parte de suas histórias. por isso e muito mais é que valorizamos as doações.
Local da Olaria: Sob pesquisas.
Data de inauguração da Olaria: Sob pesquisas.
Data de fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Detalhes: Foram necessários 5 dias para a restauração dessa peça. Trabalho realizado pela colaboradora Gabriele de Mello.
Formato da moldura: Arco simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,0 cm.
Largura: 12,0 cm.
Altura 6,0 cm.
Volume: 1872 cm³.
Peso: 2.850 g.
Código Munsell: XX
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: CANON Rebel T6i. 18:55 mm.
Código da Imagem: TVP-0598.
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Tijolo.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TVP-00289.
Número do Patrimônio: 0029.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Villa de Paranapiacaba.
Local da construção: Villa de Paranapiacaba. Cidade de Santo André. Estado de São Paulo.
Local do resgate: Villa de Paranapiacaba.
Ano do início da construção: 1860.
Data da fabricação do tijolo: Entre 1860 e 1880.
Datação do tijolo: Entre 151 anos em 2021. Ano base 1870.
Forma de aquisição do tijolo: Por doação.
A Cerâmica.
Fabricante do tijolo: Cerâmica São Caetano.
Marca oficial do fabricante: CERÂMICA SÃO CAETANO
Proprietário: Roberto Simonsen.
Fabricante: Cerâmica São Caetano S/A.
Marca do fabricante: Cerâmica São Caetano (Palavras: São, Caetano). Escritos dentro de um pequeno círculo com cinco pequenas estrelas.
Local do fabricante: Rua Casemiro de Abreu nº 4. Bairro Cerâmica. Cidade de São Caetano do Sul. Estado de São Paulo.
Fonte do endereço: Revista Raízes nº 24. Página nº 26.
Data de inauguração da Olaria: 1913.
Data de fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Um pequeno circulo.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,0cm.
Largura: 12, cm.
Altura 6,0cm.
Volume: 1.872cm³.
Peso: 2.850g.
Código Munsell: XX
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Mecanizada.
Tipo de forma/moldagem: Metálica/Mecanizada.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: CANON Rebel T6i. 18:55 mm.
Código da Imagem: TVP-0598.
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Publicação 057:
Tijolos.
Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
13 tijolos
Em fase de atualizações;_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
O Tijolo.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00150.
Número de Controle: 0161.
Construção: Residencial.
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa Antiga na Rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Marca oficial do fabricante: Estrela de Belém. Desenho representativo.
Observações complementares: Alguns trabalhos citam que esse desenho é uma referência ao Cometa de Halley, porém, pesquisas mais aprofundadas revelaram que se trata de uma homenagem a Estrela de Belém.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Arco composto. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,0cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 6,5cm.
Volume: 2.197cm³.
Peso: 3.030g.
Código Munsell: 2.5YR 8/6
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-01.
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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00151.
Número de Controle: 0162.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: C ★ C (Uma letra C, desenho de uma estrela e outra letra C).
Em alguns casos uma estrela entre 2 letras é uma substituição ao caracatere "&" comercial que poderia indicar uma sociedade.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado abaloado. (Formato sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 25,0cm.
Largura:11,6cm.
Altura: 6,0cm.
Volume: 1.740cm³.
Peso: 2.456g.
Código Munsell: 2.5YR 7/8
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-02.
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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00152.
Número de Controle: 0163.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: C P M (Uma letra C, uma letra P e uma letra M).
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado abaloado. (Formato sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,0cm.
Largura:11,5cm.
Altura: 6,0cm.
Volume: 1.794cm³.
Peso: 2.373g.
Código Munsell: 2.5YR 6/6
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-03.
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00153.
Número de Controle: 0164.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: I ★ A (Uma letra I, desenho de uma estrela e uma letra A).
Em alguns casos uma estrela entre 2 letras é uma substituição ao caractere "&" comercial que poderia indicar uma sociedade.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado abaloado. (Formato sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,0cm.
Largura: 12,0cm.
Altura: 6,0cm.
Volume: 1.872cm³.
Peso: 3.090g.
Código Munsell: 2.5YR 6/6
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares: Em alguns casos uma estrela entre duas letras podem indicar uma sociedade.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-04.
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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00154.
Número de Controle: 0165.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: I ★ P (Uma letra I, desenho de uma estrela e uma letra P).
Em alguns casos uma estrela entre 2 letras é uma substituição ao caracatere "&" comercial que poderia indicar uma sociedade.
O exemplar abaixo tem como sigla oficial (I ★ P) da olaria dos Irmãos Perin, porém, afirmar que o tijolo acima foi realmente fabricado pela mesma olaria do tijolo abaixo, somente as pesquisas poderão com o tempo afirmar tal fato.
Código da imagem: CRV-05.
No exemplar abaixo podemos ver que a estrela está entre 2 letras, neste caso não se trata de uma sociedade, pois o nome é de Archinto Ferrari.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Arco simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 25,5cm.
Largura: 12,0cm.
Altura: 6,0cm.
Volume: 1.836cm³.
Peso: 2.710g.
Código Munsell: 2.5YR 4/4
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares: As estrelas gravadas em tijolos antigos podem variar quanto ao número de pontas, na maioria dos casos elas tem entre 5 e 6.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-08.
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Em fase de catalogação.
Grato.
.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00155.
Número de Controle: 0166.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: F ★ G (Uma letra F, desenho de uma estrela e uma letra G).
Em alguns casos uma estrela entre 2 letras é uma substituição ao carcatere "&" comercial que poderia indicar uma sociedade.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Arco composto. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Medidas:
Comprimento: 24,5cm.
Largura: 12,0cm.
Altura: 6,0cm.
Volume: 1.764cm³.
Peso: 2.450g.
Código Munsell: Sob pesquisas.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-09.
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Em fase de catalogação.Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00156.
Número de Controle: 0167.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: F . S (Uma letra F, um ponto e uma letra S).
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado abaloado. (Formato sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas:
Medidas:
Comprimento: Xcm.
Largura: Xcm.
Altura: Xcm.
Volume: Xcm³.
Peso: Xg.
Código Munsell: Em fase de catalogação.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-10.
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MMMColeção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00157.
Número de Controle: 0168.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: . ★ . (Ponto, desenho de uma estrela e outro ponto).
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado arqueado composto.
Medidas:
Comprimento: Xcm.
Largura: Xcm.
Altura: Xcm.
Volume: Xcm³.
Peso: Xg.
Código Munsell: Em fase de catalogação.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-11.
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Em fase de catalogação.Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00158.
Número de Controle: 0169.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: C ★ M (Uma letra C, desenho de uma estrela e uma letra M).
Em alguns casos uma estrela entre 2 letras é uma substituição ao caractere "&" comercial que poderia indicar uma sociedade.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Arco simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: Xcm.
Largura: Xcm.
Altura: Xcm.
Volume: Xcm³.
Peso: Xg.
Código Munsell: Em fase de catalogação.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-12.
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Em fase de catalogação.Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00159.
Número de Controle: 0170.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: F . N (Uma letra F, um ponto e uma letra N).
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado composto. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Medidas:
Comprimento: Xcm.
Largura: Xcm.
Altura: Xcm.
Volume: Xcm³.
Peso: Xg.
Código Munsell: Em fase de catalogação.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-13.
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Em fase de catalogação.Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00160.
Número de Controle: 0171.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: N S (Uma letra N, um ponto e uma letra S).
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado abaloado. (Formato sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas:
Medidas:
Comprimento: Xcm.
Largura: Xcm.
Altura: Xcm.
Volume: Xcm³.
Peso: Xg.
Código Munsell: Em fase de catalogação.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-14.
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MMMColeção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00161.
Número de Controle: 0172.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: Não consta.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Não consta. (Liso).
Medidas:
Comprimento: Xcm.
Largura: Xcm.
Altura: Xcm.
Volume: Xcm³.
Peso: Xg.
Código Munsell: Em fase de catalogação.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-15.
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Em fase de catalogação.Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCRV-00162.
Número de Controle: 0173.
Construção: Residencial
Local da construção: Casa Antiga na Rua Viena. Ipiranga. São Paulo.
Ano da construção: Entre 1940/1950.
Local do resgate: Casa antiga na rua Viena.
Sistema de aquisição: Por Doação.
Doado por: Pela Sra. Andréia proprietária do local da demolição da antiga casa.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Marca oficial do fabricante: "X" (A gravação "X" pode ser uma letra X ou um 10 em algarismo romano, ou nenhum dos 2 significados sugeridos.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado abaloado. (Formato sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas:
Medidas:
Comprimento: Xcm.
Largura: Xcm.
Altura: Xcm.
Volume: Xcm³.
Peso: Xg.
Código Munsell: Em fase de catalogação.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: CRV-16.
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Publicação 058:
Tijolos.
A História das Olairas do Tijucusú.
Em breve.
EDILEINE CARVALHO VIEIRA.
Este artigo é parte integrante da minha dissertação de mestrado, intitulada O barro cinzento paulista. Produção em barro cozido nas olarias do Tijucusú e de Pinheiros. Ordem de São Bento em São Paulo entre os séculos XVI e XIX. Foi defendida em 2016 no Instituto de Estudos Brasileiros (IEB), da Universidade de São Paulo (USP).
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Publicação 059:
Tijolos.
Uma Cidade Chamada Brazil. Estado de Indiana. USA.
A interessante história de uma pequena cidade nos Estados Unidos chamada Brazil e sua ligação com o nosso país. Entre outros fatos, na entrada na cidade tem uma réplica de uma fonte que está na cidade de Ouro Preto. A cidade é um grande produtor de tijolos cerâmicos.
que são gravados com o nome BRAZIL.
Em 1840 um fazendeiros resolveram por o nome no local de Brazil devido as várias notícias sobre a cidade de Ouro Preto em Minas Gerais. Este fato é único e no Brasil até hoje não encontrei nenhum tijolo com esse gravação. Abaixo imagem de uma réplica de fonte onde a original está na cidade de Ouro Preto.
Fonte: Página da cidade no facebook.Código da imagem: CBZ-01.
Imagem da fonte em Ouro Preto. Minas Gerais.
Código da imagem: CBZ-02.
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No sul de Indiana, no Meio-Oeste americano, existe uma cidade chamada Brazil. Em toda a América do Norte, os assentamentos frequentemente recebiam o nome de um lugar, quase sempre na Europa, com o qual os fundadores tinham alguma ligação. Ao planejar uma viagem de carro neste verão, notei um "Brazil" no mapa, um pouco ao norte do trecho da rodovia interestadual I-70 que eu seguiria. Naturalmente, fiquei intrigado.
Em nenhum momento acreditei que este Brasil em particular tivesse sido fundado por imigrantes sul-americanos, da mesma forma que alemães, ingleses, escoceses, franceses e outros colonizadores fundaram outras comunidades do Meio-Oeste. Em vez disso, suspeitei que o nome tivesse surgido de uma de duas maneiras possíveis.
Imediatamente após a Guerra Civil, milhares de confederados derrotados deixaram sua pátria devastada em busca de autoexílio na América Latina. A maioria foi atraída pelas oportunidades agrícolas no Brasil, uma das últimas sociedades escravistas das Américas. Embora alguns desses migrantes tenham permanecido – e até prosperado – no Brasil, muitos retornaram aos Estados Unidos, seja para seus antigos estados de origem ou para outras partes do país. Eu sabia que no Tennessee existe uma vila que, em 1869, recebeu o nome em homenagem à emigração para o Brasil, então era possível que um retornado da América do Sul tivesse se mudado para Indiana e nomeado um povoado em homenagem ao país para o qual havia buscado refúgio.
Pensei que o mais provável era que a cidade tivesse sido fundada por um pioneiro com o sobrenome irlandês "Brazil", não tão incomum assim. Isso me pareceu uma forte possibilidade, visto que, no século XIX, houve um fluxo relativamente pequeno, mas constante, de imigrantes da Irlanda para Indiana, além de muitas outras pessoas de origem irlandesa vindas de outros estados. Existem inúmeros lugares — grandes e pequenos — em Indiana que levam nomes de famílias, então por que um deles não poderia ter sido chamado de Brazil?. [1].
Entrando no Brasil pela Rodovia Estadual 59.
Código da imagem: CBZ-03.
Código da imagem: CBZ-04.
Código da imagem: CBZ-05.
Fonte: [1].
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Tijolos gravados com o nome Brazil.
Abaixo são 4 exemplares fabricados nas olarias e cerâmicas da cidade.
Fonte: The Official International Brick Collectors Association - Indiana Bricks.
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Material publicitário. Anúncios.
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Publicação 060:
Tijolos.
Fábrica Votorantim. Olaria. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.
Fábrica Votorantim. Avenida Comendador Pereira Inácio nº 16 Vila Santa Helena. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.
Em fase de montagem e catalogação.
A Votorantim, um dos principais grupos empresariais atuando na economia brasileira, tem sua origem que remonta ao ano de 1891, quando o banco União de São Paulo criou a Fábrica Têxtil Votorantim no município paulista de Sorocaba. Com a falência do banco União em 1917, a empresa foi leiloada e, nos anos subsequentes, seu controle acionário foi adquirido pelo português Antonio Pereira Ignácio, um importante industrial do setor têxtil paulista e que fez da Votorantim a principal firma do ramo têxtil algodoeiro de São Paulo nas décadas de 1920 e 1930. Todavia, a partir dos anos 1930, o Grupo Votorantim passou a concentrar esforços no setor de bens intermediários – cimento, produtos químicos, alumínio, aço e ferro – através da constituição das seguintes empresas: Fábrica de Cimento Santa Helena (1936), Siderúrgica Barra Mansa (1937), Cia. Nitro-Química (1937) e a Cia. Brasileira de Alumínio (1955). Tendo em vista a escassez de análises sobre como teria se dado a conversão do Grupo Votorantim do setor de bens de consumo finais à indústria de base, o artigo aborda esta guinada realçando: a correlação entre o Grupo e o projeto industrializante do presidente Getúlio Vargas, os recursos produtivos preexistentes e a expertise industrial de seus dirigentes. A pesquisa calca-se em documentação primária constituída de: relatórios da diretoria do Grupo Votorantim, demonstrações de lucros e perdas e balanços patrimoniais. Como resultado, o artigo traz uma contribuição ao debate sobre a formação de grupos econômicos em economias periféricas, ao demonstrar que, no caso da Votorantim, a geração de receitas pelo próprio Grupo foi o instrumento principal de financiamento à criação das novas empresas no setor de bens intermediários do Brasil.
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Observações Complementares:
1. Matéria com os maiores tijolos já fabricados no Brasil em larga escala, pois, 400 casas foram construídas com esses gigantes.
2. Link para o vídeo dos operários da olaria fabricando os blocos/tijolos.
Direitos Autorais Preservados para Sociedade Anonyma Fabrica Votorantim (S.A.F.V.) | 1922.
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Link do vídeo onde os operários aparecem fabricando os tijolos/blocos:
Galeria de Fotografias Antigas dos Operários da Olaria.
Código da imagem: BF-03.
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Tijolo. Em breve.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TVBF-V00379.
Número de Patrimônio: 0379.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Casas Antigas.
Local da construção: Rua Pacífico de Aguiar. Bairro da Barra Funda. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.
Local do resgate: Bairro da Barra Funda.
Datação do tijolo: Por volta de 126 anos em 2026..
Sistema de aquisição: Doado pelo Sr. Luis Marreta.
Fabricante: Olaria própria da Fábrica Votorantim.
Local do fabricante: Fábrica Votorantim. Avenida Comendador Pereira Inácio nº 16 Vila Santa Helena. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.
Data de fundação da Olaria: Posterior a 1922
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1922
Marca/Sigla do fabricante: Não consta.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 38,5cm.
Largura: 18,5cm.
Altura: 19,5cm.
Volume: 13.888cm³.
Peso: 22.500g.
Código Munsell: 7.5R 5/14.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Manual. Link do vídeo onde mostra os operários fabricando os blocos/tijolos.
Tipo do molde/moldagem: Metálica. manual.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Estado de conservação: Bom.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Observações complementares: Esses matérias constam nas narrativas do vídeo que conta a história da Fábrica como blocos.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i.
Código da imagem: BF-04.
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Tijolo. Em breve.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TVBF-V00380.
Número de Patrimônio: 0380.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Casas Antigas.
Local da construção: Rua Pacífico de Aguiar. Bairro da Barra Funda. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.
Local do resgate: Bairro da Barra Funda.
Datação do tijolo: Por volta de 126 anos em 2026..
Sistema de aquisição: Doado pelo Sr. Luis Marreta.
Fabricante: Olaria própria da Fábrica Votorantim.
Local do fabricante: Fábrica Votorantim. Avenida Comendador Pereira Inácio nº 16 Vila Santa Helena. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.
Data de fundação da Olaria: Posterior a 1922
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1922
Marca/Sigla do fabricante: Não consta.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 38,0cm.
Largura: 19,0cm.
Altura: 20,0cm.
Volume: 14.440cm³.
Peso: 21.135g.
Código Munsell: 7.5R 5/14.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Manual. Link do vídeo onde mostra os operários fabricando os blocos/tijolos.
Tipo do molde/moldagem: Metálica. manual.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Estado de conservação: Bom.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Observações complementares: Esses matérias constam nas narrativas do vídeo que conta a história da Fábrica como blocos.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i.
Código da imagem: BF-05.
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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TVBF-V00381.
Número de Patrimônio: 0381.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Casas Antigas.
Local da construção: Rua Pacífico de Aguiar. Bairro da Barra Funda. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.
Local do resgate: Bairro da Barra Funda.
Datação do tijolo: Por volta de 126 anos em 2026..
Sistema de aquisição: Doado pelo Sr. Luis Marreta.
Fabricante: Olaria própria da Fábrica Votorantim.
Local do fabricante: Fábrica Votorantim. Avenida Comendador Pereira Inácio nº 16 Vila Santa Helena. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.
Data de fundação da Olaria: Posterior a 1922
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1922
Marca/Sigla do fabricante: Não consta.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 37,0cm.
Largura: 12,0cm.
Altura: 18,0cm.
Volume: 7.882cm³.
Peso: 12.450g.
Código Munsell: 7.5R 5/14.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Manual. Link do vídeo onde mostra os operários fabricando os blocos/tijolos.
Tipo do molde/moldagem: Metálica manual.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Estado de conservação: Bom.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Observações complementares: Esses matérias constam nas narrativas do vídeo que conta a história da Fábrica como blocos.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i.
Código da imagem: BF-06.
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A Lajota.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TVBF-V00205. (1).
Número de Patrimônio: 0205.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo. Formato de lajota.
Construção: Casas Antigas.
Local da construção: Rua Pacífico de Aguiar. Bairro da Barra Funda. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.
Local do resgate: Bairro da Barra Funda.
Datação do tijolo: Por volta de 126 anos em 2026..
Sistema de aquisição: Doado pelo Sr. Luis Marreta.
Fabricante: Olaria própria da Fábrica Votorantim.
Local do fabricante: Fábrica Votorantim. Avenida Comendador Pereira Inácio nº 16 Vila Santa Helena. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.
Data de fundação da Olaria: Posterior a 1922
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1922
Marca/Sigla do fabricante: Não consta.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 19,0cm.
Largura: 19,0cm.
Altura: 4,2cm.
Volume: 1.616cm³.
Peso: 2.490g.
Código Munsell: 7.5R 5/14.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Manual. Link do vídeo onde mostra os operários fabricando os blocos/tijolos.
Tipo do molde/moldagem: Metálica manual.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Estado de conservação: Bom.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Observações complementares: Esses matérias constam nas narrativas do vídeo que conta a história da Fábrica como blocos.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i.
Código da imagem: BF-07.
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A Lajota.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TVBF-V00206. (2).
Número de Patrimônio: 0201.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo. Formato de lajota.
Construção: Casas Antigas.
Local da construção: Rua Pacífico de Aguiar. Bairro da Barra Funda. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.
Local do resgate: Bairro da Barra Funda.
Datação do tijolo: Por volta de 126 anos em 2026..
Sistema de aquisição: Doado pelo Sr. Luis Marreta.
Fabricante: Olaria própria da Fábrica Votorantim.
Local do fabricante: Fábrica Votorantim. Avenida Comendador Pereira Inácio nº 16 Vila Santa Helena. Município de Votorantim. Estado de São Paulo.
Data de fundação da Olaria: Posterior a 1922
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1922
Marca/Sigla do fabricante: Não consta.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 19,0cm.
Largura: 19,0cm.
Altura: 4,2cm.
Volume: 1.616cm³.
Peso: 2.490g.
Código Munsell: 7.5R 5/14.
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Manual. Link do vídeo onde mostra os operários fabricando os blocos/tijolos.
Tipo do molde/moldagem: Metálica manual.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Estado de conservação: Bom.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Observações complementares: Esse formato de tijolo foi muito usado pelo romanos, com suas técnicas de fabricação e uso, que acabaram se espalhando pelo mundo. As imagens abaixo mostram construções de milhares de anos, feitas com esse tipo de material.
The Historical Ruins of the Baths of Caracalla. Roma.
Imagem [1].
Imagem [2].
Fonte: [1], [2].
______________ & _______________
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i.
Código da imagem: BF-08.
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Publicação 061:
Matéria.
Os Tijolos como Lastros em Navios.
Em fase de pesquisas e montagem.
Este estudo tem como finalidade discutir um assunto muito polêmico no meio acadêmico, que é o uso de tijolos cerâmicos como lastro nas embarcações
Significado e Origem do Termo Lastro.
Para ajudar na flutuabilidade e controle de uma embarcação usa-se pesos extras para dar mais equilíbrio ao navio. As peças, que podem ser pedaços de rochas, cascalhos, peças de ferro ou mesmo tijolos, onde são depositados geralmente no fundos das embarcações e que tem como finalidade deixar o centro de gravidade mais exato possível. Esse sistema pode evitar desenquilíbrio durante as navegações. Atualmente o material usado para esse fim é água.
Quanto a Origem do Termo.
.1. A palavra lastro tem origem no termo holandês last, que significa "carga" ou "peso". O vocábulo chegou à língua portuguesa através do universo náutico. [1].
2. ..." A palavra "lastro" surgiu na língua inglesa no final do século XV para designar qualquer material pesado colocado no fundo de um navio"...[2].
3. "Etimologia: século XVI: provavelmente do baixo-alemão; relacionado ao dinamarquês antigo e ao sueco antigo *barlast*, literalmente: carga nua (sem valor comercial), de *bar* (nu, mero) + *last* (última carga, fardo)" [3].
Fontes:
A Pesquisa.
A finalidade desta pesquisa tem como fonte os tijolos que podem ter sido usados como lastro em embarcações. Alguns pesquisadores questionam dessa afirmação, enquanto outros citam em seus trabalhos que tijolos foram usados como lastro em navios que saiam, principalmente da Europa para a América. No acervo do Museu do Mar em São Sebastião, litoral de São Paulo, tem tijolos que foram resgatados de antigos naufrágios que podem tanto ter sido trazidos como um elemento com finalidades comerciais ou mesmo como lastro somente, fato esse que é discutível sem dúvida.
Pesquisas Pontuais sobre o Assunto.
"O lastro era – e continua sendo – crucial para a segurança de todos os navios, sendo utilizados diversos materiais, incluindo cascalho, areia, pedra e barras de ferro. O lastro precisava ser fixado para evitar que se deslocasse e causasse uma catástrofe. Muitas embarcações navegavam "em lastro" mesmo sem carga. O fornecimento de lastro era uma indústria substancial em todo o mundo e, antigamente, grande parte do carregamento e descarregamento era feito manualmente".
Lastro como Moeda de Comercial.
1. Estes são tijolos de lastro do século XVIII. Navios da Escócia ou da Grã-Bretanha faziam a viagem transatlântica para o Caribe quase vazios, então os tijolos eram colocados no lastro para manter o navio na posição vertical, daí o nome "tijolos de lastro". Ao chegar em Barbados ou outras ilhas, os tijolos eram descarregados e substituídos por mercadorias como açúcar, rum e melaço. [1].
Código da imagem: LST-01.
2. "Nenhum elemento histórico pavimentou o caminho para Barbados de forma tão literal quanto o tijolo de lastro. Esses tijolos marrom-avermelhados foram introduzidos na ilha no início do século XVIII. Navios que viajavam da Escócia ou da Grã-Bretanha viajavam quase vazios, utilizando tijolos de lastro perto da quilha para manter a embarcação na posição vertical. Posteriormente, esses tijolos eram descarregados no cais e substituídos por mercadorias como açúcar, rum e melaço. Barbados estava em seus estágios iniciais de desenvolvimento na época, e os tijolos de lastro eram facilmente encontrados e um material de construção durável, tornando-os a opção perfeita para desenvolver a infraestrutura da ilha. Como resultado, os tijolos de lastro foram incorporados a muitos edifícios na cidade de Bridgetown. Como prova de sua durabilidade, um grande número desses edifícios ainda pode ser visto hoje em dia por toda a cidade. Embora esses tijolos fantásticos não sejam mais produzidos, eles resistiram ao tempo por séculos e podem ser encontrados em muitos locais históricos de Barbados. Não deixe de procurar por esses tijolos incríveis enquanto explora os sítios históricos de Barbados". [2].
Fontes:
Por muitos séculos tijolos foram levados para várias partes do mundo pelo sistema de lastro. No início sua função dentro das embarcações era específica, mas com o passar dos tempos, e devido ao grande movimento marítimo comercial, o lastro de tijolos passa ter um outro fim, o sistema comercial rentável, passado a ser uma nova moeda de compra e venda, chegando ao ponto do governo da Holanda pedir elaborar leis para argumentar esse novo sistema comercial.
Quando os navios chegavam aos portos os capitães tinham que apresentar um documento conhecido como manifesto, nele havia uma lista de tudo que estava no navio com finalidade de comércio e tinham que pagar alguns tributos, e em alguns casos, imposto direto paras coroas ou mesmo despesas locais. Sabendo disso os proprietário das embarcações traziam os tijolos e os incluíam como lastro, ficando assim fora da lista de produtos comerciais evitando assim pagamentos de tributados. mas na realidade esses tijolos eram trocados por mercadorias, como caixas de açúcar, assim, eram levados para seus países e vendidos. Como esses produtos eram comercializados quando chegavam, ainda é uma incógnita histórica, mas é possível que esses matérias eram desembarcados antes de entrar nos portos oficias, fato esse que é apenas uma possibilidade, considerando que essa atividade ilegal acontece até hoje.
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Publicação 062:
Matéria.
O Tijolo e a Estrela de Belém.
Em fase de montagem.
A proposta desta pesquisa tem como fonte os estudos sobre os tijolos antigos gravados com uma representação da Estrela de Belém. Alguns estudos citam que o desenho é uma homenagem ao Cometa de Halley, mas depois de pesquisas mais elaboradas, onde várias fontes foram consultadas, a conclusão é que o desenho é realmente uma descrição da Estrela de Belém.
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Publicação 063:
Matéria.
Pesquisas sobre Moldes para Fabricação de Tijolos.
Em breve.
A finalidade desta pesquisa tem como fonte os moldes que são usados para a fabricação de tijolos. Nesse trabalho serão apresentados tanto moldes encontrados no Brasil quanto em outros países.
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O Tijolo.
O documento não cita as medidas do tijolo. A marca gravada é composta por: Uma letra S, de serviço, uma letra E, de engenharia, um traço, um número 1 e uma letra A, neste caso o número (1) e a letra (A) juntos, podem indicar um sistema de rastreabilidade.
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Publicação 064:
Tijolos.
Casa das Caldeiras. Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo.
Em fase de catalogação.
Grato pela atenção.
Link do documento sobre o tombamento da fábrica.
https://www.ipatrimonio.org/wp-content/uploads/2013/12/Ipatrimonio-Processo-24263-85-Industrias-Reunidas-Francisco-Matarazzo-Vol1.pdf
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Publicação 065:
Tijolos.
Torre do Jardim da Luz.
A Torre Meteorológica do Jardim da Luz é o foco principal deste estudo, onde serão abordados fatos históricos com base no tijolo resgatado na ruínas da base da antiga torre.
Torre circular onde funcionou a Estação Meteorológica da Comissão Geográphica e Geológica de 1888 a 1894 no Jardim da Luz, posteriormente transferida para o edifício da Escola Normal da Praça da República. Ao fundo, vista da Torre Meteorológica do Jardim da Luz na capital de São Paulo. Era conhecida como o “Canudo de João Teodoro” em alusão ao presidente da província de São Paulo de 1982 a 1985, João Teodoro, governador do período.
Segundo comentários no meio acadêmico, os tijolos da Torre Meteorológica foram usados na construção do muro da Estação da Luz que fica em frente ao jardim da Luz, porém esse fato ainda carece de investigações
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Curtas. Histórias & Fatos.
1. O edifício, à época o mais alto da cidade, ganharia um observatório meteorológico em 1886. Dezesseis anos depois, no período de construção da Estação da Luz, o prefeito Antônio Prado pediu a demolição...
2. Torre circular onde funcionou a Estação Meteorológica da Comissão Geographica e Geológica de 1888 a 1894 no Jardim da Luz, posteriormente transferida para o edifício da Escola Normal da Praça da República. O Jardim da Luz foi criado em 1825 no local conhecido como Campo da Luz ou Campo do Guaré, e tornou-se o primeiro parque público de São Paulo, local onde foi iniciada a construção da Capela Nossa Senhora da Luz, dando ao nome. Já foi denominado de Jardim Botânico da Luz, Jardim Público da Luz e novamente Jardim da Luz. Era conhecida como o 'Canudo de João Teodoro' em alusão ao presidente da província de São Paulo de 1982 a 1985, João Teodoro, governador do período. Dr. João Teodoro Xavier de Matos foi político, Advogado, Professor de Direito, Promotor Público, Procurador da Tesouraria da Fazenda, e o primeiro urbanista do Brasil, promovendo reformas importantes do traçado urbano da capital de São Paulo.
O Jardim da Luz.
3. Originado num viveiro de plantas criado em 1800 por ordem real, o jardim foi a primeira área verde da cidade. Vinte e cinco anos depois, seria convertido em passeio público, dando início ao conceito de área de lazer e bem estar dos cidadãos. Também foi a porta de entrada da cidade, com a construção da estação da Luz, em 1860, que ficava dentro do jardim. Por ali chegavam milhares de imigrantes e visitantes, e nessa época o parque teve diversas melhorias.
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Horto Botânico.
Em 19 de novembro de 1798, o capitão-general Bernardo José de Lorena (no texto de Maurício Rodrigues de Resende, é mencionado como Capitão General Governador Antonio Manoel de Mello Castro e Mendonça, mais conhecido como General Pilatos) recebeu por Aviso Régio a ordem para a criação de um Horto Botânico na cidade e nomeou para diretor e inspetor do empreendimento, o sargento-mor António Marques da Silva.
"A criação do Horto Botânico deveu-se à necessidade de propagar no Brasil o conhecimento de plantas que pudessem ser exploradas economicamente. Essa concepção de plantio foi adotada diversas vezes pela metrópole como exemplo da cana de açúcar, oriunda da Ilha de Açores. No Horto, também havia a intenção de se promover a agricultura com a transplantação e a introdução de novas plantas que se adaptassem ao clima da cidade (como o cacau e baunilha) e o cultivo de espécimes para produzir madeira para a indústria naval e fabricação de papel. Ou seja, criação do Horto Botânico foi definida pelo interesse econômico da Coroa, que procurava uma nova maneira de não só explorar, mas de manipular os recursos naturais da cidade."
[RESENDE, Maurício Rodrigues de. O jardim da luz e os desdobramentos da urbanização paulistana. Revista PIBIC, Osasco, v. 5, n. 6, 2011, p. 99-110] No dia 28 de setembro de 1799, foram concedidas no Bairro da Luz, "vinte datas de terra com restada de 273 braças (600,60 metros) contadas desde os muros do padre Capelão até o ângulo defronte ao Espaldão (contraforte do aterrado de Santana) (...) A iniciativa dependia de verbas. Então, apelou-se à generosidade dos habitadores e, por meio de subscrição popular, obteve-se a importância de 6:906$000, parte da qual foi empregada na construção de quartel para o Corpo de Artilharia dos Voluntários Reais. Essa obra iniciada no Campo da Luz seria interrompida e seus muros demolidos, definitivamente, em 1844. Mas, parte da quantia se aplicou no aparelhamento do Holpital Militar, no Acú, enquanto os subscritores seriam contemplados com patentes militares." [JORGE, Clóvis de Athayde. Luz: notícias e reflexões. Histórias dos bairros de São Paulo. São Paulo: DPH - Departamento do Patrimônio Histórico, 1988, p.52-53.]
Um dos espaços públicos mais antigos da cidade, as obras para a construção do Jardim da Luz começaram em 1799, porém, sua execução se prolongou por vários anos, segundo Antonio Barreto do Amaral, principalmente, pela falta de água na área. Isso acontecia porque o abastecimento de água, até chegar à área da Luz, realizava um grande percurso a céu aberto, ficava sujeito a enormes quantidades de contaminação e desvios de curso (por exemplo, para abastecer chácaras e fazendas) até chegar ao Jardim. O caminho da água começava no Rio Saracura Grande (hoje, Avenida 9 de Julho), e finalizava o abastecimento no Jardim Botânico (Jardim da Luz). Com isso a água que conseguia alcançar o seu destino chegava em quantidade reduzida, e não era suficiente para o funcionamento do Horto Botânico.
O espaço foi inaugurado, somente - e incompleto -, apenas em 1825. Segundo Maurício de Rodrigues de Resende, já na sua inauguração o local passou a ser chamado de "jardim" e não mais "horto", pois, devido aos problemas de abastecimento de água, era inviável a criação de um horto, pois não haveria irrigação suficiente para as árvores e plantas. Devido aos grandes investimentos financeiros aplicados até então no espaço, era necessário reaproveitar a área de alguma forma, transformando-o em "Jardim Botânico":
"Continua-se a trabalhar no jardim [Botânico] estabelecido nesta cidade; ainda que seja uma despesa que mais toca ao agradável do que ao útil, não se pode dispensar, uma vez que ele já serve de recreio aos cidadãos em certos dias, e não é conveniente abandonar uma obra começada, perdendo-se o que está feito."
[Rafael Tobias de Aguiar. José Olympio, vol.2, 1954, p.533. APUD. GORDINHO, Margarida Cintra, CANNABRAVA, Iatã. Patrimônio da metrópole paulistana. São Paulo: Terceiro Nome / Secretaria do Estado de Cultura, 2010, p.108.] Aliás, o relato de Tobias de Aguiar sobre "continua-se a trabalhar", refere-se ao fato de que, em 1825, o então "Jardim Botânico", como era chamado inicialmente, foi inaugurado, porém, como já mencionado, não estava concluído. O Presidente da Província, Lucas Antônio Monteiro de Barros, deliberou que os trabalhos no local prosseguissem, nomeando para diretor do projeto o Marechal José Arouche Toledo Redon. Porém, o marechal ficou pouco tempo no cargo, sendo substituído por Antônio Maria Quartim. Poucos anos depois da inauguração parcial, o local já encontrava problemas de abandono e falta de fiscalização. No dia 6 de março de 1830, José Carlos Pereira de Almeida Torres, então, no cargo de presidente provincial, ao visitar o jardim, "verificou que o local fora 'transformado em pasto de gado, visto que encontrou, soltos, dentro do mesmo jardim, oito bois de carro e um cavalo, que soube pertencerem a um jardineiro alemão que ali não se achava; que foi informado de que o abuso datava já de muito tempo e que no lugar onde estavam os bois, se havia feito uma plantação de capim à custa da Fazenda Pública, tendo encontrado três mulheres sem fazerem nada e observou estarem trabalhando ou enchendo o tempo, três estrangeiros que ganhavam cada um 420 réis por dia e um escravo da nação, sem que tivesse quem os inspecionasse e dirigisse'. O resultado dessa inspeção foi a dispensa do jardineiro que ganhava 25$000 mensais aliado ao fato do mesmo produzir carvão e mandá-lo vender na cidade."
[JORGE, Clóvis de Athayde. Luz: notícias e reflexões. Histórias dos bairros de São Paulo. São Paulo: DPH - Departamento do Patrimônio Histórico, 1988, p.55.]
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O TIJOLO.
Em breve.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TJL-M696.
Número de Controle: 0031.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Jardim da Luz.
Local de construção: Jardim da Luz. Bairro da Luz. São Paulo. Estado de São Paulo.
Local do resgate: Jardim da Luz. Bairro da Luz.
Início da construção: A contrição do Jardim começou em 1799.
Sistema de aquisição: Por doação. Doado pela administração do Jardim da Luz.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: I R
Data provável da fabricação: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisa.
Formato da moldura: Retangular simples. Formato original da geometria.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 23,0cm.
Largura: 13,0cm na parte mais larga e 11,5 cm na parte mais estreita. Trata-se de uma peça com formato não equalizado. Tijolos com esse formato geralmente são
usados em torres circulares.
Altura: 7,0cm.
Volume: 1.656cm³.
Peso: 3.165g.
Código MunseLL: 7.5RY 5/14.
Integridadde da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: IM-0JL45.
A Olaria Abaixo pode ter sido o fabricante do tijolo acima:
Irmãos Rovai.
Local: Endereço completo sob pesquisas. Cidade de Osasco – SP.
Documento cita o nome Rovai
“Adquiriram terrenos e construíram casas nas imediações do Bairro do Maneco as seguintes pessoas, que foram os primeiros moradores do local: Teófilo Ribeiro,
carpinteiro; Vicente Buscarini, ferreiro; Nicola Leme, sapateiro; Domingos Finocchio, negociante; José Fiorita, negociante; Pascoal Bocci, bananeiro; Venâncio Pires,
Leonardo Venturini, José Melleiro, Joaquim Jacinto, Manuel Carvalho, também negociantes; Antônio de Sá, Francisco Argiolli, Nicola Abruzzese e outros. Fora os
proprietários, moravam em terras do Maneco, nas margens do Tietê, próximo ao Km 18, diversas famílias italianas, que ali fundaram uma olaria. Eram as famílias de
Pedro Michelli, Leonildo Rovai, André Rovai, Vicente Lenzi e Ascânio Pierini".
Página nº 27.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1870.
Data de atividade documentada: 1870.
Sigla sugerida: I R
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Publicação 066:
Tijolos.
Igreja Luterana de São Paulo.
Em fase de montagem.
Fotografia de 1920. Autor : Desconhecido.
Código da imagem: IL-01..
Evangélica de Confissão Luterana do Brasil.
O prédio que aparece à direita da Igreja, em um tom mais escuro, é o local onde havia o edifício da Polícia Federal que desabou durante o incêndio. Fonte: São Paulo de Antigamente. História: A Igreja Evangélica Luterana de São Paulo, também conhecida como Igreja Martin Luther, é uma das sedes do sínodo Sudeste da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil, localizada perto do Largo do Paiçandu, no Centro Histórico de São Paulo. O templo foi fundado em 25 de dezembro de 1908, sendo um dos principais pontos de encontro da comunidade alemã na primeira metade do século XX. Inicialmente, foi chamado pelo nome alemão Stadtkirche (tradução livre: Igreja da cidade), passando a ser conhecido, posteriormente, como Igreja Matriz e então, apenas em 1991, sendo batizado como Igreja Martin Luther. É considerada a primeira paróquia evangélica luterana na capital paulista, assim como o primeiro templo no estilo neogótico a ser construído na cidade. Na madrugada de 1º de maio de 2018, um incêndio seguido de desabamento do Edifício Wilton Paes de Almeida, ocupado por sem tetos e ao lado da igreja, destruiu grande parte da construção da Igreja.
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O Tijolo:
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TIELSP-0057.
Número de Controla: 0032.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Igreja Evangélica Luterana de São Paulo.
Local da construção: Avenida Rio Branco nº 134. Bairro de Santa Efigênia. São Paulo.
Local do resgate: Igreja Evangélica Luterana de São Paulo. Avenida rio Branco nº 134. Bairro de Santa Efigênia. São Paulo.
Ano da construção: 1906.
Datação do tijolo: Por volta de 114 anos em 2020.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: * P * (Estrela, Letra P e Estrela).
Local: Endereço completo sob pesquisas. Entre 1906 e 1907.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Detalhes: Tijolo doado pela secretaria da Igreja Evangélica Luterana de São Paulo. Fundada em 1907 e inaugurada em 1909.
Estilo arquitetônico: Neogótico. Site: http://www.luteranos.com.br/
Formato da moldura: Sextavado composto. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,0cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 6,5cm.
Volume: 2.106cm³.
Peso: 2.750g.
Código MunseLL: 7. 5YR 6/8.
Integridadde da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da Imagem: IL-02.
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Publicação 067:
Matéria.
Cava do Caulim do Sacoman. Cidade de São Paulo.
Em fase de catalogação.
Grato.
Um Relato Arqueológico.
Na arqueologia tem um procedimento muito eficaz que é a abordagem com pessoas que moram a muitos anos no local que está sendo analisado. Durante as pesquisas descobrimos que na Vila Maria Estela, onde havia a Cava do Sacomâ, o Matarazzo teria construído uma pequena vila com 20 casas para seus funcionários, ao lado da cava. Meu filho foi até a vila e descobriu que ainda havia o último funcionário da Matarazzo morando no local. Depois das apresentações o Sr. Luis recebeu o Rafael em sua casa e narrou suas história, contou que trabalhou na cava entre 1958 e 1962, onde fez questão de apresentar sua carteira profissional com o registro da Matarazzo. Segundo ele o Matarazzo nunca teve ali uma olaria, mesmo assim, os moradores da região chamavam aquele local de olaria do Matarazzo. Contou também que a função dele era tomar conta da área e controlar os caminhões que vinham de São Caetano para retirar o caulim para ser levado até a Fábrica de louças Claudia, empresa que pertencia ao grupo. mas com o tempo o local de tanto ser escavado virou um grande lago, onde meninos da vila entravam por debaixo das cercas para nadar no local. Assim a cava passa a ser um local perigoso. Como as bombas não davam conta de retirar a água acumulada, a cava então foi desativada, anos depois a área foi aterrada e depois ali foi construído um hipermercado.
O Caulim Rosa Sacomã do Estado de São Paulo.
SOUZA SANTOS (1989) relata que uma das grandes dificuldades no estudo de caulins para cerâmica branca é a falta de especificações para o emprego em usos tais como louça doméstica, porcelana elétrica, azulejos, material sanitário etc. O caulim rosa Sacomã do Estado de São Paulo, proveniente de mina já esgotada, foi muito usado como material de referência para estudos comparativos com outros caulins de uso cerâmico. Estudos mineralógicos mostraram tratar-se de um caulim constituído essencialmente de caulinita bem cristalizada, perfil hexagonal, baixos teores de haloisita, hidróxido de ferro e montmorillonita. CLARK (1957, 1960) citado por SOUZA SANTOS (1989) chegou a propor uma padronização dos caulins ingleses para usos diversos, no entanto essa proposição não foi aceita nos outros paises.
Observação. Podemos encontrar o nome Sacoman escrito de outras formas: Saccoman, Sacomã, Sacomãn e Sacoman.
O Caulim.
Caulim é o nome comercial dado a uma argila branca ou quase branca, constituída essencialmente de caulinita. Há mais de três mil anos, os chineses já usavam o caulim para fazer porcelana (ROSKIL,1996). GRIM (1958) define caulim como sendo uma rocha constituída de material argiloso, com baixo teor de ferro e cor branca. Os caulins são silicatos de alumínio hidratado, cuja composição química aproxima-se de Al2O3.2SiO2.2H2O, contendo outros elementos como impureza. A caulinita, mineral predominante dos caulins, é um silicato hidratado de alumínio, cuja célula unitária é expressa pela fórmula Al4(Si4O10)(OH)8.
Caulim Primário.
Caulim Primário. BRISTOW (1987a) descreve os caulins primários como sendo o resultado da alteração de rochas in situ, e dependendo da sua origem são classificados em : intemperizados, hidrotermais e solfataras. O depósito intemperizado ocorre em regiões de clima tropical (quente e úmido), onde as condições físico-químicas favorecem a decomposição dos feldspatos e de outros alumino-silicatos presentes em granitos, pegmatitos e rochas metamórficas. O que ocorre, do ponto de vista de processo, é a hidratação de um silicato anidro de alumínio, seguido de remoção de álcalis, segundo a reação: Feldspato + Água = Caulinita + Sílica + Hidróxido Potássico Potássico 2KAlSi3O8 + 3H2O = Al2Si2O5(OH)4 + 4SiO2 + 2KOH (1) Ainda segundo o mesmo autor, no depósito hidrotermal, a alteração da rocha ocorre quando há circulação de fluidos quentes, originados do interior da crosta (ou água juvenil). Os depósitos de caulim em St. Austel, no sul da Inglaterra, são exemplos de caulim primário resultante da alteração (hidrotermal) de granitos. No caso de depósito solfatara, as rochas são alteradas pela ação de emanações vulcânicas ácidas, constituídas de vapores d’água, ricos em enxofre. depósito pode ser encontrado nas proximidades de Roma, Itália.
Onde hoje é o Carrefour Anchieta que fica na Rodovia Anchieta nº 3398. Jardim Maria Estela, São Paulo. 04246-900.
È possível que a Ordem dos Beneditinos, que tinham uma Olaria no Bairro da Fundação em São Caetano do Sul, próximo do local da cava por volta de 1710, também tiravam a argila da Cava do Sacomã. Porém esse fato ainda carece de muitas pesquisas.
Nesta foto podemos ver parte do barranco que fica na Via Anchieta antes da entrada para do hipermercado.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Código da imagem: CS-03.
Nesta foto podemos ver parte da parede de argila com tonalidades variadas, e com sulcos provocados pela ação das chuvas e ventos.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Código da imagem: CS-01.
Nesta foto podemos ver parte da parede de argila com tonalidades variadas, como o barranco fica exposto ao tempo isso causa uma descoloração e muda assim as corres.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Código da imagem: CS-05.
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Ainda em fase de pesquisas, mas é possível que os 4 exemplares abaixo poderiam ter sido fabricado com a argila retirada desta cava.
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Publicação 068:
Tijolos.
Fábrica de Louças Claudia. Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo.
Conde Francesco Matarazzo.
Nasceu na Itália em 1881, casado e com dois filhos, Francesco Matarazzo migrou para o Brasil. Teve treze filhos. Instalou-se em Sorocaba, naquela época o maior centro brasileiro de comércio de gado, onde abriu uma venda. Teria começado a fazer fortuna por meio de uma economia feroz: dizem que comia apenas pão seco e bananas. É considerado o pioneiro da grande indústria no Brasil. Atuou no comércio, na indústria, na navegação e no setor financeiro.
Fonte: https://pioneiros.fea.usp.br/francisco-matarazzo/
Fotografia aérea da década de 1950. Autor desconhecido.
A Indústria Química Matarazzo S.A implantou seu complexo industrial na Rua Mariano Pamplona, nº 220, no Município de São Caetano do Sul, em 1932 possuindo como atividades principais a fabricação de soda cáustica, cloro, compostos de cloro, ácido sulfúrico, rayon, celulose, carbureto de cálcio, acetileno, ferro-síicio, fundição, hidrogenação de óleos e produção de agrotóxicos (Hexaclorociclohexano – H.C.H e Toxafeno).No decorrer dos anos, a empresa foi desativando paulatinamente essas unidades, sendo que a partir de 1987 nenhuma atividade industrial é exercida no local, estando a maioria dos galpões demolidos. 13/02/2022 10:06 Museu Virtual do Tijolo Antigo. https://museudotijoloantigo.blogspot.com 263/833 As ações objetivando o controle das fontes de poluição ambiental da indústria tiveram início na década de 60 e durante o período em que operou no local a empresa foi penalizada pela CETESB em diversas oportunidades com autos de advertência e de multa, por poluição do ar, águas e solo, recebendo inclusive multas diárias.
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Este exemplar foi muito difundido na internet porque fazeia parte da construção da mansão Matarazzo que ficava na Avenida Paulista, onde hoje está o Shopping Cidade São Paulo.
O tijolo está em exposição na empresa Cyrela construtora do Shopping.
https://www.cyrela.com.br/
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Os Tijolos.
Todos os tijolos foram doados pelo filho do Sr. José Antonio. filho de um antigo funcionário que trabalhou na fábrica em São Caetano. Depois de um contato e de conhecer nosso trabalho o ele se dispôs a doar os tijolos que seu pai havia recolhido durante os períodos das sucessivas demolições da antiga fábrica para guardar de lembrança. Acredita-se que milhares de tijolos do antigo complexo foram descartados em caçambas e jogados em aterros sanitários. Por isso é importante que façamos os resgates desses documentos histórico, para que não sejam descartados e desapareçam para sempre, o que é um crime contra nossa história. A princípio forram adquiridos 4 tijolos gravados com a sigla I R F M (indústrias Reunidas Francisco Matarazzo). Os outros tijolos foram resgatados de caçambas que ficavam nas imediações do complexo por vários colaboradores.
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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TIRFM-00250.
Número de Controle: 0044.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Cerâmicas Claudia.
Local da construção: Cerâmicas Claudia. Complexo Industrial Francisco Matarazzo. Bairro Fundação. Cidade de São Caetano do Sul. Estado de São Paulo.
Local do resgate: Vários colaboradores de vários locais, moradores ou não da cidade, foram doadores desses tijolos.
Ano da construção: 1932.
Fabricante: Sob pesquisa.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: I R F M
Significado da sigla: Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Detalhes:
Descrições físicas.
Formato da moldura: Arco composto. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 23,3cm.
Largura: 12,0cm.
Altura: 5,5cm.
Volume: 1.537cm³.
Peso: 2.050g.
Código Munsell: 10YR 5/6
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Estado de conservação: Bom.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Gabriela de Mello.
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:
Código da imagem: IRFM-05.
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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TIRFM-00251.
Número de Controle: 0045.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Cerâmicas Claudia.
Local da construção: Cerâmicas Claudia. Complexo Industrial Francisco Matarazzo. Bairro Fundação. Cidade de São Caetano do Sul - SP.
Local do resgate: Vários colaboradores de vários locais, moradores ou não da cidade, foram doadores desses tijolos.
Ano da construção: 1932.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: I R F M
Significado da sigla: Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Detalhes:
Descrições físicas.
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 24,0cm.
Largura: 12,3cm.
Altura: 5,5cm.
Volume: 1.623cm³.
Peso: 2.250g.
Código Munsell: 10YR 4/4
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Estado de conservação: Bom.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: IRFM-06.
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Coleção: Marco Machado.
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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TIRFM-00253.
Número de Controle: 0047.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Cerâmicas Claudia.
Local da construção: Cerâmicas Claudia. Complexo Industrial Francisco Matarazzo. Bairro Fundação. Cidade de São Caetano do Sul - SP.
Local do resgate: Vários colaboradores de vários locais, moradores ou não da cidade, foram doadores desses tijolos.
Ano da construção: 1932.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: I R F M
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Detalhes:
Descrições físicas.
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 23,0cm.
Largura: 11,2cm
Altura: 5,0cm.
Volume: 1.288cm³.
Peso: 1.600g.
Código Munsell: 10YR 5/8
Integridade da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Estado de conservação: Bom.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: IRFM-08.
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Publicação 069:
Tijolos.
Fazenda Vassoural. Cidade de Itu. Estado de São Paulo.
Endereço: Fazenda Vassoural. Rua Porto Velho nº 300. Bairro Brasil. Cidade de Itu. Estado de São Paulo.
Nosso acervo conta com 6 exemplares doados pela administração da fazenda ao nosso colaborador o Sr. Paulo Zanetti.
História.
A Casa Sede
A Casa Sede da Fazenda Vassoural segue a tradição bandeirantista, construída em taipa de pilão, sistema rudimentar de construção de paredes e muros, tradicionalmente usada para a construção de São Paulo, que data de 1790. Originalmente, as terras eram de propriedade de Beatriz de Borba Gato, avó do bandeirante e Tenente General do Mato, Manuel de Borba Gato, que as recebeu como dote. Na época, as terras se estendiam de Itu até Cabreúva, porém não se sabe ao certo qual era a extensão original. A fazenda foi fundada na vigência da Lei Sesmaria, que impedia que ruralistas deixassem suas terras e fossem viver na cidade, Isso porque a colheita de café e cana-de-açúcar havia caído muito.
A Colônia.
Ao lado da casa sede estão as casas da colônia, construídas de tijolo aparente e que ocupam todo o lado maior do terreiro de café. Elas foram erguidas no início do século 20 e serviam de moradia para 40 famílias imigrantes que trabalhavam na produção do café, sendo desativadas em 1980.
O Terreiro.
Também próximo à casa sede fica o terreiro, construção que servia para a secagem do café no sol, processo que demorava cerca de uma semana para acontecer e preparava os grãos para serem torrados.
Engenho, Casa de Moenda e Casa de Purgar.
O terreno também tem construções como o engenho, a casa de moenda e casa de purgar como herança da época de produção do açúcar. Erguidas em 1831, as casas são marcas do período de mão de obra escrava, responsáveis pela colheita, moenda e produção do açúcar. O engenho conta com um forno do tipo “trem da Jamaica” que, com uma chaminé, aquecia quatro tachos de cobre e era tido como um dos melhores da época. Este é o único forno deste tipo que ainda permanece em São Paulo.
A Tulha.
O salão que hoje abriga festas e eventos servia como uma espécie de armazém para estocar as sacas de café que ficavam prontas. E as duas tulhas situadas na Fazenda, são raridade no Brasil e quase não se encontram mais.
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Os Tijolos.
X
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O Tijolo.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TFVS-00600.
Número de Controle: 0272.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Fazenda Vassoural.
Designação construtiva: Fazenda.
Local da construção: Rua Porto Velho nº 300. Cidade de Itu. Estado de São Paulo.
Local de aquisição: Fazenda Vassoural. Rua Porto Velho nº 300.
Ano da construção: 1790.
Sistema de aquisição: Por doação. Doada pela proprietária da Fazenda Vassoural ao nosso colaborador Sr. Paulo Zanetti.
Fabricante: Organização dos Jesuítas. João Ferraz de Almeida Prado Sobrinho.
Local do fabricante: Bairro de São José. Cidade de Itu. Estado de São Paulo.
Marca oficial do fabricante: Um desenho da Organização Religiosa do Sagrado Coração de Jesus. A Olaria Coração de Jesus século XVIII, fabricante dos tijolos acima pertencia a João Ferraz de Almeida Prado Sobrinho, O Nho.
Observação: Devido as condições do tijolo a marca aparece de forma pouco visível. Porém abaixo tem uma imagem de um dos vários tijolos do nosso acervo com a mesma marca. Exemplar da Fazenda Paraizo. Itu.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TFVS-00600.
Número de Controle: 0272.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Durante o século XVIII.
Período de atividade da Olaria: Sob pesquisas.
Encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Descrições físicas.
Formato da moldura: Losango arqueado. (Formato sugerido pelo MVTA).
Medidas:
Comprimento: 27,0 cm.
Largura: 12,0 cm.
Altura: 6,0 cm.
Volume: 1.944 cm³.
Peso: 3,125 g.
Código Munsell: 2.8YR 8/4.
Integridade da peça: Completa/Excelente.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. (Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O).
Quanto a composição química do tijolo temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Descrição da composição química do exemplar: Sob pesquisas.
Autoria da imagem: Rafael de Mello..
Câmera: Canon Rebel EOS T6i. 18:55 mm.
Código da imagem: FVS-01.
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O Tijolo.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TFVS-00601.
Número de Controle: 0273.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Tipo de construção: Fazenda Vassoural.
Local da construção: Rua Porto Velho nº 300. Cidade de Itu. Estado de São Paulo.
Local de aquisição: Fazenda Vassoural. Rua Porto Velho nº 300.
Ano da construção: 1790.
Sistema de aquisição: Por doação. Doada pela proprietária da Fazenda Vassoural ao nosso colaborador Sr. Paulo Zanetti.
Fabricante: Organização dos Jesuítas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Marca/Sigla oficial do fabricante: A marca ou a sigla foi removida quando da retirada do tijolo da parede, a parte onde estava a gravação se perdeu.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da Olaria: Sob pesquisas.
Encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Descrições físicas.
Formato da moldura: Arco simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 29,3cm.
Largura: 13,5cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.768cm³.
Peso: 5.206g.
Código Munsell: 2.8YR 8/4.
Integridade da peça: Completa/Excelente.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. (Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O).
Quanto a composição química do tijolo temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Descrição da composição química do exemplar: Sob pesquisas.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon Rebel EOS T6i. 18:55 mm.
Código da imagem: FVS-0X
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TIJOLO 3.
Em fase de catalogação.
X
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TIJOLO 4.
Em fase de catalogação.
X
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TIJOLO 5.
Em fase de catalogação.
X
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Publicação 070:
Tijolo.
Palacete do Barão de Bocaína. São Paulo.
Em fase de montagem.
O Barão.
Palacete de Francisco de Paula Vicente de Azevedo. Barão de Bocaina. Francisco de Paula Vicente de Azevedo, Barão de Bocaina Data de nascimento: 08 outubro de 1856 Local de nascimento: Lorena, Lorena, São Paulo, São Paulo, Brasil Falecimento: 17 outubro 1938 (82) Família imediata: Filho de José Vicente de Azevedo, Coronel e Angelina Moreira de Castro Lima Marido de Rosa Bueno Lopes de Oliveira e Julieta Ernestina de Azevedo Pai de Francisco de Paula Vicente de Azevedo; Lavínia Vicente de Azevedo, Freira; José Armando Vicente de Azevedo; Geraldo Vicente de Azevedo e José Vicente de Azevedo Irmão de Maria Vicentina de Azevedo; José Vicente de Azevedo, Conde Romano e Pedro Vicente de Azevedo Sobrinho.
Também denominada "casarão dos Bocaina". Edificação remanescente da primeira fase de ocupação residencial da área então conhecida como "Vila América", hoje o bairro de Cerqueira César no início do século XX.
Tombamento.
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA. Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo - CONPRESP RESOLUÇÃO Nº 02 / CONPRESP / 2012 O Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo – CONPRESP, no uso de suas atribuições legais e nos termos da Lei n° 10.032, de 27 de dezembro de 1985, e alterações posteriores, e de acordo com a decisão dos Conselheiros presentes à 529ª Reunião Ordinária realizada em 17 de janeiro de 2012, e Considerando que a casa da família Vicente de Azevedo constitui-se em remanescente da primeira fase de ocupação residencial da Vila América, atual bairro de Cerqueira César; Considerando que esse imóvel se destaca no atual contexto urbano heterogêneo da área da Avenida Paulista, por suas características arquitetônicas e ambientais, e como um raro testemunho das primeiras edificações erguidas nesse bairro, no início do século XX; Considerando o valor arquitetônico, ambiental e histórico dessa edificação; Considerando a expressiva importância da vegetação e jardins remanescentes desse imóvel, registrada e identificada no “Levantamento das Áreas Verdes Significativas do Município de São Paulo”, Carta 23, constando como Jardim Residencial - J.09; e Considerando o contido nos Processos Administrativos n° 2008-0.080.953-6 e n°2008-0.264.458-5;
___________________ & ________________________
Outra Fonte Bibliográfica:
Francisco de Paula Vicente de Azevedo, Barão de Bocaina.
Data de nascimento: 08 Outubro 1856.
Local de nascimento: Lorena, Lorena, São Paulo, São Paulo, Brasil.
Falecimento: 17 Outubro 1938 (82).
Família imediata:
Filho de José Vicente de Azevedo, Coronel e Angelina Moreira de Castro Lima.
Marido de Rosa Bueno Lopes de Oliveira e Julieta Ernestina de Azevedo.
Pai de Francisco de Paula Vicente de Azevedo; Lavínia Vicente de Azevedo, Freira; José Armando Vicente de Azevedo; Geraldo Vicente de Azevedo e José Vicente de Azevedo
Irmão de Maria Vicentina de Azevedo; José Vicente de Azevedo, Conde Romano e Pedro Vicente de Azevedo Sobrinho.
Fonte:
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O Tijolo.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TPFPVA-00827.
Número de Controle: 0075.
Designação arquitetônica: Palacete.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Palacete do Barão de Bocaina.
Origem do nome da construção: Nome do proprietário.
Local da construção: Rua Padre João Manoel. nº 109. Bairro de Cerqueira César. São Paulo.Sistema de aquisição: Por doação. Doado pelo arquiteto responsável pela obra.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
* Sigla oficial do fabricante: G - P (Uma letra G, um traço e uma letra P).
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da Olaria: Sob pesquisas.
Encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Descrições físicas.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,5xcm.
Largura: 12,5cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 3.125cm³.
Peso: 2.790g.
Código Munsell: Em fase de catalogação.
Integridade da peça: Completa/Excelente.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. (Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O).
Quanto a composição química do tijolo temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Descrição da composição química do exemplar: Sob pesquisas.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon Rebel EOS T6i. 18:55 mm.
Código da imagem: BB-02.
As duas olarias citadas abaixo podem ter sido o fabricante do tijolo acima.
Gardini Pietro.
Local: Estrada do Ipiranga. Bairro sob pesquisas. São Paulo.
Tabela 4 – Olarias registradas em 1903, Índice “Olarias”: Fabricas de telhas, tijolos, canos, tubos, etc.
Página nº 125. Natália Maria Salla. Universidade de São Paulo, Faculdade de filosofia, Letras e Ciências Humanas, Departamento de História Programa de Pós-Graduação em História Econômica. Produzir para construir: a indústria cerâmica paulistana no período da Primeira República (1889-1930). Tijolo anotado num documento arqueológico da casa do Grito.
Fonte 2: SILVA, Angélica Aparecida Moreira da, BARBOSA, Paula Nishida. Uma Tijoloteca como fonte de pesquisa: coleção arqueológica Casa do Grito. In: Cadernos do Lepaarq, v. XVI, n.32., p. 220-236, Jul-Dez. 2019. Angélica Aparecida Moreira da Silva Paula Nishida Barbosa.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1903.
Data de atividade documentada: 1903.
Sigla oficial do fabricante: G P
Fonte: https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/lepaarq/article/view/13651/10760
Página nº 234.
Galdine Putro.
Local: Endereço completo sob pesquisas. Bairro do Ypiranga. Ypiranga com "Y", forma antiga de escrever o nome do bairro. São Paulo.
Almanak Laemmert : Administrativo, Mercantil e Industrial (RJ) - 1891 a 1940. Ano 1901\Edição A00058 (1).
Página nº 1452.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1881.
Data de atividade documentada: 1881.
Sigla sugerida: G P
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Publicação 071:
Tijolos.
Estudo sobre Tijolos Encontrados na Internet.
A internet, principalmente as redes socias, é uma rica fonte de pesquisas para tijolos antigos. Muitas dúvidas que nós tínhamos e não encontrávamos respostas no meio acadêmico comum, conseguimos pesquisando olarias e tijolos antigos no Facebook. Por essa razão resolvemos criar este estudo para que outros pesquisadores também possam usufruir dessa fonte interessante que é a internet com foco no Instagram, Facebook e organizações de natureza variada, assim como páginas e blogs de colecionadores.
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Publicação 072:
Matéria.
Os Tijolos Antigos e a História Magnética do Brasil.
Em fase de montagem.
Este estudo apresenta um fato interessante quando o assunto são tijolos antigos. A matéria descreve a relação que existe entre o magnetismo da Terra "gravados" em tijolos antigos e e os resultados fascinantes das análises.
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A Matéria.
A história magnética do Brasil
Análise de fragmentos de tijolos de edifícios antigos revela enfraquecimento do campo magnético na América do Sul.
Amostras preparadas vão para o forno: resgate magnético.
GELVAM HARTMANN / IAG-EUA
Durante quatro anos, o físico Gelvam Hartmann coletou e examinou cerca de 600 fragmentos de tijolos de igrejas e casas antigas na Bahia, em São Paulo, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo para investigar a variação no campo geomagnético do Brasil nos últimos 500 anos, período para o qual houve praticamente não há informação geofísica. Seu trabalho revelou uma queda inesperada na intensidade do campo magnético nas regiões Nordeste e Sudeste do país, e a partir daí desenvolveu um método de análise de materiais arqueológicos que confirmou ou definiu as datas prováveis de construções antigas, algumas das quais não possuem qualquer documentação histórica. Trabalhando ao lado de arqueólogos, arquitetos e geólogos, Hartmann coletou pequenas lascas de tijolos de casas
coloniais e igrejas do Pelourinho, no centro histórico de histórico de Salvador, utilizando martelo e cinzel sempre que possível ou, quando as ferramentas manuais não eram adequadas, uma furadeira refrigerada a água. Gradualmente, enquanto examinava o material no Instituto de Física Global de Paris (GPIP), no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) e na Universidade de São Paulo (USP), ele construiu a história magnética do Brasil, para confirmar as datas de construção e associá-las às respectivas intensidades magnéticas. Foi assim que surgiram novas informações – a intensidade do campo magnético de 36,2 microteslas (tesla é a unidade de medida da densidade de fluxo magnético) – para um dos edifícios mais antigos do Brasil, a Catedral de São Salvador, erguida pelos jesuítas entre 1561 e 1591 com dinheiro do terceiro governador-geral do Brasil, Mem de Sá, e adornada com um sino trazido de Portugal.
A maioria das amostras coletadas das fundações e paredes das igrejas de Salvador não apresentou grandes problemas, mas, curiosamente, a análise de uma amostra da casa do poeta Gregório de Matos, conhecida como a Boca do Inferno devido ao sarcasmo com que tratava as autoridades salvadorenhas, indicou que o edifício havia sido erguido em 1830, e não entre 1695 e 1700, como indicavam os documentos da casa. Hartmann determinou posteriormente que a data obtida em sua análise se aplicava apenas ao terceiro andar – construído mais tarde – onde ele havia coletado amostras de tijolos durante uma reforma naquela parte da casa.
“Os geofísicos estão nos ajudando a contar a história do povoamento do Brasil”, observa Marisa Afonso, professora de arqueologia e vice-diretora do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP. Em abril de 2004, ela passava um longo dia chuvoso no centro regional do MAE em Piraju, no interior do estado de São Paulo, quando recebeu um e-mail de Ricardo Trindade, professor do IAG e orientador de doutorado de Hartmann. De Paris, Trindade a convidou para ajudar a construir uma curva de datação para materiais arqueológicos, algo que ainda não havia sido feito no Brasil, usando medições de campo magnético, semelhantes às que ele havia observado lá. “Quanto mais métodos de datação pudermos usar, melhor, porque as técnicas mais comuns, como carbono-14 e termoluminescência, nem sempre funcionam em todos os casos”, afirma. “Por sorte, tanto Gelvem quanto Ricardo gostam de arqueologia e sabem explicar o que fazem de forma simples.”
Ao mesmo tempo, Hartmann e outros pesquisadores do IAG estão detalhando a variação do campo magnético da Terra, principalmente em regiões onde ele é menos intenso. O campo magnético é gerado pelo movimento do ferro líquido no núcleo da Terra, que se manifesta na superfície do planeta, orientando bússolas, e forma uma barreira invisível a 30.000 km acima da superfície terrestre, que impede a entrada de partículas solares na atmosfera. Agora está claro que na região onde o campo magnético é mais fraco em toda a superfície, conhecida como Anomalia Magnética do Atlântico Sul, ele está de fato se movendo e se expandindo. Anteriormente restrita ao sul da África, essa área atualmente abrange a parte sul da América do Sul e quase todo o Atlântico Sul. O ponto de menor intensidade desse campo magnético está se deslocando para oeste: estava no sul da África, depois no meio do Atlântico Sul, a meio caminho entre o Brasil e a África do Sul. Em 1930, estava próximo à cidade do Rio de Janeiro, deslocou-se para o sul e se estabilizou no estado de Santa Catarina, antes de chegar à sua posição atual no Paraguai, onde possui uma intensidade magnética de cerca de 22 microteslas. Algumas consequências desse deslocamento do campo magnético são conhecidas: justamente nas áreas onde o campo é mais fraco, satélites de telecomunicações e espaçonaves podem sofrer mais interferência magnética, o que pode danificar equipamentos, da mesma forma que um ímã pode desmagnetizar um computador e causar perda de informações em menor escala.
Para ler a matéria completa acesse a fonte:
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Publicação 073:
Tijolo.
Município de Sorocaba. Tijolo Gravado com a Data de 1902.
Em fase de catalogação.
Tijolos antigos gravados com datas podem ser encontrados em vários países. A data pode indicar tanto a época de fabricação quanto uma outra referência, como o ano de fundação da olaria ou uma data qualquer que para o oleiro tenha um significado importante.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: T1902-00902
Número de Controle: 0039.
Construção: Sob pesquisas.
Designação arquitetônica: Sob pesquisas..
Origem do nome da construção: Sob pesquisas.
Construtor: Sob pesquisas.
Arquiteto: Sob pesquisas.
Local da construção: Sob pesquisas.
Tempo decorrido: Sob pesquisas.
Término/Inauguração: Sob pesquisas.
Sistema de construção primária: Sob pesquisas.
Condições atuais da construção: Sob pesquisas.
Local da construção: Sob pesquisas.
Ano da construção: Sob pesquisas.
Doado pelo nosso colaborador o Sr. Eduardo Luz.
Data do resgate:
Data provável da fabricação: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas..
Considerando a data gravada no tijolo. 1902, podemos afirmar que sua produção começou nesta data.
Fabricante: Sob pesquisas.
Marca do fabricante: 1902 (Data de 1902).
Data provável da fabricação: 1902.
Datação do tijolo: 124 anos em 2026. Datação relativa.
Data de fundação da Olaria: Antes de 1903, considerando a data de 1902 gravada no tijolo.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Detalhes: O tijolo está dividido em duas partes por uma rachadura.
Formato da moldura: Sextavado simples. (Formato sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 27,5cm.
Largura: 13,5cm.
Altura: 6,5cm.
Volume: 2.413cm³.
Peso: Em fase de catalogação.
Código Munsell: Em fase de catalogação.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. Considerando os riscos, todos na mesma direção, na parte de trás do tijolo que é uma característica em tijolos de fabricação manual, como visto na imagem abaixo.
FOTO em breve.
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Publicação 074:
Matéria.
Haverstraw Brick Museum, 12 Main Street, Haverstraw, NY.
The Haverstraw Brick Museum is dedicated to preserving the cultural and historical past of the Village of Haverstraw and the vibrant brick industry that created it. Come visit the Museum and relive the impressive history of this fascinating time and unique area along the Hudson.
Em fase de catalogação.
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Publicação 075:
Matéria. Em fase de catalogação.
Estudos sobre Moldes para Fabricação de Tijolos.
A proposta deste estudo é pesquisar a história dos moldes para fabricação de tijolos, com exemplares tanto do Brasil quanto de outros países, desde seu surgimento, que pode ter sido no Egito, até os dias atuais, onde a linha do tempo histórico ficaria entre 8 e 9 mil anos.
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Moldes Encontrados no Brasil.
Em breve mais pesquisas sobre os moldes encontrados no Brasil. Uma observação importante, muitos imigrantes eram oleiros e nas suas bagagens traziam, quando chegavam no Brasil traziam além de itens pessoais, moldes para fabricação de tijolos aqui. Talvez essa pode ser uma explicação do porque tantos tijolos sem qualquer identificação, pois quando não tinham sua própria olaria eles trabalhavam como oleiros para outros locais, ou pegavam empreitadas para fabricar tijolos para uso próprio em sua construções.
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Moldes pelo Mundo.
É possível que os moldes para fabricação de tijolos tenha começado no Egito. Para dar mais ênfase a esse assunto o MVTA está preparando uma matéria sobre a história dos moldes.
O estudos sobre moldes fabricados em outros países é uma fonte valiosa para as pesquisas com os moldes encontrados no Brasil. Se consideramos que o berço da olaria na América, isto é, o Novo Mundo, é europeia. Durantes os estudos com as imagens é possível notar incríveis semelhanças nas estruturas desses moldes. como no exemplo abaixo:
País de origem: Índia.
Código da imagem: MTJ-01.
Em breve a imagens com moldes para comparações.
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Sistema Comparativo.
O sistema de comparações é essencial para um estudo com os moldes. Com o uso das imagens podemos analisar e anotar as semelhanças e diferenças entre as peças, onde uma séria de conclusões servirão como base para outras pesquisas. Os moldes tem um peso histórico significativo nos estudos sobre essa ferramenta, que tem mais de 8 mil anos de existência.
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Publicação 076:
Tijolo.
Cia. Fiação e Tecidos São Martinho. Município de Tatuí.
Palacete da Família Martinho Guedes.
Código da imagem: TMG-01.
Saída dos operários da fábrica. Foto de 1908.
Código da imagem: TMG-02.
Imagem da fábrica. Foto de 1910.
Fonte: Imagem do acervo do Museu Paulo Setúbal/Acervo/Reprodução.
Código da imagem: TMG-03.
Fotografado da rua mostrando a parte de trás da fábrica.
Na parede é possível ver parte dos tijolos originais da construção, exceção feita aos que aparecem fechando as janelas e que foram assentados pelo lado de dentro, provavelmente acrescentados a pouco tempo.
Imagem: Rafael de Mello/MVTA.
Código da imagem: TMG-04.
A Tecelagem e a Cerâmica.
O ramo de tecelagem deu um grande impulso na indústria da alvenaria de tijolos no Estado de São Paulo. As empresas que vão surgindo necessitam cada vez mais de grandes construções para montar suas fábricas, vilas operárias, depósitos, prédios administrativos, entre outras tantas bem feituras. Esse sistema de construções em grande escala fomenta a fabricação de produtos cerâmicos em São Paulo e no Brasil. Grandes corporações tinham suas próprias olarias para consumo próprio e também para a comercialização, como é o caso da tecelagem Martinho que chegou a exportar materiais construtivos. um dos motivos de empresas de outros ramos terem sua própria olaria era o fato de que o ramo cerâmico não conseguia atender as necessidades dos empresário que precisavam construir grandes espaços para sua fábricas, o mesmo se aplica as grandes fazendas produtoras de café, algodão e açúcar, assim como o ramo agropecuário.
A História da Tecelagem.
Tombamento:
1. Pela prefeitura do município: https://visitetatui.com.br/wp-content/uploads/2025/12/4735-31-03-2005.pdf
2. O complexo já é tombado pelo estado desde dezembro de 2007, por meio do processo 31.877/94, do Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) do estado de São Paulo.
A História da Tecelagem.
Cia. Fiação e Tecidos São Martinho. Município de Tatuí.
Nascido aos dezesseis dias do mês de agosto de 1853, em Tatuí, Manoel Guedes Pinto e Melo, faleceu em nove de abril de 1927, com setenta e quatro anos de idade. Era filho de Martinho Guedes Pinto de Melo e dª Maria Alves de Lima. Martinho Guedes Pinto de Melo, de origem lusitana, fidalgo pelo nascimento e nobre pelo caráter, obrigou-se por divergências políticas a suportar as agruras de um exílio voluntário a dobrar-se a imposições que seu espírito altivo e que seus anseios de liberdade não podiam aceitar, escolheu para continuidade de seu projeto de vida a pequena Tatuí, no interior de São Paulo. Dedicando-se ao seu lar adotivo o mesmo carinho que o ligava ao berço de além mar, Martinho Guedes voltou suas vistas para o cultivo da terra, que amava como se nela tivesse nascido, sendo o introdutor de uma nova fase na economia agrária do país, com a cultura regional do algodão, transformando-se no exemplo que seria seguido por seu filho Manoel Guedes. Espírito ávido de iniciativas, sempre voltado para o bem da coletividade, Martinho Guedes não descansou sobre os louros, sonhando dar um passo à frente, com a produção industrial de tecidos, o que naquele tempo, era trabalho de artesanato e atividade doméstica. O destino, porém, não permitiu que o grande batalhador visse seu ideal cumprido em vida, Em janeiro de 1872, faleceu, quando contava com apenas 43 anos de idade. Manoel Guedes, jovem ainda, aos 17 anos, resolveu que havia de concretizar a vontade de seu pai, Martinho Guedes, de instalar em Tatuí aquela que seria a primeira fábrica de tecidos do Brasil. Tatuí se encontrava, por obra do denodado trabalho de Martinho
Guedes, em pleno apogeu da cultura do algodão cuja cultura foi iniciada na Fazenda Pederneiras, tornando-se a maior produtora de algodão do país. Este “ouro branco” colhido em nossas terras ficou conhecido com “Algodão Tathuy”. Abandonando os estudos no Rio de Janeiro, voltou para Tatuí, passando a dirigir aquilo que seu pai deixara – um estabelecimento comercial, as culturas de algodão e cereais, máquinas de beneficiar e prensar o algodão. Assim, em 1881, Manoel Guedes organizou e criou a “Cia. de Fiação e Tecelagem São Martinho”, cujo nome homenageava seu pai. A montagem da fábrica deve se exclusivamente ao seu pertinaz esforço e sua rígida determinação de realizar o sonho de seu saudoso pai.
Página 8.
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Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TTM-T00175.
Número de Controle: 0175.
Construção tipo: Fábrica.
Designação arquitetônica: Arquitetura industrial.
Nome da construção: Cia. Fiação e Tecidos São Martinho
Origem do nome da construção: Nome do proprietário e do ramo de atividade.
Construtora: Sob pesquisas.
Arquiteto: Sob pesquisas.
Local da construção: Rua Nhô da Botica. Município de Tatuí. Estado de São Paulo.
Início da construção: "1881".
A citação a seguir mostra a data de 1881 como início da construção. Mas se consideramos a data de inauguração que também é de 1881, acreditamos que é pouco tempo entre o início da construção e a inauguração, pois pelo tamanho da fábrica e se considerar todo o complexo, talvez seja necessário rever as duas datas.
Citação: ..."O Sr. Manoel Guedes Pinto Mello no ano de 1881 começou a construção da Fábrica de Tecidos São Martinho"...
Tempo decorrido: Sob pesquisas.
Témino/Inauguração: "1881". Sob pesquisas.
Sistema de construção primária: Alvenaria de tijolos cerâmico.
Condições atuais da construção: Necessitando de restaurações.
Sistema de aquisição: Resgate em um terreno aberto. O tijolo estava numa pilha de entulhos do outro lado da rua em um terreno abandonado. Segundo um morador próximo o entulho saiu da fábrica. Adquirido pelo colaborador Sr. Alfredo.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: L C (Uma Letra L e uma letra C).
Data provável da fabricação: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Retangular simples. (Formato sugerido pelo MVTA).
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 27,0cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 6,0cm.
Volume:2.106cm³.
Peso: 3.991g.
Código Munsell: 5YR 6/10.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. O sistema pode ser manual ou mecanizado.
Tipo do molde: Sob pesquisas.
Integridade da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon Rebel EOS T6i. 18:55 mm.
Código da imagem: TM-05.
Citação da primeira olaria na cidade:
Em Tatuí e região a indústria cerâmica teve inicio em 1852 com a fundação da primeira olaria, a “Olaria Souza”, fundada por Antônio Souza Rodrigues. Com a qualidade e diversidade da matéria-prima, a fabricação dos produtos cerâmicos na época, tornou a cidade conhecida como um dos maiores centros oleiros do Estado de São Paulo. Em 1920, após a 1ª Guerra Mundial, o Brasil já exportava os tijolos - “Manoel Guedes Tathuy - São Paulo/Brazil” para a Inglaterra onde hoje podemos ainda encontrá-los em antigos prédios ingleses.
Página 8.
Observação Importante.
A possibilidade da Olaria Souza ter fornecido tijolos para a Tecelagem Martinho carece ainda de muita pesquisa, afinal a Olaria começou suas atividades em 1852 e a tecelagem teve início em 1881, observação: a data de 1881 não indica se foi o início da construção, ou se foi a data de criação da empresa, isto é, 29 anos depois do início das atividades da Olaria em 1852.
Neste caso temos que considerar:
1. Que fábricas de tijolos da década de 1850 não duravam muito tempo e tinham dificuldades de fornecer uma quantia grande de tijolos para um só cliente.
2. O documento que cita a Olaria Souza, não diz se ele fabricava tijolos.
3. Com a dificuldade de obter tijolos em grandes quantidades muitos construtores reaproveitavam tijolos de antigas construção, geralmente abandonadas ou em ruínas, muitos comercializam esses tijolos, assim, caso o fato se aplique nesse contexto, poderíamos teorizar que a tecelagem tem em suas construções tijolos da antiga Olaria Souza.
Citações de Olarias.
Abaixo tem 2 citações de olarias com a sigla sugerida L C, que podem ter sido fabricante do tijolo acima:
Luiz Correali.
Tabela 7 – Catálogo das Indústrias do Município da Capital – Olarias fundadas antes de 1930. Natália Maria Salla. Universidade de São Paulo, Faculdade de filosofia, Letras e Ciências Humanas, Departamento de História Programa de Pós-Graduação em História Econômica. Produzi construir: a indústria cerâmica paulistana no período da Primeira República (1889-1930).
Página nº 163.
Data de fundação da Olaria: 1925.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas
Data de atividade documentada: 1925.
Sigla sugerida: L C
Luiz Ceglio.
O Sr. Luiz foi proprietário de três olarias sendo duas no Bairro de Campininha e uma no Bairro de Cupecê entre 1927 e 1931.
Local: Endereço completo sob pesquisas. Bairro de Santo Amaro. São Paulo.
Santo Amaro deixa de ser município do estado para ser um bairro de São Paulo em 1935, por isso Campininha e citados como bairros.
Página nº 307.
Data de fundação da Olaria: 1934.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas
Data de atividade documentada: 1934.
Sigla sugerida: L C
Publicação 021. Olarias/Cerâmicas que começam com a letra L.
Temos que considerar que um tijolo encontrado em uma cidade, não necessariamente significa que ele tenha sido fabricado por lá. Pode ter vindo de outra cidade, outros estados, e até mesmo de outros países.
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Observações Complementares.
1. "Avaliação dos matérias. a. Fundações A fundação é em pedra. Recomenda-se uma avaliação profissional, mas tem sido eficiente, pois não há trincas ou quaisquer evidencias do contrário. b. Paredes São de tijolo em barro cozido; e variam de 15 a 25 cm. Não estão comprometidas, na maioria dos casos deve-se apenas restaurar os ornamentos e pinta-las",
Página 38.
2. Documentos citam que havia uma olaria no complexo da tecelagem onde eram fabricados os tijolos usados nas construções e também eram comercializados, inclusive eram exportados para o Reino Unido.
3. O fato de produzir os próprios tijolos, isso não significa que a empresa não comprasse tijolos de outras olarias da cidade ou mesmo da região, ou quem sabe de outro estado. Por isso o tijolo resgatado em frente a fábrica em uma pilha de entulhos, citado na imagem com a sigla L C, tem características de ter sido fabricado fora da olaria da fábrica. Um exemplo semelhante é o caso de algumas construções do Matarazzo, onde é possível encontrar tijolos de outros fabricantes em suas construções, mesmo ele tendo suas próprias olarias.
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Publicação 077:
Tijolo.
Antigo Sobrado na Avenida Dom Pedro II. Ipiranga. São Paulo.
Em fase de catalogação.
O Antigo Sobrado.
Endereço: Avenida Dom Pedro II n. 514. Ipiranga. Cidade de São Paulo.
Resgate de dois exemplares realizada em 2019 pelo colaborador o Sr. Carlos. A aquisição foi autorizada pelo responsável da obra.
Ainda não foi possível encontrar documentos que possam descrever a história desse sobrado que apesar de antigo, isto é, com mais de cem anos não foi tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico. É possível que no local já houvesse uma construção mais antiga e com o tempo passou por reformas, já que haviam no local outras marcas de tijolos o que não se encontra em construções desse tipo a não ser que tenha tido sua construção incorporada a prédios mais antigos.
O Tijolo.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TSADP-00626.
Número do Controle; 0146.
Construção: Casario da Avenida Dom Pedro.
Local do resgate: Avenida Dom Pedro n. 514. Bairro do Ipiranga. São Paulo.
Inicio da construção: Sob pesquisas.
Sistema de aquisição: Resgate de dois exemplares realizada em 2019 pelo colaborador o Sr. Carlos. A aquisição foi autorizada pelo responsável da obra.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Marca do fabricante: Símbolo: A âncora, que neste caso, poderia ser de origem portuguesa, devido ao fato da grande ligação histórica dos portugueses com o mar e tudo que é relacionado a navegação.
Data provável da fabricação: Década de 1920.
Datação do tijolo: Aproximadamente 100 anos em 2020.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Estilo da moldura: Arqueado duplo.
Medidas:
Comprimento: 24,0cm.
Largura: 12,0cm.
Espessura: 5,5cm.
Área: 1.58 cm³
Peso: 2.320g.
Código Munsell:
Formato da peça: Completa.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Integridade da peça: Completa.
Observações complementares: O campo de pesquisas sobre a simbologia gravadas em tijolos antigos é uma área extensa e complexa, pois exige muito tempo para a catalogação de informações referentes ao assunto.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: SB-01
Alguns tijolos antigos encontrados na Europa trazem símbolos Nórdicos gravados no frog, em em alguns casos, pesquisas apontam que esses desenhos são semelhantes a âncoras, ou são desenhos de âncoras estilizadas, como podemos ver na imagem abaixo.
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Publicação 078: Matéria.
História da Máquina CLAYTON PATENT. Fabricante de Tijolos.
A Henry Clayton & Co. foi fundada em 1821, mas como Henry Clayton tinha apenas 7 anos em 1821, a empresa de engenharia parece ter sido fundada por seu pai, também chamado Henry. Embora eu ainda não tenha provas disso, acredito que o pai de Henry tenha fundado a empresa em 1821 e fabricado ferramentas e equipamentos agrícolas, pois os anúncios da Royal Agricultural Show de 1845 e 1849 para Henry, nosso inventor de máquinas de tijolos, registram que a Clayton's produzia ferramentas hortícolas e agrícolas, além de máquinas para fabricação de tijolos. [1].
Nesta matéria poderemos analisar os tijolos do acervo do MVTA resgatados no Brasil e outros que foram fabricados em outros países, usando a máquina CLAYTON PATENT. A finalidade desta pesquisa é estudar a importância dessa maquina na história de fabricação de tijolos no Brasil. Em outros países na América é possível encontrar tijolos com essa marca. A mecanização na fabricação de tijolos no Brasil foi um marco profundo na indústria cerâmica relacionadas aos materiais construtivos, neste caso, os tijolos, máquinas como essa mudou radicalmente as logísticas quanto a fabricação e o sistema comercial., principalmente no Estado de São Paulo, com o desenvolvimento das indústrias do café, açúcar e tecelagem, pois essas atividades exigiram grandes construções, entre essas, fábricas, armazéns, depósitos, pontes e oficinas.
Fonte: [1]..
Tijolos do Acervo do MVTA Encontrados no Brasil.
Abaixo 2 exemplares fabricados pela Imperial Olaria de Sampaio Peixoto em Campinas. Estado de São Paulo que fazem parte do acervo do MVTA.
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Os tijolos abaixo foram fabricados pela máquina Clayton Patent e foram encontrados no Reino Unido.
JED significa John Evelyn Denison, 1º Visconde Ossington, que foi proprietário de Ossington Hall na vila de Ossington, perto de Newark, Nottinghamshire, de 1820 a 1873.
David Kitching encontrou isso em um artigo do Liverpool Mercury datado de 26 de maio de 1854. Ao Sr. Henry Clayton, Londres - De J. Firth, Bury, Lancashire, 11 de abril de 1854.
Foto de Nigel Furniss.
J. Butcher consta na edição de 1876 do guia Kelly como fabricante de tijolos em Irchester, Wellingborough, Northants.
Joseph Sawyer, de Walmer Road, Waterloo, Liverpool, consta no censo de 1861 como construtor e fabricante de tijolos.
D. Davis - BGA = BGA provavelmente significa 'Blaen Gwawr Aberaman', onde David Davis construiu a mina de carvão Blaegarw entre 1843 e 1845 para explorar a área ao sul de Aberdare, no País de Gales.
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Publicação 079:
Tijolo.
Antiquário Monções. Cidade de Porto Feliz. Estado de São Paulo.
Imagem em fase de catalogação.
Apesar dos tijolos antigos adquiridos em antiquários não terem sido resgatados diretamente de uma construção histórica, isso não significa que o objeto não é uma fonte valiosa de pesquisas arqueológicas. O exemplar abaixo foi recebido como doação pela proprietária do Antiquário Monções. Neste caso a pesquisa do tijolo fica obviamente muito reduzida, restrito somente as características físicas da peça, além da informação sobre o local, isto é, a cidade onde ele foi regatado. Porém é sem dúvida significativo as informações catalogadas quanto aos seu elementos físicos, tais como:
1. Comprimento: 25,4cm.
2. Largura: 12,0cm
3. Altura: 7,0cm.
4. Volume: 2,133cm³.
5. Peso: 3.550g.
6. Código de Munsell: 5YR 6/14.
7. Formato da moldura: Retangular sextavado.
8. Identificação do fabricante: CLAYTON PATENT
9. Tipo de gravação: Baixo relevo.
10. A gravação tem comente letras: Sim.
11. Tipo de fabricação; Mecanizada.
12. Presença de riscos na parte de trás: Não consta.
13. Presença de argamassa: Sim, com cal cimento e areia média e fina.
Todas as características identificadas acima servem para várias outras pesquisas, que depois podem ser comparadas com análises feitas com tijolos identificados em outros locais, criando um quadro comparativo, com descrições de tijolos semelhantes, sistema esse muito usado na arqueologia. Por exemplo, um tijolo do mesmo fabricante encontrado em alguma construção na mesma cidade, ou até mesmo na região, ajudarão nas identificações daquele que foi adquirido no antiquário. Nosso acervo tem vários tijolos resgatados em empresas que tem materiais antigos de toda natureza, podemos citar também as empresas que revendem materiais construtivos antigos, entre eles, tijolos.
O Tijolo.
Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TPJFM-00334.
Número de Controle: 0334.
Construção: Sob pesquisas. Tijolos adquiridos em antiquários geralmente os proprietários desses locais não sabem de onde essas peças vieram.
Designação arquitetônica: Sob pesquisas.
Origem do nome da construção: Sob pesquisas.
Construtor: Sob pesquisas.
Arquiteto: Sob pesquisas.
Local da construção: Sob pesquisas.
Tempo decorrido: Sob pesquisas.
Término/Inauguração: Sob pesquisas.
Sistema de construção primária: Sob pesquisas.
Condições atuais da construção: Sob pesquisas.
Local do resgate: Antiquário Monções.
Sistema de aquisição: Por doação. Doado pela proprietária do antiquário.
Data do resgate: Sob pesquisas.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Data provável da fabricação: Segunda metade do século XIX.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas..
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Detalhes:
Marca do fabricante: CLAYTON PATENT
Formato da moldura: Retangular sextavado Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 27,4cm.
Largura: 12,0cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.133cm³.
Peso: 3.550g.
Código Munsell: 5YR 6/14.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Sistema de fabricação: Mecanizado.
Marca da máquina: "A Henry Clayton & Co. foi fundada em 1821, mas como Henry Clayton tinha apenas 7 anos em 1821, a empresa de engenharia parece ter sido fundada por seu pai, também chamado Henry. Embora eu ainda não tenha provas disso, acredito que o pai de Henry tenha fundado a empresa em 1821 e fabricado ferramentas e equipamentos agrícolas, pois os anúncios da Royal Agricultural Show de 1845 e 1849 para Henry, nosso inventor de máquinas de tijolos, registram que a Clayton's produzia ferramentas hortícolas e agrícolas, além de máquinas para fabricação de tijolos".
Tipo da forma: Mecanizado.
Integridade da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: AMP-001.
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Publicação 080:
Matéria.
A História dos Tijolos Gravados com Datas.
Em fase de construção. 06/805-2026.
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Publicação 081:
Matéria.
Calçadas Cobertas com Tijolos.
Em fase de pesquisas.
Estudos sobre o uso de Tijolos em Calçadas.
A pavimentação de calçadas e ruas com tijolos antigos é uma atividade muito comum na Europa e nos Estados Unidos. No Brasil esse sistema está mais presente em calçadas e menos em ruas. A proposta desta pesquisa é abordar a história do uso do tijolo em calçadas com foco na cidade de Sorocaba onde esse estudo está sendo desenvolvido. Tratando-se de uma cidade do interior, aqui ainda é possível encontrar várias calçadas cobertas por tijolos, tanto nos bairros mais distantes como nas ruas do centro.
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Publicação 082.
Matéria.
Em fase de pesquisas.
A História da Fabricação de Tijolos nos Estados Unidos.
Este estudo tem como foco principal pesquisar a história da fabricação dos tijolos cerâmicos nos Estados Unidos. Apesar dos tijolos cerâmicos terem chegado antes do início da fabricação no novo mundo, isso aconteceu em épocas diferentes, nos países da América, com pequenas diferenças de tempo. Considerando o adobe como o primeiro tijolo de barro fabricado na América, por volta de 5 mil anos que foi encontrado em uma escavação arqueológica numa antiga vila no Peru, porém a base deste estudo é o tijolos cerâmico, esse sim é bem mais recente. Temos que considerar dois caminhos diferentes quanto a história dos tijolos cerâmicos por aqui, um é que os primeiros tijolos cerâmicos foram importados da Europa, e com o passar dos tempos, passaram a ser fabricados no nosso continente.
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Os Estados Unidos.
"Os primeiros tijolos nas colônias inglesas da América do Norte provavelmente foram fabricados na Virgínia já em 1612. A Nova Inglaterra viu seu primeiro forno de tijolos ser erguido em Salem, Massachusetts, em 1629. Os colonos holandeses em Nova Amsterdã importaram tijolos amarelos da Holanda, o que conferiu um caráter holandês à arquitetura da cidade. A excelente qualidade e abundância de argilas locais nas colônias tornaram desnecessária a importação de tijolos do outro lado do Atlântico".
Os primeiros colonizadores da Nova Inglaterra.
Diferentes tipos de materiais de construção têm sido usados nos Estados Unidos desde a era colonial. Os primeiros colonizadores da Nova Inglaterra trouxeram consigo a estética arquitetônica de suas terras natais europeias. De modo geral, existem dois tipos de materiais de construção – naturais e sintéticos – e ambos são usados nos Estados Unidos e em todo o mundo atualmente. Um dos tipos mais populares de materiais de construção, ainda usado regularmente, é o tijolo comum. Existem muitas maneiras diferentes de descrever um tijolo, mas, de modo geral, trata-se de um pequeno bloco retangular, geralmente feito de argila seca ao sol ou queimada, usado na construção civil. Portanto, estamos falando de um material de construção bruto e natural. Segundo algumas fontes, os primeiros tijolos foram usados há mais de 9.000 anos na Ásia. Obviamente, seu uso nos Estados Unidos ocorreu muito mais tarde. Antes de entrarmos em detalhes, gostaríamos de destacar alguns outros pontos. Atualmente, existem centenas de tipos diferentes de tijolos. Eles também podem ser categorizados de diversas maneiras – por uso, método de fabricação, origem, qualidade etc. Independentemente do tipo, os tijolos continuam sendo um material de construção muito popular por serem completamente naturais, baratos, duráveis e terem uma aparência distinta.
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A Introdução das Máquinas.
A mecanização da indústria cerâmica foi um marco decisivo nas estruturas desse ramo comercial, não somente nos Estados Unidos, mas em todos os lugares onde esse processo mecanizado chegou.
"Ao longo dos anos, algumas ferramentas rudimentares foram introduzidas para ajudar a agilizar a produção e, em 1830, Nathaniel Adams, de Newburgh e Cornwall, Nova Iorque, inventou uma máquina de moldagem. No entanto, esta exigia mão de obra humana ou animal para funcionar. O verdadeiro avanço ocorreu em 1852, quando Richard VerValen desenvolveu uma máquina movida a vapor . (Role para baixo para ler a seção completa sobre essa importante invenção".
A Máquina de Fabricar Tijolos de Chambers.
De: Appleton's Cyclopedia of Applied Mechanics, 1892
Outras máquinas antigas de fabricação de tijolos, como esta, patenteada em 1863 por Cyrus Chambers , da Filadélfia, utilizavam barro rígido que era expelido em longas fitas por uma esteira transportadora, transferido para moldes e cortado por uma lâmina giratória. Com o passar do tempo, era possível cortar até 25 tijolos de uma só vez. Os tijolos eram então marcados com o nome ou desenho apropriado.
O caso citado acima indica que os tijolos eram marcados com as informações dos fabricantes depois de produzidos, essa atividade sem dúvida era feita com carimbos de ferro fundido, tijolo por tijolo. Vide imagem abaixo:

Autoria da imagem: Sr. Vladimir Smirnov. São Petersburgo. Rússia.
Página no Facebook.
Com o passar dos tempo, máquinas mais modernas já imprimiam os tijolos com a marca do fabricante, dispensando assim, o trabalho com os carimbos manuais
Máquina de fazer tijolos de Richard VerValen.
Os fabricantes de tijolos se viam perplexos com os problemas que encontravam devido ao formato frequentemente irregular dos blocos de construção, que na época eram feitos quase inteiramente à mão. Algumas ferramentas rudimentares foram introduzidas para ajudar a agilizar a produção e, em 1830, Nathaniel Adams, de Newburgh e Cornwall, Nova York, inventou uma máquina de moldagem. No entanto, esta exigia mão de obra humana ou animal para funcionar.
O verdadeiro avanço ocorreu em 1852, quando Richard VerValen desenvolveu sua máquina de fabricação de tijolos . Esta era conectada a um eixo de transmissão movido a vapor, chamado de "linha de energia".
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Publicação 083.
Matéria.
A Importância dos Documentos Fiscais nas Pesquisas.
Em fase de pesquisas e catalogação.
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Publicação 084.
Matéria.
Sistema de Secagem dos Tijolos Cerâmicos.
Em fase de pesquisas e catalogação.
Na imagem Abaixo é possível ver com detalhes o sistema de secagem dos tijolos depois que saiam dos moldes, os que estão deitados, e também depois que saiam dos fornos, os que estão nas pilhas, para resfriamento. Poucas olarias tenham condições de ter depósitos cobertos com telhados após os dois processos, na realidade os tijolos eram apenas cobertos pro telha, mesmo assim, ficavam sofrendo com as chuvas e o sol que acabavam comprometendo parte da produção, por essa razão, vender os tijolos o mais rápido possível era uma atividade que não podia demorar por muito tempo.
Código da imagem: PFT-01.[1].
Citação do Sr. Gerson Jório.
"OLARIA. Às margens do Rio Paraíba do Sul, bem ao lado do Bosque da Princesa, funcionou por muitos anos uma antiga olaria". [1].
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Código da imagem: PFT-02.[2].
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Publicação 085.
Matéria.
Antigos Moldes para Fabricação de Tijolos como Fonte de Pesquisas.
Em breve.
ESTUDOS COM MOLDES PARA PESQUISAS DE ORIGENS DAS OLARIAS.
Este estudo tem como finalidade pesquisar as gravações encontradas em moldes para fabricação de tijolos que tenham alguma informação do fabricante. Moldes antigos são elementos decorativos encontrados com frequência a venda na internet. Muitos desses moldes ainda trazem a marca do fabricantes o que ajuda na identificação dos tijolos e em alguns casos na identificação do fabricante, pelo menos os que estão a venda no Brasil, na Europa por exemplo é possível encontrar centenas deles, mas sem a marca do fabricante, talvez seja uma forma de evitar a divulgação de um nome de propriedade.
Vide 3 exemplares abaixo
Neste caso específico, esse tipo de molde inviabiliza as pesquisas. Em alguns casos os proprietários de olarias desativadas, ao vender seus materiais, costuma retirar sua marca dos moldes.
Molde sem marca.
Origem: Índia.
Local de venda: Reino Unido.
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Molde sem marca.
Origem: Reino Unido.
Local de venda: Reino Unido.
Fonte: https://www.indigo-uk.com/products/vintage-brick-moulds
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Molde sem marca.
Origem: Áustria.
Local de venda: Áustria.
Fonte: https://www.indigolove.com.au/products/vintage-indian-single-brick-mould?srsltid=AfmBOoqp6jkeCLtYbv46bZwZI_-S-sgfSe_MQnLV-bhMAIOcBp1GdO_k
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Moldes do Brasil em breve.
Estudos com Moldes para Pesquisas das Origens das Olarias.
Pesquisa realizada pela equipe do MVTA.
Coordenação Marco Machado.
Principais fontes pesquisadas:
1. Matérias publicadas na internet.
2. Lista 1: https://listadasantigasolariasdobrasil1.blogspot.com/
3. Lista 2: https://listadasantigasolariasdobrasil2.blogspot.com/
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Observações Complementares:
1. Neste caso específico, esse tipo de molde, sem identificação do fabricante, inviabiliza as pesquisas. Em alguns casos os proprietários de olarias desativadas, ao vender seus materiais, costumavam retirar sua marca dos moldes.
2. Em algumas matérias, relacionadas ao assunto, podemos encontrar tanto o termo "Molde" quanto o termo "Forma" para designar essa ferramenta de trabalho usada para fabricação de tijolos cerâmicos.
3. Relacionar um molde a uma olaria, baseando se na gravação, é uma tarefa que precisa ser muito bem elaborada, pois nesses anos de pesquisas, muitas foram as armadilhas encontradas, depois de conclusões com pouco cuidado e profundidade, muitas vezes um nome gravado em um molde comparado com o mesmo nome onde indica um fabricante de tijolos pode nos levar a conclusões precipitadas e assim gerar informação que não correspondem a realidade dos fatos históricos. Um molde gravado com a sigla R B, e uma olaria como o nome Roberto Barille, não significa que foi esse proprietário o dono do molde. .
4. As olarias citadas nas listas 1 e 2, conforme os links abaixo, em alguns casos as fontes pesquisadas para a criação dessas listas não citam se esses fabricantes produziam tijolos. A diversidade de produtos variava e muito. Temos que considerar duas linhas de produção: 1. A linha de produtos cerâmicos para construção e 2. A linha de produtos de natureza variada, tais como, louças brancas, materiais decorativos entre outros.
Uma olaria poderia fabricar produtos no seguinte esquema:
1. Produzia somente tijolos.
2. Produzia somente telhas.
3. Produzia somente tijolos e telhas
4. Produzia outros tipo de materiais cerâmico, construtivos ou não.
Lista 1: https://listadasantigasolariasdobrasil1.blogspot.com/
Lista 2: https://listadasantigasolariasdobrasil2.blogspot.com/
5. Foram selecionados 19 moldes encontrados no Brasil com identificações dos fabricantes.
9. Observação importante. Pode ser que um dos moldes encontrados no Brasil podem ter vido de outro país, já que muitos imigrantes eram oleiros, e assim como qualquer outro profissional trazia em suas bagagens suas ferramentas de trabalho, entre elas os moldes para fabricação de tijolos.
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INTRODUÇÃO.
Este estudo tem como finalidade pesquisar as gravações encontradas em moldes para fabricação de tijolos que tenham alguma informação do fabricante. Além de criar um quadro comparativo entre as informações gravadas nos moldes antigos catalogados durante as pesquisas com as informações das 2 listas das Antigas Olarias 1 e 2.
Moldes antigos são elementos decorativos encontrados com frequência á venda na internet. Muitos desses moldes ainda trazem a marca do fabricantes o que ajuda na identificação dos tijolos e em alguns casos na identificação do fabricante, pelo menos os que estão á venda no Brasil, na Europa por exemplo é possível encontrar centenas deles, mas sem a marca do fabricante, talvez seja uma forma de evitar a divulgação de um nome de propriedade.
Vide 3 exemplares da Europa abaixo.
Molde 001.
Molde sem marca.
Origem: ìndia.
Local de venda: Reino Unido.
Fonte do molde: https://www.indigo-uk.com/products/vintage-brick-moulds
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Molde 002.
Molde sem marca.
Origem: Reino Unido.
Local de venda: Reino Unido.
Fonte do molde: https://www.indigo-uk.com/products/vintage-brick-moulds
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Molde 003.
Molde sem marca.
Origem: Áustria.
Local de venda: Áustria.
Fonte do molde: https://www.indigolove.com.au/products/vintage-indian-single-brick-mould?srsltid=AfmBOoqp6jkeCLtYbv46bZwZI_-S-sgfSe_MQnLV-bhMAIOcBp1GdO_k
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Molde 004.
Molde sem marca.
Origem: Brasil.
Local de venda: Brasil.
Fonte do molde: https://br.antonioferreira.lel.br/peca.asp?Id=23380307
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Molde 005.
Molde sem marca.
Origem: Brasil.
Local de venda: Brasil.
Fonte do molde: https://br.antonioferreira.lel.br/peca.asp?Id=23380307
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Molde 006.
Molde com marca.
Gravação; E 5 M.
Lista pesquisada nº 1: https://listadasantigasolariasdobrasil1.blogspot.com/
Origem: Brasil.
Local de venda: Brasil.
Marca do fabricante: E 5 M (Uma letra E, o número 5 e uma letra M).
Fonte do molde: https://www.conradoleiloeiro.com.br/peca.asp?ID=2823241&ctd=8
Com base nas informações gravadas neste molde podemos pesquisar na lista das Antigas Olarias1, (https://listadasantigasolariasdobrasil1.blogspot.com/), a procura de citações onde aparecem as letras E e M, como sigla oficial ou sugerida. Abaixo foram encontradas na lista 3 olarias, que são: Eugênio Medeiros, Ernesto Maltan e Eugenio Marighetti. Que podem ter sido o fabricante de tijolos onde o molde acima pode ter sido usado. Quanto ao número (5) que aparece entre as 2 letras, trata-se de um sistema de rastreamento onde indica o oleiro que fabricou o lote de tijolos com esse molde.
Eugênio Medeiros.
Local: Endereço completo sob pesquisas.
Nome Eugênio Medeiros citado no documento abaixo: Título: Almanak Administrativo, Mercantil, e Industrial do Império do Brazil para 1883. Editor: Rio de Janeiro : H. Laemmert & C.
Fonte 1: https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5186
Fonte 2: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8137/tde-04022015-113635/publico/2014_NataliaMariaSalla_VOrig.pdf
Tabela 1 – Olarias identificadas na cidade de São Paulo entre as décadas de 70 e 80 do século XIX.
Fonte 3: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=829013&Pesq=olaria&pagfis=279 Jornal: Novo Almanach de São Paulo: Para o Anno de 1883 (SP) - 1882Ano 1882\Edição 00001 (1)
Data de fundação da olaria: Anterior a 30 de dezembro de 1883.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Sigla sugerida: E M
Ernesto Maltan.
Local: Endereço completo sob pesquisas. Cidade de Santa Cruz do Rio Pardo. Estado de São Paulo.
Almanak Laemmert : Administrativo, Mercantil e Industrial (RJ) - 1891 a 1940 Ano 1935\Edição A00091.
Página nº 789 VOL. II
Fonte 1: http://memoria.bn.br/DocReader/Hotpage/HotpageBN.aspx? bib=313394&pagfis=115824&url=http://memoria.bn.br/docreader#
Data de fundação da olaria: Anterior a 1935.
Data de atividade documentada: 1935.
Sigla sugerida: E M
Eugenio Marighetti.
Local: Endereço completo sob pesquisas. Rua Santa Marina nº 139. Bairro da Lapa. São Paulo.
Fonte 1: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8137/tde-04022015-113635/publico/2014_NataliaMariaSalla_VOrig.pdf
Tabela 12 – Olarias identificadas pelo Estado em 1935 (produtoras de tijolos e telhas) Natália Maria Salla. Universidade de São Paulo, Faculdade de filosofia, Letras e Ciências Humanas, Departamento de História Programa de Pós-Graduação em História Econômica. Produzir para construir: a indústria cerâmica paulistana no período da Primeira República (1889-1930). Página nº 177.
Localização no GoogleMaps: -23.522674, - 46.686594
Data de fundação da olaria: Sob pesquisa.
Data de atividade documentada: 1935.
Sigla sugerida: E M
Fonte das 3 indicações: https://listadasantigasolariasdobrasil1.blogspot.com/
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Molde 007.
Molde com marca.
Gravação; J 1 Z. (Uma letra J, número 1 e uma letra Z).
Lista pesquisada nº 1: https://listadasantigasolariasdobrasil1.blogspot.com/
Origem: Brasil.
Local de venda: Brasil.
Com base na gravação J 1 Z, a pesquisa na lista 1 (https://listadasantigasolariasdobrasil1.blogspot.com/), foram encontradas 2 olarias de José Zadra e José Zapi, com a sigla sugerida J Z.
Quanto ao número (1) que aparece entre as 2 letras (1),trata-se de um sistema de rastreamento onde indica o oleiro que fabricou o lote de tijolos com esse molde.
Com base nas informações gravadas neste molde podemos pesquisar na lista das Antigas Olarias 1, (https://listadasantigasolariasdobrasil1.blogspot.com/), a procura de citações onde aparecem as letras J e Z, como sigla oficial ou sugerida. Abaixo foram encontradas na lista 2 olarias, que são: José Zadra e José Zapi. Que podem ter sido o fabricante de tijolos onde o molde acima pode ter sido usado. Quanto ao número (1) que aparece entre as 2 letras, trata-se de um sistema de rastreamento onde indica o oleiro que fabricou o lote de tijolos com esse molde.
José Zadra.
Local: Endereço completo sob pesquisas. (Bairro). Campo Manfredo. São Paulo.
Fonte 1: Trabalho de NATÁLIA MARIA SALLA. Olarias identificadas na cidade de São Paulo entre as décadas de 70 e 80 do século XIX.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1885.
Sigla sugerida: J Z
José Zapi.
Local: Endereço completo sob pesquisas. Vila Prudente. São Paulo.
Fonte 1: http://memoria.org.br/pub/meb000000524/estatisticaindus1933/estatisticaindus1933.pdf Página nº 124.
Estatistica Industrial do Estado de São Paulo - Ano de 1933. Secretaria da Agricultura, Indústria e Commercio do Estado de São Paulo. Diretoria de Estatistica, Industria e Commércio. Estatistica Industrial do Estado de São Paulo Anno 1933.
Data de fundação da Olaria: Anterior a 1933.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas
Data de atividade documentada: 1933.
Sigla sugerida: J Z
Fonte do molde: https://www.rioiartleiloes.com.br/peca.asp?ID=15351830
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Molde 008.
Molde com marca.
Gravação; B 6 R. (Uma letra B, número 6 e uma letra R).
Lista pesquisada nº 1: https://listadasantigasolariasdobrasil1.blogspot.com/
Origem: Brasil.
Local de venda: Brasil.
Quanto ao número (6) que aparece entre as 2 letras, trata-se de um sistema de rastreamento onde indica o oleiro que fabricou o lote de tijolos com esse molde.
Fonte do molde: https://albertolopesleiloeiro.com.br/peca.asp?Id=26238626
Com base nas informações gravadas neste molde podemos pesquisar na lista das Antigas Olarias1, (https://listadasantigasolariasdobrasil1.blogspot.com/), a procura de citações onde aparecem as letras B e R, como sigla oficial ou sugerida. Abaixo foram encontradas na lista XX olarias, que são: Biagio Rivelino e Bartholomeu Roiz. Que podem ter sido o fabricante de tijolos onde o molde acima pode ter sido usado. Quanto ao número (6).que aparece entre as 2 letras, trata-se de um sistema de rastreamento onde indica o oleiro que fabricou o lote de tijolos com esse molde.
Biagio Rivelino.
Local: Endereço completo sob pesquisas. Bairro de Santo Amaro. Município de São Paulo.
Citação/Fonte: http://almanaque.folha.uol.com.br/bairros_santo_amaro.htm
..."São Paulo foi palco da terrível epidemia de gripe espanhola. Santo Amaro, assim como a capital, também viveu dias de muito sofrimento e morte. Em 1907, a São Paulo Light and Power deu início à construção da represa do Guarapiranga. Logo após sua construção, a represa virou um ponto turístico na cidade. Era sobre suas águas que os primeiros aviadores da cidade faziam suas demonstrações. Em 1935, três anos após as comemorações do primeiro centenário do município de Santo Amaro, o interventor federal, Armando Sales Oliveira, expediu um decreto que anexou a cidade de Santo Amaro à capital. Foi assim que Santo Amaro, município vastíssimo que então fazia divisas com São Vicente e Itanhaém, tornou-se um bairro da cidade de São Paulo. Muitos moradores de Santo Amaro foram contra a anexação e no mesmo ano em que esta ocorreu foi fundado o Centro Autonomista de Santo Amaro. Desde então, Santo Amaro já fez longas campanhas para readquirir sua autonomia, porém nenhuma delas obteve sucesso"...
Data de fundação da olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Fonte: http://memoria.bn.br/DocReader/Hotpage/HotpageBN.aspx? bib=313394&pagfis=115824&url=http://memoria.bn.br/docreader#
Página nº 790 Vol II.
Almanak Laemmert: Administrativo, Mercantil e Industrial (RJ) - 1891 a 1940. Ano 1935\Edição A00091.
Sigla sugerida: R R Biagio Rivelino.
O Sr. Biagio é avô do jogador do Corinthians Roberto Rivelino. Local: Endereço completo sob pesquisas. Bairro de Santo Amaro. São Paulo. Biagio Rivelino comprou a Olaria para Henrique Fisher.
Fonte: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-09092015-145616/publico/2015_IvisonPoletoDosSantos_VCorr.pdf
Página nº 304.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1935.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas
Data de atividade documentada: 1935.
Sigla sugerida: B R
Bartholomeu Roiz.
Local: Endereço completo sob pesquisas.
Fonte: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8137/tde-04022015-113635/publico/2014_NataliaMariaSalla_VOrig.pdf
Trabalho de NATÁLIA MARIA SALLA. Olarias identificadas na cidade de São Paulo entre as décadas de 70 e 80 do século XIX.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1886.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas
Data de atividade documentada: 1886-2.
Sigla sugerida: B R
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Matéria.
A História dos Moldes para a Fabricação de Tijolos.Apesar de várias controvérsias históricas é possível que o molde de madeira usado na fabricação dos tijolos adobes tenham surgido no Antigo Egito. O uso desse sistema é citado na Bíblia, onde o faraó ordena que os hebreus recolham palha para a fabricação de tijolos em moldes (Êxodo 5:7-18). A etimologia do termo castelhano molde, deriva de um antigo termo catalão motle, que por sua vez também tem origem no latim modulus (DA CUNHA, 1997).[1].
Molde, Fôrma ou Forma.
Quanto ao uso do termo 'Forma". Forma: É a grafia mais comum e aceita universalmente. Fôrma: O uso do acento circunflexo é facultativo. Ele serve para diferenciar o som da pronúncia (que é fechado, como em vô) e evitar confusões com a palavra "forma" (com som aberto, como em fó, que significa aparência ou formato).
Fontes: [1]: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16131/tde-09062009-145825/publico/2003.pdf
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Os Moldes do Museu Metropolitano de New York. www.metmuseum.org
No início os tijolos eram fabricados de modo bem rudimentar sem o uso de um moldes, sem um modelo mais definido, como podemos ver no exemplar baixo (3).. Com o uso dos moldes de madeira eles começam a ter uma formato mais linear. (4).
[3]. Sem molde. [4]. com molde.
Estudos sobre os moldes do acervo do Museu Metropolitano. A coleção de moldes do MET é sem dúvida uma fonte riquíssima de informações para as pesquisas dessa ferramenta para fabricação de tijolos que é usadas até os dais de hoje. com base nas informações técnicas é possível criar um panorama histórico desde o inicio do uso dos moldes. As observações quanto as características físicas dos exemplares ajudam nas análises onde podemos ver uma evolução quanto as formas com que esses moldes foram fabricados. Itens como: comprimento, largura, altura, volume, peso, sistema de encaixe das madeiras são informações que devem ser catalogadas para montagem de um quadro evolutivo com foco no design. Uma observação importante é que esses moldes não tinham fundo, isto é, eram vazados, como podemos ver nos que foram fabricados séculos depois, já com fundo. Os moldes encontrados em outras partes do mundo, mesmo na antiguidade, foram criados sem uma referência, como por exemplo, os foram feitos no Antigo Egito. A fabricação foi certamente espontânea. Assim como os tijolos que tem uma linha de histórica de evolução, quanto a sua forma de fabricação e uso, os moldes também tem, e logicamente, um sempre caminhando ao lado do outro dentro da história.
[3]. https://www.mylearning.org/resources/mud-and-straw--egyptian-brick
[4]. https://www.flickr.com/photos/8594587@N08/
Abaixo foram selecionados 3 exemplares para uma análise mais precisa.
Exemplar 01.
Ficha técnica: Molde de tijolo para modelo a partir do depósito de fundação do túmulo de Hatshepsut
Novo Reino
ca. 1479–1458 a.C.
Em exibição no The Met Fifth Avenue, na Galeria 116.
Este modelo de molde de tijolo estava entre os objetos descobertos em um depósito de fundação em frente ao túmulo de Hatshepsut (KV 20) no Vale dos Reis. Depósitos de fundação frequentemente continham ferramentas ou modelos de ferramentas que teriam sido usadas na construção de um edifício ou na escavação de um túmulo. A entrada do túmulo de Hatshepsut teria sido bloqueada com tijolos de barro. Para mais informações sobre este depósito, veja 30.8.6
Fonte: https://www.metmuseum.org/art/collection/search/573656
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Exemplar 02
Ficha técnica:
Brick mold
New Kingdom
ca. 1550–1295 B.C.
On view at The Met Fifth Avenue in Gallery 116
Fonte: https://www.metmuseum.org/art/collection/search/568270
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Exemplar 03.
Brick Mold from a Foundation Deposit for Hatshepsut's Temple
New Kingdom
ca. 1479–1458 B.C.
On view at The Met Fifth Avenue in Gallery 116
For other objects found in Hatshepsut's temple foundation deposits, see 22.3.245, 25.3.40, 25.3.46a, b, 27.3.198
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Comparativo com informações técnicas entre os 3 exemplares citados acima:
Item datação:
Molde 1. Datação: 1479–1458 A.C
Molde 2. Datação: 1550–1295 B.C.
Molde 3. Datação: 1479–1458 B.C.
Item cabo:
Molde 1. 1 cabo.
Molde 2. 1 cabo.
Molde 3. 1 cabo.
Item sistema de encaixe:
Molde 1. Encaixe com 4 cavilhas.
Molde 2. Encaixe com 4 cavilhas.
Molde 3. Encaixe com 4 cavilhas.
Item Dimensões:
Molde 1. Dimensões: C. 9,9 cm (3 7/8 pol.); L. 6 cm (2 3/8 pol.)
Molde 2. Dimensões: C. 32,7 × L. 12,2 × A. 6 cm (12 7/8 × 4 13/16 × 2 3/8 pol.).
Molde 3. Dimensões: Altura: 12 cm (4 3/4 pol.); Largura: 28 cm (11 pol.).
Dimensões internas: Comprimento: 19,1 cm (7 1/2 pol.); Largura: 9,7 cm (3 13/16 pol.).
Todos os moldes são vazados.
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Publicação 087.
Matéria. Em fase de catalogação.
Vídeos. Oleiros Fabricando Tijolos.
Para este estudo foram selecionados vídeos com Oleiros fabricando tijolos de forma manual, sistema que é praticado até os dias de hoje. A fabricação manual é milenar e tem por volta de 12 mil anos, com seu início na região do Crescente Fértil, Oriente Médio. O tijolo tipo adobe foi o primeiro a ser fabricado pelo homem, 2 a 3 mil anos depois surge o tijolo cerâmico na mesma região. Nos 5 vídeos podemos notar que a produção dos tijolos é realmente rudimentar, semelhantes em alguns aspectos, ao que se faziam nos tempo antigos, assim como hoje. Para os estudos arqueológicos, entre outras áreas, esses materiais são fontes riquíssimas de informações quanto aos procedimentos executados durante a fabricação dos tijolos, como citados a seguir: Marcas de dedos, patas de animais, riscos causados pela retirada do excesso de massa, entre outras características típicas de produção manual. Tudo isso ajuda o pesquisador na hora de analisar um tijolo antigo. Observar procedimentos com um olhar mais apurado confere ao pesquisador uma linha de segurança quanto as conclusões e teorias com base em análises visuais bem direcionadas, além de ajudar na transformação do o registro visual em uma evidência científica robusta.
Fontes do vídeos: Em fase de catalogação.
[1]: X
[2]: X
[3]: X
[4]: X
[5]: X
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Publicação 088. Matéria.
Em fase de catalogação.
O Adobe e os Rios Eufrates e Tigres. O Início.
Este estudo é uma narrativa histórica sobre a forte ligação histórica do Tijolo Adobe com os rios Eufrates e Tigres. A região do Crescente Fértil pode ser considerada o berço da civilização atual. Banhada por importantes bacias hidrográficas, o local foi o início das primeiras civilizações agrícolas e urbanas da humanidade, marcando a transição do nomadismo para o sedentarismo. A região estende-se do Golfo Pérsico ao Mar Mediterrâneo, englobando na atualidade os seguintes territórios: Países inteiros ou principais: Iraque, Síria, Líbano, Jordânia, Israel e Palestina. Além de partes de outros países, tais como: Sudeste da Turquia, oeste do Irã, norte do Kuwait e o norte do Egito.
O Grande Sítio Arqueológico.
[1].
Nesta imagem podemos ver parte do grande sítio arqueológico.
Fontes: [1]. https://www.theartnewspaper.com/2022/06/03/climate-change-reveals-ancient-city-iraq-zakhiku
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Publicação 089. Matéria.
Em fase de pesquisas.
O Sistema Mecanizado e suas Implicações Técnicas de Fabricação.Este estudo tem como finalidade discutir um sério problema quanto a real empregabilidade dos termos mecanizado ou manual para determinar o tipo de produção dos tijolos.
A História do Tijolo.
A história da fabricação de tijolos começa por volta de 12 mil anos no Oriente Médio. O primeiro tijolo feito de barro pelo homem é conhecido como adobe. Entre 2 a 3 mil anos depois, surge então o tijolo cerâmico. e assim começa a trajetória das grandes construções que se espalham pelo mundo antigo e atual, tendo o tijolo como um dos principais elementos construtivos. O tijolo cerâmico revolucionou a humanidade ao permitir o abandono de abrigos nômades e a construção de cidades duráveis.
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Publicação 090. Matéria.
Em fase de catalogação.
Convict Brcks. Tijolos dos Condenados. Austrália.________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Publicação 091.
Matéria.
Em fase de catalogação.
Imagens que Retratam as Olarias do Século XIX.
A Proposta.Pesquisa com imagens de olarias sendo retratadas no século XIX. A proposta é apresentar um quadro visual das estruturas a atividades nas olarias pelo mundo. Através das imagens é possível visualizar e analisar vários itens, tais como, estruturas das construções, as atividades dos oleiros, os materiais que ficam depositados nos pátios, entre outros detalhes que são informações importantes para futuros trabalho de natureza bem variada sobre olarias.
Galeria de Imagens.
Brick Making possibly in Enfield. Attributed to Nicholas Condy. Image via Wikioo.org
Fonte da imagem: https://eehe.org.uk/28907/brick-making/
Análise da imagem:
1. Oleiros em várias atividades durante a produção dos tijolos.
2. Á direita podemos ver fileiras de tijolos que já passaram pelos processos de cozimento ou
queima.
3. Animais que são usados nos transporte tanto dos tijolos quanto das matérias prima.
4. Tijolos transportados em carrinhos de mão para serem colocados para a secagem, ou saindo dos fornos e indo pra o resfriamento e armazenagem.
5. Sistema de amassamento da argila com força motriz animal.
6. Oleiro transportando tijolos tijolos em carrinhos para resfriamento.
7. A posição dos tijolos nos carrinhos indicam se eles estão indo para secagem, depois de sair dos moldes, para serem encaminhados aos fornos. Quando os tijolos são retirados dos moldes eles não podem ser empilhados, somente depois de passar pelo processo de cozimento ou queima, ai sim, podem ser em empilhados para serem levados ao um pátio para o resfriamento.
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